Notas iniciais
Olá, pessoas maravilhosas! Milagres acontecem, certo? Eu estar publicando esse capítulo ainda de madrugada é um milagre, certo? E só milagres pra salvar Malexa, CERTO? Capítulo dedicado pra Dri, aquela maluquinha do tt

— Uma pose para a foto, princesa Alexandra? — o fotógrafo de uma equipe de jornalismo pediu, no momento em que atravessava o saguão do aeroporto para embarcar no jato da realeza inglesa.

— Só porque acertou meu nome. — brinquei, puxando Arthur, que estava do meu lado, para aparecer comigo. — Eu beijo ele na frente da câmera e consigo uma entrevista para você com todos os príncipes depois do próximo Jornal Oficial se me fizer um favor.

— O que quiser. — sorriu, com os olhos brilhando. Alguns seguranças chegaram para afastá-lo, mas levantei-lhes a mão, indicando que estava tudo bem.

— Quero essa foto na capa, e que comente com cada um dos príncipes sobre ela, ao entrevistá-los.

— Quer me dar ibope, em troca de ibope? — ele riu. — Precisamos de mais rainhas como você.

Sorri para Arthur com aquela expressão de elfo maligno ajudante do Papai Noel que ele sempre usava comigo. O dinamarquês era o príncipe mais comentado da Seleção, e ele adorava toda aquela atenção. Nem precisei me aproximar, pois Arthur logo me puxou pela cintura e selou seus lábios com os meus, tempo o suficiente para que o fotógrafo tirasse uma dúzia de fotos.

— Ficaram boas? — perguntei entre risos, afastando-me.

— Excelentes. — ele comentou. — Illéa vai ficar louca. — comentou, afastando-se logo em seguida.

— Você não tem noção do perigo. — o elfo maligno me puxou de volta para o trajeto, gargalhando. — Sinto que não devia ter tirado a foto. Sua irmã acabou de me dar uma chance.

— Você provavelmente ainda vá estragá-la antes de voltarmos para casa e ela ver a revista. E Rose não tem o direito de achar ruim, já que você é da minha Elite. — coloquei os óculos escuros, entrando na aeronave momentos depois. — E ela já sabe que já nos beijamos uma vez, de qualquer forma.

— Aquilo não foi um beijo. — retrucou.

— Nem esse, oras. — joguei-me numa das poltronas, observando o restante dos príncipes se acomodarem em seus lugares. — Se eu te beijasse pra valer, apaixonaria fácil.

— Então faça isso quando eu levar o próximo pé na bunda da sua irmã. — resmungou, entre risadas. — Vou para o meu lugar. Delacroix está me olhando torto já tem dois dias. Acho que ele não superou o soco.

— Na real, creio que ele está mais preocupado com o fato do seu olho roxo ter melhorado e o dele não. É bem capaz de o boneco Ken ser menos preocupado com a aparência do que o idiota aí. — bufei. — Não acredito que fui pra cama com ele.

— E eu não acredito que ele não tenha AIDS. — sorriu, beijando-me a testa e se juntando aos outros. Alguns minutos depois, minha mãe se sentou ao meu lado.

Havia tempos que eu não conversava com ela sobre a Seleção. De fato, gastei tanto tempo pensando nos príncipes e nas coisas do país que quase não via meus pais. De certo modo, sabia que parte disso era escolha deles, visto que, cedo ou tarde, eu seria uma rainha e teria que lidar com meus próprios problemas.

— Isso é errado, Alexandra. — America começou, encarando-me fixamente. Tinha rugas: marcas da nem tão pouca idade que ela já possuía. — Beijar outros príncipes pelos quais não possui afeto nenhum, apenas para provar para Aaron que já o superou. Você é melhor do que isso.

Quase caí na risada. Aaron já havia ficado há muito para trás.

— Não é por Aaron, mãe. Apenas quero que eles entendam que não sou de nenhuma deles, só isso. — cruzei os braços.

