Notas iniciais
[Báah e Jenny] Fala galerinha... E ai pularam muito carnaval? Bom nós curtimos bastante. Quero começar a tagarelar parabenizando a todas as leitorAS, hoje nosso dia, mas lembrando que devemos viver intensamente em todos eles. Parabéns mulherada nós somos fodas!!! u.u Agora voltando ao que interessa... Agradecer pelos comentários todos maravilhosos e enchendo nosso coração cor de rosa de alegria hahaha. Agradecer as lindas Lara Lautner, Paula Figueiredo e Lady Stark pelas recomendações. Amamos cada uma delas e por esso motivo já temos 2 capítulos prontíssimos pra vocês... Por tanto, nada mais de atrasos. Capítulo dedicado a todas que amam TLAD =D. Chega de papinhos neh, nos falamos mais um pouquinho lá embaixo. Capítulo importante, atentem nos detalhes... Bora ler! Boa leitura!!!

TWO LIVES: A DESTINATION!

A linda morena encontrava-se com um sorriso enorme nos lábios, estava radiante. Adorava ver sua casa cheia. Seus irmãos e primos eram tudo que tinha e que mais amava nesse mundo. Todos estavam felizes e tranqüilos, naquele ambiente eles podiam ser eles mesmos; Black e Clearwater, e nada mais... Nada de The Wolf. Esses momentos eram raros, o que os tornavam ainda mais especiais.

– Vamos almoçar? Já irei mandar servir. – Rachel avisou alegremente, estava radiando felicidade.


– Até que enfim! Já estou morto de fome. – Seth brincou, com um sorriso travesso nos lábios, com sua amada prima.

– Diga uma novidade? E quando é que vocês não estão mortos de fome? – Agora era Leah que respondia de forma divertida. Todas as mulheres ali presentes sabiam do grande apetite dos morenos. Eles eram altos e fortes, sempre malhavam e lutavam isso fazia com que necessitassem de uma alimentação mais regular.

Todos saiam da sala de jogos onde estavam bebendo e se divertindo e seguiam pra enorme sala de jantar. O típico almoço de domingo acontecia no mais amistoso e amável clima, tudo que Rachel tinha mandado preparar era com carinho e amor, sempre respeitando os gostos individuais de cada um ali presente.
Conversas divertidas e variadas aconteciam ao mesmo tempo, tudo estava delicioso e todos saboreavam cada prato. Quando a sobremesa estava sendo servida, um silêncio reconfortante pairou no ambiente. Todos estavam tranquilos e calados saboreados a deliciosa sobremesa.

– Realmente não sei como fazer isso, então farei da forma mais direta possível porque sei que vocês preferem assim. – Rachel começou a falar, quebrando o silêncio e chamando a atenção de todos os presentes pra si mesma. Parou, fechou os olhos e respirou fundo na intenção de tomar coragem. Os morenos estavam em silêncio, olhando em sua direção e escutando apreensivos pela pausa que a morena deu. – Eu estou Grávida! – Falou em um único folego.
O silêncio era absoluto, e só havia sido quebrado por Paul que tossia compulsivamente. Rachel olhava nervosa a espera de uma iniciativa do marido, mas ele só tossia... Já estava ficando vermelho. A única atitude veio de Kim, Emily e Leah que levantaram e correram na direção à Rachel para abraçar e parabenizar pela Gestação. E Paul continua a tossia.

– Parabéns papai. – Jared sacaneou o irmão dando três tapinhas em suas costas. Paul buscou o copo de água e bebeu em um só gole, na intenção de findar sua crise de tosse.

– Ma... Ma... Mais Como? – mesmo gaguejando, foi à única coisa que consegui formular no momento. A notícia havia lhe pego desprevenido, não sabia o que pensar.

– Ah! Me poupem dos detalhes. Todos aqui sabemos bem como se faz filhos. – Quil falava nervoso, já cortava a possibilidade de qualquer um falar uma besteira.

– Não é isso que estou falando seu idiota. – Paul rebateu a altura. – Nós não estávamos tentando... E nos preveníamos. – concluiu.

– Caralho, O que importa? Nós seremos tios! – Embry gritou feliz.

– Parabéns minha querida irmã. Não vejo a hora de ver meu sobrinho. – Jacob levantou e foi abraçar a irmã, era o primeiro dos morenos a parabeniza-la. Realmente estava feliz por ela, sempre soube desse lado extremamente maternal dela.

– Paul. – Rachel o chamou. Estava angustiada com a catatônica reação do marido. – Fala alguma coisa. — Já estava com os olhos lacrimejando, efeito dos hormônios.

