Notas iniciais
Oieeeeeeee, amores dos nossos corações!!! Ok! Ok! Sabemos que já faz um bom tempo... mas como promessa é dívida; até pode demorar, mas JAMAIS abandonaremos Tlad! Muitas coisas aconteceram em nossas vidas nesse período, além do fato que não temos fins lucrativos com a história, então infelizmente só podemos escrever quando nos sobra aquele tempinho na vida atribulada de um adulto! Mais um capítulo de TLAD para vocês! Apreciem a leitura sem qualquer moderação! Rsrsrs Vale ler com calma, não percam nenhum detalhe!!! Ok, chega de “blá blá blá” e vamos ao que interessa! Nos vemos lá embaixo!!!!

O ânimo estava alterado, o emocional em total desequilíbrio. O desespero crescia a cada minuto que passava sem qualquer resposta, explicações ou esclarecimentos. O ambiente era sufocante e angustiante, detestava tudo aquilo.

O moreno andava de um lado para o outro nervoso, agoniado. Tinha ido da emoção suprema ao desespero total em poucas horas. Permanecia ainda anestesiado devido a tantas emoções, boas e ruins. Estava em um enorme conflito interno.

— Vem, Embry, vamos sentar um pouco. — a linda morena sorriu contida para o caçula. Não era um momento alegre, como eles tinham vivenciado há apenas algumas horas atrás, mas precisava permanecer serena para ajudar o irmão mais novo. —Toma, trouxe um café para você!

Embry apenas acenou a cabeça de forma aturdida. Não sabia nem como reagir diante da complicada situação, estava totalmente perdido. Sem dizer uma única palavra, até porque realmente não sabia o que dizer, deixou ser conduzindo pela irmã. Sentou em uma cadeira vazia, ladeado pelos outros dois irmãos. Pegou o café oferecido e tomou em silêncio.

— Cara, vai ficar tudo bem. Você vai ver! — Jacob tocou o braço do irmão para chamar sua atenção ao falar. A voz firme e segura tentava passar a confiança necessária.

— Com certeza! — concordou Quil, igualmente confiante. — Sabemos o quanto ela é forte. Tudo vai ficar bem.

Mais uma vez Embry não disse nada, apenas balançou a cabeça, sem realmente saber sobre o que concordava. Estava com os pensamentos distantes, não prestava atenção em nada que os irmãos estavam falando.

De forma automática ele esticou a mão para colocar o copo de café vazio na mesa de centro.

Jacob, Quil e Rachel seguiam dizendo palavras positivas e de conforto, mas Embry não absorvia uma única mensagem passada.

O caçula inclinou para frente o tronco e apoiou os cotovelos nas coxas fortes, enterrando o rosto entra as mãos. Ele não queria escutar ninguém! Queria apenas tentar organizar os pensamentos conflituosos.

Os demais irmãos Black se entreolharam preocupados. A verdade era que eles não sabiam que conclusão tirar da atual situação.

Até algumas poucas horas atrás, estavam todos felizes com o nascimento do bebê, preparando tudo para deixaram de helicóptero a mansão isolada pela avalanche. Mas então a brasileira, que havia acabado dar à luz, começou a reclamar de uma dor aguda no baixo ventre. Ela estava pálida e tremia de forma incontrolável, mas não era de frio.

Leah e Lancarter não esperaram por ninguém, eles pediram para o helicóptero seguir direto para o hospital da cidade. A aeronave partiu só com o casal de médicos, Quil e o casal com o bebê recém-nascido. Depois voltaria para pegar os demais.

Logo que chegaram ao hospital o bebê foi examinado e recebeu alta por está em perfeitas condições de saúde, já a mãe da criança foi encaminhada direto para uma sala do centro cirúrgico.

Aos poucos cada membro da família ia chegando e se acomodando na sala de espera do hospital. Todos estavam muito preocupados.

Depois que quase três horas haviam se passado, só os irmãos Blacks permaneciam no hospital. Todo o resto da família, que tinha chegado depois, foram se hospedar em um dos hotéis da cidade. O bebê recém-nascido seguiu com os padrinhos e tios para o hotel. Foi estritamente contraindicado que ele permanecesse ali, em um ambiente tão insalubre para um bebê tão novo.

Barbara, mesmo dividida sobre ficar no hospital ou ir para cuidar do afilhado, acabou acatando um pedido desesperado do compadre. Embry tinha feito o pedido pois sabia que essa seria a vontade da amada e também por saber que o filho estaria seguro nos braços da madrinha.

Não que o caçula dos irmãos Black duvidasse que qualquer outro membro de sua família fosse capaz de dar até mesmo a vida para cuidar de seu filho, mas ele sabia que Barbara faria até mesmo o impossível para ser a mãe que o bebê não podia ter naquele momento.

— Embry! — chamou Leah, ao aparecer na sala de espera do hospital. Lancarter estava ao seu lado. Ambos os médicos demonstravam claros sinais de cansaço, mas as expressões faciais encontravam-se neutras e decifráveis. — Podemos conversar?— perguntou a médica.

Embry sentiu um arrepio passar por toda a extensão de sua coluna vertebral, os músculos ficaram ainda mais enrijecidos que já estavam. Era o medo do que poderia escutar, mas ainda assim ele balançou a cabeça em gesto afirmativo.

— Está tudo bem com ela? Lee? Ethan? — Rachel perguntou nervosa para os dois médicos, visto que Embry permanecia estático.

— O médico que operou a Jenny virá falar com você em breve, Embry, mas nós acompanhamos toda a cirurgia. Eu mesma até cheguei a auxiliar a equipe. — Leah começou a falar de forma calma.

Lancarter apenas encostou-se na parede, deixaria a esposa falar o que fosse preciso.

Quil levantou para dar lugar a prima ao lado do irmão. Jacob já havia dado o lugar para Rachel minutos antes.

— Sei que é antiético da minha parte antecipar um boletim médico de um caso que não é meu, mas vocês são a minha família. E para mim, estão acima até mesmo da minha ética profissional. — a médica segurou a mão do primo. Embry esperou pelo pior, os olhos já ardiam. — Não foi uma cirurgia fácil. A Jenny sofreu uma fissura uterina devido ao parto e também por todo o histórico anterior dela. Sabíamos que ela tinha um quadro delicado devido a todos os abortos que sofreu no passado. — Leah parou para analisar por um segundo o primo. Suspirou, antes de continuar. — Essa fissura acarretou em um quadro hemorrágico grave. Foi difícil conter a hemorragia e reverter o quadro, o útero dela estava muito fragilizado. Mas felizmente conseguimos estancar o sangramento e suturar a fissura. Também conseguimos manter o útero. Jenny corria sérios riscos de perdê-lo. — Leah foi surpreendida pelo abraço e choro compulsivo do caçula da família. Ele havia desabado após a notícia. Leah esperou ele se acalmar. — Eu,como ginecologista e obstetra dela, fiz o possível para convencer a equipe a manter o órgão. Porém está estritamente proíbo uma gestação antes de três anos, na verdade, recomendo esperar uns cinco, caso vocês pensem em um segundo filho.

— Graças a Deus! — Rachel falou aliviada, indo abraçar o irmão.

— Eu pensei que fosse perdê-la. — Embry deixou escapar entre um soluço, ainda abraçado a prima.

— Falei que ela era forte, porra! — Quil bagunçou o cabelo do irmão como se ele ainda fosse uma criança.

— A brasileira veio pra ficar, Cabeça! — Jacob também bagunçou o cabelo do irmão mais novo!

Após passar alguns minutos até os ânimos se acalmarem novamente, Leah voltou a explicar sobre a cirurgia de emergência.

A médica contou que Jenniffer havia perdido muito sangue, tanto pelo parto quanto pela hemorragia, o que levou a precisar de uma transfusão de sangue de emergência durante a cirurgia. Talvez ela fosse precisar tomar mais uma bolsa de sangue, mas isso seria com o médico responsável pelo caso da brasileira ali no hospital em Aspen. Leah também mencionou que durante a operação, a pressão arterial da brasileira caiu tanto que ela quase teve por duas vez uma parada cardíaca, o que poderia ser fatal no caso dela, mas acabou que tudo se desenrolou da melhor forma possível.

Embry chegou a prender a respiração devido as revelações da prima, voltando depois a soltar pesadamente o ar contido.

— ... Agora é só esperar o médico vir falar com você. — Leah finalizou a narrativa. — Faça cara de quem não sabe de nada. — piscou marota.

— Quando posso vê-la? Quando ela deve receber alta? — Embry estava ansioso.

— Essas duas perguntas só quem poderá te esclarecer é o médico responsável pelo caso dela. Ele é um excelente profissional. A toda a equipe também foi ótima! — elogiou a morena. — Eu acredito que a Jenny deve permanecer internado por alguns dias, mas provavelmente será liberada para o quarto em algumas horas. Agora ela está na unidade semi-intensiva para observação do pós-operário.

Embry concordou com a cabeça, voltando a encher a prima de perguntas.

Uma hora depois que Leah já havia relevado tudo que Embry queria saber, o médico responsável pelo caso da brasileira apareceu para contar tudo que ele já sabia, mas ainda assim o moreno fingiu muito bem a surpresa! Realmente era um alívio receber a confirmação de tudo que Leah havia dito.

TLAD

A Morena simplesmente não conseguia permanecer parada enquanto estava sentada, a perna balançava automaticamente de uma forma nervosa e compulsiva. Duas horas já tinham passado e nada de uma só ligação ou notícia. O coração estava apertado, mas seguia confiante. Elas tinham passado tantas coisas juntas... Ambas eram fortes! Sabia que a amiga iria sair daquela situação, era uma intuição muito forte que Barbara tinha.

— Minha gostosa, vai dá tudo certo. — Seth segurou a perna nervosa da noiva de forma carinhosa. — Jenny é forte, e teimosa, demais para ser vencida por um pequeno obstáculo. — sorriu na intensão de amenizar o clima tenso.

Barbara nada disse, no entanto, balançou a cabeça concordado com o amado. Precisava se manter calma e confiante naquele momento tão delicado.

O quarto em que o casal havia sido instalado no hotel encontrava-se cheio com quase todos os membros da família que não estavam no hospital. Somente Renesmee seguia no próprio quarto com a filha, ainda com febre e bem enjoadinha pelo forte resfriado, e Paul que também encontrava-se em seu próprio quarto resguardado o sono dos gêmeos, igualmente doentes como a priminha.

Os The Wolf acabaram decidindo hospedarem-se em um hotel quatro estrelas, pois ao menos tinham conseguido fechar todo um andar só para eles naquele hotel. Era o andar das suítes mais caras e luxuosas dali.

O bebê recém-nascido encontrava-se no centro da enorme cama, cercado por diversos travesseiros. Ele dormia tranquilo e indiferente a todo o drama que seus pais estavam passando naquele momento.

As conversas sobre os últimos acontecimentos seguiam sendo comentadas de forma baixa entre os membros da família, ninguém queria atrapalhar o sono do bebê.

Barbara tinha feito o noivo colocar uma poltrona ao lado da cama para seguir zelando por cada respiração do afilhado. Ela estava encantada com ele, na verdade todos estavam.

De repente os olhinhos verdes abriram-se e um choro rouco, porém forte, chamou atenção de todos. O bebê havia acabado de acordar, parecia impaciente.

Barbara e Seth imediatamente levantaram da poltrona que dividiam e foram verificar o bebê.

A morena olhou primeiro a fralda, trocando por uma nova e seca, mas nada do bebê parar de chorar. A medida que os minutos iam se passando, o menininho chorava cada vez mais alto. Ele já berrava em plenos pulmões.

— Ele está com fome. — Claire foi a primeira a verbalizar o pensamentos que todos compartilhavam.

Barbara, que embalava o bebê no colo, olhou assustada para loira. O menininho não havia parado de berrar ainda.

— E o que nós vamos fazer agora? — a brasileira olhou de forma nevosa ao seu redor, para cada mulher. Ninguém ali podia ajudar.

— Tem o leite e a mamadeira dos gêmeos. — comentou Jared.

— Eu acho que devemos tentar ligar primeiro para Leah. — Emily imediatamente sugeriu. — Não podemos dar qualquer tipo de leite para um recém-nascido.

Todos concordaram com o que a morena havia acabado de falar.