— Pois pare. — ordenou. — Está parecendo uma vadia.

Ouch. Doeu. Pensei em retrucar, dizer que ao menos não sou eu que mantenho uma segunda opção, como ela fazia com tio Aspen, mas achei melhor não. No caso, eu mantinha três opções, muito diferentes, diga-se de passagem. Derrotada, suspirei e fechei os olhos, dormindo até pousarmos na Inglaterra.

Eu poderia gastar horas fio, dissertando sobre como Londres é horrível no começo de dezembro, ou sobre como toda aquela neblina deixava meu cabelo monstruosamente armado, mas nada disso importa. Na realidade, nem o fato de eu ter ficado maravilhosa num vestido azul hortênsia importa. Ainda que tudo isso importasse, deixou de fazer a diferença no momento em que entramos na igreja, no dia seguinte.

Era quase oito da noite quando as três limusines param em frente à maior igreja de todo o Reino Unido. A praça estava cercada de dezenas de seguranças, que permitiam apenas a passagem do pessoal autorizado. Arthur sentava-se entre mim e minha irmã dentro do veículo, e segurava minha mão com força. Eu não estava bem, minha pressão caía rapidamente e...

— Alexa, — ele sussurrou, de modo que só eu o ouvisse — vai ficar tudo bem, confie em mim, okay?

— Eu não consigo. — olhei para a luz no teto do carro. Maxon e America se entreolhavam, e minha irmã parecia entediada com toda aquela situação. — Não vou mais. Vão sozinhos.

— Alexa... — Maxon começou.

— Estou falando sério. Vão. — elevei o tom de voz. — Espero vocês aqui para irmos à festa, depois. Só não quero... Não consigo. Por favor, vão sem mim. Eu imploro.

— Mas... — Arthur começou.

— Gravesen, vamos. — Rose o chamou, sorrindo para mim em solidariedade e saindo do carro logo depois. Meus pais fizeram o mesmo. O motorista dirigiu-se até o estacionamento e ficou lá parado. Fechou a divisória para me dar alguma privacidade. Em questão de segundos, comecei a chorar.

Não aquele choro de quando Aaron partiu pela primeira vez. Não o choro que reprimi com seu convite de casamento, não. Era muito pior. Era aquele choro que vem do fundo da alma, acompanhado se soluços e de gritos sufocados pelo estofamento do carro. Aquele choro que te leva a espernear, debater-se e querer morrer. É isso. Eu queria morrer. Queria deixar todo aquele sofrimento de lado. Toda aquela dor, que por eras mascarei saindo com outros rapazes.

Eu não havia esquecido Aaron Thompson, e provavelmente nunca iria. E foi só vendo-o parado na porta da igreja que eu percebi isso. Era ele o tempo todo. Era ele quem me impedia de me entregar novamente, porque era ele quem me fazia ter medo. Medo de sofrer, como eu sofria naquele exato momento.

Talvez eu estivesse destinada a isso. A nunca me apaixonar perdidamente. A sempre ter um pé atrás. E toda vez que eu me esquecesse disso, toda vez que eu caísse pelo amor... Então... Então eu me reergueria da forma mais dolorosa possível, apenas para cair de novo. E de novo. E de novo.

Levei um susto quando a porta se abriu e alguém entrou. Meus olhos estavam inchados, e a princípio não reconheci quem era, mas não me importava. Que me vissem chorar. Eu merecia. Merecia por tudo que havia feito comigo mesma.

Aquele perfume inebriante invadiu-me as narinas. Queria ter forças para gritar que não o queria mais ali, que não o queria nem pintado de ouro. Mas as mentiras pararam como um nó em minha garganta, impedidas de serem pronunciadas. Matheo entregou-me seu lenço de bolso, e utilizei-o para cobrir todo meu rosto. Não gostaria que ele me visse. Não daquele jeito.

— Ei... — ele suspirou. — Está tudo bem, Alexa. Venha cá.

