Two Worlds (Somewhere Only We Know) -The Scientist

30 Segunda Temporada - I'm not like that girl


Notas iniciais
*Oie... Eu não morri! Kkkkkkkk
*Eu peço desculpas por ter demorado tanto para postar o capítulo, mas a escola está atrapalhando a minha inspiração, nem tenho tempo de pensar em começar a escrever. Pelo menos consegui escrever esses para vocês... Que era para ter sido postado no meu aniversário (01/03), mas eu não consegui.
*Enfim, Mais um capítulo para vocês
*Espero que gostem
*Boa leitura!

“Você achou que eu iria ceder dessa vez?

Você achou que era isso que eu iria fazer e chorar?

Não tente me dizer o que fazer

Não tente me dizer o que falar

È melhor para você”

-Don't Tell Me, Avril Lavigne

POV ANNA

Dedilhando meu violão me lembrei da música que escrevi para Edward, será que está na hora de toca-la para ele?

Nunca estivemos tão bem, essa semana foi a mais maravilhosa da minha vida inteira. Conheci a filha, conheci mais sobre a vida dele e conheci o pai dele, mas como tudo sempre tem seu lado ruim.

Alice e Rosalie pararam de falar de vez com Edward. Jasper está no meio tremo, fala com a gente, mas tem medo de brigar com Alice, então deixamos ele de fora do 'tiroteio'.

Quanto a mim, estou melhorando. Não apareci em casa bêbada e estou tomando antidepressivos, mas não vou mentir, durante esse tempo tive três recaídas e quase me joguei na frente de um carro , tentando me matar, mas Edward me salvou.

Edward. Pode parecer cliche, mas ele é o meu anjo.

Era como se eu estivesse perdida, no escuro e com frio.... Assim que eu me sinto sem o Edward.

Mas, como tudo que é bom dura pouco. Durante essa semana ouvi que Elizabeth está me procurando e isso me faz lembrar de Taylor.

Quando a visitei, pela primeira vez, ela me disse que sabia que eu era a madrasta dela, mas que ela tinha medo disso, pois madrastas são sempre malvadas, por isso que ela prefere me considerar como mãe, e isso me assusta.

Taylor é uma garotinha incrível, e eu já a considero minha filha, mas meio que sou a madrasta dela e minha experiencia com madrastas não é das melhores. Eu não quero ser uma madrasta igual Elizabeth para Taylor! Será que eu irei ser igual ela?

-Não vai ver seu namorado nerd hoje não? -Perguntou Isabella, entrando no meu quarto.

-Ele está trabalhando, não quero incomoda-lo -Revirei os olhos.

-Hum... Até agora você não me apresentou ele para mim -Se sentou ao meu lado na cama.

-Se você ficasse em casa eu te apresentaria.

-Ficar em casa pra que? Eu quero me divertir.

-E estudar? -Perguntei incrédula -Você tem uma voz incrível eu posso conversar com a diretora para e dar uma bolsa.

-E como você vai convencer-la? -Ergueu uma sobrancelha.

-Depois que a diretora descobriu quem eu sou realmente ela me deixa fazer tudo -Revirei os olhos -Acho que se eu pedisse para colocar um bomba na escola é capaz dela deixar.

-Eu sei que você está tentando me ajudar, Anna. Mas, eu não quero, agradeço -Sorriu.

-Você vai deixar de realizar um sonho só por que a Elizabeth foi rude com você.

Ela abaixou os olhos, deu de ombros e se levantou.

-Vou sair -Mexeu no cabelo.

-Que novidade -Disse ironica.

-Vai usar a BMW?

-Não! Você sabe que eu não sei dirigir e eu só ando naquele troço com o Edward -Ela revirou os olhos.

-Então t-a, beijo -Acenou e saiu.

Suspirei. Isabella continua a mesma fútil de sempre, mesmo depois do que nós estamos passando, mas pelo menos isso tudo ajudou em uma coisa... Ela não é aquela falsa de antes, e agora somos mais que melhores amigas.

E falando em amigos, meu 'plano' está dando certo. Emmett e Tanya estão se aproximando, acho que está até esquecendo a Rosalie. Tanya é um casa a parte, sei que ela é apaixonada pelo Edward (e não a culpo), mas ao contrário do que eu pensei isso nos aproximou e agora somos amigas, ela mudou e isso é muito bom.

Peguei a bike (que Edward me emprestou, já que eu não sei dirigir) e fui para casa do Emmett. 'Estacionei' minha bike na frente da casa e toquei a campanhia, logo Emmett abriu a porta.

-Anna! -Disse meio confuso.

-Sim -Disse confusa.

-Anna -Ouvi uma voz dentro da casa.

-Quem está...? -Nem bem terminei de falar, Renée apareceu atrás de Emmett -Renée? -Disse confusa.

-Entra -Disse mandona.

Entrei na casa de Emmett desconfiada, o que diabos Renée está fazendo aqui?

Ficamos os três parados feitos idiotas no meio da sala um olhando para o outro, por sei lá quanto minutos.

-Tá legal! -Disse quebrando o silencio -O que está acontecendo?

-Seu pai quer que volte para Nova York -Disse Renée seria.

“De novo essa historia”

-Não entendi. Meu pai disse que eu não voltaria para Nova York tão cedo -Disse confusa.