Sam, que não esperou para ver a reação dos demais, pegou o celular e tentou ligar para a irmã. Estava caindo direto na caixa postal!

Todos estavam ficando cada vez mais nervosos e apreensivos à medida que o bebê chorava mais alto e, eles não conseguiam pensar em uma solução.

— Tem a Nessie! — Claire falou de forma calma, atraindo a atenção de todos para si.

O entendimento imediatamente chegou para eles. Renesmee era a única ali que realmente poderia fazer alguma coisa pelo bebê.

— Claire, vai chamar a Renesmee, por favor!— pediu em desespero Seth. Barbara apenas tentava encontrar um jeito de acalmar o afilhado. — Peça para ela vir aqui, por favor! Não podemos levá-lo lá. Valentina está muito doente, não podemos correr o risco de passar o resfriado para ele.

Claire balançou a cabeça e deixou o quarto a passos apressados, quase correndo.

— Calma, meu príncipe, já vamos resolvendo esse probleminha. Logo você terá o que precisa. — Barbara falava com a voz meiga com o bebê chorão.

A brasileira estava desesperada, mas tentava transmitir tranquilidade para o afilhado que mantinha nos braços.

Em menos de três minutos Renesmee apareceu no quarto. Ela havia deixado a filha adormecida aos cuidados da melhor amiga. A loira estava assustada, e até mesmo envergonhada. Claire havia explicado exatamente o que ela precisava fazer, aquilo deixou a Amish extremamente encabulada. No entanto, foi só vê o bebê berrado de fome que todas as ressalvas da loira se extinguiram, era o instinto maternal falando mais alto!

— Entregue-me ele! — Renesmee pediu com a voz baixa para a brasileira. Barbara não hesitou em entregar o afilhado.

Ela caminhou com o bebê até a poltrona e lá sentou. Renesmee olhou tímida ao redor do quarto, as bochechas estavam em um tom de escarlate.

— Vamos deixar a Nessie à vontade para amamentar. — Kim sugeriu, já puxando o marido para fora do quarto.

Todos acabaram lembrando que a loira sentia-se envergonhada e desconfortável em ter que amamentar diante de outros homens que não fosse o próprio marido.

Seth, por instinto de proteção, ainda relutou em se retirar, mas bastou o olhar severo que Barbara lançou para ele deixar o quarto.

— Ei, Principezinho, fique calmo que já vamos encher a sua barriguinha. — Renesmee falava com a voz carinhosa para o bebezinho enquanto desabotoava o suéter de tricot.

O bebê ainda berrava em plenos pulmões!Isso só angustiava ainda mais o coração da Amish. Era desesperador vê um bebê chorando por fome.

Barbara olhava angustiada para o choro de fome do afilhado. Ela foi a única que permaneceu no quarto com Renesmee.

O garotinho ainda esfregou o rostinho negando o pequeno seio da loira, provavelmente não estava reconhecendo o cheiro da fonte do alimento. Porém bastou Renesmee apertar um pouco o bico do peito para o leite vazar, fazendo assim o menininho não resistir ao leite, abocanhando com força o seio da Amish.

— Aí! — resmungou a loira.

— Esta tudo bem? — Barbara perguntou preocupada.

— Ele tem uma pegada muito mais forte do que a Valentina. Só é um pouco estranho para mim, a princípio. — respondeu de forma tímida.

A verdade era que o menininho sugava seu seio com desespero, estava faminto. Aquilo estava gerando um pouco de dor, mas Renesmee não ligava, ela só queria alimentar o bebê faminto.

Enquanto amamentava, a amish ficou observando encantada cada traço do menininho. Ele era realmente muito lindo. Bochechas bem gordinhas e a cabecinha muito farta de cabelos pretinhos. Era tão grande e gordinho que a loira podia jurar que ele pesava quase a mesma coisa que a própria filha, de quase seis meses. Ela pensou que aquele bebezinho poderia muito bem ser seu filho, já que ele tinha todos os traços dos irmãos Black. Se permitiu imaginar que um dia também teria um garotinho tão lindo como aquele, dessa vez parecido com o pai.

Renesmee foi despertada dos próprios devaneios quando o bebê soltou o seu seio, mas continuou resmungando. Ele queria mais! O pequenino estava com tanta fome que ela precisou oferecer o outro seio. Sorte que ela produzia muito leite, e até a hora da filha acordar novamente para mamar já teria produzido o suficiente para ela também.

— Pega a chupetinha dele. — Renesmee pediu com a voz em um sussurro para Barbara. — Ele já não está mais sugando, só estava fazendo de chupeta o meu bico. — sorriu tímida. — Valentina também sempre faz isso! — comentou acanhada.

Barbara fez o que a Amish pediu. Nessa mesma hora Emilly entrou no quarto. As duas olharam para a morena.

— Rachel acabou de ligar. — Emily começou a falar baixo, suspeitando que o bebê poderia está dormindo novamente. — A cirugia acabou e a Jenny já está na sala de recuperação. Correu tudo bem.

Barbara mordeu os lábios para prender o soluço que queria deixar escapar, não queria acordar o afilhado ainda agarrado ao seio da Amish. Ao contrário do soluço, a brasileira não conseguiu conter a enxurrada de lágrimas, um enorme peso deixava os seus ombros tensos!

Renesmee também estava alivia e feliz, gostava tanto da brasileira. Sem contar que seria tão triste aquele lindo bebê, indefeso em seus braços, ficar órfão de mãe.

De forma habilidosa, devido a tanta prática, Renesmee retirou o bebê do seio já encaixando a chupeta na boca do garotinho. Ele nem mesmo mexeu-se incomodado pela troca, estava exausto, e agora de barriga cheia. Dormia um sono profundo!

Tudo parecia estar entrando em equilíbrio novamente.

TALD

O dia estava frio e seco o suficiente para ressecar os lábios e provocar rachaduras, ventava mais do que o habitual para aquela época do ano. O ar estava bem gelado, isso incomodava bastante.

O curto tempo que passou exposto ao ar livre foi o suficiente para irritá-lo, fazendo o moreno proferir grotescos palavrões. Odiava dias como aquele! Na verdade, na última semana praticamente tudo estava tirando-lhe do sério.

Jacob passou a língua nos lábios para umedecer a área seca, na intensão de assim evitar que eles rachassem. Tocou o botão de forma insistente para chamar o elevador, esperando impaciente no lobby do prédio comercial de luxo.

Sabia que teria um dia estressante, e levando em consideração o breve conteúdo da mensagem, concluiu que teria um problema em mãos para resolver.

Quando entrou no escritório foi direto para a sala de reunião, encontrado já alguns dos membros da família por lá. Olhou e relógio e verificou que estava quinze minutos adiantado, viu-se obrigado a não falar nada devido a ausência ainda de alguns.

— Me passa o açúcar! — Jacob falou sem humor, após pegar um dos copos de café que provavelmente alguém havia comprado para todos.

— Bom dia para você também, Jake. — Jared disse com sarcasmo, ao passar alguns sachês de açúcar mascavo para o primo. — Lembraria muito bem se tivéssemos passado noite juntos, porém minha noite foi maravilhosa com minha linda esposa. — sustentou um sorriso malicioso.

Tais palavras só irritaram ainda mais Jacob.

— Já foi se foder hoje Jared? — Jacob ditou em tom quase agressivo.

— Olha o cara! — Seth gargalhou. — Já irritado assim de manhã cedo! O que aconteceu?

Jacob, que mexia o açúcar no fundo café com uma haste de plástico, não respondeu. Ele permanecia completamente sério.

— Valentina não melhorou? Ela ainda está doentinha? — Quil, à princípio, perguntou preocupado, mas logo deixou um sorriso brejeiro escapar. — Ela só quer ficar no colo da Nessie, né? Não anda dando uma folga! — curvou os lábios de forma enviesada. — O cara está irritado assim porque não anda trepando! — concluiu já gargalhando.

Todos os demais caíram na gargalhada quando Jacob começou a distribuir xingamentos para todos.

Desde que voltaram da viagem de Aspen, há duas semanas, Valentina pegou mais um resfriado, só que dessa vez tinha sido bem mais forte.

A pediatra da bebezinha chegou a optar por mantê-la internada por um dia para observação, já que Valentina tinha um histórico médico delicado. Porém o pior havia passado, a bebê já estava bem, apenas manhosa.

Depois que os dias de preocupação e desespero passaram, restou apenas um papai muito irritado por ser preterido de todas a atenções da esposa. Renesmee estava dedicando cada minuto do seu tempo apenas a exigente bebezinha. Essa carência da esposa estava deixando Jacob a ponto de explodir de tanta irritação.

— Toma conta da sua vida, caralho! Da minha, cuido eu. — Jacob esbravejou para o irmão mais velho. — Ok, agora já podemos começar a reunião. — disse assim que viu Emmett e Jasper entrarem na sala, queria acabar logo com o assunto que tanto tirava o seu, já limitado, humor.

— Faltam o Paul e o Embry. — Sam avisou. — Paul enviou-me uma mensagem ainda pouco dizendo que estava vindo com o Embry. Já devem está chegando.

— Embry já vai voltar a trabalhar? — Quil perguntou confuso. O irmão caçula tinha tirado um período de folga para dedicar os cuidados ao filho recém-nascido e a esposa em processo de recuperação do parto e da cirurgia. — Achei que ele fosse demorar para voltar, ainda mais depois da última que ele aprontou. Provavelmente a Jenny ainda deve estar furiosa com ele. E com razão!

— E ela está! — confirmou Seth já rindo. — Embry está cortando um dobrado com ela. Jenny não alivia, mesmo sendo óbvio que ela está precisando de toda atenção.

— Também Embry só faz merda. — comentou Jacob sem humor. — Depois de tudo que a mulher dele passou na gravidez e no parto, ele nem a vontade dela respeitou.

Todos concordaram com as palavras do dois irmãos Black. Eles ainda ficaram comentado sobre o assunto por alguns minutos.

— Chegamos! — comunicou Paul entrando na sala. — Foi difícil sair de casa. Quase tive que arrastar esse moleque! — apontou para trás de si próprio.

— Só vim porque a mensagem dizia “assunto urgente”. — Embry explicou mal humorado. Ele vinha logo atrás do cunhado.

— Caralho, Embry, o que aconteceu contigo? — Emmett falou assustado ao ver o caçula dos The Wolf, mas logo começou a gargalhar. Embry tinha a face abatida e estava cheio de olheiras. — A Jenny conseguiu te bater?

— Quase isso! — provocou Paul. — Mas o estrago maior foi feito mesmo pelo E.J! O molequinho não dá um sossego, berra em plenos pulmões. — contou o moreno com os olhos um pouco arregalados.

Embry desde que tinha voltado para New York — após ficar uma semana há mais em Aspen devido a internação da namorada — , estava hospedado na casa da irmã mais velha junto com a mulher e o filho. Rachel havia insistido, não aceitando um não como resposta.

Como a brasileira iria precisar ficar de repouso por um mês, além de ter um bebê recém nascido para cuidar, Rachel achou a solução perfeita para todos. Sua casa era enorme e cheia de criados, tinha toda a estrutura para oferecer naquele momento delicado que o casal estava passando.

Como Jenny não tinha levado em consideração a possibilidade do filho nascer antes do previsto, com isso não havia preparado-se para a chegada antecipada do menininho. A cobertura ainda passava por algumas reformas para atender as novas necessidades da família. O próprio quartinho do bebê ainda não estava pronto, a decoradora só iria entregar o projeto em uma semana. Além do fato que a brasileira não tinha contratado ninguém para ajudá-la, o que só reforçou os argumentos da cunhada. O casal acabou não tendo como recusando o convite.

— A Jenny já te perdoou pelo que você fez? — Quil perguntou. A última vez que foi visitar o sobrinho e a cunhada, há dois dias atrás, Jenniffer ainda estava muito furiosa com o namorado. — Ela estava prestes a te matar! — gargalhou.

— Bem, acho que ainda vai demorar um pouco. — Embry respondeu sem graça. — Achei que ela não iria ficar tão furiosa assim!

— Ah, não?! — Jacob disse sarcástico. — Ela esperou quase nove meses para ver o rosto do filho e escolher o nome que ELA achava perfeito para a criança, mas você decidiu na hora mudar e registrar com um nome do seu gosto!

