Two Worlds
2 Capítulo dois.
Notas iniciais
Capitulo 2.
Pov. Annabeth
Eu estava confusa, bruxos?Achei que isso era apenas em livros e, assim como a garota, Hermione, ficou pasma ao saber sobre nós eu fiquei a saber sobre bruxos. E outra, o que tinha acontecido naquele castelo? Ou ele era assim normalmente, (caso fosse esse o caso eu me ofereceria para redecorá-lo enquanto ficássemos aqui) ou algo realmente violento tinha acontecido ali. Tudo estava em pedaços, haviam destroços por todo lugar e, outra coisa não saia da minha cabeça, porque mandaram a garota. Katherine, ir ver uma profecia? E como poderia simplesmente ir ver uma profecia especifica? Eu tinha muitas duvidas e, para uma filha de Atena, isso era insuportável.
– Venham, a essa hora Horácio já deve ter mostrado a profecia à Katherine, temos muito para conversar então deve ser melhor, caso ainda hajam outros, chamarem os lideres e virem comigo. – Disse a professora McGonagall.
–Leo, pode ir no navio buscar os lideres dos chalés? – Perguntei ao filho de Hefesto que acentiu, indo em direção ao Argo II. Um silencio desconfortável se instalou enquanto Leo não voltava, o pior mesmo era ver os olhares apaixonados de Jason e Piper do meu lado, isso me fazia lembrar de Percy.
Finalmente Leo voltou, mais um pouco de olhares apaixonados, não só de Jason e Piper mas dos quatro bruxos mais novos ali, Harry, Gina, Hermione e Rony se me lembro bem, teriam me feito chorar, me lembrando de meu cabeça de alga que agora mesmo poderia estar em perigo. Logo os lideres dos Chalés se juntaram e a professora começou a explicar sobre o mundo bruxo novamente, Piper, Jason, Leo e os bruxos estavam com cara de tédio por já terem ouvido aquela história, eu por outro lado, tentava pegar o Maximo de informações sobre o mundo bruxo.
Quando finalmente a professora parou de falar os semideuses que estavam ali ficaram quase todos com a mesma cara de espanto e incredulidade, logo começaram os murmúrios e logo, estava virando bagunça.
Fui me pronunciar, mas McGonagall foi mais rápida, ela viu o que eu ia fazer e fez um gesto para que eu esperasse. Ela colocou a pronta de um tipo de madeira, fina, esculpida, toda trabalhada, em seu pescoço, perto das cordas vocais e disse:
– Silencio, por favor. – Ela disse de uma forma casual, sem nenhum esforço, porem sua voz saio tão alta que tive que tapar os ouvidos. Fantástico.
– Sei que é muito para aceitar, — Ela continuou. – e para entender, talvez queiram saber mais, devem estar confusos, terão as perguntas respondidas futuramente, agora, peço que me acompanhem, Horácio deve estar esperando. – Ela finalizou e me lembrei que antes ela havia dito que o professor que levara a garota se chamava Horácio. A professora ainda teve que falar um pouco mais para que os semideuses concordassem em segui-la, quando finalmente entramos no castelo, sem parar, eu comecei a observá-lo. Ele teria sido bonito, mas, agora, estava todo em ruínas, como o acampamento após Cronos. O que realmente espantou a todos os semideuses foram os quadros, que se mexiam. Inacreditável.
Seguimos a professora passando por vários alunos, os mesmos que estavam no jardim quando chegamos. Eles não eram muitos e pareciam divididos em 4 tipos de uniformes. Um vermelho com um emblema de leão, o outro azul com um emblema de corvo, o outro verde com um emblema de serpente e o ultimo amarelo com um emblema de um texugo. Seguimos a professora por mais alguns corredores até uma porta, ela a abriu com uma senha que não fui capaz de ouvir. Entramos.
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