– Desculpa meu amor... Só fui pego de surpresa. – começou a falar já se encaminhando pra abraçar a esposa. – Mas estou muito feliz. – abraçou e beijo apaixonada a esposa.

O clima se amenizou e todos parabenizavam Rachel e Paul pelo novo membro. A segunda geração daquela unida família estava se iniciando. Um champanhe foi usado pra brindar e comemorar o novo integrante.

Rachel contou como que ocorreu a gravidez. Ela havia decidido parar de tomar o anticoncepcional há mais ou menos seis meses, pois já estava se sentindo preparada pra ser mãe, porém não quis contar pra ninguém, nem mesmo pra seu marido, pois queria fazer uma surpresa à família, além do mais não sabia quando aconteceria.
Também informou que já estava com 11 semanas de gestação e faria a primeira ultra naquela semana. Paul ficou eufórico com a possibilidade de acompanha-la na primeira ultrassonografia, e ficou aliviado em saber que o mal estar que sua amada andava sentindo era os sintomas da gravidez.

Brincadeira e planos eram feitos ao redor do novo membro daquela grande e unida família.

– Poderíamos fazer uma viagem só de garotas...Para falar de coisas de bebês. Planejarmos o quartinho e enxoval do nosso príncipe ou princesa. – Leah falava empolgada com a novidade de ter seu primeiro sobrinho.

– É! Seria ótimo. Vamos Rachel? – Kim pedia reforçando o coro de Leah e Emily.

Rachel concordou com a viagem após o aval de liberação dos morenos, já fazendo planos com as meninas. Iriam passa um fim de semana em Miami, talvez em um SPA, na intenção de fugir um pouco do frio, relaxar e comprar coisas para bebê. Os morenos concordaram com a ida de suas esposas para uma viagem só delas. E já planejavam uma noitada de comemoração, com muitas mulheres, bebidas e drogas. Ou seja, no melhor estilo The Wolf!

TLAD

Era fim da manha de domingo, e mais um dia de folga das meninas amish, como sempre acordaram cedo, e fizeram uma faxina na casa. O apartamento estava sempre impecável, muito bem limpo e arrumado. Elas já tinham realizado suas obrigações, e não havia mais nada a ser feito no apartamento. Como de costume almoçariam na lanchonete, então estavam com tempo livre. Optaram em fazer algo que não tinham o costume, na verdade só fizeram uma ou duas vezes até hoje. Já havia se passado um mês que estavam em NY e muita coisa já tinham acontecido em suas vidas, mas as experiências só trouxeram mais dúvidas em suas inocentes cabecinhas.

As jovens Amish ligaram a televisão à procura de algo que despertasse suas atenções, e como por milagre, em resposta a muitas de suas perguntas, encontraram um filme de contava uma história adolescente. O longa, falava dos primeiros relacionamentos.
O filme não apresentava cenas de sexo, porem tinham algumas cenas mais ousadas, onde continha umas pegadas mais quentes, que despertou tanto espanto como curiosidade nas jovens.

Renesmee ficou chocada com os beijos ousados e algumas carícias impróprias que o filme mostrava naturalmente, como se fosse há realidade e o normal acontecer entre jovens. Na verdade tudo era bem real, o que não era comum e até fora do normal, é a vida que ela sempre levou.
Pensou se um dia Jacob a beijaria assim, e a tocaria daquela forma. Não! Ela repreendeu seus pensamentos. Aquilo deveria de ser pecado, só poderia permitir ser tocada pelo seu marido. Isso sim era o certo!

Claire também olhava tudo mais atenta ainda e menos espantada que Renesmee, afinal de contas ela já havia feito coisas, muito a mais que o filme mostrava. E foi com o filme que pode obter a resposta da pergunta que tanto se fazia; Sim! Fazer “coisas íntimas”, que aprendeu no filme ser chamado de sexo, era uma coisa normal aqui fora.

Mas o que realmente despertou a curiosidade das loiras foi o diálogo das personagens principais no filme, elas falavam de namoro, sexo... Mas principalmente de sentimentos.

– Ai meu Deus! – Claire falou espantada, elevando a delicada voz e colocando as mãos à boca.

– O que foi Claire? — a loirinha perguntou assustada com reação da amiga.

– Eu acho que estou apaixonado pelo Quil! – falou ainda mais assuntada. Nas cabeças das meninas amish, amor e paixão é uma coisa só. Não existe distinção entre esses sentimentos.

– Como assim? Porque acha isso Claire? – perguntou nervosa, mas curiosa e preocupada com a afirmativa da amiga.