— Não foi bem assim! — Embry saiu em sua própria defesa. — Ela não me pediu opinião nenhuma sobre isso. Sem contar que foi ela quem falou que queria que fosse um nome que combinasse com o nosso filho. Bom, o moleque é a minha copia, nada mais justo que se chamar Embry Junior! — sorriu triunfante pela própria conclusão

— Acho que a Jenny não concordou com esse seu ponto de vista! — Seth rebateu debochado. — Ela se recusa a chamá-lo de Embry Junior! A sua sorte é que sugerimos o apelido de E.J e isso amenizou a fúria dela.

— Só você mesmo, Embry! — Jacob balançava a cabeça de um lado para o outro. — Pelo menos você poderia ter colocado “Arthur” no meio do nome. Assim respeitaria também a escolha dela.

— Não havia pensado nisso. — Embry arregalou os olhos com a sugestão do irmão.

Ele não tinha pensado naquilo, mas com certeza teria lhe poupado muita dor de cabeça. Jenniffer ainda estava sem falar direito com ele desde que viu a certidão de nascimento do filho.

— Mas a Jenny está bem? E o E.J? — Sam quem perguntou.

— Ela não sente mais dor e nem apresenta sangramento. — Embry recuperou a seriedade ao falar do filho e da mulher. — Ela está se recuperando bem mediante a tudo que passou, porém agora o problema é outro. — suspirou cansado. — O E.J é muito guloso e não quer aceitar mamadeira de jeito nenhum. Ele berra desesperado quando tiramos ele do peito da Jenny. Ela não tem dormido, os seios estão machucados. Ela chora de dor para amamentar, as vezes ele suga até rachar o bico. — ele tinha dor no olhar ao falar. Era desesperador para ele ver a namorada sofrer tanto para amamentar o filho deles. — Teve uma vez que a Jenny se desesperou ao ver sangue na boquinha do E.J. Ela começou a gritar nervosa. Só quando conseguimos tirar ele do seio dela, que percebemos que na verdade o sangue era do seio dela. Tinha feito uma rachadura horrível, que acarretou no sangramento. Desse dia em diante fico acordado com ela para ajudá-la, nem que seja com meu apoio. — explicou.

— Nossa, que situação complicada! Vocês devem conversar isso com a pediatra dele, tentar achar uma solução. Graças à Deus a Nessie não passou por isso! — Jacob comentou sentindo certo alívio. Não sabeiria ver Renesmee sofrendo de dor da forma que o irmão estava vendo a amada. — Bem que a Nessie tinha comentado que E.J era muito guloso e tinha uma pegada forte. Coitada da Jenny!

— Sim, ele é. — concordou Embry. — Quando não está mamando, está agarrado ao peito da mãe para fazer o bico de chupeta. Já cansamos de tentar chupetas e mamadeiras diferentes, ele simplesmente não quer aceitar nenhuma!

Eles continuaram conversando trivialidades da vida pessoal por mais alguns muitos até decidirem começar a reunião que Emmett tinha marcado.

Era até engraçado ver como os assuntos mudaram em tão pouco tempo. Antes eles gastavam um bom tempo falando sobre suas aventuras sexuais e depravações, agora as conversas giravam em torno de esposas e filhos. Mas uma coisa não havia mudado de maneira alguma; quando os The Wolf precisavam entrar em ação, eles continuavam cruéis, talvez até mais do que antes!

— O Big John entrou em contato comigo há uma semana para pedir ajuda. O Tristan havia sumido, levando consigo todo o dinheiro do lucro deles e também o pagamento que deveria repassar para a gente. Era toda a venda do último trimestre, um prejuízo de um pouco mais de três milhões e meio. — Emmett começou a explicar o ocorrido, levando logo os The Wolf do estado neutro para fúria em questão de segundos. — Tristan tentou passar a perna não só no sócio, como em nós mesmo. Big John, que não é burro nem nada, correu até a mim para tentar recuperar o roubo e salvar a pele dele e do grupo dele.

— Filho da puta! — Paul socou a mesa de madeira com raiva. — Confiávamos nele!

— Ele sabe muito bem o caminho sem volta que escolheu. — Quil disse de forma fria. — Ninguém trai os The Wolf e sai impune.

— E o que vocês já conseguiram de informação? — Sam direcionou a pergunta para Jasper e Emmett.

— Já conseguimos tudo! Ele até já está sob o nosso poder. — Jasper quem falou. — Por isso não falamos nada antes. Tristan não foi muito esperto na hora de arquitetar a fuga. Foi fácil rastreá-lo.

— Então acho que temos um acerto de contas! — Jacob foi o primeiro a levantar. Pegou a pistola que tinha deixado encima da mesa e destravou com um click, deixando em ponto de bala. — Ninguém passa os The Wolf para trás! Quem ousou tentar, não sobreviveu para contar história. — esbravejou.

— Vamos! Estou precisamos mesmo descarregar minha raiva. — Embry imitou o gesto do irmão mais velho ao destravar a pistola.

— Bora, urso panda! — Seth não deixou a piada passar mesmo no momento de tensão. Tinha que zombar da aparecia do primo. — Quem não está trepando tem prioridade! — gargalhou.

— Toma no cu! — xingou Jacob.

Todos gargalharam, menos Jacob e Embry, é claro!

TALD

Desde que os The Wolf haviam intervido diretamente na unificação do crime organizado no Estado de New York, as guerras e confrontos entre as gangues haviam praticamente se extinguido.

Por mais que os The Wolf fossem os maiores distribuidores de drogas de todo os Estados Unidos, e não simples traficantes, ainda assim os seus revendedores estavam indiretamente ligados a eles.

Quando a guerra urbana começou a trazer medo a população, os The Wolf tiveram que interferir. Chamar a atenção da polícia e da mídia para New York era um risco que eles não poderiam correr, qualquer investigação minuciosa poderia levar as autoridades até eles.

Desde a unificação, a cidade de New York foi dividida em dois grandes grupos de revendas que dominavam o tráfico de drogas ali. Apesar de serem grupos diferentes, que administravam os seus domínios de forma diferente, na hora do acerto de contas tudo se tornava um só.

Os The Wolf forneciam os carregamentos de drogas aos dois grupos, e eles dividiam conforme suas necessidades. A cada três meses havia um acerto de contas entre os dois grupos para assim separar o lucro e também efetuar o pagamento aos The Wolf pela mercadoria fornecida.

O grande erro de Tristan foi deixar a ambição falar muito mais alto que a razão, levando a cometer o maior erro de sua vida. Agora ele estava acorrentado em algum lugar úmido e muito frio por culpa própria. Tentava pensar em uma justificativa convincente para tentar salvar a própria pele, mas estava sendo difícil.

Foi pego pouco antes de conseguir cruzar a fronteira com o Canadá. Seu plano era fugir de carro até o país vizinho e depois partir para Europa, uma vez que tinha passaporte Europeu devido a sua descendência. Viveria uma vida de luxo e tranquilidade com a fortuna que havia roubado. Ao menos esse era o plano dele.

— Hora, Hora... Veja se não temos um convidado ilustre hoje em nosso porão! — a voz grossa ecoou pelas paredes de pedra. — A que devemos a honra? — Paul puxou a venda dos olhos do homem sem cuidado algum.

Se Tristan estava preocupado, agora estava apavorado. Quando foi pego jurava que havia sido capturado pelo grupo do sócio nos negócios, mas agora vendo todos os chefões dos The Wolf olhando para si, entendeu exatamente que não tinha mais volta. Ele não iria sair dali com vida. A fama dos The Wolf era consagrada em todo mundo do crime.

— Fala logo, Caralho, não temos o dia todo! — Embry proferiu um tapa muito forte no rosto do homem acorrentado no chão como um animal.

Um filete de sangue escorreu quente pelo canto esquerdo dos lábios de Tristan. Ele sentiu a face arder e provou o gosto ferroso na boca.

— Não sei porque estou aqui! — Tristan começou a falar. — Deve está havendo algum mal entendido!

— Ah, mal entendido! — o moreno se aproximou do homem acorrentado no chão e agachou o suficiente para olhar em seus olhos. — Quer dizer que fugir com o nosso dinheiro é um mal entendido? — Jacob, que descascava uma maçã na hora, olhou para todos os lados até voltar a fitar o homem. Ele sorriu maligno antes de cravar a faca na perna direita de Tristan. O homem urrou de dor. — Nunca estamos equivocados! — disse tranquilamente enquanto comia a maçã.

— Você vai nos devolver esse dinheiro! — Sam ditou em tom de ordem, já se aproximando com um laptop. — Vai fazer a transferência agora ou não sobreviverá para contar história.

— Eu não estava fugindo. — Tristan ainda tentou argumentar. — Apenas iria fazer uma curta viagem até o Canadá para tratar de negócios e...

Jacob ficou furioso com a descarada mentira e chutou a faca ainda cravada na perna de Tristan. Ele novamente berrou. Sem paciência para joguinhos, Jacob puxou a faca de uma única vez. Agora sim ele estava dando motivos suficientes para Tristan berrar.

— Não subestime a nossa inteligência, Tristan! — gritou furioso Jacob. — Você estava com tudo pronto para fugir para Europa. E com todo o nosso dinheiro! Você vai nos devolver tudo que roubou. — ordenou.

— E se eu não fizer isso? — Tristan ousou perguntar. Ele sabia que não teria escapatória, só sairia dali morto, ao menos iria deixar a família bem de situação financeira. — Vocês não vão parar para me escutar! Vocês não vão deixar-me sair vivo daqui! Então o que faz vocês acreditarem que eu vou devolver algo que supostamente roubei? — mesmo ousando nas perguntas, jamais admitiria a culpa.

— Você vai devolver esse dinheiro! — Jared ditou calmo. Assustadoramente calmo. — É verdade que não irá sobreviver, mas o quanto vai sofrer só depende de você! Ah, e lembre-se; não importa que a sua família viva na Europa, sempre podemos ir atrás deles. Sua querida mamãezinha poderá pagar muito caro por está desfrutando da nossa fortuna!

— Não ousem tocar na minha mãe! — Tristan gritou desesperado.

— Ou o que? Vai nos matar? — Seth ditou debochado, levando todos a gargalhada.

— Devolva logo o nosso dinheiro! — Sam mais uma vez se aproximou com o Laptop. — Aproveita que ainda estamos com alguma paciência com você.

Tristan ficou alguns minutos em silêncio olhando para os The Wolf. Sabia que não tinha chances, que se negar a fazer o que estavam pedindo iria apenas condenar a sua querida família. Tinha certeza que os The Wolf não deixariam passar aquela afronta, que eles recuperariam o dinheiro roubado de qualquer forma. Eles eram capazes sim de viajarem até a Grécia só para torturar e matar toda a sua família.

— Desacorrentem as minhas mãos para que possa usar o laptop. — por fim Tristan falou vencido.

— Sábia decisão! — Sam deu três tapinhas na face do homem e sorriu debochado. — Até que você não é tão burro quanto pensava!

Jasper soltou as mãos acorrentadas de Tristan apenas para que ele pudesse utilizar o laptop.

Após esperarem pacientemente para que Tristan fizesse todas as transações bancárias necessárias e conferirem se tudo tinha sido realmente devolvido, os The Wolf sorriram maléficos. Agora que seria a hora da diversão! Essa era uma regra deles; Primeiro os negócios depois a diversão!

— Como falei anteriormente, a prioridade é do Jake e do Embry! — Seth gargalhou.

Todos caíram na gargalhada, menos os dois The Wolf mencionados no comentário debochado.

— Já que temos prioridade. — Embry olhou para Jacob e depois para os demais, que continuavam rindo. — O que vai ser hoje? — sugeriu ao direcionar o olhar para Tristan agora.

O homem tinha dado por derrotado. Estava sentado no chão frio, olhar vago e sem qualquer reação. Não adiantaria tentar lutar sozinho contra os The Wolf.

— Preciso desestressar. — Jacob caminhou até um canto onde tinha um arsenal completo para tortura. — Acho que esse está de bom tamanho. — pegou um taco de beisebol e girou no ar.

Embry imediatamente entendeu o que o irmão estava sugerindo. Não que aquilo fosse seu melhor conceito de tortura, mas era divertido.

O caçula dos irmãos Black também pegou um taco.

Jacob foi o primeiro a acertar em cheio no homem encolhido no chão. Tristan gritou ao sentir o taco lhe acertando os braços. Poderia jurar que havia quebrado algum osso com a pancada.

