Um Amor Complicado.

7 Capítulo 7 - Surpresa.


Notas iniciais
Olááááá! Voltei! Tadaimaa! *o* Já estava ficando com saudades de vocês, e fiquei tão feliz com as leitora novas que.... Meu Deus, nem consigo expressar! Só sei que tenho as melhores leitoras do mundo! Continuem comigo e alegrando minha vida, por favor! (≧▽≦) Antes de mais nada, obrigada à Lillyan Thais, Akira Kazehaya, Mary_Maira, Yan, OzZynhA, Raquel Ohara, e Tamy. Obrigada pelos reviews, amei todos! *u* E EustassLaw, Lihh Save, cami shoujo, jeri, AngelSan, Monkey D Amanda (adorei você, obrigada por ter comentado em todos os capítulos tão rápido! kkkk) e PortgasL, sejam bem-vindas! Adorei conhecer vocês! hihihi E UM AGRADECIMENTO ESPECIAL À TAMY! OBRIGADA PELA LINDA RECOMENDAÇÃO! EU AMEI, ADOREI! ELA FICOU TÃO... MARAVILINDA! *---------* OBRIGADA MESMO! *U* O capítulo ficou maior do que o normal, e tem cenas calientes! Eu tentei fazer parecido com uma primeira vez de um homem pelo traseiro (dói, né? Nessas horas não é só prazer, kkkk), tentei ser o mais realista possível. No começo vocês vão perceber um Sanji estranhamente compreensivo, e vão achar esquisito demais. Mas vão entender o motivo no final, tá? KKKKKKK Boa leitura! P.S.: CAPÍTULO PROIBIDO PARA MAIORES DE 18, CENAS DE SEXO. CASO NÃO GOSTE, NÃO LEIA. Mas pra quem gosta, fique à vontade! E não liga pra esse papo de 18, porque eu ainda não sou maior e escrevi tudinho u.u kkkkkkkkkkkk P.S.2: Pra quem está triste porque o Brasil perdeu a Copa... Foi uma derrota, mas os fortes aprendem com os erros, não é mesmo? Foi um jogo lindo, a Alemanha não fez nada menos do que aproveitar as aberturas dadas. Estávamos sem capitão e o principal jogador, é uma pena. Mas fiquei com tanta dó do David Luís T-T P.S.3: Quem não gosta de Copa do Mundo, por favor não me joguem pedra! >///////< Sou muito frágil, sabiam? KKKKKKKKKKKKKKK'

Capítulo 7

Mais uma vez, estou dentro desta loja.

Suspiro, observando a tela do computador, com um documento aberto em Excel, mostrando-me todo o crescimento da loja em um mês. Isso é tão tedioso que eu não tenho ânimo nem para brigar com a Nami.

Até mesmo minhas katanas, encostadas no canto da parte de dentro do balcão, parecem estar com tédio. E hoje eu acordei tão porcaria, que nem minha roupa habitual eu coloquei. Estou de camiseta branca e calça preta.

– Zoro-san, você parece desanimado. – comenta Tashigi, a vendedora em treinamento.

– É... – murmuro, suspirando novamente. – A única coisa que eu tenho feito é ir para a academia, treinar. O Mihawk está viajando.

– Sério? Foi para onde?

– Sei lá. Acho que é um país europeu, onde ele nasceu. E não me pergunte qual é, porque eu não faço a mínima ideia. – respondo, apoiando o queixo na mão.

– Entendo. – diz, sorrindo. – Deve ser a Inglaterra.

– Honestamente, não sei. Ele é esquisito. – resmungo, deitando a cabeça no balcão. — Você tem alguma coisa para fazer?

– Não.

– Que bosta. Vou dormir, então. – aviso, colocando o banco mais perto da parede. Sento-me e encosto as costas, acomodando-me perfeitamente. – Qualquer coisa, é só gritar.

Durmo imediatamente.

E acordo com um grito curto.

– O quê!? Assalto? Sequestro? – grito, assustado e já alcançando minhas armas. – Cadê?

Situo-me e observo o estabelecimento. Encontro uma Tashigi espantada e tampando a boca, enquanto um cara grande de cabelo branco a olha.

– Ei, não fume dentro da minha loja. – falo, sério. O homem me encara e eu encaro de volta. – Vai. Apaga isso. Não sou obrigado a sentir esse cheiro.

– Você deve ser o Roronoa Zoro.

– É educado se apresentar primeiro, antes de pedir isso para alguém. – respondo, já irritado.

– Smoker, Vice-Almirante da Marinha.

Ora, ora. Que surpresa.

– E o que um Vice-Almirante da Marinha está fazendo aqui? Veio comprar espadas ou está aqui para espalhar seus ideais perfeitos? – pergunto, irônico.

Ele me fuzila com o olhar.

– Mais respeito. Sou seu superior na justiça, e posso te prender se eu quiser. – responde, tentando me intimidar.

– Me prender? E o que você ganha com isso? A sua fama de justiceiro? – pergunto, mais irritado ainda. – Eu não tenho medo de ser um criminoso, Vice-Almirante.

