Notas iniciais
Bem gente esse é o poto de vista do Dmitri, espero que vcs goste dele.

Vlad, queria que eu fosse para guerra com ele, eu estava nervoso e inseguro depois daquela conversa no campo que mal consegui pregar o olho, pensa apenas em pedir desculpas a Sasha e de ter a coragem de dizer ao Vlad, que eu não ia a Guerra com ele, mas como eu não poderia ir? Eu não podia deixa-lo, ainda mais ele que sempre me ajudou e me apoiou nas horas em que eu mais precisei, depois de me revirar na cama e não consegui dormi, eu decidi ir para a o campo que fazia parte do nosso quintal. O Campo estava escuro e mal dava para enxerga, mas a lua estava bem clara, que a luz batia nas folhas e parecia que elas estavam banhadas em prata, pego uma vela e coloco no prato e vou andando até a arvore, vejo uma pessoa encostada na arvore. coloco a mão em seu ombro e ela se vira assustada.

– Dmitri! — grita assustada.

– Sasha! — digo assustado — você não devia está aqui sozinha, está tarde era para você está na cama dormindo.

– É eu sei — replica nervosa — mas eu.... quer dizer, você também deveria está dormindo

– Não consigo — sento ao seu lado — olha eu... não devia ter falado daquele jeito com você — coloco a vela ao lado e abraço meus joelhos — me desculpe, eu não entendo como você defende ele.

Ela fica em silencio alguns minutos fitando o chão e a vejo dar um pequeno sorriso, e por fim levanta a cabeça.

– Tudo bem, o czar pode até ser o culpado, mas eu não vejo razão para culpar a família dele, principalmente os filhos — ela abana a cabeça — eu entendo o que você sente, mas também não podemos culpar quem é inocente.

Ela toca minha mão gentilmente, e sorrio com esse pequeno gesto, colo meus braços envolta de seus ombros, e a puxo pra mim ela pousa delicadamente a cabeça em meu ombro.

– Acho melhor você ir dormi — digo acariciando seu cabelo — deve está cansada

– Acho que nós dois temos que dormi — ela se levanta — você vem?

– Irei ficar mais um pouco — digo olhando para ela e sorrindo

Ela acena em concordancia e retorna a casa, já eu fico ali olhando o horizonte estrelado, pensando com ia ser daqui pra frente? E de que não tinha jeito eu tinha que lutar na guerra, não posso deixar Vlad sozinho, e com isso eu só fico com mas e mas raiva do czar, e tenho medo de sofrer o mesmo que o meu pai sofreu. Meu pai lutou ao lado do czar em 1905 e morreu no domingo sangrento, depois deste dia eu comecei a odiá-lo, meu pai era leal a ele e mesmo assim ele não fez nada quando ele morreu.

***

Naquela manhã eu e Vlad acordarmos cedo, nos arrumamos e fomos nos escrever, eles estavam precisando de soldados porque a maioria estava morrendo. Chegamos no centro e a fila para se inscrever estava enorme, e eu estava suando de nervoso e toda hora eu limpava a testa com o ant-braço, notando que eu estava nervoso, Vlad poe a mão sobre o meu ombro.

– Se acalme — diz ele em tom amigável

aceno com a cabeça, limpando a garganta

– Você contou a Sasha? — pergunto me virando pra ele

– Não, vou contar hoje a noite.

Por fim o soldado me chama para me entrevistar

– Seu nome? — pergunta o homem de cabelos brancos e de pele enrugada que estava me entrevistando

– Dmitri Yakalovicht Malama

– Sua Idade?

– 18 anos

– Tem certeza — replica ele me olhando carrancudo

– É claro que eu tenho certeza — respondo meio ofendido

– Tudo bem — diz ele acenando com a cabeça e chama Vlad para ser entrevistado.

Eu não podia ficar ali perto, então esperei Vlad do outro lado da rua, viro de costa e vejo um poster da família imperial, mas o que chama minha atenção é uma moça de cabelos longos de um olhar misterioso, bonita de mais para ser filha deste assassino.

– Dmitri! — Vlad grita — vamos

Aceno com a cabeça, e voltamos pra casa para organizar as coisas e contar a Sasha que íamos a guerra.

***

Depois de sairmos do centro, eu e Vlad paramos em um campo aberto, que quase não tinha arvores e a grama era bem verde e conforme o inverno se aproximava as grama estava com cristais de gelo, que fazia cada folha da grama brilhar, Vlad caminha ao meu lado e me olha co um sorriso faceiro.

– Você ficou muito tempo parado olhando para a foto da família imperial — diz ele sorrindo mas sem mostrar os dentes.

– É — me ajeito — digamos que alguma coisa naquela foto me chamou atenção — limpo a garganta — até que as filhas dele são bonitas, mas na foto tinha uma moça séria que seu olhar era um mistério, uma flor muito bonita.

Vlad explode em uma gargalhada, e me olha

– Se eu não te conhece-se diria que está apaixonado — diz ele rindo

– Eu garanto que isso nunca vai acontecer — dou lhe um tapa em seu ombro — escreva o que eu digo e pare de rir.

Começo a rir junto com ele do meu comentário. Andamos até em casa, e lá estava Sasha em sono profundo na cama dela, ainda não tinha acordado, me aproximo dela e dou um beijo em sua testa e a deixo dormi.

Notas finais
Espero que tenham gostado, um beijo!