Logo uma sucessão de tacadas foram dadas no homem curvado no chão. Embry e Jacob concentravam todas as suas forças em cada pancada proferida com seus tacos no homem caído ao chão. Eles estavam impiedosos. Acertavam os braços, as pernas, a cabeça, o tronco... era tacada seguida de tacada.

Tristan no início gritava alto, mas há muito tempo tinha perdido as forçar. Ele já sangrava muito no rosto e na cabeça aberta.

— Ei, já deu! — Emmett segurou no braço de Embry para impedi-lo de continuar. Quil fez o mesmo com jacob. — Ele apagou. Já era!

Seth e Jasper ainda jogaram um balde de água fria para tentar fazer o homem acordar, mas Tristan permaneceu imóvel no chão. Ele tinham muito sangue na cabeça. Estava irreconhecível devido a agressão sofrida.

— Ele está morto! — Jared constatou após verificar a pulsação.

— Queimem esse filho da puta! — Jacob ordenou. — E limpem tudo como sempre, não deixem nenhum vestígio! — largou o taco ensanguentado e deu as costas, já pronto para deixar o porão.

Aquilo já era comum e sem importância. Matar havia tornando-se normal há muitos anos!

TALD

— Cara, você está muito estressado. — Quil falou para o irmão mais novo. Jacob bufou irritado. — Você quase estourou os miolos do Tristan de tanto surrar com o taco. Sabe que isso não faz bem nem pra você e nem para a sua família.

— Não começa Quil! — Jacob cortou sem paciência. — Apenas fiz o que tinha que ser feito. Tristan mereceu.

— Sim, ele mereceu. — concordou. — Mas essa raiva mal contida pode acabar afetando a Nessie e a Chaveirinho. — Quil ponderou.

— Tá louco, Caralho! Você anda comendo merda? — gritou irritado. — Eu jamais machucaria elas. Você sabe muito bem o quanto elas são preciosas para mim.

— Sim, sei muito bem disso. — Quil antecipou-se em concordar. Jacob estava bufando de raiva. — Mas eu também sei que você pode explodir sem ao menos sentir. Você está no limite! E nós sabemos muito bem que o seu limite é uma linha tênue!

Jacob permaneceu em silêncio, refletindo sobre a questão que o irmão acabava de levantar.

Quil respeitou o tempo de reflexão do irmão, permanecendo calado, apenas dirigindo em silêncio o carro na estrada.

— Eu não estou sabendo lidar com essa situação de ser pai e não ser marido. — foi Jacob quem quebrou o silêncio no interior do veículo de luxo. Estavam apenas os dois irmãos naquele automóvel. — Eu amo a minha filha incondicionalmente, mas também amo a minha esposa igualmente. Não consigo ceder os caprichos da Chaveirinho quando o assunto é a Nessie, não quando vejo que não é uma real necessidade! — Jacob olhou para a estrada através do vidro escuro. Quil não falou nada durante a pausa no desabafo do irmão. — Eu só consigo ser um bom pai se a minha filha não afetar minha vida íntima com a minha mulher. É frustrante querer ter um momento a sós com a Nessie e a Valentina não deixar. Sempre que a Nessie vai por ela no berço, aquela garotinha berra desesperadamente. Nessie acaba cedendo e me deixando de lado. Estou realmente me sentido frustrado! — desabafou.

— Não seria o caso de tentar um babá? Alguém que possa dividir os cuidados com a Chaveirinho, e deixar a Nessie mais livre para você.

— Renesmee não aceita! — Jacob reclamou. — Ela vem sempre com aquele discurso chato de amish!

Quil não conseguiu evitar rir.

— Mas a Mabelle e a Lupita não estavam ajudando com a Chaveirinho? — perguntou Quil, desviando o olhar do volante por um segundo para olhar o irmão.

— E elas estão! — Jacob concordou. — Mas você acha mesmo que Nessie vai deixar a Valentina chorando para trepar comigo? Ela é uma excelente mãe, mas nessas últimas semanas está se saindo uma péssima esposa. Ela não iria relaxar escutando os berros de manha da Chaveirinho.

— E se vocês tirarem um dia só para vocês? — sugeriu Quil. — Tire a Nessie de casa. Faça algo fora, assim ela vai se desligar por um tempo da tarefa de ser mãe em tempo integral.

— A Nessie não vai aceitar. Não agora! Valentina ainda está se recuperando.

Quil ficou pensativo. Queira ajudar o irmão. Estava preocupado. Jacob estressado perdia muitas vezes a razão sem ao menos se dar conta.

— Será que a Nessie iria confiar em deixar a Chaveirinho com a Claire? Podemos ficar com ela por um ou dois dias, assim vocês tirão um tempo só para vocês dois.

— Ótima ideia! A Renesmee confia cegamente na Claire! Além do fato que a Nessie jamais seria capaz de dizer um não para a Claire. Você sabe disso! — Jacob disse empolgado. Quil concordou com a cabeça. — É bom que vocês já vão treinando! Acho que depois dessa experiência, vocês vão desistir de querer ter um filho. — gargalhou.

Quil não acompanhou a risada do irmão. Ele apenas ficou sério.

— Acho que talvez esse tempo com a Valentina amenize um pouco a tristeza da Claire. — Quil falou após alguns segundos calado. — Ela está arrasada. A menstruação dela veio essa semana. Não foi dessa vez, de novo!

— Eu sinto muito. — Jacob lamentou sincero. Enquanto ele reclamava do trabalho que a filha dava, o irmão apenas desejava tudo aquilo para si próprio. — Tenho certeza que será em breve. Logo será você frustrado por não trepar! — sorriu na intensão de dissolver o clima tenso que tinha surgido.

— Tomara! — Quil limitou em dizer. — Em uma semanas, voltaremos na clínica para saber qual será nosso próximo passo. — comentou por fim, antes de encerrar o assunto.

TLAD

A linda loira olhou uma última vez para a imagem refletida no espelho e suspirou resignada. Por mais que aquela roupa ousada em nada combinasse com a sua personalidade discreta e recatada, seu marido havia insistido para que ela usasse o presente que ele mesmo tinha escolhido e comprado especialmente para aquela noite.

Renesmee estava realmente lindíssima vestida em um belo vestido curto de renda preta, com o corpete moldando os seios e um generoso decote nas costas. O forro do vestido era nude, o que dava a ilusão que ela vestia apenas a renda e nada mais. Nos pés uma bota também preta de salto altíssimo, que iam até o meio de suas coxas alvas, completava o visual sensual. Os cabelos brilhantes e sedosos estavam soltos, já a maquiagem delicada e leve fazia contraste com a imagem de mulher fatal.

Jacob não havia poupado na hora de escolher o vestido da grife Versace e as botas Louboutin. Ele gastou — com gosto — uma pequena fortuna nas duas peças. Estava ansioso para ver a esposa dentro das peças escolhidas a dedo por ele.

— O que você acha Jake? — Renesmee saiu do closet e chamou a atenção do marido ao falar. — Tem certeza que está bom? — apontou de forma tímida para si mesma.

— Uau! — foi tudo que o moreno conseguiu murmurar. Ele estava hipnotizado pela beleza da loira. — Você está perfeita! Só não sei por quanto tempo permitirei que continue vestida. — Jacob sorriu malicioso. — Talvez as botas eu não tire!

— Jake! — Renesmee repreendeu o marido. Ela tinha as bochechas ostentando um encantador tom de escarlate, e nada tinha a ver com a maquiagem. — Olha a nossa filha!

Foi só quando a esposa mencionou a pequena em seus braços que Jacob lembrou que ainda segurava a filha no colo. Ele estava excitado e com um bebê nos braços, aquela situação era realmente estranha. Definitivamente ele precisava do momento íntimo com a esposa o mais rápido possível.

— Não tenho culpa de você está tentadoramente deliciosa. — Jacob aproximou-se da esposa e trocou um singelo beijo. Imediatamente passou a filha para os braços da mãe. — Vou ligar agora mesmo para o Quil para saber onde eles estão.

Valentina dormia de forma profunda. Tinha tomado um banho morno logo após encher a barriguinha, isso a poucos minutos atrás.

Como combinado Quil e Claire chegaram pontualmente às oito horas.

Após Renesmee passar todas as orientações e recomendações sobre como eles deveriam proceder com a bebezinha, ela se juntou ao marido para saírem.

— Uma pena a Chaveirinho está dormindo! — lamentou Quil ao olhar a afilhada adormecia no colo da esposa. Ele tinha vindo preparado para brincar o máximo possível com a bebê.

— Você vai voltar atrás no que está dizendo assim que ela começar a acordar berrando a cada três horas! — Jacob sorriu enviesado. — Vocês terão muitas oportunidades de vê-la acordada. E não hesitem em ligar se realmente tiverem algum problema. Boa sorte!

— Jake! — Renesmee repreendeu de forma branda o marido. — Valentina é um anjinho. Só acorda quando está com fome ou com a fralda suja.

— Ou quando está irritada, estressada, zangada, mimada... — Jacob enumerou sarcástico. — Mas agora vamos que já está na hora. — segurou a mão da esposa.

Renesmee ainda estava relutante em relação a deixar a filha aos cuidados de outras pessoas, por mais que esses fossem os padrinhos da bebê, mas também sabia que Jacob não iria abrir mão da noite a sós com ela. Ele havia usado de muitos argumentos convincentes para persuadi-la.

A loira olhou pesarosa uma última vez antes de deixar a filha dormindo em casa. Ela havia retirado leite suficiente para ficar um dia inteiro longe, apesar dos planos serem apenas por uma noite.

O casal de padrinhos estavam empolgados com a noite que teriam a sós com a afilhada. Claire sabia exatamente como cuidar de Valentina, já que passava muitas horas assistindo aos cuidados que a melhor amiga dedicava a filha. Muitas vezes ela mesma dividia esses cuidados com Renesmee.

— Jacob, não esqueça que terá que passar na boate em algum momento, ainda hoje. — Quil lembrou ao irmão antes dele sair.

Era a semana dele marcar presença nas boates do grupo. A que teria de ser visitada naquela noite ficava no coração de New York. Quando Quil se dispôs a ficar com a afilhada no dia escolhido pelo irmão, mencionou o compromisso e Jacob concordou em cumprir no lugar dele.

— Não se preocupe, já tenho tudo esquematizado. — Jacob tranquilizou o irmão mais velho.

Quil era extremamente metódico e organizado quando o assunto era trabalho e negócios, não era a toa que era um ótimo advogado e empresário. Administrava tudo com facilidade e eficiência.

[...]

Como Jacob havia planejado, o jantar tinha sido maravilhoso. Renesmee conseguiu relaxar alguns muitos logo após eles deixarem a mansão.

O casal apreciou a companhia um do outro durante toda a refeição no restaurante cinco estrelas. O moreno tomava o devido cuidado ao conduzir a conversa, não queria incluir assuntos sobre a filha naquele momento. Eles estavam tirando um momento apenas como um casal e não como pais de uma adorável bebezinha. Havia uma hora propícia para cada coisa.

— Vamos, Nessie! — abriu a porta e chamou pela a esposa. Jacob tinha acabado de parar o Jaguar blindado na vaga privativa do estacionamento da boate.— Venha, vamos entrar. — estendeu a mão para ajudar a esposa a sair do carro.

Renesmee acabou gargalhando ao tropeçar nos próprios pés ao descer do carro. Ela estava levemente alterada devido as duas taças de champagne que marido a fez beber.

Jacob sorriu ao ver o sútil estado de torpor da esposa. Ele queria que ela estivesse relaxada e desinibida, e ela realmente estava. A loira sequer reclamou ou até mesmo ficou acanhada quando o ele a abraçou de forma possessiva, repousando a enorme mão entre a lombar e glúteo feminino.

O casal caminhou apenas alguns poucos metros antes de chegarem na entrada dos fundos da boate. Bastou Jacob fazer apenas um sinal para que o segurança abrisse a porta.

Apesar da surpresa em ver Jacob ao invés de Quil, o enorme homem abriu de imediato a pesada porta de metal. Olhou de forma breve e discreta a linda loira que o patrão trazia atada nos braços. Ele sabia que o Jacob era casado, mas não podia dizer se aquela era uma amante ou a própria esposa dele. Lembrava de forma vaga a fisionomia da esposa do patrão, na verdade, o máximo que recordava era que ela era loira, e todos diziam ser muito bela. Por isso da cautela ao analizar a linda mulher, não queria ter problemas com nenhum dos patrões.