Nos encaramos e ele suspira.

– E trate de apagar esse cigarro. Quem manda na minha loja sou eu. – falo. Ele olha para mim e sorri.

– Ah, é? Será que eu vou apagar mesmo? – desafia. Sorrio de volta e encho os pulmões.

– Nami! – grito. – Desça aqui! É urgente!

Ouço o som de seus saltos batendo nos degraus e ela chega, ofegando.

– O quê? Algum ladrão? Eu mato! – exclama, e eu nego, apenas apontando para Smoker.

Ao encontra-lo com os olhos, Nami apenas... Vira um demônio.

– APAGUE. ISSO. AGORA. MESMO. – manda, liberando sua aura assustadoramente negra. – E. NÃO. ME. CONTRARIE.

– Smoker-san... É melhor apagar. – aconselha Tashigi.

– Bom, se é você que está falando... Eu apago. – resmunga, tirando os cigarros da boca e apagando-os. Em seguida, joga-os fora.

Nami volta ao normal.

– Muito bem. – elogia.

– Espera um pouquinho. Vocês dois se conhecem? – pergunto à Tashigi. Ela assente.

– Como assim? Você é chefe dela é não sabia disso? – pergunto Smoker.

Sinto-me boiando.

– Não sabia do quê?

– Tashigi é meu braço direito.

– O quê...

– Ela é Capitã da Marinha. – completa Nami, fazendo Tashigi corar de vergonha.

– Capitã? – pergunto. – Quer dizer que só eu não sabia disso!?

– É.

– Ninguém me respeita... – murmuro, desolado.

– Smoker-san, o que você quer? – pergunta a capitã.

– Te levar de volta.

– Eu não vou voltar. – responde ela. – Pelo menos, não agora.

– O que aconteceu? – Nami pergunta.

– O Almirante de Frota disse que os capitães são desnecessários para seu objetivo de exterminar todos os criminosos do mundo. – responde novamente.

– Não esperaria nada menor do que isso, vindo do Akainu. – comenta Nami. – O Coby deve estar arrasado, e o Luffy deve estar com muita raiva.

Concordo com a cabeça.

– Eu não tenho nada contra Marinheiros. Só não gosto do jeito como acham que estão sempre certos. – comento. – E Capitã, se você quiser voltar ao seu posto, fique a vontade. É muito melhor você ir servir o país do que vender katanas na minha loja.

– Eu estou fazendo isso porque é meu tempo livre, Zoro-san. Você também, certo?

– Sim.

– Então, você não vem? – pergunta Smoker.

– É muito para o meu orgulho de espadachim, Smoker-san. Vou aproveitar meu tempo livre aqui. Eu estou bem. – assegura ela.

Uau. Gostei dessa teimosia.

Smoker suspira.

– Hm... Certo. Então, nos vemos quando você decidir voltar para o meu lado. – responde ele, dando as costas e saindo da loja.

– Pelo que eu entendi, alguém aqui está apaixonado. – fala Nami, sorrindo. Tashigi cora.

– Não, não. O Smoker-san já teve um caso com a Hina-san, há muito tempo. Acredito que eles ainda se gostam.

– Bom, Capitã. Eu não tenho nada contra a Marinha, mas não traga problemas para nenhum de nós, tudo bem? – pergunto.

– Por favor, não me chame assim!

– Seu cargo combina mais com você do que seu próprio nome. Não é minha culpa. – respondo, sorrindo.

– Zoro, pare com isso. E caia fora daqui. Está na hora da sua natação. – manda Nami, e eu suspiro.

– Sim, senhora. – falo, saindo de trás do balcão com minhas katanas. – Parece uma velha rabugenta.

– Saia, antes que eu te chute para longe. – ameaça.

– Pode deixar! Até amanhã, meninas! – despeço-me, indo até o estacionamento.

Entro em meu carro e ligo o GPS, anotando o nome da rua da academia.

Natação não é meu esporte preferido, mas é ótima para o fortalecimento dos braços e peito, que é onde eu mais preciso de apoio.

Horas depois...

Em meu último nado do dia, decido por um borboleta.

– Roronoa, seu celular está tocando faz uns quinze minutos. Não vai atender!? – grita um dos treinadores, de dentro do vestiário.

Como eu vou responder sendo que estou embaixo d’água!?

Termino os cem metros e pelo para fora da piscina, tirando o óculos e a touca.

– Pegue-o para mim. Vou só secar meu rosto. – peço, indo em direção às toalhas.

Seco o rosto e as orelhas, passando a toalha rapidamente pelo pescoço. O cara me traz o celular e eu agradeço.

Fito a tela por alguns segundos. Desconhecido? Porque um desconhecido está me ligando?

– Oi. – atendo.

Não ouço resposta.

– Alô? – pergunto.

– O-Oi, sou eu. – ouço. Sanji.

– Ero-Cook! Que surpresa! – exclamo, andando para o vestiário. – Tudo bem?

Sim. – responde, e percebo-o hesitante. – E você?

– Eu estou ótimo. – falo, sorrindo sozinho. – O que houve?

