Notas iniciais
Seishin-tekina gōmon! - Tortura mental Kioku sōshitsu. - Amnésia

Nakagawa não podia acreditar no que acabava de ouvir, de repente o mundo parou para ele, nada mais fazia sentido. Ele só queria sair dali e ir pro lugar mais distante o possível de Akimi. Então aparece Shiro e observa-os.

— O que você acha que está fazendo com ele Akimi?! — Gritou Shiro espantado com a cena

— Ora, ora... O que temos aqui? Parece ser o pequeno gamer idiota. — Akimi dizia sorrindo

— Nakagawa! Você está bem? O que ela fez com você? — Gritou Shiro esperando resposta

— Não fiz nada com ele, ainda... Seishin-tekina gōmon! — Dizia Akimi fazendo um encantamento

No mesmo momento Shiro cai de joelhos chorando.

— Não o beije Akimi! Eu te amo.... — Shiro gritava chorando

— O-O- O que você fez com ele A-Akimi? .. — Dizia Nakagawa ainda em choque

— Eu? Eu não fiz nada, esse encantamento apenas se chama Tortura mental, ele apenas acha que estamos nos beijando — Dizia Akimi com um sorriso

— Deixe-o ir em paz Akimi... — Nakagawa dizia tentando empurrar Akimi sem sucesso

— Não tente me empurrar idiota, eu o deixarei ir. Afinal se você não me ouvir eu arrancarei isso que você tem no meio das pernas. — Neste mesmo momento Akimi desferi um soco na boca do estomago de Nakagawa

— Argh! S-Sua p-piranha. — Dizia Nakagawa com uma expressão de dor

— Kioku sōshitsu... — Dizia ela fazendo outro encantamento fazendo Shiro esquecer de tudo e ir embora para casa

— O que você fez com ele?.... — Dizia Nakagawa espantado com tudo que havia ocorrido

— Apenas o presentei com uma amnésia do que ocorreu aqui — Dizia Akimi

— Me larga sua maluca, doida, idiota, panaca. — Dizia Nakagawa tentando a empurrar novamente

— Ora, seu moleque! Se você tentar fazer isso novamente eu vou arrancar as suas bolas com um alicate! — Disse Akimi disferindo um soco no rosto de Nakagawa

— O-Ok... — Disse Nakagawa passando a mão no local que Akimi o socou

— Na sua casa tem alguém? — Perguntou Akimi

— Não... Sou orfão. — Disse Nakagawa olhando para baixo

— Ótimo, vamos para lá. — Disse Akimi

Akimi obrigou Nakagawa a mostrar o caminho da casa dele, chegando lá, assim que ele abre a porta, ambos entram e sentam no sofá vermelho que fica perto da porta de vidro que permite que da li tenham uma visão maravilhosa do lago e do por do sol.

— Você quer saber da verdade Nakagawa? Quer saber o que aconteceu com seus pais? — Perguntou Akimi

— Sim, diga Akimi. — Disse Nakagawa fechando os punhos e olhando para os punhos

— Então... Você deve saber do incidente.. — Disse Akimi

— Se você se refere ao Dragão Retalhador, então sim... — Disse Nakagawa

— Nossos pais, eram exorcistas, magos Jigen, até o Shiro, o pai dele foi o traidor... — Disse Akimi levantando a mão para que Nakagawa não a interrompe-se — Então, antes que todos os magos fossem mortos, minha mãe e seu pai, nos levaram para um local seguro. A base deles, sim o único lugar onde ninguém iria tentar nos achar. Um senhor nos achou e nos levou para um orfanato, esse senhor era outro mago. O nome dele era Iori Ryuuzaki, ele mudou as suas lembranças e as lembranças do Shiro.... Agora quer saber por quê seus olhos tem a coloração vermelha? — Perguntou Akimi

— Sim — Respondeu Nakagawa pronto para ouvir

— Seus olhos são vermelhos.... Pois você é o único que conseguiu olhar nos olhos do Dragão Retalhador, nas escrituras antigas quem olha nos olhos dele, é morto sem explicações. Mas sua mãe que não fazia parte do grupo fez uma sacrificio, fazendo assim seus olhos terem a pigmentação vermelha. Quer saber o nome dela? — Perguntou Akimi novamente enquanto olhava para o garoto

— Sim — Respondeu Nakagawa quase chorando

— O nome dela era Aisaka Himura, seu pai não fazia noção que ela era uma maga... — Disse Akimi, neste mesmo instante Nakagawa se levantou

— Mas se eu e o Shiro tivemos nossas lembranças trocadas, por quê você não teve? — Perguntou Nakagawa irritado

— Ele não as mudou, pois meu pai foi o único que sobreviveu... Ele é o único ancião. Sinto muito pelos seus pais Nakagawa-san — Respondeu Akimi fitando Nakagawa espantado com tudo aquilo.