Jacob conduziu Renesmee pelos labirintos de corredores até finalmente subirem uma escada. Já no segundo pavimento, eles foram recepcionados por alguns funcionários. Logo Jacob estava no camarote exclusivo dos proprietários.

Uma bonita morena entrou trazendo três garrafas na mão, logo atrás dela seguia um homem baixinho carregando uma bandeja cheia de copos e taças limpas.

— Jake, está tudo do seu agrado? — perguntou a morena após arrumar a mesa com os copos e as bebidas. Tinha uísque, vodka e champagne no balde com gelo, todos das marcas preferidas do moreno. Instintivamente Renesmee agarrou-se mais ao marido. Jacob conteve a vontade de rir. A esposa era ciumenta sem ao menos perceber. — Em que mais posso servi-lo? Gostaria de algo? — Melissa sorriu provocante.

Como em todas as boates dos The Wolf, quem vendia e servia as bebidas eram belas mulheres. Era uma ótima tática para manter as vendas em alta, já que na maioria das vezes quem gastava um valor mais alto com bebidas alcoólicas eram grupos que predominavam homens. As atenderes sempre eram lindas e naturalmente sensuais, o que só animava ainda mais os grupos a comparem cada vez mais combos de bebidas.

Também era uma grande verdade que Jacob tinha transado com a maioria das funcionárias das suas boates — assim como os seus irmãos e primos —, mas já tinha algum tempo que ele não fazia mais isso. Claro que Melissa também sabia que Jacob jamais repetia uma transa, mas gostava de provocá-lo.

— Não, isso basta. Por enquanto está tudo ótimo. — Jacob puxou Renesmee para colar ainda mais em seu corpo. — Apenas deixe-me na privacidade do meu camarote com a minha esposa. Quando necessitar de algo, você saberá.

Melissa analisou a loira agarrada à Jacob da cabeça aos pés. Então aquela era a esposa dele! Pensou. Jamais ela poderia ter imaginado que Jacob fosse capaz de se casar um dia, ainda mais com uma mulher que mais parecia um bibelô de tão bonita e delicada. Ele sempre foi mais do tipo que gostava de mulheres extremamente sensuais, até mesmo vulgares.

— Claro, Jake! — concordou a bela morena, já se preparando para deixar o camarote.

Melissa caminhou rebolando de forma sensual e provocante em direção à saída.

— Você conhece ela? — questionou Renesmee após a mulher deixá-los a sós. Ela sentia o coração acelerado e um nó preso na garganta.

— Melissa já trabalha há uns três anos na boate, Nessie! Claro que conheço todos os meus funcionários. — Jacob limitou-se em dizer.

Ele não iria entrar nos detalhes sórdidos que um dia envolveu ele e aquela funcionária.

— Ela parece ser sua amiga. — disse insegura, a loira de origem Amish.

— É apenas uma funcionária, Nessie. O tratamento só é informal devido ao ambiente em que trabalhamos. — Jacob explicou-se de forma superficial. Ele logo puxou Renesmee para um beijo, não deixando brechas para mais questionamentos.

O beijo já começou quente. Jacob apalpava sem qualquer pudor cada milímetro do corpo macio da esposa. Renesmee cedia a cada estímulo sem contestar.

— Jake! — chamou assustada a atenção do marido.

— O que tem demais Nessie? — Jacob curvou os lábios, e uma das sobrancelhas, de forma bem sugestiva e maliciosa. — Estamos em um ambiente privado, totalmente propício para isso! — tentou voltar para ousada carícia.

— Jake, aqui não! — pediu assustada.

Jacob havia conduzido Renesmee até o sofá e deitado sobre ela. Ele não parou o beijo repleto de luxúria enquanto tentava tirar a calcinha da esposa. Ele queria ação!

— Ok, Nessie. — Jacob soltou o elástico da calcinha da esposa muito contrariado, mas disfarçou bem a irritação. — Vamos beber algo! — ergueu de forma rápida o corpo musculoso sobre a delicada loira, puxando-a para si logo depois. — O champagne é para você! — abriu a garrafa e entregou a taça cheia para a amada.

— Não sei se é uma boa ideia eu beber mais disso. — Renesmee olhou incerta para a taça borbulhante. Era um tipo de champagne rose bem docinho.

— E eu tenho certeza que é uma ótima ideia! — mordeu os lábios para conter o sorriso malicioso. — Beba! Pode deixar que eu cuidarei muito bem de você essa noite! — falou de forma dúbia.

Renesmee por fim concordou. Ela pegou a taça oferecida pelo marido e tomou um generoso gole. Ela sabia que Jacob sempre cuidaria dela, podia confiar nele. Era o que ela sempre pensava.

O moreno também serviu uma generosa dose de uísque com gelo para si mesmo. Degustou com prazer o líquido, que desceu aquecendo toda a garganta. Aquele ambiente era tão natural para ele.

— Venha, Nessie, vamos apreciar a pista de dança. — pixou a loira na direção de uma enorme janela. Acionou o botão para suspender a persiana e abrir a janela de forma automática. — Adoro essa música. — colou o corpo por trás do corpo da esposa.

Renesmee tinha apoiado as mãos no batente da janela na intenção de olhar a multidão dançando no andar inferior. Tudo era tão estranho e ao mesmo tempo curioso para ela.

Jacob começou a cantar a famosa letra do Hip-hop enquanto esfregava a potente ereção no traseiro da loira. Renesmee, novamente alterada pelo álcool, só ria de tudo.

Cada vez o moreno se esfregava mais na esposa! Estava enlouquecido para penetra-la ali mesmo, mas também estava adorando cada provocação. Era a melhor das torturas.

— Jakeeeee... — Renesmee gemeu e empinou-se ainda mais para o marido.

Ela tinha esquecido do recato e pudor graças as taças de champagne que já havia bebido.

Jacob não resistiu a tentação do apelo erótico da loira e acabou colocando o potente membro enrijecido para fora da calça jeans. Renesmee pode sentir todo o calor pulsante roçar insistente as suas nádegas.

O moreno estava enlouquecido e muito excitado. Ele sabia que era só abaixar um pouco mais o corpo, puxar a calcinha da esposa para o lado e mergulhar duro no calor dela. O fato de também ter a consciência que muitos no andar inferior da boate iriam deduzir o que eles estariam fazendo no andar superior só tornava tudo ainda mais excitante e erótico para ele.

No entanto a atenção de Jacob foi obrigatoriamente desviada ao sentir o celular vibrar de forma insistente no bolso traseiro de sua calça jeans. Ele bufou irritado. Sabia que tinha que atender. Chegou a analisar de forma breve a possibilidade de fazer uma “rapidinha”, mas sabia que não iria conseguir. Estar dentro da loira era viciante demais para ele, tinha consciência que não iria conseguir ser rápido.

— Fala, caralho! — atendeu irritado ao ver quem estava ligando. Ficou alguns segundos escutando quem falava do outro lado da linha. — Ok, já estou indo. Peça para Saint Clair vir aqui no camarote, agora! — ordenou por fim, antes de desliga a ligação.

Ainda contrariado, Jacob guardou a bela ereção dentro da calça e abaixou o vestido da loira, deixando ela composta novamente.

Renesmee permanecia torpe e confusa.

— O que aconteceu? Valentina está bem? — mesmo um pouco embriagada, ela não deixava de ser a mãe zelosa. — Fala, Jake! — praticamente suplicou.

— Não é nada com relação a nossa filha. Apenas estão solicitando a minha presença aqui na boate, tenho que resolver um assunto importante. — ele falou de forma evaziva. — Volto o mais rápido possível. Um segurança, de minha confiança, está vindo para tomar conta de você. — Jacob sorriu sem humor.

Ele lembrava muito bem que na última vez que esteve na boate com a esposa, um verdadeiro desastre tinha acontecido. Além de ter presenciado outros homens bolinando sem qualquer pudor o corpo da sua Amish, a verdadeira consequência daquela noite foi exatamente a concepção da filha do casal, mas não de forma bonita ou agradável. Jacob recordava muito bem que naquela fatídica noite havia praticamente estuprado a amada. Ele queria certificasse que jamais aquilo aconteceria novamente, dessa vez tudo ficaria sobre controle durante a sua ausência.

Renesmee sentou no sofá quando o marido deixou o camarote. Nas mãos, a loira sustentava a taça de champagne cheia. Jacob não queria que ela saísse do clima, por isso encheu novamente a taça antes de sair.

O enorme segurança ficou parado do lado de fora da porta de entrada do camarote a mando do patrão. Ninguém tinha autorização de entrar ou sair dali de dentro.

Jacob caminhou apresado pelos corredores até chegar no escritório. Ao entrar na sala luxuosa encontrou o chefe da segurança da boate — que também trabalhava para os The Wolf — e um desconhecido.

— Porque estão solicitando a minha precisa? — ditou assim que entrou no escritório. Jacob caminhou até a mesa e sentou. — Meu tempo é muito precioso, ainda mais nesse momento. — ele se fez de desentendido perante o homem desconhecido.

A verdade era que Jacob tinha total consciência do motivo que levou ele ali. Os The Wolf era o maior grupo criminoso dos Estados Unidos, porém a identidade dos verdadeiros chefes do grupo era um fato desconhecido para a maioria esmagadora da população, somente uma minoria muito importante e seleta sabia daquela informação. Então para qualquer um, aquela famosa boate em nada estava associada com o poderoso grupo criminoso, o que não impedia de ocorrer atividades ilegais dentro do ambiente elitizado.

Como qualquer grande boate de vida noturna, a venda de drogas acontecia de forma discreta, mas ainda sim com consentimento da direção do estabelecimento.

Então naquele momento Jacob Balck sabia que estava diante de algum novo traficante que estava disposto a conseguir um acordo lucrativo para ambas as partes. Era apenas negociosos!

Com essa manipulação comercial os The Wolf lucravam de forma dupla. Primeiro quando distribuíam suas drogas para os maiores traficantes do país e depois com os pequenos traficantes que revendiam as drogas — que eles mesmo forneciam — dentro de seus estabelecimentos. Claro que isso tudo ainda mantendo as suas identidades em absoluto sigilo. Era um negócio extremamente rentável! Por isso estavam milionários.

— Estamos de acordo então. — Jacob finalizou a reunião informal. — O Chris vai explicar melhor os detalhes de como tudo funciona e depois vai te apresentar para todos os outros seguranças. Você terá todos os acessos facilitados, apenas seja sempre muito discreto ao vender suas drogas aqui no meu estabelecimento. Só aceitamos acordos desse tipo de caráter por ser uma realidade inevitável aos negócios. — suspirou fingindo muito bem um falso pudor que não tinha. Jacob olhou o relógio. Quarenta minutos haviam se passado. Precisava voltar para a esposa. — Seja bem Vindo! E não esqueça de ser discreto. Da mesma forma que esse trato foi acordado, podemos desfazer a qualquer momento. — disse por último antes de dar as costas e sair do escritório, deixando para trás o chefe de segurança da boate e o homem.

O acordo tinha sido realmente muito lucrativo para os negócios. Jacob tinha conseguido acordar um valor relativamente alto para permitir o repasse de drogas dentro da boate.

— Algum imprevisto Saint Clair? — Jacob perguntou ao enorme homem parado na porta do camarote. Ele intimidava muitos, menos os The Wolf, é claro.

— Não, J.Black! Tudo em perfeita ordem. — informou o segurança.

— Perfeito. — disse satisfeito. — Pode voltar ao seu posto. Obrigado! — Jacob agradeceu ao funcionário antes de entrar novamente em seu camarote.

O moreno não precisou procurar muito para encontrar a esposa. Renesmee permanecia ainda sentada no sofá, porém agora estava dormindo. O corpo delicado permanecia sentado, no entanto a cabeça e o tronco haviam tombado para o lado. Provavelmente ela estava um pouco bêbada devido as taças de champagne que bebeu naquela noite. Ela era realmente muito fraca para bebidas alcoólicas!

— Ah, não, Nessie. Não mesmo! — falou alto, porém para si mesmo. A loira nem ao menos se mexeu minimamente. — Hoje nós teremos muita ação aqui! — sorriu malicioso.