Puxou-me para seus braços, e lá fiquei, sentido seu coração bater com força, e seus braços aquecerem meu corpo. Aninhei-me melhor na curva de seu pescoço, passando os braços por sua nuca e sentando-me em seu colo desajeitadamente. As lágrimas não cessavam, mas o suíço parecia não se importar. Afagava meus cabelos respirava lentamente, deixando-me desabafar.

— Vá embora. — resmunguei entre soluços, puxando-o mais para mim. — Não, não vá não. Fique aqui comigo.

— O tempo que precisar, anjo. — beijou desajeitadamente minha têmpora, apertando mais o abraço. — O tempo que precisar.

— Por que está aqui? — questionei, fechando os olhos e tentando controlar o choro.

— Simplesmente não fazia sentido estar lá, se você está aqui. — ele soltou o ar, rindo. — Algo me dizia que você precisava se um abraço, e é claro que eu não ia deixar Blue fazer isso primeiro.

— Você é um completo idiota, Matheo Delacroix. — bufei. — E eu te amo. Santo Deus, Matheo, eu te amo muito. Quero me casar com você e ter um monte de crianças correndo pela casa. E eu não sei por que não te disse isso antes, mas... Desculpe-me por não ter dito.

E ele não disse nada. Ficou mudo por um bom tempo, com a respiração fora de ritmo. Suas mãos tremiam em minha cintura, e, ao me afastar, notei que seus olhos já se enchiam de água. O suíço suspirou pesadamente e voltou a me puxar para seu peito.

— Eu cheguei a achar que nunca ouviria isso de você, anjo. — sua voz soou amargurada, embriagada pelo choro. — Eu amo você. Como nunca amei ninguém. E é de partir o coração ver você dessa maneira. Se for preciso, levo vinte daqueles socos do Gravesen, sem revidar.

— Eu sei. — sorri, prendendo meus dedos em seus cabelos curtos. — E eu amo você ainda mais por isso. Obrigada por não ter desistido quando briguei com você e o xinguei. Ou quando te soquei, estapeei ou mordi sua boca até sangrar.

— Eu sou filho único. Acha mesmo que iria aceitar não ter algo que quero tanto? — ele riu. — Minha mãe me chama de louco faz uns três anos. Ela disse que eu ainda morreria por você, e quase acertou. Mas aquele dia... Quando eu acordei... Ela disse que lhe daríamos netos lindos, você se lembra? Foi só por isso que eu não fui embora. Percebi que ficar valia o risco, porque você valia o risco. E tomaria outro tiro só para ouvir o que me disse, segundos atrás.

— Acho bom que tenha guardado na sua memória, porque não vou ficar repetindo isso por aí. — brinquei. — Qual o estado da minha maquiagem?

— Digamos apenas que a sua sorte é que eu trouxe o necessário para cobrir esse meu olho roxo.

Com uma base clara, duas paletas de corretivo e um pó translúcido, Matheo fez milagre. Se não fosse ocupar tanto tempo em ser rei, o suíço poderia facilmente ser maquiador. Assim que terminou, seus olhos encararam os meus por longos segundos. Delacroix era lindo. Os cílios longos, as sobrancelhas cheias, a boca carnuda. O maxilar quadrado, os ombros largos, o peitoral forte. Tudo ele era incrível.

— Sua mãe estava certa. — foi só o que falei, antes que a porta se abrisse atrás de mim.

Maxon e America entraram no carro, a confusão tomando seus rostos, segundos depois. Rose se sentou ao lado de nossos pais e piscou para Matheo. Ao menos, eu já sabia quem havia lhe entregado minha localização. Arthur foi o último. Jogou-se entre nós dois e me deu um beijo estalado na bochecha, fazendo-me rir.