– Eu... Preciso que você venha até o meu apartamento. – diz ele, e eu me surpreendo mais ainda.

– Aconteceu alguma coisa? – pergunto, já preocupado.

Não. Mas vai acontecer. – responde. Merda. Estou curioso. Eu preciso que você venha o mais rápido possível. Quero conversar com você.

– Uau, calma. Eu nunca te senti tão... Urgente. – brinco, colocando a toalha dentro da mochila.

– É porque a situação toda é urgente. Enfim, venha. O mais rápido que puder.

– Sanji, escuta. Eu acabei de sair da piscina. Ainda vou tomar banho.

– Não, deixa isso para outra hora. Só coloque uma roupa e venha para cá.

– Quer me dizer logo o que aconteceu? – pergunto, impaciente.

Não. Só... Venha. – termina, deligando o telefone.

Suspiro e, por fim, decido fazer o que ele pediu. Afinal, porque ele me interromperia às 19:00 de uma quarta-feira?

Com pressa, tiro a roupa de natação e coloco uma cueca, além de camiseta e uma calça. Guardo tudo na mochila e coloco meus chinelos.

– Otsukare-sama*, Treinador! – grito, do outro lado da piscina. Ele acena e eu saio correndo.

Já dentro do carro, configuro o GPS novamente e chego ao prédio de Sanji em vinte minutos.

– Com licença. O senhor pode me anunciar ao Sanji? – pergunto. O porteiro me olha.

– Ah, sim. O senhor veio aqui outro dia, né? Só um minutinho. – diz ele, sorridente.

Alguns segundos depois, ele me dá um cartão para liberar a catraca e conseguir pegar o elevador.

E então, encontro seu apartamento.

Bato três vezes.

– Konbanwa.* — resmungo, quando ele abre a porta.

– Entre. – adentro seu apartamento.

– Você tem noção do quanto corri para chegar aqui? – pergunto, cruzando os braços. – Vamos. Fala logo.

– Você não está com fome? – pergunta, e ouço minha barriga roncar. – Eu cozinhei um pouco de carne de Rei dos Mares.

– Por favor, eu quero. – respondo, sem pensar duas vezes. – Faz meses que não como isso.

– Então, sirva-se. Você sabe onde ficam os pratos. – fala, sentando numa das cadeiras da mesa de jantar.

Sirvo-me e sento-me ao seu lado.

– Você está com cheiro de cloro. – comenta, enquanto como.

– Bom, isso é porque eu acabei de sair da piscina. Só tive tempo de trocar de roupa. – respondo.

– Tudo isso por minha causa? Quanto amor, Zoro. – brinca, provocando-me.

Bebo um pouco de água.

– E se for? – pergunto, recebendo seu silêncio e rosto corado como resposta. – Se você não estiver preparado para ouvir verdades, não brinque deste jeito, Sanji.

– V-Verdades!? Do que você está falando? – pergunta, completamente confuso e fofo.

Sorrio, terminando minha refeição.

– Estou dizendo que eu sou um homem. – falo, e sem resistir, toco seu rosto. – E independente disso... Eu gosto de você. Sou adulto o suficiente para me dar conta disso, sem problemas.

– V-Você... Não! – exclama, afastando-se da minha mão. – Quer dizer, eu também gosto de você.

Solto um riso.

– Não é desse tipo de “gostar” que eu estou falando, Ero-Cook. – corrijo. – Estou dizendo que eu gosto de você como um homem gosta de uma mulher, ou vice-versa. Estou... Completamente apaixonado.

Um silêncio torturante se instala no ambiente, e eu o observo se levantar e dar as costas para mim.

– Sanji?

– Cale a boca. – manda. Levanto-me da cadeira.

– Você está bem? Não me diga que fumou outra vez. – falo. Ao vira-lo para mim, vejo que o rubor em seu rosto é tão forte que já se alastrou até as orelhas. Lágrimas brotam em seus olhos.

Isso é... Mais fofo do que eu achei que poderia ser. Merda. Vou perder o controle.

– Eu... Preciso lavar o rosto. – diz ele, tentando sair do meu aperto.

– Você não vai fugir de mim outra vez. – declaro, segurando seus braços.

– Zoro! Me deixa... – começa ele, mas eu interrompo sua fala, beijando seu pescoço. – Espera! Eu preciso tomar banho! Acabei de voltar do trabalho, estou suando e cheirando à comida!

– Não importa.

– Importa sim! – reclama, dando-me um chute certeiro na barriga.

Droga, acho que vou ter uma hemorragia.

– Vou tomar banho. – avisa, correndo para o banheiro.

– Espera, Sanji! – suplico, encolhido no chão. Levanto-me devagar e recomponho-me. – Posso esfregar suas costas?

– Posso confiar em você? – pergunta, fazendo-me lembrar de nosso último encontro. Sorrio.

– Pode.

– Não, melhor não. Você mentiu para mim, da última vez. – lembra ele, caminhando em direção ao banheiro.

Corro atrás.

– Eu não menti para você! – exclamo, parando-o no meio do caminho. – Eu te soltei! Tive que quebrar a porta do armário!