– Como assim Renesmee? Você não esta prestando atenção no que elas estão falando. – respondeu referindo-se ao filme que assistiam mais precisamente no diálogo das personagens principais.
– Claire, eu não estou entendendo nada do que você esta falando. Explica-me, por favor! — calmamente pedia.

– Ela contou pra amiga que estava apaixonada pelo garoto... E as amigas perguntaram como ela tinha certeza disso... E foi ai que ela contou a elas tudo o que estava sentindo... E as amigas confirmaram que ela realmente estava apaixonada. – Claire concluía o que achava ser obvio e só Renesmee não entendia o que estava tentando falar.

– Sim Claire, isso eu também vi. Mais ainda não entendi da onde você tirou que esta apaixonada pelo Quil.

– Ela falou que o coração dela dispara quando vê ele ou esta com ele, a mão fica suada, dá um frio no estômago, quando esta com ele se esquece dos problemas e do mundo. Eu sinto tudo isso com o Quil! – concluiu nervosa.

– Eu também. — a voz de Renesmee era quase um sussurro após analisar tudo que amiga falou. – Eu também sinto tudo isso com o Jacob... Eu estou apaixonada por ele. – concluiu de forma duvidosa. Sua afirmativa estava mais para uma pergunta. – O que faremos agora que sabemos que estamos apaixonadas? — queria saber como agir com essas novas informações.

– Sabemos que cada um tem destino a seguir criado por Deus. E não é a toa que estamos aqui. New York é muito grande... Porque fomos parar logo aqui? Esse é o nosso destinou. — afirmou. — Eu sempre soube que ele seria fora da comunidade. São eles Renesmee... Quil e Jacob são os nossos destinos! – Claire falava com tanto entusiasmo a recente descoberta, parecia que tinha encontrado água no deserto.

– Você acha? Eu nunca senti nada do que sinto com o Jacob por mais ninguém. — Concluiu. — Acho que você tem razão... Mas e agora? – A loira estava em dúvida do que teria que fazer com a recente descoberta.

–Viva! E se permita a realizar seu destino. – Claire Falou determinada. – Hoje você vai sair com o Jacob e vai viver tudo que tiver e sentir vontade... Lembre-se ele é seu destino. – a sonhadora loira falava incentivado toda aquela loucura.

– Tudo bem farei isso. – Renesmee concordou com a amiga, o que sentia por Jacob era único... Era amor. – Mas e você e o Quil? O que você fará? – Renesmee estava preocupada com a amiga, desde que Quil não apareceu mais pra vê-la, Claire andava mais triste e calada. Talvez conseguisse desvendar o mistério que a loira guardava.

– Meu caso é Complicado – disse baixando o olhar. — Acho que Quil não gostou de sair comigo, porque ele nunca mais apareceu. — A loira realmente acreditava no que falava. Para ela o sumiço de Quil era devido a ele não gostar da humilde companhia dela.

– Impossível alguém não gostar de você. – Renesmee estava sendo sincera, amava a amiga e não via como alguém não adorar Claire também. – O Jacob falou alguma coisa sobre Quil estar em uma viagem de trabalho, meio que surgiu de emergência. Mas eu não perguntei nada, pois não sabia... Acho que é por isso que ele não esta vindo aqui te ver. Que que eu pergunte ao Jacob?

– Não precisa. Ele deve esta viajando, pois eles trabalham muito, Né? – Perguntou ainda angustiada com o sumiço de sua paixão. A amiga só acenou positivamente com a cabeça.

O clima tinha ficado mais leve, e as meninas ainda conversavam sobre as atuais descobertas. O assunto era só um; Paixão... Amor!
Logo a fome abateu sobre elas, e decidiram descer na lanchonete para almoçarem. Comeram algo simples e conversaram um pouco com os funcionários que estavam trabalhando naquele dia. Porém não demoraram muito, pois Renesmee tinha que se arrumar porque em poucas horas iria sair com Jacob.
A loira tomou um banho calmo, secou os cabelos e foi se arrumar com a ajuda de Claire, que a ajudava a escolher uma roupa bonita pra ela se encontrar com o moreno.

Renesmee insistiu pra amiga ir junto com ela, não queira deixá-la sozinha, mas Claire não estava se sentindo bem, tinha ficado menstruada e estava com leve dor de cabeça, nada igual a frágil amiga, mas queria ficar quieta em casa.
As loiras seguiram na produção de Renesmee, pois logo o moreno chegaria.

TLAD

O moreno se arrumava com gosto, queria impressionar ainda mais sua doce amish. Estava lindo todo de preto, dava um ar sexy e misterioso até um pouco sombrio. Jacob usava com calça jeans escura, suéter de gola alta e casaco longo preto. Sapato e luvas de couro pretas. Uma tentação!

