Ubl Unreachable

2 O Encontro Fatal


Notas iniciais
Gente, fiz esse capítulo na maior zueira. Podem dizer, eu sou péssimo em humor ahsuahsua

Boa Leitura

Unreachable

02 – O Encontro Fatal

Então, como começar? Ah é! Eu já comecei! Houve um pequeno prólogo mal-feito, não é? Pois é, não se assuste! Chegue mais perto... mais perto... mais perto do seu monitor... acredite, não vale a pena. Ignore minha péssima sensação; – começa a chorar – é hábito!

Bom, vamos ao que interessa! Eu já disse meu nome a apresentei as dez pragas do Egito, que uma delas é Nicky Robinson Allen. Que cara maldito! Sempre tentando me constranger diante de todos, com suas explicações corretas e científicas. Às vezes acho que ele é nerd, porém nem tanto – falta o óculos redondo para parecer um! — . Ele tem um óculos retângulo que combina com a serenidade e seriedade em seu rosto. Cabelos castanhos escuros, curtos e um pouco picados, pois sempre usou gel no cabelo. Seus olhos castanhos escuros brilham em contato com o sol – se não, é porque sou eu que preciso de óculos urgentemente! -. Pele clara e um pouco bronzeada.

Engraçado, eu já falei de como ele é ridículo, mas não falei como eu sou – eu disse isso me achando, se não gostou... enfim -, especificadamente.

Tenho cabelos loiros e lisos, um pouco bagunçados e com uma franja pequena perto da altura dos olhos, que são verdes! Pele clara e um corpo normal. Tenho uma estatura alta.

Voltando...

Pois é, enrolei mais uma vez, mas isso foi extremamente necessário para ser convicto – procurando no dicionário o significado desta palavra -

Aquele seria o primeiro dia de aula do último ano do Ensino Médio. Esperava que pudesse prosseguir à série com tranquilidade e com boas notas, para assim fechar os estudos com chave de ouro.

Mas mal saberia eu que algo importuno viria ao meu caminho para me atrapalhar e afundar o Titanic. Sim. É ele mesmo!

Quando entrei na escola, fui direto conversar com meus colegas – não tão colegas assim — :

- E aí, galera! — cheguei com as mãos para cima, como um idiota – Como estão vocês?

- Muito bem, acaba de ser preso!

- Que droga!

Um de meus amigos, palhaço e bastante divertido, chegou até mim, colocando uma algema no meu braço. Motivo? Seria policial assim que terminar os estudos, então estava tendo um auxílio e teinava muito.

- Quando vai tirar as algemas, \"Policial\"? — perguntei, num tom seco.

- Quando eu encontrar as chaves! Ehr... — respondeu ele, muito atrapalhado, verificando seu chaveiro. Haviam mais de trinta tipos de chaves diferentes.

- O QUEEEEEEEEEEEE? — gritei – Paco, encontre logo elas! Não posso ficar andando por aí como se fosse um foragido da lei – soou peculiar, não?

- Encontrei!

E ele destrancou a fechadura. Já fazia um bom tempo que não o via, e estava feliz por ter encontrado-o.

Seu nome é Paco Domenico Gonzalles e tem dezesseis anos de idade – e não são séculos, haha — . Seus cabelos são negros, lisos e bem penteados, assim como a cor de seus olhos. Sua aparência gera-nos a imprensão que é um santo, pois É todo arrumado e certinho. Ele é o único moreno da sala.

Decendente de espanhóis, assim como eu, Paco já viajou para muitos lugares no mundo, como o Canadá e Tibet, já que sempre preferiu climas gelados e com um frio insuportável.

- Guillermo! — uma voz feminina ecoou sob meus ouvidos.

- Anita! Há quanto tempo?! — era minha melhor amiga, Anita Clousarie, de dezesseis anos, também.

Anita, na minha opinião, era a garota mais bela e educada de toda a sala. Por isso me identifico tanto com a mesma. Cabelos longos, lisos e castanhos, olhos verdes, um corpo de arrebentar e uma pele clara e fina. Esta é sua aparência inigualável.

- Como foi de férias? — perguntou Anita, me dando um abraço.

- Foi legal. Estive na praia. E a sua, como foi? — respondi, também abraçando-a.

- Excelente! Fui acampar – disse ela.

Clousarie adorava a natureza – ou meio ambiente – e suas maravilhas! Acampar era a melhor coisa na vida. Agora, se você pensa que ela é boazinha... lesada... e etc, se enganou muito! Se alguém se mete com ela, no outro dia chega com um olho roxo e uma perna quebrada.

Tenha medo dela!

Bom, esses dois são meus amigos fiéis e bem humarados! As criaturas mais chatas, repugnantes e importantes da minha vida.

Para acabar com a minha felicidade, já que o que é bom dura pouco, chegou um ser desconhecido e nada agradável. Você já deve saber até mais que eu.

Apresentando, Nicky Allen! Muitas palmas...

Palmas é o +_()*&¨%$ ! O que ele estaria fazendo ali? No meu colégio? Nicky estava estudando em outro, particular. O que faria em uma escola pública e sem graça? Se não quis mais a particular, que ao menos desse a vaga para mim; quem não quer estudar numa particular? É O FIM.

- O que foi, Guillhermo? — indagou Paco, enquanto sentávamos em dupla – Parece tenso.

- Olhe para lá, e vomite! — retruquei em voz baixa.

- +_)(&&¨%$#@@! Não me diga que é Nicky Robinson Allen? Seu arqui-inimigo? — disse Paco, me surpreendendo com a porrada de palavrões que soltou da sua boca, antes limpa e agora suja.

- O que deu em você? Acabou de dizer +_)()(**&¨&¨%$#$#@@! Quem é você e o que fez com o Paco? — brinquei, querendo me distrair.

- Oooops! Escapoliu.

Aquele sujeito, todo certinho, veio até a mim com um sorriso largo estampado no rosto. O que estaria tramando? Ou então será que não teria me reconhecido, depois de anos? Minha respiração parou e eu gelei, por algum motivo. E eu não estava com medo.

Cada passo dele parecia não terminar nunca. É como se meus ouvidos não pudessem escutar nada mais além do som de seu tênis tamanho quarenta e cinco. Não sei se era algo psicológico ou algo do gênero. Tentei escutar o que Paco e Anita estavam querendo dizer, mas não adiantou; simplesmente o foco do meu olhar e de meus ouvidos era o chão. Eis que a barreira é quebrada e minha audição volta ao normal.

- Uffa! — eu suspirei, minha respiração estava ofegante. O que estava acontecendo comigo?

- Você está bem? — Paco perguntou.

- Acho que está tudo em ordem.

- Hei – uma voz mansa e ao mesmo tempo grave ecoou.

- Ni_Nicky Robinson Allen! — exclamei, olhando direto em seus olhos.

- Como vai, Guillermo Pancho Giacomet? — pelo visto, ele sabia meu nome na ponta da língua.

- Não tão bem. O que veio fazer aqui?

- Olha, não te interessa... — calmamente ele me esculachou. Ihh, isso foi pesado.

- Ham?

- Isso mesmo.

Gelando... aos poucos... perdendo a visão... caindo no chão... pessoas ao meu redor! Brincadeira, quem caiu foi ele. Nicky desmaiou na minha frente. O que teria acontecido?..

Continua...

Notas finais
Agradeço sua leitura!
Que tal deixar um review, dizendo se gostou... que não gostou, o que possa melhorar... erros e etc?
Grato!