Um Amor Complicado!

10 Tudo descoberto!


Notas iniciais
Hello! Voltei! Demorei um pouco, principalmente por falta de criatividade. Maaas, passei nas provas com notas altas! (é gente, sou uma boa aluna.) Enfim, aqui está, postaria mais cedo, mas fiquei sem internet a tarde todo :( E como estava sem internet, aproveitei minha pequena criatividade e escrevi uns três capítulo, mas não postarei tudo agora, ok chega de falar, espero que gostem!!

Nos capítulos anteriores de Um Amor Complicado...

– Isabella eu não estou namorando. — explicou, calmo.

– Sim, você está. — ela insistia.

– Com quem então? — perguntou rolando os olhos.

– Com a Seline!

Phineas ficou paralisado ao ouvir o nome de sua ex-namorada. Porque ela diria que estão namorando se...Foi aí que as peças se encaixaram no quebra cabeças perfeito!

– Q-quem te disse isso? — falou Phineas, após se recuperar do choque.

– Ora, a Seline. Ela mesma veio aqui à uns dias, e... — ela parou um pouco, respirou fundo, não podia chorar agora.

– Isabella, olha. Eu sei que isso deve estar meio confuso pra você, para mim também, mas acredita em mim eu...

– Acreditar em você? — riu sarcástica. — É bem difícil depois de tudo que o Jason falou de você.

– O Jason...? — ele estava num dos piores furacões de emoções possíveis, raiva, decepção, amor, medo, tudo isso rodava na cabeça de Phineas. Mas de uma coisa tinha certez: iria socar a cara de um francês.

– É, ele me contou. — ela falou, magoada. — Ei onde você vai? — ela perguntou vendo-o começar a andar para fora do jardim da garota.

– Preciso confirmar algo antes. — disse serio. Ela o seguiu.

O caminho inteiro foram sem dizer uma palavra sequer. Phineas estava explodindo por dentro, relembrando principalmente, quando viu Seline conversando com Jason. Obviamente ficou desconfiado, mas, se seu raciocínio estiver certo, o que normalmente está, aquilo estaria pior que o imaginado.

– Phineas, dá pra você parar? Pra onde está indo? — perguntou atrás dele. Mas o ruivo não respondeu, não queria descontar a raiva guardada de Jason em Isabella.

Eles chegaram na entrada do parque.

Ela vai estar lá. Pensou Phineas, lembrando-se da desculpa que Seline havia dado mais cedo: " Desculpe, mas vou ajudar minha prima no parque". Sem pensar duas vezes, ele entrou no lugar, olhava ao redor, ele apenas queria uma explicação, não queria estar certo, pela primeira vez.

– Ei, Phineas o que houve? — a morena atrás, chegou mais perto ofegante. Vendo o ruivo parado no lugar, correu mais um pouco. — Mas o que tanto vê? — seguiu o olhar do garoto e ficou estática. — Não... — sua voz saiu baixa, como um sussurro.

Ela não podia acreditar no que via...

No Prédio do Dr. Doofensmirtz...

– Oh Heinz! Que bom que formamos nossa pequena sociedade. — comemorou Humpert com um sorriso, e seu sotaque, provavelmente sueco, adentrando a sala.

– Concordo meu bom amigo! Veja só Vanessa, Ranny e... Paty? — interrompeu-se vendo o animal parado na sala, sem estar tentando destruir Ranny. E vice-versa.

Era realmente assustador.

– Oh, vocês tem um... Que animal é esse? — perguntou o Dr. Humpert, olhando fixamente Paty.

– Um Ornitorrinco. — respondeu-lhe Heinz gesticulando com um pouco de indiferença.

– Entendo.

– Ah, como ia dizendo, Vanessa, Ranny, Paty! Finalmente fiz um ótimo negocio! — anunciou o cientista feliz. — E nós...

– Um bom negocio? — Ranny interrompeu, rindo irônica. — Por favor Heinz, eu sabia que tinha alguma coisa errada nesse tal de Humpert quando o vi.

– O que está insinuando Ranny? — Heinz estava curioso.

– Veja por si mesmo. — jogou a pasta vermelha, com todos os papeis numa mesa, e Heinz o pegou. Humpert ficou tenso, nervoso, furioso.

– Mas... O que é isso? — ele olhava abismado os papéis, as imagens dos seus Inators estavam por todo lado.

– Isso, é o que descobrimos. — explicou Vanessa.

– Ele só quer te usar Heinz, ou melhor, usar seus projetos. Depois disso, te jogar fora, assim como fez com os outros 46 inventores, não é, Dr. Humpert Schovenus? — Ranny finalizou com seu melhor sorriso de: "eu venci."

– Seu sobrenome é Schovenus? — Doofensmirtz perguntou, mas logo se deu conta do que tinha acabado de escutar. — Ei! Você quer roubar meus Inators! Quer saber? Acabou nossa pequena sociedade do mal. Estou magoado com você Schovenus.– frisou o sobrenome do homem.

– Isso não acaba, querido Heiz, até eu vencer. — ele sorriu maleficamente, e acionou um botão vermelho.

Cordas, e correntes de metal prenderam todos os quatro, enquanto gaiolas de metal eram abaixadas.

– Seu imbecil velho, me tira daqui! — ralhou Ranny furiosa, tanto que seu rosto ficou vermelho.

– Ah jovenzinha, você sabe demais. Vocês sabem demais. E se me derem licença, tenho um mundo para governar. — saiu da sala, dando uma risada maléfica.

– Nossa, ele tem uma boa risada do mal. — comentou Heinz, e os outros concordaram. Porque era verdade.

– Mas e agora? Como vamos sair daqui? — Vanessa perguntou aflita.

Paty, que também estava na gaiola, pegou sua chave, que sempre escondia no chapéu, e livrou-se das correntes. Repetiu o mesmo processo com Vanessa, Heiz, mas hesitou na hora de libertar a loira.

– Anda logo monstrinho! Não tenho a vida toda!

A contra-gosto, desacorrentou Ranny também.

– Isso é tudo culpa minha. — Heinz falou triste.

– É verdade. — Ranny concordou, e todos olharam feio pra ela. — Que é? Não é mesmo?

– Ah pai, vamos dar um jeito. — Vanessa tentou o confortar.

A loira sentou-se do outro lado da grande gaiola, sentia-se um bicho preso lá dentro, Paty foi na mesma direção e ficou um pouco longe. Ambas se olharam por uns segundos.

– Trégua? Digo, por um tempo, até sair daqui, apenas. — perguntou a garota, Paty pensou por dois segundos e concordou.

– Agora, precisamos bolar um bom plano. — anunciou Vanessa indo para uma cadeira giratória, que tinha ficado presa também, assim como boa parte da sala de estar.

– Ok, então bolem um bom plano, eu vou dormir. — a loira comunicou deitando-se no chão.

– Ah não! Precisamos de você! — Vanessa insistiu puxando-a pelo pé.

– Ai te odeio Vanessa! — resmungou e todos chegaram mais perto da morena, e começaram a bolar os mais loucos planos de fuga, mas todos péssimos.

É, aquilo iria demorar.

Notas finais
Então? Estou tão ruim? Hahaha, espero que não, deu um trabalhão fazer esse capítulo, principalmente pela minha falta de criatividade, enfim! O próximo postarei amanhã, eu acho. Espero realmente que tenham gostado. Prometo responder todos os reviews logo, estou um pouquinho cheia, tentando me acostumar com o curso, mas já li todos, obrigada adorei ^.^ É só! Não esqueçam de dizer o que acharam! Beijinhos da Lunna ♥♥