Borrifou o caro perfume Frances, pegou suas armas, carteira e chaves e saiu. Estava ansioso pra sair com sua Nessie e mais ainda pra conseguir estabelecer mais intimidade com ela.
O trajeto até o apartamento da Amish era feito com cautela, já que as ruas estavam com neve nas pistas. Mas apesar de tudo foi rápido devido aos poucos carros que transitavam naquele momento.
Logo o Jaguar parou em frente ao conhecido comércio. O moreno desceu e tocou a campainha. Sua visão captou a mais bela mulher que seus olhos viam.

Pra ele era como um anjo loiro. Renesmee estava simples em calça Jeans, blusa de lá azul bebê, trecho-coat e luvas cinza claro. Estava simples, mais linda. Os enormes cabelos loiros claríssimos estavam soltos e caiam sobre ombros e as costas da jovem. Linda e perfeita, ele contemplou.

Uma necessidade absurda se fez presente e sem pensar em muita coisa Jacob enlaçou os enormes braços na fina cintura de Nessie colando os corpos e com a outra mão enroscava seus dedos nos sedosos cabelos loiros. Levando os lábios na direção da orelha da amish e sussurrando um — relaxa e me imita. -, logo os lábios quentes chupava o lóbulo da delicada orelha alva, traçando beijos naquela região até chegar aos lábios rosados.
Renesmee ainda estava no último degrau quando o moreno a sua frente a agarrou, enlaçando sua cabeça e cintura ao mesmo tempo. Para logo em seguida, sussurrar em sua orelha lhe causando arrepio em todos os pêlos do corpo. Beijos molhados eram dados naquela região, mais logo chegaram ao desejado destino, que eram os lábios rosados da doce amish.

Primeiro os lábios se tocaram, saboreando o já conhecido lugar, mas a língua quente do moreno forçava a passagem na intenção de enfim explorar pela primeira vez aquela região. De forma lenta a loira afastava os lábios, cedendo passagem a exigente língua do moreno. De imediato foi um choque pra jovem, que não sabia o que fazer e tentava imitar os gestos do moreno, logo o ritmo foi seguido e o duelo de línguas havia iniciado, em uma batalha sem vencedores, na verdade os dois ali presentes eram vencedores de seus limites. O ritmo aumentava e se tornava mais exigente. Mas como tudo que bom sempre acaba, o ar foi se fazendo escasso e logo o beijo era encerrado com repetidos selinhos, sendo que por ultimo o moreno mordeu de leve e sugou o lábio inferior da sua doce Nessie.
Renesmee estava vermelha, quente, ofegante. Adorou a sensação de ser beijada como no filme. Não conseguia compreender os sinais de seu corpo, só sentia as diferentes sensações se apoderando de seu ser, há tornando mais instinto e menos racional. O moreno gostou do que viu ao fitar os adoráveis olhos azuis. Eles estavam mais profundos e escuros, as bochechas estavam vermelhas, não só pela vergonha como também pelo desejo.

Jacob não era indiferente ao arrebatador beijo. Estava extremamente excitado, seu membro estava rijo sob a calça, que fazia pressão e o incomodava.

Já puxando a loira pra entra em seu carro, aproveitou o momento para ajeitar o excitado membro na calça. Um simples beijo nunca tinha sido tão excitante para ele.

O caminho era tranqüilo, a neve pelas ruas impedia de correr com o potente automóvel, porem as mesmas estavam tranqüilas com poucos carros transitando. Logo chegaram ao local de destino, que era um luxuoso complexo de cinema, diversas salas. Como já esperado a jovem acabou optando por um filme de comédia romântica, mas o moreno pouco se importou, tinha planos melhores ao invés de prestar atenção em um bobo filme.

Comprou as entradas, pipocas, refrigerantes e chocolates e seguram pra sala indicada. Estava vazia e tinha poucos casais espalhados pelo ambiente.

Jacob estava se sentindo um estúpido adolescente, se bem que jamais fez essas coisas em sua adolescência. Mas o que importava era avançar na intimidade de sua Amish, com isso faria tudo que fosse necessário para conseguir.

As luzes foram apagadas e na tela começou a passar imagens, mas o moreno só queria saber atacar a orelha e o pescoço alvo. Renesmee tentava se concentrar, mas estava ficando cada vez mais difícil. Jacob era rápido e hábil, beijava e tocava partes do corpo da jovem ao seu lado. Os lábios foram tomados com fervor e um ritmo exigente era imposto pelo moreno, ele tinha fome. Fome de Renesmee!