Jacob caminhou até a mesa com as bebidas e pegou uma lata de energético, estava pronto para ir oferecer a loira adormecida. Porém antes de acordar a esposa, lembrou-se do conteúdo que trazia no bolso.

De forma metódica retirou o saquinho do bolso e depositou o pó branco sobre a superfície lisa da mesa de madeira preta, dividindo todo o conteúdo em três carreiras de cocaína. Aspirou rápido toda a droga com auxílio de um canudo. Espalhou com a mão, jogando no chão o resquício que sobrou. Jacob não queria ter que explicar para a mulher sobre o que se tratava aquilo.

Por mais que não estivesse mais usando tanta droga como acontecia antes de se tornar pai, havia momentos que Jacob simplesmente sentia a necessidade falar mais alto.

Encheu um copo limpo com uísque e abriu o energético, colocando um canudo na lata. Agora viria a melhor parte da noite.

Jacob atacou o pescoço alvo da esposa adormecida sem qualquer pudor, já começado a beijar e a chupar a área sensível sem restrição. Renesmee abriu assustada os olhos azuis ao sentir o toque íntimo.

— Shiiiiii, Nessie, sou eu! — Jacob sussurrou e depois mordeu a pequenina orelha da Amish, segurando os finos braços agitados que ela tentava afastar quem a surpreendeu. Renesmee relaxou imediatamente ao reconhecer a voz do marido. Ela sorriu torpe. — Você está tão deliciosa que eu te quero exatamente assim! — ele não deixou brechas para contestação, já descendo os beijos pelo pescoço e colo.

Para supresa do moreno, Renesmee não protestou. Ela não reclamou sobre o lugar que eles estavam ou pediu que parasse. Pelo contrário, ela agarrou os cabelos negros e puxou Jacob mais para si, posicionado-o na direção do colo e seios.

Jacob Balck desvio apenas um segundo as carícias que fazia com a boca para observar os olhos da esposa. Ela estava totalmente entregue, ardendo de desejo. Não havia mais o pudor ou inibições no olhar angelical, era apenas o mais primitivo dos instintos. Ela estava bêbada o suficiente para perder toda a inibição, Jacob constatou satisfeito.

Sem mais se conter, o moreno voltou a atacar o colo delicado, puxando com a mão direita o tecido rendado do vestido caro. O pequeno seio alvo foi exposto, logo recebendo toda a devida atenção.

Jacob chupava e mordia o seio da esposa sem qualquer restrição ou cuidado. A carícia era firme, mas não machucava a loira de origem Amish. Renesmee apenas gemia e puxava os cabelos negros.

Com habilidade o moreno expôs o outro seio e dedicou com a boca sua atenção agora aquele outro lado. A grande mão atrevida desceu lentamente por toda a lateral do corpo feminino, logo adentrando o meio das pernas. Ambos gemeram alto quando os longos dedos insistentes tocaram o sexo quente.

Renesmee remexeu-se sob o marido apenas o suficiente para conseguir deitar no sofá. Ela afastou ainda mais as penas para acomodar melhor o corpo másculo do marido.

Jacob ja começou o toque de forma dura, queria deixar a esposa louca por ele, implorando por mais a cada segundo. Ele não parava um só momento de incitar a amada, e os gemidos dela apenas servia como um incentivo extra.

Renesmee estava tão molhada que já deixava escorrer a sua excitação pelos os dedos firmes do marido. Em respostas Jacob estava tão duro que já sentia dor no membro pulsante, ainda preso dentro da calça.

— Caralho, Nessie, vem! — Jacob ergueu o corpo e puxou Renesmee junto consigo. — De quarto no sofá. — ditou em tom de ordem, já ajudando a posiciona-lá da forma que ele queria. Tirou a camisa polo de manga longa em um único movimento rápido. — Empina, Porra! — deu um tapa estalado na nádega branquinha. Renesmee, como uma bela esposa submissa, não protestou ao obedecer às ordens do marido. — Eu vou te comer todinha, e não vou parar até estar totalmente satisfeito. Prepare-se para aguentar tudo o que eu vou lhe dar essa noite! — Jacob tinha enrolado os longos cabelos platinados na mão e aproximado a boca apenas o suficiente para sussurrar a excitante frase no ouvido da loira. — Está pronta Nessie? — sussurrou novamente, mordendo e chupando a orelha ao final.

Renesmee, por instinto, empinou-se ainda mais à procura do marido. Jacob gemeu alto, e de forma hábil abriu a calça jeans escuta apenas o suficiente para liberar a potente ereção.

Com os dedos indicador e médio espalhou a unidade da esposa por todo sexo rodado, estava preparando-a para recebê-lo. Em seguida, com uma mão segurou o próprio membro duro e latente e com a outra mão agarrou a fina cintura da Amish. O polegar fez o trabalho de espalhar o líquido pré-seminal.

Jacob gemeu excitado mais uma vez quando Renesmee novamente empinou-se na intenção de acha-lo. Ele pode vislumbrar todo o sexo rosado brilhando convidativo. Sem mais conseguir se conter, ele entrou de uma única vez o sexo apertado da Amish.

Renesmee berrou em um misto de dor e prazer. Se eles não estivessem na boate, com o som naquele momento tocando estridente por todo o ambiente, com certeza todo o prédio teria escutado o berro dela.

Ele já começou estocando duro, estava alucinado. Sempre que a esposa tentava aliviar a posição imposta por ele, Jacob mantinha ela no lugar. Tinha consciência que era muito grande para ela acomoda-lo, ainda mais de quarto, mas ela sempre aguentou, não seria agora que não iria aguentar. Ele estocava duro e forte cada vez mais, estava insaciável...

...Renesmee há muito tempo já tinha chegado ao terceiro orgasmo. Ela estava exausta, mas Jacob seguia inabalável em suas estocadas. Ele naturalmente já demorava a gozar, agora com álcool no sangue e drogado só prolongava ainda mais a chegada ao êxtase.

— Jake. Jake! JAKE! Jakeeee... — a loira gemia já fraca, o quarto orgasmo estava se aproximando.

Há muito tempo ela tinha desabado o rosto e tronco no sofá preto de couro, só o quadril permanecia empinado com a ajuda do marido.

— Vamos, Nessie, aguenta só mais um pouco, também estou quase lá. — falou entre os gemidos. Já estava há mais de quarenta minutos estocando sem parar, mas agora o primeiro orgasmo estava vindo. — Que buceta deliciosa você tem! Não me canso de fode-la. — sussurrava palavras sujas.

Renesmee já nem prestava mais atenção nas palavras do marido, ela apenas se concentrava em tentar se segurar para chegar ao ápice junto com ele dessa vez.

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— Jakeeee... Eu... eu... Eu tô... — gemeu, deixando a frase morrer antes do fim.

— Caralho, Nessiiiie... — Jacob murmurou entre os gemidos. Ele enrolou novamente os sedosos fios platinados na mão uma última vez, puxando-os ainda mais, antes de enterrar-se firme uma última vez. — Nessieeeeeee... — gritou rouco quando se derramou no calor apertado e úmido da Amish. Ele sabia que ela também havia gozado, pela quarta vez, apenas alguns segundos antes dele.

Renesmee sentiu toda magnitude do gozo do marido lhe preencher. Era como uma larva quente e poderosa, aquecendo-a por completo.

O casal ficou parado em silêncio por alguns segundos, ambos tentado se recuperar do esplêndido orgasmo. Jacob havia apoiado o braço no encosto do sofá para evitar desabar o corpo musculoso sobre o delicado da amada. Ele estava parcialmente satisfeito. Foi uma foda maravilhosa e incrível, mas ele ainda estava duro e pulsante dentro dela. Definitivamente ele queria mais!

— Toma, Nessie. — ofereceu a latinha de energético após se retirar do interior da esposa. Jacob ajudou a loira a se sentar, pois ela estava nitidamente exausta. — Bebe um pouco, vai te ajudar a recuperar a energia. — o tom da voz, mesmo carinhoso, não deixava brecha para contestação. A ordem estava implícita.

A loira tomou obediente a lata oferecida. Ela olhou de soslaio para o pênis ainda exposto para fora da calça. O marido permanecia duro e inabalável. Ela suspirou resignada e desejosa ao mesmo tempo. Estava muito cansada, mas o desejava igualmente.

Jacob riu com a reação da esposa.

— Ainda estou com sede. — Renesmee comentou assim que terminou de beber todo o conteúdo da latinha.

— Toma! — Jacob tinha oferecido uma nova taça de champagne a ela. — Vou pegar água também, beba os dois. Não quero que você tenha ressaca amanhã, precisa se hidratar na mesma proporção. — Jacob foi até o frigobar, que tinha em um dos cantos, e pegou quatro garrafas de água, entregando uma para a esposa e as outras colocando dentro do balde de gelo. — Bebe! — ordenou, mas logo sorriu.

A loira de origem Amish obedeceu de imediato a ordem.

Jacob havia servido mais uma dose de uísque para si. Permanecia muito ligado, a droga ainda estava em seu efeito máximo, porém também estava totalmente consciente. O bem estar de Renesmee era a sua prioridade. Ele sabia que ela precisava de alguns minutos para se recuperar, e também para o energético fazer efeito.

— Preciso ir ao banheiro. — Renesmee quebrou o silêncio.

— Ao lado do frigobar tem uma porta preta, é um banheiro privado, pode usá-lo à vontade. — Jacob apontou para onde ficava o banheiro.

Renesmee ergue-se rápido, mas sentiu tudo girar. Se Jacob não fosse tão bom de reflexo, não teria conseguiu evitar a queda da esposa.

— Nessie, você está bem? — perguntou preocupado. Renesmee ao invés de reponder, começou a gargalhar. Ela estava bêbada, constatou o moreno. — Venha, eu vou te ajudar. — apoio a loira no próprio corpo e a direcionou para o banheiro.

— Jake, sai!— disse empurrando o marido.

— Ok, vou dar-lhe privacidade, mas não tranca a porta. Se trancar, eu vou arrombar. — falou sério. Estava com medo dela cair e se machucar.

Renesmee apenas balançou a cabeça concordado assustada. Sabia que era muito provável dele cumprir a promessa.

Jacob esperou pacientemente a esposa sair do banheiro, o que não demorou muito tempo. Ele estava bebendo um copo com uísque enquanto olhava a pista de dança no andar inferior. Nesse meio tempo tinha verificado o celular, mas não havia nenhuma chamada perdida ou mensagem do irmão, o que significava que Valentina estava bem e tudo estava sob controle.

— Vem, Nessie! — chamou pela amada assim que viu ela saindo do banheiro.

A loira caminhava de forma inserta, não conseguindo seguir uma linha reta, mas mantinha o equilíbrio, o que evitava quedas.

Renesmee aceitou a nova taça que Jacob ofereceu. Ela se posicionou ao lado dele, mas Jacob logo puxou ela para ficar em sua frente.

Ele movia o próprio quadril em balançar sensual, segurando e movendo o quadril da esposa para acompanhar os movimentos. Ela não sabia dançar, mas conseguiu seguir o ritmo imposto por Jacob.

Tudo parecia diferente e mais leve para loira, ela não mostrava restrições. Jacob estava adorando aquilo. Definitivamente ele deveria dar mais champagne para ela!

Naquela altura da noite a músicas tocadas na boate já era nitidamente mais explícitas ao apelo sexual.

O casal, que antes dançava de forma contida na privacidade do camarote, agora se esfregavam um no outro sem qualquer pudor.

Jacob apenas precisou colocar novamente o membro para fora da boxer, uma vez que a calça tinha permanecido aberta. Ele esfregava a ereção no bumbum da Amish. Também tinha erguido o vestido dela até a altura da cintura. Estava adornando a brincadeira torturante.

Era bem provável que quem olhasse para cima iria desconfiar sobre o que eles faziam no camarote do andar superior, mas não dava para ver absolutamente nada. O batente da janela era alto, além de Renesmee ser baixa. Ela permanecia oculta do tórax para baixo.

— Nessie, preciso de você. — sussurrou no ouvido dela. Ele não parava de esfregar a potente ereção nas nádegas macias e alvas.

Em um movimento preciso e rápido, Jacob puxou a pequena calcinha da esposa, rasgando a peça delicada. Renesmee soltou um gritinho pela surpresa. Ela imediatamente virou-se e ficou de frente para ele. Quando os olhos se fixaram um no outro, toda a surpresa e resistência da Amish evaporou. Ela mordeu o lábio para reprimir o gemido. Jacob estava tentador e intimidador demais, aquilo excitou-a!