— Acredite, Alexa, não perdeu nada. — o dinamarquês passou seu braço atrás da minha nuca, ignorando o outro príncipe completamente. — A mãe da noiva nem chorou. Ah, e a noiva tem um metro e sessenta, no máximo. Isso porque estava com saltos. Até o Aaron estava alto perto dela. E, olha, não é por nada não, mas ele está bem acabado. Tem até duas entradas no cabelo. Deu sorte, acho que o rei da Inglaterra está ficando calvo. Broxante, diga-se de passagem.

Maxon enrijeceu com o comentário de Arthur. America, ao seu lado, conteve uma risada. Matheo revirava os olhos, evitando qualquer comentário que pudesse levar ele e o dinamarquês a uma briga ali na limusine, e Rose olhava pela janela, pensativa. Seria uma longa viagem até o salão de festas.

Assim que chegamos, apressei-me em descer do carro. Matheo saiu logo depois, ajudando-me a ajeitar os fios de cabelo que estavam fora do lugar. Ele sorria, todo bobo, e retocava a maquiagem de meus pescoço, escondendo as marcas que ele próprio deixava lá.

— Eu sempre cubro as tatuagens de minha mãe quando sai em público. — explicou-se. — Isso aqui é moleza.

Eu entendia Charlotte. A nobreza nunca poderia fugir do padrão sem que isso virasse polêmica. Era justamente por isso que passávamos horas nos arrumando todo dia, que vivíamos de dieta, que nos escondíamos sob máscaras perfeitas.

— Você tem muitos talentos escondidos, Matheo Delacroix. — sorri, segurando sua mão. Relutantemente ele a soltou, encarando o chão.

— Acho melhor entrar com o Gravesen. — comentou. — Depois do showzinho no aeroporto, não vai ser muito legal entrar acompanhada por outro príncipe.

Mamãe encarou-me, e pude ler seus pensamentos: eu te avisei.

— Tudo bem. Você tem razão. — beijei-lhe a bochecha. — Tenho direito a uma dança?

— A todas elas. — seus lábios tocaram minha testa suavemente e ele se retirou, juntando-se aos outros príncipes. Caleb parecia curioso ao lhe fazer perguntas, mas o suíço apenas o empurrou de lado, sorrindo.

— Vamos? — minha irmã perguntou, e eu assenti. Segurei o braço direito de Arthur; e ela, o esquerdo.

Era a hora.

Os minutos estenderam-se até conseguirmos entrar no salão. Os outros príncipes já se acomodavam, pelo que pude ver. Aaron e Lydia recebiam os convidados um a um. Seriam mais que trezentos, sem dúvida alguma. Pouco antes se tomarmos a vez, senti minhas pernas congelarem. Era difícil me aproximar deles dois.

Arthur estava certo. Aaron estava com duas entradas profundas, e seu cabelo estava mais ralo. Ele havia deixado a barba crescer curta, e parecia bem mais magro do que estava ao sair da Seleção. Contudo, Lydia parecia ainda mais frágil ao seu lado. Era bem mais baixa que qualquer um de nós quatro, provavelmente alcançando um metro e sessenta com os saltos. Seus cabelos eram longos, loiros e cacheados, presos num coque maravilhoso. Tinha olhos verdes como o gramado de Illéa, e feições tão suaves que me fizeram ter inveja. Lydia era linda, e tinha apenas quinze anos. Uma criança.

— Meus parabéns, Vossa Majestade. — cumprimentei o mais novo rei da Inglaterra de modo formal, mas logo ele me puxou num abraço.

— Lexi. — sorriu, afastando-se enquanto Arthur e minha irmã cumprimentavam a noiva. — Obrigado por ter vindo. Sei como é complicado, mas não sei se conseguiria fazer isso sem você.

— E acha mesmo que eu iria perder a festa do ano? — brinquei. — Desculpe-me pela igreja.

— Não poderia querer que fosse. — tocou de leve minha bochecha com o polegar. — Você está linda, diga-se de passagem.

— Não tanto quanto a noiva. — comentei.

— Ela é incrível. Estarei em boas mãos. Espero que você também esteja.

