Notas iniciais
*Oiie...
*Mais um capítulo para vocês... Daqui em diante a Fic, realmente, começa kkk
*Boa leitura!

POV ANNA


Fazia mais de um mês que eu não via “O Garoto da Lanchonete”. Entre show's, apresentações, seções de fotos e tardes de autografo, ele não saia da minha cabeça.


Quase sempre... Quer dizer, sempre aquele dia na lanchonete vem na minha mente e eu sentia um calor gostoso no meu peito. O engraçado era que quando eu pensava nele, eu não setia uma tristeza por não vê-lo... Claro que até sentia falta dele, mas uma felicidade muito maior tomava conta de mim.


Mas, um mês sem vê-lo era doloroso... Eu nem sei o nome dele, ou quem ele é direito, e fico pensando e suspirando por ele.


–Você está acordada? -Disse dona Renné, me acordando dos meus devaneios.


–Sim, estou sim, dona Renné–disse sorrindo.


–Você está tão longe -Sorriu -No que está pensando?


–Er... -Engoli seco -Em nada de importante -Dei de ombros.


–Ah! Pode falar -Sorriu -Por acaso é uma música nova?


–Er... -Mordi o lábio inferior -E que eu não escrevo as minhas músicas -Dei de ombros.


Eh! Eu sei que é estranho, mas eu não minhas músicas. Meu pai, Richard Shaw, é um dos produtores mais renomados da atualidade, e como o mesmo disse, ele que entende de música e não eu, então ele compra letras de músicas para que eu grave.... Sendo que eu posso muito bem escrever as minhas próprias letras... Bom, eu sou uma popstar “planejada” para o sucesso, então tudo que eu faço é para continuar na mídia.


–Oh! Eu não sabia.


–Tudo bem -Dei de ombros.


–Sabia que meu filho é muito fã seu? — “Novidade”


–Puxa! Que legal! -Disse sorrindo.


Não que eu não gostasse, mas para mim não era novidade nenhuma ouvir “meu filho, ou minha filha, é muito fã seu”. Mas, anos que Renné e seu esposo, Charlie MacCarthy, trabalham aqui e eu nem sabia que eles tinham um filho, ou até onde moravam.


–Er... Dona Renné -Mordi o lábio inferior.


–Sim?


–Er... Qual é o nome do seu filho?


–Emmett MacCarthy–Disse sorrindo orgulhosa.


–Oh! Er... E sem parecer muito indelicada, onde a senhora mora?


–Tudo bem, Anna. Bom, eu moro aqui e moro lá -Sorriu -Minha residencia fixa é aqui em Nova York, por conta do meu trabalho -Renné é governanta da minha casa -Mas, onde eu morava, e onde meu filho mora, era em Forks -Engoli seco.


–Forks? -Disse sem ar.


–Sim! Você já foi para lá? -Perguntou empolgada.


–Eu já fiz um show lá -Dei de ombros.


–Isso é tão legal -Disse sorrindo -Você gostou de lá? -A imagem do “garoto da lanchonete” veio na minha mente.


–Sim -Disse suspirando.


–Anna, estamos atrasadas para mais uma seção de fotos -Disse Elizabeth.


–O que? Mas, hoje é domingo!


–E dai? -Deu de ombros -Você é uma estrela e não uma adolescente normal... Uma adolescente normal no domingo está de perna pra cima e assistindo um filme qualquer na TV, já você não -Sorriu -Como você é uma estrela, vai fazer uma seção de fotos no Central Park -Sorriu largamente.


Uma adolescente normal... Uma adolescente... Normal... Caraca! Era tudo o que eu mais queria! Ficar de perna pra cima, assistindo um filme qualquer e fazendo coisas normais... E não uma seção idiota no Central Park.


(...)


O único momento que eu podia ficar em paz era quando eu ia dormir, então aproveitava para fazer o que eu não podia fazer durante o dia... Assistir televisão, ler, e claro, dormir. Estava trocando de canal, até que começou a passar o trailer de um filme.


Conta a historia de uma popstar, que cansada da fama, se disfarça de nerd e faz um trato com o pai para que durante um ano ela pudesse viver uma vida normal.


Quando o trailer acabou eu estava pasma. Era como ver a minha vida e... De algum modo, alguém colocasse uma ideia na minha cabeça.


De repente, uma coisa louca veio na minha mente.


Eu me disfarçasava de uma adolescente normal, ou de nerd, fugia para Forks e... Conhecia o “garoto da lanchonete”, e de quabra, vivia uma vida normal. Mas, a parte de fazer um trato com o meu pai vai ser difícil, pois quando eu fiz algo parecido ele riu da minha cara e disse que não, Então... Eu tinha que fugir de algum jeito.


“Pera ai! Você vai cometer essa loucura?”–Disse minha consciência.


“Vou”–Disse mentalmente -”Eu preciso saber quem é aquele garoto e ter a sensação de como é ter uma vida normal”.


Só preciso planejar.


Notas finais
*E ai? A Anna é bem rebelde (kkk), bom só uma perguntinha... Você gostaram da (minha linda kk) Amanda Seyfrid, como Anna? E da Christina Hendrick, como Elizabeth (linda, neh!)? E do Jude Law como papai da Anna? Demorei muito tempo para decidir quem ia ser quem, então preciso saber se vocês gostaram!
*Espero que tenham gostado...
Bjuss, Iris.