Renesmee segurou firme o membro do marido e começou a manipula-lo. Jacob gemeu alto! Quando ele estava pronto para falar novamente que precisava estar dentro dela, Nessie o surpreendeu abaixado o corpo até ficar com o rosto na altura da virilha dele. Jacob gemeu por antecipação. Ele não estava acreditando que ela estava tomando a iniciativa. Com certeza compraria algumas caixas de champagne para deixar em casa.

A Amish segurou ainda mais firme o poderoso membro e começou a manipular em um vai-e-vem torturante para ele. Com incrível lentidão passou a ponta da língua na cabeça inchada, sentido todo o gosto salgado na ponta da língua. Era estranho, mas ela adorava aquele gosto peculiar.

— Nessie, chupa! — a ordem saiu entre o gemido. Ele envolveu os sedosos cabelos loiros na mão direita. — Quero ver o meu pau dentro dessa boquinha gostosa.

Renesmee não teve como resistir a ordem do marido, já que ele empurrou a enorme ereção contar os lábios rosados. Ela abocanhou o que conseguiu e o restante começou a manipular com a mão.

Ela chupava com prazer, protegendo sempre os dentes com os lábios. Sabia que Jacob estava gostando da forma que ela estava fazendo, pois os gemidos dele estavam cada vez mais altos.

A cabeça inchada e arroxeada era a que mais recebia atenção da Amish. Ela precisou usar uma das mãos para espalmar o quadril dele. Jacob empurrava cada vez mais forte o membro para dentro da boca dela. Ele estava alucinado! Porém ela não conseguia receber muito dele com a boca, Jacob era realmente enorme!

Por mais que o moreno estivesse delirando com o sexo oral da esposa, sabia que não conseguiria gozar tão facilmente. Ele podia passar horas naquela delirante tortura, mas era nítido que era ela quem não iria aguentar mais por muito tempo. A loira até já estava tentado refrear os seus impulsos ao projetar-se para dentro da boca dela.

— Vem! — Jacob retirou-se da boca da esposa e a puxou para cima, agarrado uma das pernas dela para suspender. — Já fodi demais essa boquinha gostosa, agora quero foder essa buceta! — capturou os lábios inchados da loira para evitar protestos por parte dela.

O beijo já começou selvagem. Ele podia sentir o próprio gosto salgado nos lábios dela.

Jacob precisou abaixar-se bem para igualar as alturas e conseguir penetra-la. Quando a posição ficou boa, ele entrou em uma única estocada, ela estava muito bem lubrificada para recebê-lo.

Jacob estocava alucinando enquanto sentia Renesmee gemer em seus lábios.

— Nessie, abraça a minha cintura com as penas. — ditou assim que suspendeu o pequeno corpo totalmente do chão.

Por instinto Renesmee obedeceu, enlaçando a cintura musculosa e também agarrando o pescoço dele.

A primeira posição não estava muito confortável para Jacob, já que precisou agachar muito para conseguir penetra-la. Mas agora estava bem mais confortável, além de dar mais profundidade para ele entrar. Ele amparou as duas nádegas com as mãos enquanto bombeava o quadril de forma dura. Eles gemias e suavam a medida que o prazer aumentava.

Como sempre Renesmee chegou antes ao ápice que Jacob... Ela já estava indo para o terceiro orgasmo quando eles agora chegaram juntos, gritando um o nome do outro.

Jacob abriu os olhos assim que torpor do orgasmo passou, segundos depois. Ele estava suado e saciado — por hora —, mas permanecia duro dentro dela. Ele olhou para o andar de baixo e percebeu que algumas pessoas estavam olhando para eles. A boate já estava bem mais vazia, era os últimos minutos da noite.

Ele passou a sustentar o corpo leve da amada apenas com uma das mão, com a outra ele apoio na cabeça dela, mantendo ela virada de costas para os espectadores. Estava protegendo a identidade da esposa. Se alguém tivesse fotografado ou filmado, ao menos Renesmee seria poupada de ser exposta e revelada.

Ele deu alguns passos para trás, apenas o suficiente para afastar-se do batente da janela. Apertou o botão para acionar o fechando automático da janela e persiana. Por mais que ninguém pudesse ver eles ainda agarrados um ao outro, era fácil demais deduzir o que eles faziam.

Jacob era uma pessoa pública, bem conhecida na sociedade de New York. Toda a sua família sempre saia em revista sobre a alta sociedade de Manhattan. Eles eram empresários muito ricos e famosos, por mais que a parte criminosa ficasse absolutamente oculta. Era fácil alguém reconhece-lo e tirar uma foto para tentar vender algo para uma dessas revistas de fofocas. Tinha que proteger a imagem da esposa a qualquer custo... Mas a verdade era que tudo aquilo era extremamente excitante para ele.

— Jake, o que foi? — Renesmee perguntou assim que Jacob soltou a cabeça dela o suficiente para mexer.

Assim que o torpor do orgasmo tinha passado, ela percebeu que o som havia diminuído e Jacob mantinha a cabeça dela fixa no vão entre a cabeça e ombro dele.

— Nada, Nessie. — falou enquanto retirava-se de dentro do interior dela. — Apenas acabou por hoje. A boate já vai fechar.

— Ah, tudo bem. — Renesmee soltou a cintura do marido e pôs os pés no chão. — Pode me soltar, estou bem. — garantiu ao sentir que não iria cair. — Vamos para casa agora ou você tem mais alguma coisa para resolver aqui?

— Não tenho mais nada para resolver aqui. Os meus funcionários e o gerente fecham tudo. — informou já pondo o membro para dentro da boxer e fechando o zíper da calça. — Mas ainda não vamos para a nossa casa. Reservei uma diária na suíte presidencial do Palace Hotel. Ainda temos muito que aproveitar essa noite! — sorriu malicioso para loira. Renesmee arregalou os olhos. Estava cansada e dolorida, mas Jacob parecia inabalável e bem disposto. — Já liguei para a nossa casa e está tudo bem com a nossa filha. Quil vai ligar se estiverem precisando de nós por lá. — antecipou-se em reponder ao ver que a Amish iria protestar.

— Tem certeza que está tudo bem? — perguntou preocupada com a filha.

— Absoluta, Nessie. Sabe que as necessidades da nossa filha vem em primeiro lugar. Ela está bem com os padrinhos que escolhemos para ela. — Jacob respondeu olhando nos olhos azuis da amada. — Agora vamos, ainda está cedo e temos muito o que aproveitar ainda. — ajeitou o vestido dela e a puxou pelo braço, na direção da saída do camarote.

A noite seria longa para o casal! Ainda era relativamente cedo, já que era lei as Casas noturnas, que ficavam no oração de New York, fecharem no máximo até às quatro da manhã.

TLAD

O casal permanecia abraçados enquanto aguardavam pelo atendimento, tinham chegado apenas há alguns minutos. Ao contrário das vezes anteriores que estiveram naquele lugar, hoje em especial eles seguiam céticos. O caminho percorrido por eles até aquele momento tinha sido bastante desanimador, havia um sentimento de ansiedade e frustração a cada tentativa.

— Senhor e Senhora Black! — a recepcionista chamou pelo casal. — A Dr. Swift acabou de telefonar avisando que irá se atrasar alguns minutos, pois está presa no trânsito. Ela pediu desculpas! — explicava a atendente. — A enfermaria que auxilia Dr. Swift vai iniciar os exames básicos para não atrasar muito o horário de você. Tudo bem? — perguntou a jovem atendente.

— O que você acha gatinha? Está tudo bem para você começar sendo atendida pela auxiliar? — Quil perguntou a esposa após olhar o relógio.

Ele teria que ir trabalhar logo depois que saísse da consulta e deixasse a esposa em casa, no entanto não havia nenhum compromisso importante naquela manhã, não teria problema chegar mais tarde que o previsto.

— Por mim não tem problema. Podemos começar logo os exames. — Claire respondeu sem muita animação, já sabia qual seria os resultados.

Antes a loira estava muito animada para realizar os exames, mas desde que tinha menstruado — há quase dez dias — viu todas as suas esperanças se apagarem de uma única vez. Agora estava ali apenas para escutar da médica quando iria poder fazer de novo a inseminação.

Quil e Claire seguiram para o consultório indicado pela recepcionista, pois a enfermeira já estava à espera deles.

Como procedimento padrão o primeiro exame foi o de sangue. O material colhido foi imediatamente enviado para o laboratório. Logo em seguida Claire foi medida, pesada, teve a pressão sanguínea verificada... tudo minuciosamente feito pela competente enfermaria. Quil apenas seguia ao lado da esposa para oferecer apoio emocional.

— Vamos iniciar a ultrassonografia? — questionou a enfermeira. — Dr. Swift já deve está chegando. Acredito que esteja sentindo-se desconfortável pela quantidade de líquido que teve que ingerir para realizar o exame. — a senhora sorriu complacente.

— Sim, claro! — concordou a loira.

A verdade era que Claire sentia-se desconfortável, mas havia se acostumado com aquela sensação. Não era a primeira vez que realizava aquele tipo de exame.

Quil não disse nada. Ele apenas deixava a esposa tomar as próprias decisões. Estava ali somente para apoiá-la.

Após direcionar a loira para sala de exame, onde indicou o banheiro para a ela trocar a roupa e vestir o avental, a gentil enfermeira puxou uma cadeira para Quil se posicionar ao lado da maca.

— Venha, Senhora Black, deite-se aqui. — a Senhora indicou a maca, ajudado a loira a se posicionar nela. Claire ficou totalmente exposta e vulnerável para o exame. — Vou por a proteção. É descartável. — colocou a camisinha descartável no cabeçote do aparelho e lubrificou com gel. — Pronta? Apenas Relaxe!

Claire realmente tentou relaxar, mas era quase impossível para ela. Tudo era tão constrangedor... Aquele exame era tão estranho...

— Relaxe, Senhora Black. — pediu mais uma vez a enfermeira. Claire permanecia tensa, estava sendo difícil introduzir o cabeçote para realizar o exame transvaginal. — Não quero que sinta desconforto!

Quil vendo a esposa tensa, segurou a mão dela e começou a acariciá-la. Ele aproximou a boca do ouvido dela e começou a dizer palavras de apoio. Por fim beijou as bochechas branquinhas por inúmeras vezes.

— Pronto! Vamos começar o exame. — a senhora falou indicado que já havia conseguido introduzir o cabeçote do aparelho.

A sala foi dominada pelo silêncio enquanto o exame era realizado.

Quil e Claire permaneciam distraídos, durante a realização do exame. Eles trocavam carinhos de forma singela no período que a enfermeira observava a tela negra.

Mesmo concentrando toda a sua atenção na esposa, Quil também conseguia observar tudo o que acontecia ao seu redor. Era um costume que adquiriu devido a vida criminosa que levava.

Ele pode observar a enfermeira olhando fixamente para o monitor e depois para o prontuário médico. A senhora fazia aquele mesmo gesto repetidamente. Quil soube ali que algo estava errado!

— Algum problema? — Quil perguntou calmo, não queria assustar Claire.

— Não, Senhor Black. — a enfermeira tentou disfarçar ao responder de forma calma, mas Quil percebeu que ela estava assustada. — Eu apenas esqueci de pegar algo no consultório da Dr. Swift. Me dêem um segundo que já volto. — retirou o cabeçote de dentro da Amish de forma delicada. — Peço apenas que permaneça na posição, Senhora Black. Ainda não conclui o exame. — falou já cobrindo com um lençol as pernas exposta da loira. — Volto em alguns minutos. — levantou-se de forma apressada e deixou a sala de exame, levando junto consigo a pasta do prontuário médico da loira.

Quil estava nervoso, mas conseguia disfarçar muito bem para a esposa.

— O que aconteceu? — Claire perguntou confusa. Ela não estava tão dispersa assim.

— Nada, ela só foi buscar por algo para terminar o exame. — ele falou de forma tranquila.

Quil começou a conversar sobre assuntos leves para distrair a amada. Ele lembrou da diferente experiência que eles tiveram há um pouco mais de uma semana, quando ficaram com a afilhada para os pais da bebê curtirem uma noite juntos.