– Você só amassou a porta. A única coisa que você quebrou foi o trinco.

– Dá na mesma, Sanji. – insisto, virando os olhos. – Eu vou esfregar suas costas.

Ele pensa por alguns segundos, mas cede.

– Tudo bem. O banheiro é bem grande, entre. – diz, e eu obedeço.

Sanji entra no banheiro e começa a se despir, enquanto eu cruzo os braços e somente o observo.

– Ei. Feche os olhos. – manda.

– Não. Eu já te vi pelado antes, Ero-Cook. E ainda por cima, tive que te secar. – lembro-o. Ele cora e se vira de costas para mim.

– É injusto. Quer dizer, você pode me ver. – declara, o que me desarma totalmente.

– Eu posso te ver, mas não tenho nem metade da sua capacidade sensitiva. – observo, dando um passo para frente. – Percebe?

– Volte para o lugar onde estava, sem vergonha. – manda.

– Viu? Eu só dei um passo para frente, e você já sabe que eu me mexi. Além disso, eu não fiz barulho nenhum. Qual é a dos seus ouvidos, afinal? – pergunto, curioso.

– Você não fez barulho, Zoro. – esclarece. – Eu senti o seu calor.

– O quê? – espanto-me. – Você sentiu o calor do meu corpo?

– É.

– Uau. Você é mais sensível do que eu pensei que fosse. – confesso, impressionado.

E isso me dá muitas ideias do que fazer com você.

– Okay. Não precisa fechar os olhos. Não sou nenhuma menininha virgem e envergonhada. – fala, já tirando suas calças, ainda de costas para mim. Então ele pega uma toalha e, após tirar a cueca, a estica e enrola no corpo.

Lembrando que a toalha é um pouco maior que uma de rosto.

Essa sua bunda. Quero deixa-la vermelha de tanto apertar.

Tiro minhas roupas também, enrolando-me na toalha.

Sanji abre o chuveiro e puxa o banquinho, sentando-se nele. A água quente começa a cair sobre seu corpo.

– Haa... – geme, apreciando a temperatura. – Isso é tão bom.

– Posso me juntar a você?

– Você disse que ia esfregar minhas costas, rapaz. Não mais do que isso. – esclarece. Sorrio.

– Certo. E eu devo fazer isso como?

– Pegue esse sabonete líquido dentro do armário. – responde, e eu faço. Coloco um pouco nas mãos.

Enquanto isso, ele começa a lavar o cabelo, deixando-o cheio de espuma.

– A água quente está fazendo o banheiro ficar cheio de vapor. – observo, e começo a ensaboar seus ombros.

– Uhum... – resmunga, sem dar a mínima atenção.

Com movimentos lentos, faço toda a região das costas ficar ensaboada. Então, inicio uma massagem em sua nuca.

– Por está tão tenso? – pergunto, sorrindo. – Eu não vou fazer nada que você não queira.

– Eu não estou tenso. Só cansado do trabalho. – responde. Certo. Finge que é verdade, e eu finjo que acredito.

Com as pontas dos dedos, pressiono sua nuca devagar, descendo pela linha do pescoço e subindo novamente. Ele fica visivelmente mais relaxado.

– Isso. Relaxe. Confie em mim. – murmuro, descendo a massagem por sua coluna.

Sanji suspira e encosta a testa na parede. Com suas costas esticadas, tenho acesso até quase o seu quadril. Nunca o vi com a guarda tão baixa assim.

– Tudo bem? – pergunto.

– Hã? – pergunta de volta. Parece... Grogue. – Ah, sim. Só estou... Pensando.

– O que você queria me contar? – pergunto, lembrando-me da nossa conversa por telefone.

– Depois eu conto. – assegura, sentando-se reto novamente.

– Okay. – concordo, subindo as mãos por suas costas. Ao invés de parar, ultrapasso seus ombros e começo a ensaboar a parte da frente de seu corpo.

– Ei! O que você está fazendo!? – pergunta, espantado. Sorrio e lambo atrás de sua orelha, com cuidado.

– Aproveitando. – confesso, descendo minhas mãos por seu tronco. Ensaboo seu peito e passo por todos os gomos de sua barriga, subindo as mãos novamente. – Você não disse que sente o calor do meu corpo? Então, preste atenção somente nisso. Esqueça essa bobeira de gênero ou qualquer outra coisa.

Diante de meu pedido, os braços de Sanji caem para os lados do corpo, relaxados. Fito seu rosto.

O rosto mais sexy.

Os lábios, entreabertos e secos. Os olhos, vívidos e azuis perfeitos. As bochechas, coradas de vergonha. Erótico, sexy e lindo ao mesmo tempo. Além disso, sua respiração é pesada. Este ser... É realmente humano?

– Sanji, você... – sussurro, maravilhado.

– É culpa sua... Sussurrando na minha orelha com essa voz... – reclama. Sua mão direita entra em meu cabelo, trazendo-me para mais perto.