Apenas sorri com o canto dos lábios e cumprimentei a rainha, ao meu lado. Ela parecia já saber quem eu era, e seus olhos demonstravam compaixão. Seria fácil se eu a odiasse, contudo, não conseguia. Só esperava que ela fizesse mais por Aaron do que eu pude fazer.

A festa começou momentos depois de entrarmos no salão. Conforme havia imaginado, era imenso. Os paparazzi não conseguiam passar da porta, e todas as janelas estavam cobertas para evitar os flashes indesejados. Sentamo-nos à mesa indicada, exatamente ao lado do restante da Elite. Minha cadeira estava encostada à de Matheo, costas com costas.

O jantar passou arrastando-se. Eu estava completamente sem fome, e tudo o que meus olhos faziam era vagar pelo lugar, atentos a cada sorriso de Aaron. Ele parecia realmente feliz em estar ali, em se casar. De certo modo, eu sabia que tudo o que ele queria é que eu fosse feliz também.

— Poderia me conceder a honra de uma dança? — Andrew sorriu ao meu lado, com a mão estendida. Sorri e a segurei. Era hora de começar a ajeitar as coisas.

— Andrew Van Persen. — sorri, indo para o meio da pista. — Sua gravata destaca a cor dos seus olhos. O que tem feito?

— Sentindo sua falta, na maior parte do tempo. — brincou. — Mas aparentemente você já fez sua decisão, não é?

Abaixei os olhos.

— De certa maneira, sim. — começamos a dançar. — Acho que eu já havia escolhido há eras. Apenas não tinha me tocado disso.

— Até nós já havíamos nos tocado disso. — o holandês brincou. — Mas ainda queríamos ter uma chance. A verdade é que desde a invasão, já sabíamos disso.

— É tão óbvio assim? — sorri.

— Só está nos seus olhos e nos dele. — comentou.

Assim que a música acabou, o suíço apareceu ao meu lado, puxando-me para uma nova dança. Passei meus braços por sobre seus ombros e ele sorriu, apertando-me ainda mais contra si. Depositei um beijo sua nuca e deixei minha cabeça repousada em seu ombro, sem comentar nada. Dançamos em silêncio por minutos, até a música cessar lentamente, junto com nossos passos.

Seus olhos fitaram os meus por longos momentos, como se analisassem o que fazer ou dizer naquela situação. Era tão confortável que não exigia palavras. Passei as mãos distraidamente por seus cabelos, e ele colocou minha mão sobre seu braço, levando-nos a uma das varandas do imenso salão. Estávamos sozinhos sob a lua e o céu estrelado. Tão clichê. Tão bom.

— Eu quero fazer as coisas do jeito certo dessa vez. — ele sussurrou, segurando-me pela cintura. — Entenda, essa é a chance que eu queria que me desse quando lhe pedi, então não estranhe se eu fizer as coisas do jeito que deveriam ter sido, tudo bem?

— Você quem sabe. — sorri, vendo-o sorrir também.

Matheo subiu uma de suas mãos até minha nuca, deixando a outra sobre minha cintura. Aproximou-se de mim, prensando-me à mureta da varanda, e beijando-me profundamente. Era quente e ardia como carvão em brasa. Suas mãos apertavam-me, sua língua inebriava-me e me deixava completamente desorientada.

Havíamos começado da maneira errada. Ele estava certo. E ali, naquele emaranhado de braços, pernas e lábios, eu tinha a certeza de que nada no mundo seria capaz de me separar de Matheo Delacroix. Nenhuma briga. Nenhuma provocação. Nenhuma atitude. Porque ele não havia desistido de mim, e eu não desistiria dele tão cedo. Matheo Delacroix valia a pena.

Notas finais
Capítulo curtinho, mas essencial, CERTO? Nos vemos nos comentários, e SIM, A ALEXA TEM PROBLEMAS DE BIPOLARIDADE /zoa. Kisses!