Os beijos e as carícias não paravam, e o casal não era os únicos que faziam aquilo, todos ali estavam se curtindo. Mas um toque muito ousado do moreno, trouxa a recatada amish pra terra. Jacob estava começando a enfiar a mão por dentro da blusa da jovem, que assustada parou imediatamente, dando um pulo da cadeira.

– Jacob! – O repreendeu baixinho

– Que foi Nessie? Só estamos nos curtindo. – tentava argumentar, com a voz rouca pelo desejo.

– Isso é errado. O que você estava tentando fazer? – a loira não compreendia direito, mas tinha uma vaga noção aonde a carícia do moreno queria chegar.

– Só queria sentir o calor da pele. – Jacob mentiu descaradamente. Sabia que a loira surtaria se soubesse qual era seu real objetivo.

– Vamos assistir ao filme Jacob. É para isso que viemos. – Renesmee foi firme ao falar, coisa que para seu espanto saiu automático sem ela perceber.

O moreno se deu por vencido por hora. Já tinha avançado um bom caminho com ela. Não poderia ir com tanta sede ao pote. Sabia que com ela tudo era imprevisível, então não colocaria tudo há perder.

O filme era apreciado pela amish, que suspirava com a comédia romântica água com açúcar. Porem para o moreno estava um verdadeiro tédio. Que abandonou sua atenção há muito tempo e mergulhou em pensamento de como conseguir avançar ainda mais com a loira ao seu lado.

Os créditos passavam e o moreno conduzia a loira pra saída.

– Nessei, vamos sair para comer alguma coisa? O que você gostaria? – perguntou curioso. Queria agradar sua Nessie.

– Eu não sei Jacob, não estou com fome. – falou sem muita atenção, Renesmee não era muito de comer.

– Como não? Vamos comer alguma coisa sim! – disse incrédulo pelo pouco apetite da jovem, que quase não comeu a pipoca e nem o refrigerante. Só havia comido duas barrinhas pequenas de chocolate, coisa que amou desde que comeu pela primeira vez.

– Então não sei. — falou em dúvida do que deveria dizer para deixar o moreno mais tranqüilo.

– Já que você não esta com muita fome. Já sei aonde te levar. – Finalizou não dando pistas da onde a levaria. – Vamos. — Puxou a jovem pra fora do complexo de cinemas. Seu carro estava a alguns metros dali, mas o local que queria levá-la também era próximo e mesmo com frio que fazia, optou por ir caminhando.

A confeitaria era linda e aconchegante. Toda branca, com mesas de vidro, arranjos florais e cadeiras confortáveis. A iluminação era à meia luz, com algumas velas, o que tornava o ambiente chique, sofisticado mais acolhedor.

Renesmee estava encantada com o lindo e florido ambiente, mesmo em pleno inverno, o que tornava o ambiente único. Lá funcionava a confeitaria mais famosa do luxuoso bairro de Upper East Side. Famosa pelos melhore chocolate quente, Muffins e tortas de New York.

– Gostariam de já fazerem os pedidos? – a linda atendente morena, perguntou olhando diretamente pra Jacob. Ela olhava com luxúria, conhecia o moreno, que morava ali por perto. Ela já havia ficado tanto com Embry como com Quil.

– Eu não sei o que pedir. – Renesmee olhava timidamente o cardápio com tantos nomes estranhos, estava envergonhada por não conhecer nada do cardápio.

– Você confia em mim? – Jacob perguntou e recebeu um aceno positivo de imediato da loira. — Posso fazer o nossos pedidos e garanto que não vai se arrepender.

– Claro que confio. – Falou alegremente. Pois realmente, o moreno tinha conquistado sua fácil confiança. O que era o grande erro da jovem Amish.

– Pode nos trazer dois submarinos de chocolate suíço, duas tortas mouse de chocolate ao leite e quatro Muffins de chocolate branco com morango. – finalizou sem ao menos olhar para atendente. Conhecia a vadia que ela era, e sua atenção no momento não era para uma vadia e sim da sua virginal Amish.

O pedido veio rápido e o casal degustou tudo com satisfação as guloseimas. Renesmee saboreava cada doce escolhido pelo moreno, amou tudo sem exceção. Pediu meia dúzia dos saborosos Muffins pra levar para Claire, que com certeza iria amar a guloseimas.

A conta foi pedida e depois de muita insistência se deu por vencida e deixou o imponente moreno pagar tudo. Saiu da maravilhosa confeitaria com o embrulho na mão e caminhava de baços dados com Jacob em direção ao carro.

O moreno estava feliz com o progresso, mas, queria mais, tentaria algo um pouco mais ousado. E foi em uma rua de pouquíssimo movimento que o moreno parou o carro.