Mais uma vez, Sanji me beija. E mais uma vez, ao encontrar e provar sua língua, sinto calafrios que vão até meu membro. Ele prende meu lábio inferior com os dentes, soltando-o em seguida.

Sorrio e olho no fundo de seus olhos. Inesperadamente e por uma fração de segundo, sua expressão é triste.

– O que foi? – pergunto, preocupado.

Ao invés de responder, Sanji desce sua mão por meu braço e segura a minha, que repousava em seu abdômen.

– Zoro... – murmura, corando mais ainda. Com uma pequena força, ele empurra minha mão para baixo. – Faça alguma coisa... Por favor.

Mas o que... O que deu nele!?

– Antes que eu mude de ideia. – completa, tirando-me um sorriso.

– Deixa comigo. – murmuro, capturando seus lábios novamente.

Sanji apoia suas costas em mim, e eu desço a mão até a toalha que cobre seu quadril.

– Uau. – espanto-me, ao ver sua situação. – Você é realmente bem sensível, né?

– Você não precisa dizer. – reclama. – E tente não arrancar meu pau.

– Sim, senhor. – respondo, iniciando algumas carícias na glande e no comprimento.

Fecho a mão em volta e começa a masturba-lo.

– Isso é bom? – pergunto, provocando-o.

– O que... Você acha? – pergunta de volta, segurando meu braço.

– Este é o jeito mais gostoso de se lavar... Aqui. – murmuro, apertando sua base.

– Haa! – geme, apertando meu braço. Vejo-o prender o lábio inferior entre os dentes. Sua cabeça pende para o lado, dando-me a visão perfeita de seu pescoço tentador.

– Ei, não precisa se segurar. A casa está vazia, e eu estou com você. – murmuro, mordendo aquela pele lisa.

– M-Mesmo assim... É vergonhoso. Eu nunca gemi desse jeito. – confessa.

– Sinto que seu corpo foi feito para ser amado, Sanji. – confesso. – Então, me deixe amar você.

Sem responder, ele se levanta.

– Certo. Mas primeiro, deixe-me lavar você. – diz ele, decidido.

– Você não precisa. Eu disse que não precisa se forçar. – lembro, e ele sorri em meio à vergonha.

– Eu sou cego, não morto. Não sou um boneco inflável, que vou esperar você fazer tudo por mim. – fala, impressionando-me.

– Hm... Está bem. – concordo. – Quer lavar o que primeiro?

– Eu decido.

De pé, entro embaixo do chuveiro com Sanji. Ajudo-o a tirar o sabão do corpo, mas quando vou tocar as regiões interessantes, ele se afasta.

Desligo o chuveiro. Sanji pega o sabonete líquido e faz espuma, vindo em minha direção novamente. Pouso minhas mãos em sua cintura, fitando seu rosto.

Ele toca meus ombros.

Observo suas reações enquanto ele desce as mãos por meu tórax devagar, fazendo a mesma coisa que fiz com ele. Com as pontas dos dedos, ele sente a minha cicatriz. Subindo mais um pouco, ele volta aos meus ombros e começa a descer por meus braços, sentindo todas as faixas de músculos possíveis.

Sanji volta a acariciar minhas costelas e passa os braços ao meu redor, sentindo minhas costas.

– Estou demorando muito? – pergunta.

– Não. Leve o tempo que precisar. – respondo, roubando-lhe um selinho. – Quero que você me imagine direitinho. Por isso, sinta-me.

Suas mãos descem até a toalha, passam por baixo do pano e sentem minha bunda, onde deslizam pelos lados do meu quadril, voltando para minhas coxas.

– Vou tirar a toalha. – avisa, mas eu o detenho.

– Melhor não. Ainda não. – peço.

– Por que?

– Por que é melhor assim. – insisto. Ao olhar em seus olhos, acabo cedendo. – Okay, tira a porcaria da toalha.

Sanji joga a toalha em algum lugar do banheiro e segura meu pau com as duas mãos, juntas.

– Ei. Que piada é essa? – pergunta, irritado.

Vish. Fiz merda.

– O quê? – pergunto, inseguro. Será que eu sou... Pouco satisfatório?

– Se nós temos a mesma altura e eu sou até mais velho do que você... Porque o seu é maior? – pergunta, fazendo-me corar.

– Como você quer que eu saiba!? – pergunto de volta. – Vai ver é porque eu não faço sexo há muito tempo. Só de você segurar, eu já estou quase gozando. Porra.

Viro nossos corpos e encosto-o na parede gelada de azulejo.

– Itadakimasu*. – murmuro, e me abaixo o suficiente para colocar um de seus mamilos em minha boca.

– Não faça... Zoro... – murmura, sua voz sumindo e voltando em um gemido. – Por que...?

– Todos os lugares do corpo humano que têm mais nervos são mais sensíveis, Sanji. – explico, chupando a pele. – É por isso que quando eu chupo aqui, você sente também aqui.

Seguro seu pênis com a mão direita, reiniciando a masturbação. Começo a fazer o mesmo comigo, só que com a outra mão.

Ele se contorce e segura meus cabelos, puxando-os para trás.