-Ele mudou de ideia... -Suspirou exausta -Elizabeth está o deixando louco -Estreitei os olhos -Então, ele decidiu que você ia ficar aqui até a poeira abaixar, sabe? Quando você não for mais noticia... E esse dia chegou -Deu de ombros.

Travei os dentes, é sempre ela... Elizabeth. Ela acha que eu sou o que dela? Sua propriedade? Não! Eu não sou.

-Eu não vou a lugar nenhum -Disse baixo.

-Por favor, Anna -Disse realmente cansada -Seu pai pediu para eu te buscar.

-Eu não vou a lugar nenhum -Disse novamente.

-Anna...

-EU NÃO VOU A LUGAR NENHUM! -Gritei -A minha vida está maravilhosa aqui, e é aqui que eu vou ficar -Disse furiosa -Diga isso para eles.... Diga para eles me deixarem em paz -Disse isso e sai.

Bati a porta com força. Eu não sou mais aquela garota que aceita tudo de cabeça baixa e calada, agora eu vou lutar pela minha felicidade.

(...)

-Eu ainda não acredito que Elizabeth está me procurando e não você, que é filha dela! -Disse revoltada.

-Eu não ligo -Deu de ombros.

-Não liga? -Levantei uma sobrancelha.

Balançou a cabeça negativamente. Ela podia estar indiferente, mas pelo jeito que ela estava segurando o volante, olhava para a estrada dava para ver que ela estava mentindo. Ela se importava sim com Elizabeth.

-Isabella...

-Chega, Anna! -Me interrompeu -Elizabeth está atrás de você, ponto final.

Mordi o lábio inferior.

-Desculpa.

Ela suspirou, estacionou e se virou para mim.

-Não fala dela, por favor. Falar dela me dói -Os olhos dela marejaram -Ela gosta de mais de você do que de mim...

-Ela não gosta de mim -A interrompi.

Ela suspirou pesadamente.

Dei um beijo na bochecha dela e sai do carro. Foi só dar o primeiro passo para entrar na escola para sentir o perfume enjoado dela e ver aqueles cabelos ruivos. Meu sangue gelou, minha garganta secou e meu coração acelerou (de raiva).... A maldita estava na escola.

Andei o mais rápido que pude, até ficar de frente dela. Ainda dava para ver alguns machucados no rosto dela, o olho arroxeado e o lábio cortado.

-Espero que você não me bata -Ri sem humor.

-Eu esperava que você não me encontrasse, mas infelizmente isso não aconteceu -Dei de ombros.

-Como você veio parar nesse fim de mundo? -Disse entre dentes.

-Meu pai. Ele me mandou para cá -Suspirei -E foi a melhor coisa que me aconteceu.

-Você tem... Melhor, você vai para nova York -Estreitei os olhos -Eu tenho ideia para retomar a sua carreira -Gargalhei irônica.

-Uma carreira que não existe! -Exclamei -Eu pesquisei, a minha popularidade entre os jovens diminuiu e os pais não deixam mais os filhos escutarem a minhas músicas.

-Eu sei como diblar tudo isso, Anna. Você tem que retomar a sua carreira... È o seu sonho!

Suspirei.

-Pudia ter sido o meu sonho, mas por que me convenceram que era o meu sonho -Ela franziu o cenho -Elizabeth, você viu em mim o jeito de realizar o seu senho. Desculpa, mas... Eu não quero mais -Sorri fraco -Eu vou estudar música, pois realmente amo cantar, mas não vou retomar minha carreira ou iniciar uma outra.

Elizabeth ia falar algo, mas nesse momento Alice passou desesperada pelo corredor.

-Calma, Edward -Disse com a voz chorosa.

Deixei Elizabeth de lado e fui falar com Alice.

-Oi -Sorri timidamente. Ela não respondeu, apena ficou me encarando -Er... -Respirei fundo -Desculpa, mas... Eu, sem querer, ouvi você falando no celular... Aconteceu algo com o Edward? -Suspirou.

-Não -Disse isso e saiu.

Fiquei a olhando até ala saiu do meu campo de visão.... “Alguma coisa não está certa”.

-Anna...

-Elizabeth... -A interrompi -Espero que não tenha problemas em voltar para Nova York... -Frisei -Sozinha.

Sai em disparada, por sorte tinha dinheiro para o taxi. Dei o endereço do hospital.

Quando cheguei, fiz os procedimentos padrões e corri para recepção.

-Pela amor de Deus! Eu quero ver a minha filha -Disse Edward.

-Agora não sera possível -Disse o médico.

-È melhor você se acalmar, Edward -Disse Carlisle.

-O que aconteceu? -Perguntou Alice.

-A Taylor piorou -Disse Jasper.

-Agora só com o doador -Disse Rosalie.

Fiquei escutando a conversa deles por alguns minutos, mas não aguentei. Ver Edward naquele estado de desespero me matava por dentro, então uma ideia, que eu já tinha na cabeça a algum tempo, me veio e eu agi por impulso.

Entrei com tudo na recepção e todos me olharam, me aproximei do medico e disse:

-Eu quero fazer o teste de compatibilidade. Quero doar para paciente Taylor Cullen.

Notas finais
*Elizabeth de volta, Taylor em um estado crítico... È muita coisa! Mas então, gostam? E já me perdoaram ela demora?
*Bom espero que tenham gostado!
Bjokas, LilizIris ^^