– Jacob por que paramos aqui? – a loira perguntava olhando ao redor e constatando a rua deserta. Ficou apreensiva.

– Só quero beijar um pouquinho você. – Jacob já passava para o banco de trás do confortável Jaguar e puxava a loira para acompanhá-lo, e a sentando em seu colo, iniciando um caloroso beijo. Jacob sabia que não poderia dar muita oportunidade da Amish pensar. Ela era mais receptiva no calor do momento. Depois que soube identificar essa característica, estava usando a seu favor.

O beijo era rápido e voraz, a loira mal acompanhava o ritmo. Jacob habilmente há colocou sentada em seu colo com uma perna de cada lado de seu corpo. Renesmee estava entregue, de olhos fechados só sentindo o beijo. As mãos habilidosas percorriam coxas e bunda da loira. O desejo era o que se fazia presente, a consciência já havia sido abandonada.

O moreno em um movimento rápido, colocou as mãos por dentro da blusa de Nessei e acariciou seus pequenos seio. O falho gemido foi o que despertou a jovem pra realidade do que ocorria. Jacob já estava suspendendo a blusa de Renesmee, quando ela pulou, saindo do seu colo, horrorizada com a situação, e os olhos já lacrimejando.

– Jacob, o que estamos fazendo, novamente? – Nessie estava desesperada com o que ocorria. Não esperava que o beijo chegasse a tão longe. E pior, como ela havia se permitido.

–Nessie, só estamos curtindo o momento. Relaxa e volta aqui. – o moreno estava louco e muito excitado. Queria continua e a chamava insistentemente, dando tapinhas em suas pernas a chamando pra voltar pro seu colo.

– Não Jacob! — as lágrimas já escorriam pelos olhos, manchando a face alva – Eu sou uma suja por me permitir a esses pecados. Eu só deveria permitir ser tocada pelo meu marido. Isso que fizemos é pecado aos olhos de Deus!

– Calma Nessie, isso é um exagero da sua parte, não fizemos nada. Absolutamente nada demais. – Jacob estava apreensivo ao observar que era real a angustia por trás daquelas lágrimas.

– Como nada? Você me tocou em lugares proibidos, e o pior, eu permiti. – o choro da loira era culpa por ser tão fraca.

– Mas eu quero você pra mim. Eu quero ter você ao meu lado como minha! — o moreno estava nervoso e acabou deixando escapar. Mas o que foi falado por ele, foi entendido de outra forma pela loira.

– Meu Deus! — Nessie arregalou os olhos e cobriu a boca com as mãos. – Você esta dizendo que quer se casar comigo? Que quer ter algo sério?

O moreno chegou se engasgar com a própria saliva. Não esperava ter falado tamanha besteira, mas esperava menos ainda ela entender de forma totalmente errada. Não sabia o que fazer, mas precisava ser uma jogada de mestre, caso contrário colocaria tudo a perder. Com uma idéia bem menos drástica, mas igualmente eficaz, falou às palavras que jamais se imaginou dizendo.

– Nessie, meu anjo. Aqui na cidade os casamentos não acontecem assim. Primeiro namoramos e nos conhecemos mais intimamente. Para somente então, nos casarmos.

– O que você quer dizer com isso? – perguntou confusa, não existia a expressão namoro em sua cultura. Não entendia muito bem as reais diferenças e sentidos de cada fase do relacionamento aqui fora.

– Significa que eu quero namorar com você. E depois, dando tudo certo, casamos. – Jacob falava cada palavra como se fosse morrer. Mas faria tudo que estivesse ao seu alcance para tê-la, e se isso incluía um falso namoro, assim seria. Pois ele não namoraria de verdade, seria só um teatrinho pra ela acreditar na veracidade de suas intenções. Na verdade já estava até achando lucro o tal Namoro, já que a mesma não compreendia o significado. – Então, aceita namorar comigo? – o moreno perguntou.

– Sim! – a loira falava alegremente ao lembrar-se da conversa com a amiga sobre seu destino ser Jacob. Parece que tudo estava dando certo. Ela pensou. – Mas mesmo assim eu não quero ter essas intimidades... Não consigo aceita-las como normal. Só depois que casarmos de verdade. – a loira foi decidida e firme ao dizer cada palavra.

Jacob não iria força e discutir por hora, deixaria passar. E ao poucos ganharia mais terreno. O silencio se fazia presente e foi quebrado pela delicada voz, que agora estava um pouco mais rouca devido ao choro.