– Você realmente é estranho. – murmura, tampando a boca para não gemer. – Fazendo... Tudo isso.

– Estou fazendo isso porque eu quero. – respondo. – E porque eu gosto de você.

– Sh. – responde, colocando a mão em meus lábios. – Chega de falar.

Mais uma vez, ele sustenta uma expressão triste.

Droga, eu não resisto.

Ajeito meu corpo e beijo-o, chupando seus lábios com vigor e desejando sentir sua língua. Aumento a velocidade e a força de meu braço.

– Zoro, espera! – sussurra, no meio do beijo. – Eu vou gozar...

– Não vai. – respondo. – Eu não vou deixar. Vire-se.

– Hã?

Antes que ele possa protestar, viro-o e seguro seu corpo. Então, pego mais sabonete e espalho nas mãos.

– Antes de sairmos do banheiro, preciso lavar um outro lugar. – explico.

– Você não vai fazer o que eu estou pensando que vai fazer, vai? – pergunta, preocupado.

– É claro que vou. – respondo, abrindo suas nádegas gentilmente. – Não farei nada sexual, Sanji. Só vou lavar para você.

– Não! Isso eu faço! – protesta, virando-se novamente. – Enquanto eu termino de me lavar, você termina de se lavar também.

– Mas...

– Nada disso. Eu tenho alguns limites. – reforça. Desisto e suspiro.

– Só não entendo a sua lógica, sendo que vou tocar tudo o que eu puder daqui a pouco. – resmungo, terminando de tomar banho.

Porcaria. Estou tão excitado, que está começando a doer.

Ele termina ao mesmo tempo que eu, e nós dois nos secamos. Ao ver que ele começa a enrolar a toalha na cintura, detenho-o.

– Nem pensar. – falo, trazendo-o para perto de mim. Nossos corpos se juntam, com a toalha no meio. – Você não vai fugir.

Pego-o no colo, como uma princesa.

– O que você está fazendo!? – grita, surpreso.

– Estou tentando terminar o que começamos, oras. – respondo. Subo na cama e coloco-o deitado no colchão.

A toalha tampa minha visão de sua intimidade. Fito seu corpo bonito e erótico. Sanji está ofegante, corado. Num movimento involuntário, ele tenta tampar o rosto.

– Não precisa ter vergonha, Ero-Cook. – falo, deitando por cima dele sem deixar que meu peso o aperte. – Sou só eu.

Rapidamente ele segura meu pescoço com as duas mãos e me puxa para frente, beijando-me intensamente. Transfiro meus beijos para a linha de seu maxilar, descendo por seu pescoço, peito, barriga.

Livro-me de sua toalha.

– Honestamente, eu não achei que você fosse ficar tão excitando. – confesso.

– Pare de falar em cima do meu pau, fazendo favor. – bronqueia. Para provocar, assopro seu membro. – Não!

– Prefere que eu chupe? – pergunto, segurando-o com a mão direita. – Sabe, eu não vejo nenhum problema.

– Como é? – pergunta. – Isso é um pênis, sabia?

– Sim. E daí? – pergunto. – Eu sou homem o suficiente para saber que só quero dar prazer a você, e a mais nenhum outro. Ponha na sua cabeça que eu não ligo para sexualidade.

– Você já fez isso antes? – pergunta, infiltrando os dedos no meu cabelo.

– Não. – respondo. – Mas vou fazer de um jeito que você fique completamente submisso a mim. Por isso, se prepare para querer somente o Zoro.

– Até parece, com esse corpo cheio de mús... Ick! – engasga, quando encosto a língua na glande. – Merda, você...

Com esse seu rosto erótico... Qualquer coisa para ver você sentindo mais um dos prazeres da vida, Sanji.

Abrigo-o em minha boca, fazendo leves carícias com a língua. Subo e desço com a cabeça, acompanhando os movimentos da minha mão.

– Haa... Zoro... – geme, deixando-me ainda mais excitado. Esses gemidos... São iguais aos que ele soltou no banheiro do meu quarto. – Isso é... Tão bom...

– Uhum. – respondo, observando seu rosto. Largo seu pênis. – Sanji, você tem lubrificante?

– Segunda gaveta do criado-mudo.

Levanto-me e pego o tubo de KY, lambuzando meus dedos. Então, volto para a cama e beijo seu membro novamente, colocando-o na boca.

Aproveitando-me de seu momento frágil, começo a acariciar seu ânus devagar. Sem perceber, Sanji abre um pouco as pernas e, dessa vez, começa a segurar meu cabelo com mais força. Aproveito para colocar um dedo dentro. Tiro minha boca e subo até seu rosto novamente, procurando seus lábios.

– Nem pensar. Não vou te beijar. – fala, quando seguro seu pênis com a mão esquerda. – Você acabou de chupar meu pau.

– Não seja idiota, Sanji. – respondo, virando seu rosto em minha direção. – Você acabou de tomar banho. Acha mesmo que eu colocaria minha boca em algo sujo?

Com isso, ele vira o rosto.

– Bom garoto. – elogio, segurando seu lábio entre os dentes e chupando-o e seguida.