— Com certeza ela não puxou a Nessie. — Claire afirmou sorrindo. — A Renesmee sempre foi muito boazinha, nunca expressava opinião sobre nada. Valentina tem opinião própria já desde bebê!

— Ah, isso ela com toda certeza do mundo puxou ao Jacob! — Quil gargalhou. — Ele sempre foi terrivelmente genioso.

— Ela tinha que puxar logo isso dele? — Clarice falou brincalhona.

— Alguma coisa ela tinha que puxar a ele! Por que não a personalidade forte e marcante? — o moreno disse sério, mas logo caiu na gargalhada. — Estamos ferrados com essa garotinha. Ela faz o que quer e todos nós obedecemos.

O casal permaneceu conversando por mais alguns minutos. Quil tentava entreter a esposa, mas na verdade ele estava bem preocupado. A enfermeira tinha saído há mais de dez muitos e ainda não tinha voltado até agora!

Eles só pararam de conversar quando escutaram a porta sendo aberta, mas para a surpresa deles quem estava entrando era Dr. Denise Swift e não a enfermeira.

— Bom dia! — cumprimentou a médica ao casal. — Peço imensas desculpas por ter que adiar a nossa consulta em quase duas semanas e pelo meu atraso de hoje. Tive um sério problema de saúde na família e tive que viajar para minha cidade as pressas. Voltei somente ontem para New York. E hoje de manhã fui surpreendida por um acidente no caminho vindo para clínica. — justificou-se. — Mas gostaria de saber como estão se sentido? — perguntou animada.

— Estamos bem. — Claire quem respondeu primeiro. — Apenas um pouco triste por mais uma vez não ter acontecido.

— Como assim? — a médica perguntou supresa.

— A Claire esse mês teve o ciclo normalmente. — agora era Quil quem respondia no lugar da loira.

A médica franziu a testa, uma ruguinha se formou entre as duas sobrancelhas bem delineadas.

— Bem, vamos terminar o exame e conversamos depois. — A médica caminhou até a cadeira posicionada ao lado do aparelho de ultrassom. — Claire, apenas relaxe. — pediu assim que trocou a camisinha e lubrificou o cabeçote novamente.

A ex-Amish mais uma vez tentou fazer o que médica pediu, mas era difícil relaxar com aquele exame.

A médica gastou mais tempo que o necessário para realizar o exame. Se antes o casal seguia sem prestar atenção durante o procedimento, agora os dois permaneciam com os olhos vidrados na médica e na tela do ultrassom.

— Pronto! Claire, pode se tocar. Vamos conversar em meu consultório. — informou a doutora.

— Dr. swift, está tudo bem? — a loira perguntou preocupada. A expresso da médica estava estranha.

— Conversaremos em meu consultório. — mais uma vez a médica repetiu a resposta.

— Porra, Doutora, fala longo. — Quil disse irritado. Estava muito nervoso, não média mais o próprio comportamentoZ

— Tudo bem, Senhor Back. — provavelmente o tom do moreno tenha amedrontado a médica, pois ela acabou cedendo aos apelos do casal. — Em primeiro lugar, gostaria de parabenizamos pela gravidez e...

— O QUE??? — Quil e Claire gritaram juntos pela surpresa da notícia.

— Como é possível?— Quil perguntou nervoso. Ele não estava acreditando no que acabara de ouvir. — Ela já menstruou esse mês!

— É sobre isso que temos que conversar com calma em meu consultório. — explicou a médica — Mas não há dúvidas sobre a gestação. Tanto no ultrassom como no exame de sangue temos a confirmação. — explodiu após olhar novamente o prontuário. — Mas tem algo realmente surpreendente. Um caso raríssimo! Eu realmente ainda estou surpresa e feliz por ter essa raridade em mãos.

— Como assim? — Claire estava em choque. Ela não estava acreditando que estava grávida. — O que está acontecendo? — sentou na maca para observar melhor a expressão da médica.

Doutora Denise deu-se por vencida. O casal não iria sair dali para conversar em seu consultório enquanto não obtivessem as respostas para todas as suas perguntas.

— Senhor e Senhora Black, eu preciso que escutem com total atenção ao que vou explicar agora. — começou de forma lenta, para o casal poder absorver toda a informação que passeia. — Como já é do conhecimento de vocês, nessa segunda tentativa eu optei por implantar três embriões, já que na primeira tentativa nenhum dos dois vigaram. Tinha esperança que nessa tentativa algum deles resistisse, mas para minha total surpresa, não só um, como os três vingaram...

— Oh, meu Deus! — Claire levou as mãos a boca pelo choque, estava a ponto de gritar. Uma euforia dominava ela. — Amor!!! — chamou pelo esposo.

Quil estava catatônico. Ele congelou no momento que escutou que os três embriões implantados haviam vingado no útero da esposa.

— Nós temos três bebês crescendo aí dentro! — Quil despertou do transe assim que Claire apertou mais forte a mãos dele. — Eu Te amo. Eu amo vocês. — ele começou a beijar a esposa na frente da médica mesmo. Ele não ligava, era a emoção dominando por completo. — Nós teremos três bebês, é isso? — perguntou para médica assim que conseguiu se conter.

O casal transbordava euforia!

— Na verdade, não! — informou a médica, causando choque no casal. — Vocês terão quarto bebês! — sorriu ao vê os olhos arregalados do casal a sua frente.

— Mas como? — foi tudo que Quil conseguiu dizer antes de desabar na cadeira. Foi a primeira vez na vida que ele sentiu as pernas perderem suas forças.

Agora quem estava em absoluto choque era a loira. Ela nem piscava, mas as mãos instintivamente foi para o ventre ainda plano.

— O que aconteceu com vocês é um caso raríssimo, acredito que até único no mundo, devido ao histórico de vocês. — a médica começou a explicar. — Quando os três embrião foram implantados no útero da Claire, por algum motivo o corpo dela aceitou eles, mas não reteve essa informação. Quando uma mulher fica grávida o normal é que o corpo dela bloquei a ovulação, mas Claire acabou ovulando e você conseguiu fecundar esse óvulo. O quarto bebê foi gerado de forma natural. Ele tem uma semana a menos que os outros três, que já estão com sete semanas. Ele é mais novo que os outros, mas cresce igualmente saudável. — sorriu para o casal em choque. Era uma experiência única para a médica ter um caso raríssimo como aquele em mãos.

— Meu Deus! — Claire não conseguiu conter as lágrimas que desciam como cachoeira. — Eu tenho quarto bebês crescendo aqui? — olhou abobalhada para as mãos espalmadas na barriga. — São meus quatro milagres!

— Obrigada meu Anjo! — Quil Beijou a testa da esposa com verdadeira devoção.

Ele estava igualmente abobalhado, a ficha ainda não tinha caído. Era surreal acreditar que além de conseguir que os três embriões vingassem, ele ainda conseguiu fecundar naturalmente a esposa. Tudo aquilo era um verdadeiro milagre!

— Podemos ir agora ao meu consultório para conversarmos? — perguntou sorridente a médica. Até ela estava nas nuvens com aquele caso único. Não havia nenhum caso como aquela registado. Ela seria a primeira a escrever um artigo sobre o caso raríssimo. — A gravidez de múltiplos requer muito mais cuidados. Irie recomendar repouso parcial. Claire, o sangramento que teve não é normal e nem de longe era a sua menstruação. Os quatro bebês estão bens, mas vamos ser muito cautelosos durante o período de gestação...

Quil e Claire concordaram em ir ao consultório para conversarem sobre a gestação múltipla. Eles queriam obter todas informações necessárias para terem uma gestação tranquila e sem imprevistos desagradáveis.

Eles estavam tão eufóricos e felizes que era difícil conter a alegria. Claire sabia que Deus tinha abençoado eles com aquele verdadeiro milagre quádruplo. Estavam transbordando felicidade!

— Vamos, gatinha, estou ansioso para saber tudo sobre a nossa ninhada. — brincou com a amada assim que ela saiu vestida do banheiro.

Claire só conseguia sorrir. Estava radiante!

Quil segurou a mão da esposa e a conduziu para fora da sala de exame, iriam direto para o consultório da médica. Ela já aguardava por eles lá.

Era nítido o orgulho e alegria do casal. Eles sairiam hoje de lá muito diferente de quando entraram naquela manhã.

Deus realmente havia sido muito generoso com eles!

Notas finais
WOW!!! Muitas informações em um capítulo só! Rsrsrs Vamos por partes. Muita calma nessa hora!!!Rsrsr Complicações após o parto trouxeram um momento de tensão na família “The Wolf”, mas graças a Deus deu tudo certo. Comfessamos que a ideia inicial era matar a Jenny, deixar Embry sozinho com um bebezinho órfã, mas algumas razões convenceram a gente de mudar de ideia. E aí, vocês preferiam Jenny morta ou viva??? Também no meio dessa confusão toda, queríamos dar um destaque a Nessie. No poder da mulher, na feminilidade... tem algo mais feminino e belo que amamentar???? Não! Por mais que as vezes pode não ser uma missão fácil, sempre será gratificante! Gente... E como assim Embry aprontou mais uma??? Ele MUDOU o nome que a Jenny escolheu! Então nós realmente temos um EMBRY JUNIOR! Hahahaha Só Embry mesmo! Momento “The Wolf”! Com eles não se brinca. É um caminho sem volta. Jake e Embry um tanto estressados! Podemos ver toda essa irá quando eles mataram o cara só na porrada com o taco! E Jake não sendo o papai tão perfeito quando imaginávamos. Achamos normal esse pequeno momento de “ciúmes” que ele está tendo da atenção que Nessie está dedicando a Valentina. Ok, ele é um bom pai, mas quando a necessidade virou manha, as coisas mudaram de figura! Oh Homem possessivo! ADORAMOS!!!!! Hahahha E nem vamos falar sobre a solução que ele arrumou, né? Tem alguém aí com calor??? Uh uh... queromos um homem quente desse em nossas vidas!! E por último, e não menos importante. Na verdade, acho que foi o ápice do capítulo. Quil e Claire CONSEGUIRAMMMMM... E quatro de uma única vez!!!! Hahahhaa Queria filho? Toma filho!!!!! Vamos confessar que a ideia de quatro bebês surgiu há muito tempo, talvez há uns dois/ três anos! Graças a um vídeo que vimos de uma mamãe sorrindo com seus quadrigêmeos... achamos tão Quil e Claire! E eles mereciam ser recompensados grandiosamente depois de tudo que passaram. A ideia de trigêmeos inseminados artificialmente e um bebê concebido de forma natural foi graças a uma curiosa repostagem que lemos sobre uma barriga de aluguel que estava grávida de gêmeos para um casal asiático. Quando os bebês nasceram, simplesmente um era asiático e o outro não. Os pais da criança quiseram DNA. E qual foi a surpresa? Um bebê era realmente fruto da inseminação e outro concebido de forma natural, dias depois da inseminação. É um caso raríssimo, mas pode acontecer de uma mulher já grávida, engravidar de novo. Então vimos ser possível e decidimos colocar um bebezinho concebido naturalmente no meio dessa galerinha já concebida artificialmente. E aí, gostaram ou amaram??? Rsrsrs Galera, a verdade é que TLAD também já está se encaminhando para o fim, depois de anos! Rsrsrs Ainda não sabemos exatamente mais quantos capítulos a Fic terá, mas as “histórias principais” já foram contadas. De agora em diante, será capítulos com passagem de tempo, narrando só alguns momentos importantes nesse período até chegar à adolescência dessa nova geração “The Wolf”. Ainda teremos muitas emoções, mas de forma saltidada no tempo. Tlad até agora basicamente contou o primeiro ano das Amish em NY e como a vida delas sofreram uma enorme metamorfose ao cruzar o caminho com os perigosos “The Wolf”. Agora é só passagem de tempo mesmo até chegar ao momento do epílogo. No próximo capítulo ainda teremos um começo breve no tempo, mas depois será passagens maiores. Esperamos ainda ter leitoras. Ah, quem começou a ler TLAD desde do momento do primeiro capítulo postado poderia deixar um comentário???? Queriasmo um feedback para saber quem está conosco desde o começo, há anos atrás. Pode ser só um “oi! Acompanho desde do primeiro capítulo postado” Ficaremos muito felizes em saber! Ah, e também esperamos muitos comentários e por Recomendações também!!!! XoXo Jenny e Baah!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.