– Jacob me leva pra casa, por favor! – o tom era quase suplicante. O moreno só concordou com um aceno de cabeça. Voltando para o banco da frente, ligando o motor e conduzindo o carro para o apartamento da doce Amish, que estava calada e distante.

Logo que chegaram, na frente do prédio, Renesmee já se despedia com um carinhoso e delicado beijo. Em seguida desceu do carro com o embrulho com os doces pra amiga. Entrou e encontrou Claire deitada assistindo desenho animado. Contou a novidade pra amiga, que estava namorando. Claire ficou radiante pela amiga, Renesmee estava conseguindo tudo que jamais pode sequer sonhar.

As jovens conversavam e comiam os Muffins. Nessie só não incluiu em suas histórias, as carícias mais ousadas que Jacob fez, morreria de vergonha em falar sobre tal coisa.

TLAD

Jacob acordou, porém mal havia dormido, Renesmee tinha se tornado praticamente uma obsessão em seus pensamentos, mas namoro era algo que estava fora de cogitação, mas como faria o impossível para tê-la conformou-se com sua nova condição. Ela não sabia com funcionava um namoro aqui fora, então ela iria concordar com o que ele dissesse. Pensando por esse lado já estava achando até uma boa idéia, sorriu com seus pensamentos. Essa manhã não tomaria café da manhã na lanchonete como de costume. Precisava conversar com Quil e ver o que ele decidiria sobre Claire. Pois dependendo de sua postura, poderia atrapalhar seus planos com sua jovem namorada Amish.

Além de ter que trabalhar pra finalizar o projeto de modernização dos aparelhos de segurança dos depósitos e do casarão, que havia ficado pra trás desde ocorrido com os russos.

Rapidamente tomou um Banho e se arrumou, colocando um terno negro, camisa branca, gravata e sobretudo pretos, com luvas e sapatos de couro preto. O dia seria frio e não sabia à hora que voltaria, então sairia bem agasalhado.

Tinha ligado para o Quil, mas ele já havia ido para o escritório, então se encontrariam por lá mesmo.

Saiu de casa e dirigiu calmamente até seu destino, a viagem não foi longa, pois pegou pouco trânsito.

Já no escritório dirigiu-se pra sala de Quil e não encontrou ninguém por lá, saiu em busca do irmão e encontrou não só ele, como todos os outros tomando café da Starbucks na sala de Sam.

– Que porra de zona é essa? Eu também quero! – Já chegou pegando um dos copos que estava na mesa e olhando pra ver o que era.

– Pode comer seu esfomeado. Sua Amish não anda te alimentando não? – Embry zoou o irmão.

– Que porra de Amish é essa? — Era Jared que perguntava, pois era o único que ainda não sabia de nada.

– Ah, longa história... Rolo ai dos teus primos. – Seth começava a falar. Enquanto Jacob bebia o cappuccino e comia muffin, Seth e Embry narrava a divertida aventura dos primos com as jovens Amish. O que tirou muitas gargalhadas, não só de Jared, como dos outros devido à forma cômica com que eles narravam os fatos.

– Agora fiquei curioso pra conhecer essas minas. Bora almoçar todos lá hoje? — Jared perguntou aos demais

– Não vão porra nenhuma! – Quil gritou furioso.

– Mas o... Que? Olha lá, Quil todo nervosinho! Só porque a mina que ele quer pegar é maior gostosa. — Paul falava divertido. – Sabe-se lá se não teve galo ciscando naquele galinheiro em quanto você esteve fora?

Quil ameaçou partir pra cima do primo, mas foi contido pelos outros.

– Que porra é essa? Não brigamos por mulheres. Além do mais, é só uma brincadeira, então relaxa Quil. –Sam interveio na briga que queria se iniciar.

– Eu sei... Mais ninguém me faz de otário. Quem se aproximar da Claire, morre. Ela é minha até que fale que não quero mais... E alguém já me ouvia falar isso? – Quil ainda falava alterado.

– Não, não ouvimos você falar nada. Mas com esse tempo que ficou fora... Sabe como é né: Quem não da assistência, abre concorrência. — agora era Embry que tirava um sarro com o irmão.

– Jake, do que eles estão falando? – Quil perguntava para o irmão, sabia que era o único que o entendia perfeitamente.

– Nada Quil, só estão tirando uma com a tua cara. Que eu saiba a Claire ficou bem calada e tristonha esse período, não falava com ninguém. Isso é tudo que sei.

– Hum... Ah, tá! – finalizou.

– Mas hoje eu irei almoçar lá no Emmett. — Jared finalizou afirmando o fato.

– Que seja, mais se comportem! – Jake se dava por vencido.