Sanji me abraça e começa a investir contra minha mão. Sinto-o apertar mais meu dedo, e coloco mais um.

– Você é o ser mais sexy que já existiu, Sanji. – sussurro em sua orelha, chupando seu lóbulo. – Não vou me segurar por muito mais tempo.

– Tão... Bom... – geme, arqueando o corpo. – Eu vou gozar...

– Espera... Vamos juntos. – peço, tentando me posicionar entre suas pernas.

Porém, ele inverte nossas posições.

– Okay, você vai me comer. – fala, arfando. – Mas eu quero ter o direito de conduzir.

– Fique a vontade. — respondo, segurando sua cintura. – Me dê o lubrificante.

Ele me entrega e eu passo o gel em meu pênis, jogando o tubo no chão.

Sanji apoia os joelhos no colchão e guia meu membro até sua entrada, abaixando devagar.

– Isso dói. Muito. Muito mesmo. – sussurra, deixando cair algumas lágrimas.

Sento-me para poder beijá-lo.

– Você vai se sentir melhor logo, Sanji. – asseguro, segurando seu pênis. – Eu estou sendo esmagado. Relaxe.

– É fácil falar. – fala, respirando profundamente.

– Desculpa. – peço, segurando sua nuca. – Venha cá.

Beijo-o novamente, roçando nossas línguas. Abraço seu corpo, observando seu rosto.

– Vamos lá, Sanji. Só falta a metade.

– Não cabe. Vai furar minha próstata. – fala.

Dou risada.

– Claro que não, Ero-Cook. – respondo, beijando seu pescoço. – Vamos com calma.

Ele sobe o quadril e abaixa novamente, devagar. Recomeço a masturba-lo, lutando para não investir contra ele e machuca-lo. Começo a chupar seus mamilos novamente.

Com a mão desocupada, seguro uma de suas nádegas e aperto, sentindo sua maciez.

– Hm... – geme, suspirando. – Zoro, faça mais rápido.

Coloco força e rapidez na masturbação.

– Ah... – geme novamente, relaxando. Começa a subir e descer com mais facilidade, aumentando um pouco o ritmo.

– Isso. – incentivo, sentindo suas unhas se cravarem em meus ombros. – Você é perfeito, Sanji.

– Cale... Essa boca... – murmura, entre estocadas.

Cavalgando-me, Sanji impõe seu próprio ritmo ao sexo e me beija, enquanto eu o seguro.

Seu êxtase se revela por seu rosto ainda mais corado, além de olhos lacrimejantes – só que desta vez, de prazer.

– Mais rápido... – suplica, gemendo em meu ouvido. Atendo ao seu pedido.

– Você é tão apertado... – murmuro, e ele se contrai. – Isso me deixa louco.

– Nhn... Zoro... – sussurra, ofegante. – Mm...

Nossos corpos começam a se chocar com mais força, e o clímax fica cada vez mais perto.

Solto seu pênis e colo seu corpo ao meu, sentindo todas as suas palpitações.

– Sanji, nunca se esqueça desta sensação, okay? – peço, segurando seu rosto. Ele assente.

– Estou perto... – avisa, fechando os olhos.

– Suki*. – murmuro, e ele se contrai mais forte.

O calor do orgasmo começa a se espalhar por mim, e antes de gozar, deixo um chupão em seu pescoço. Os pequenos espasmos tomam meu corpo levemente, além de alguns arrepios.

Sanji também chega ao ápice, gemendo alto e deliciosamente. Seu corpo treme.

Exausto, ele relaxa totalmente e os dois caímos no colchão, ele sobre mim.

– Desculpa, eu não tirei... – murmuro, com os braços em volta dele.

Meu corpo ainda treme por causa do orgasmo.

Depois de oito meses sem sexo, ainda não estou satisfeito. Era de se esperar, afinal.

– Tudo bem. Eu vou só me limpar e já volto. – fala, saindo de cima de mim. Porém, quando sai da cama, dá com a cara no chão.

Levanto-me rapidamente.

– Ero-Cook! – solto, tentando levantá-lo. – Machucou?

– Não... Só não achei que meu quadril iria doer tanto. – murmura. – Merda, minha bunda...

– Eu te ajudo a ir até o banheiro. – ofereço. – E não se preocupe, essa dor deve ser normal.

Apoio seu braço em meu ombro e seguro sua cintura. Estranhamente, ele aceita a minha ajuda e me dispensa quando chega à porta do banheiro. Então, coloco minha cueca e volto para a cama.

Ele está estranho.

Relaxado e completamente cansado, entro embaixo das cobertas.

Frescurento do jeito que é, ele vai me expulsar e mandar eu ir tomar banho.

Fecho os olhos e o sono começa a vir rapidamente.

– Zoro? – ouço, mas estou muito longe para responder. – Já dormiu?

Sinto-o entrar embaixo do edredom e, ao invés de me expulsar, ele se deita na minha frente, de costas.

Sorrio no meio da névoa do sono e o abraço, encaixando nossos corpos.

Novamente ele me surpreende e não protesta. Enfio meu rosto entre seus cabelos, sentindo seu cheiro.

Bom, a gente conversa depois.

No dia seguinte...

Acordo devagar, relaxado. Sento-me na cama, esfrego os olhos e solto um bocejo gigante.

– Sanji? – pergunto, sem resposta. Levanto, morrendo de preguiça, e grito seu nome mais alto. – Sanji!

Porém, a casa parece estar vazia. No mínimo, ele deve ter saído para comprar algo para o café da manhã.

Resolvo tomar um bom banho e trocar de roupa, pegando a mesma camiseta emprestada do outro dia. Aproveito para usar seu desodorante e um pouco de perfume e, depois disso, uso a escova que ele me deu e faço minha higiene bucal.

– Acho que vou esperar ele voltar, antes de ir. – murmuro para mim mesmo, sentando-me no sofá.

Ligo a TV e procuro qualquer canal interessante. Não me interesso por nada, então resolvo deitar ali mesmo e dormir mais um pouco.

E acordo com o som do celular.

– Alô. – atendo, sonolento.

Zoro, onde você se meteu? – pergunta Nami.

– Estou no apartamento do Ero-Cook... – respondo, meio arrastado. – Por quê?

Está fazendo o quê aí, sozinho? – pergunta ela, o que me confunde.

– Como sabe que eu estou sozinho? – pergunto de volta.

Ela fica em silêncio.

Você não viu, né? – pergunta.

– Vi o quê?

– Zoro, vá até a penteadeira, no quarto dele. Sanji deixou um recado para você. – avisa.

– Um recado? Por que ele faria isso? Ele não conhece o WhatsApp? – pergunto para mim mesmo, indo em direção ao quarto.

Sobre a penteadeira, vejo um envelope. Percebo que nenhum dos seus “equipamentos” de tratamento ocular estão onde deveriam estar. Estranho.

Seguro o envelope entre os dedos.

– Nami, você está sabendo de alguma coisa que eu não sei? – pergunto, completamente desconfiado.

Ela suspira e parece escolher as palavras para responder.

– Primeiro, eu preciso que você leia com calma. – pede.

– Calma? – pergunto, abrindo o envelope. – Com toda essa sua cautela, como eu posso ter calma?

Encontro uma folha dobrada e a abro, encontrando um texto impresso.

“Quando você estiver lendo isso, já estarei longe. Eu estou embarcando esta madrugada para a Alemanha.”

– Só pode ser brincadeira. – murmuro, deixando o celular cair no chão.

“Desculpe-me por não ter te avisado, afinal, te chamei no apartamento justamente por isso. Mas no final, não tive coragem. Eu estou indo porque o Chopper descobriu um método de recuperar minha visão, e fará isso junto com um médico alemão que conheceu em Cingapura. A propósito, ele me encontrará em Munique, para os preparativos.

“Eu ainda não sei do que se trata este método, mas estou disposto a tentar tudo para enxergar. Quero ver algo. Quero ter este sentido, Zoro. Quero poder ver você, a Nami-san, a Robin-chan. Além disso, quero saber como é a minha própria aparência.

“E sobre o método... Bom, eu tenho poucas chances de sair vivo dessa. Mais precisamente, 35%. Mas eu acredito no Chopper, e sei que ele vai dar o melhor de si mesmo.

“Novamente, perdão por não ter contado. Você tem sido muito bom para mim, e olha que eu te conheço há pouco mais de quatro dias. Nossa última noite foi uma despedida. Talvez eu volte, talvez não (se estiver morto).

“Então, deixo aqui o meu agradecimento.

“Adeus, Ero-Kenshi*. Foi bom te conhecer.”

O celular grita, e eu o pego.

– Oi.

Ah, você está vivo. – murmura Nami. – Leu?

– Li. – respondo, pasmo. – E ainda não acredito que isso está acontecendo.

– Antes de ir, ele veio aqui em casa. – revela. – E disse que tomou esta decisão por causa do seu apoio, Zoro. Disse que você o incentivou.

– E se ele morrer? – pergunto.

Ela não responde.

Então é por isso que ele estava tão esquisito ontem. Além de tudo, me deixou fazer o que quisesse com ele.

Foi sua despedida.

Notas finais
*Otsukare-sama! - "Obrigado pelo trabalho duro!" *Konbanwa. - "Boa noite." (Quando se está chegando) *Itadakimasu. - "Obrigado pela comida." (ah, esse Zoro safadinho *¬* kkkk) *Suki. - "Gosto de você." *Ero-Kenshi. - "Espadachim Pervertido." _____________________________________________________________________________ Então? Como é que foi? >w< Espero que tenham gostado, apesar de ter sido meio corrido! kkkkkk Eu amei o jeito que as leitoras antes-fantasmas se manifestaram! Adorei mesmo! E você que ainda é leitor fantasma, por favor, venha falar comigo! Eu não mordo sabia? Sou muito gentil, até u.u kkkkkkkk. Quero saber se vocês gostaram! hihihi Bom, era isso. Obrigada por terem lido e... Até o próximo capítulo! Beijos *3*