– Tem um fato que preciso informar. – Jake falava, chamando a atenção de todos pra si. – Eér... Eu estou, teoricamente, namorando a Renesmee.

As gargalhadas predominavam o ambiente, ninguém estava preparado para o que Jacob iria dizer. Mas quando viram que o moreno estava sério, começaram a achar que havia algo de veracidade no que ele dizia.

– Explique-se Jake... Porque essa porra será a piada do ano. – Paul não parava de gargalhar e tirar onda com a cara dos primos, ele adorava isso.

– Porra a garota é mais dura na queda do que eu imaginava. E eu não vou conseguir nada dela se não for o “bom moço” — fez aspas ao dizer — E ontem acabou que não tive escolha era namoro ou casamento. – agora ele e os outros riam também. – Mas vai ser um namoro da boca pra fora, uma mentira só pra ela acreditar e ceder um pouco, mas estou achando que com ela só casando mesmo. – voltava a gargalhar com o restante.

– E porque você não casa? – Paul falava sério, arrancando um silêncio de todos os presentes.

– Tá louco Paul? O fato de ser pai levou sua sanidade? – Jacob perguntava abismado com a questão levantada pelo primo.

– Porra, se você já esta namorando de mentira, pode se casar também de mentira. Ela não precisa saber que é falso. Na verdade ela nem vai desconfiar. – Paul estava realmente falando sério.

Espantando todos com louca ideia

– Caralho Paul tem razão Jake! Você pode se casar de mentira, ela nem vai desconfiar. – Agora era Quil que dava voz a loucura do primo.

– É mesmo, ela não tem um conhecimento de nada. Você faz tudo na encolha, fala que é assim que funciona por aqui e pronto... Está feito! – Seth concluía o louco plano.

– E quando ele enjoar da mina, o que ele faz? Divorcia-se? – Era Jared que falava de forma sarcástica.

– Faz o que ele sempre fez com todas as amantes fixa que dispensou. Deixa-a bem de vida. Apartamento, carro, dinheiro, talvez até pensão já que essa seria esposa. – Sam divertiu-se ao falar.

– Quil também, pois se não ai ficar chupando dedo – Embry que falou sobre casar o outro irmão também.

– Casamento duplo... Que bonitinho! — Paul como sempre fazendo as piadas.

– Eu porra nenhuma. Não preciso dessas coisas. – Quil falava sem entrar em mais detalhes

– Caralho, tu já comeu a mina? – Sam como um ótimo observador pescou a do primo. Todos olhavam em silêncio de Quil pra Sam, pois os dois se olhavam fixamente, na intenção de ver quem cederia primeiro.

– Não viaja Sam. – Pronto agora ele havia se entregado. Pois caso não tivesse dormido com a Amish, iria rebater a altura as provocações do primo, mas estava tão preocupado em esconder o fato, que acabou se entregando pela simples frase.

– Ah caralho! – Seth já gritava. – Sou seu fã cara. – apertava a mão de Quil, que não esboçava uma única reação. O moreno estava se sentindo incomodado pela forma que estavam tratando a situação.

– Deixa o cara porra. Ele fica perguntando como vocês comem as mulheres de vocês? – Jacob sempre ia em defesa do irmão.

– Tá certo, tá certo... Temos um casamento pra organizar e muito rápido, antes que o Jake aqui exploda! – Paul brincou, arrancando gargalhada de todos.

Eles eram assim; brincavam se sacaneavam, mas se respeitavam.

Era isso, um casamento falso. Mesmo a idéia sendo a mais louca que Jacob já havia visto, era a mais divertida que ele podia imaginar e também um método de ter sua Amish logo em sua cama. Muito em breve Renesmee se tornaria Senhora Black... Ou não!

Notas finais
[Báah e Jenny] Noooossaaaa casamentooo falso? Como assim Jacob Black? Esse Paul não existe mesmo. E ai galera o que acharam do capítulo? Será mesmo que Jacob fará essa loucura somente pra ter uma transa com uma virgem, ou o morena está caindo pouco a pouco nas grças da jovem Amish? Quil ficou todo enciumado não ficou? Eui achei u.u // Papinho sério agora... Estamos hiper contente com o rumo que a fic está indo e amamos cada comentário, porém, temos 78 acompanhando... Acho que no minímo 50 reviews neh gente!!! Espero ansiosa pra tingir essa meta! Avisos: Daqui a 2 capítulos a fic mudará de fase... Ansiosas? Nós também, mas... Depende de vocês e já logo vou avisando: TÁ PEGANDO FOGO! hahaha... Esse foi o capítulo de hoje... Recomendações, Reviews... estamos aguardando. Beijinhos e até o próximo sábado!!! =D