Two Abandoned Souls

8 Capítulo 7 ~ Before the dawn


Notas iniciais
Desculpem a demora, mais uma vez. Confesso que não fiquei inteiramente satisfeita com esse capítulo, pois tive que fazê-lo em várias partes por não ter tempo de sentar na frente do computador e fazer tudo de uma vez só.
Desculpem, de verdade.
Espero que gostem e não esqueçam de comentar (:

Aquele beijo tinha em mim um sabor de nostalgia, além de despertar desejos que, até então, eu acreditava estar enterrando minuto a minuto da minha vida, principalmente após encontrar Siwon. Nada no mundo parecia abalar aquele momento, enquanto um furacão de emoções passava por mim de uma forma destruidora e, ao mesmo, tempo sutil. Como eu conseguira fingir por tanto tempo que aquilo não estava dentro de mim? Aquela era a hora de colocar tudo para fora e tentar, de vez, largar daquele sentimento. Mas não era isso que passava na minha cabeça.

Meu corpo tremulava a cada segundo que eu sentia seu beijo, que eu sentia sua caricia em meus cabelos e que eu imaginava que ainda existisse um futuro para nós dois. Mas não era a hora, eu não podia trair Taeyeon e Siwon. Eu tinha que afastá-lo de mim, por mais que isso fosse equivalente a arrancar um pedaço de mim que há tanto tempo estava escondido e agora, enfim, estava tomando seu espaço novamente.

Foi necessário apenas um empurrão, ele não resistiu. Talvez por saber que não deveria brincar comigo ou para mostrar que só tínhamos chegado até ali por minha culpa, por eu não ter me manifestado antes. Ele apenas sorria.

– Então? Foi bom lembrar que existem caras melhores? –A pergunta era sínica, mas ao mesmo tempo ele parecia estar se divertindo. A intenção não era me ferir, mas sim brincar. Brincar com meu coração que, naquele momento, estava confuso.

– Foi sim – respondi calmamente, enquanto recuperava meu fôlego e minha mente voltava à realidade. – foi muito bom saber que Siwon é, decididamente, melhor e que isso não significou nada para mim.

Ele pareceu confuso, talvez por saber que eu estava mentindo ou por achar que após aquele beijo eu iria chorar e pedir ele de volta. Não que eu não estivesse me segurando para fazer isso, mas acima de tudo: eu sabia o que ele era capaz de fazer comigo quando não me quisesse mais. E não estava disposta a passar por aquilo novamente.

Limpei meus lábios com o braço, como se estivesse sentindo nojo de mim mesma. Não que eu não estivesse realmente, mas exagerei bastante na reação. E fiquei olhando-o diretamente nos olhos.

– Então você está realmente apaixonada? – sua voz, pela primeira vez em dias, parecia humilde e não agressiva ou sarcástica. – Você está realmente feliz com ele?

– Não sei – não consegui mentir dessa vez, embora tivesse sido a intenção, mas naquele momento eu tive que falar a verdade. Eu não sabia a resposta. Eu estava apaixonada? Eu estava feliz? – Mas tenho uma chance nova de descobrir e não vou desperdiçá-la arriscando no cavalo errado. Repetir o erro é burrice.

Ele pareceu entender exatamente o que eu estava dizendo, mas ao mesmo tempo parecia temeroso, provavelmente não era a resposta esperada mais uma vez e ele ficara sem uma resposta decente.

Dirigi-me em direção a porta, não queria ficar ali nem mais um minuto, não conseguiria agüentar, por mais que eu repetisse para mim que estava tudo bem e que agora era a vez de Siwon tentar me fazer feliz (e que eu iria fazer de tudo para que ele fosse o homem mais feliz do mundo), eu sabia que estava errado. Eu ainda desejava Onew, era um desejo doloroso, como uma ferida aberta que acabaram de jogar sal, mas ainda sim insistente, que me fazia querer voltar para ele nesse minuto.

– E se eu te provar que está errada? – A pergunta me pegou de surpresa, pois eu já estava com a porta praticamente toda aberta e ele tinha ficado calado por tanto tempo.

– Como?

– Ainda não sei, mas espere – ele fez uma pausa enquanto ajeitava o cabelo e olhava em meus olhos – Vou te provar que o erro não sou eu e que, se você insistir, não irá se arrepender.

– Não acredito que sua namorada vá gostar muito dessa resposta – meu tom era de deboche, mas eu não consegui agüentar e me manter imparcial.

– Talvez não seja com ela que eu queira estar nesse momento.

– Que tivesse pensado nisso antes de me trocar por alguém que nem ao menos estava certo se amava. Acho que é por isso que não vou me arrepender da minha escolha. – Olhei no fundo dos seus olhos, ele parecia ainda mais assustado, mas minhas palavras fluíam como veneno. – Nunca trocaria alguém que eu amo por algo que nem mesmo sei se irá dar certo.

Fui em direção a cozinha. Não queria prolongar essa conversa por muito mais tempo. Ainda era manhã cedo e eu já sentia que tinha perdido todo meu dia. No meio do caminho, Tae saiu do quarto próximo a sala e caminhou junto comigo. Sua expressão era de preocupação. Imaginei que ela soubesse que Onew estava infeliz e tivesse notado que ele estava no meu quarto. Pela primeira vez, desde que os dois anunciaram o namoro, pensei no que Tae estava passando e no quanto eu havia sido egoísta ao excluí-la da minha vida. Ela só estava apaixonada e, pelo visto, sofrendo muito mais que eu.

Segurei sua mão, após muito tempo sem fazer isso, e para minha surpresa ela retribuiu. Estávamos juntas novamente, talvez por menos tempo do que esperávamos, pois, se o plano de Onew me fazer mudar de idéia realmente fosse pra frente, toda aquela amizade teria um fim definitivo.

Ao chegarmos à cozinha, o clima de descontração era evidente. Siwon estava sujo da cabeça aos pés de farinha, além de vestir um avental rosa enfeitado de corações brancos que, provavelmente, pertencia a Yuri. A situação de Sunny e Yoona não era muito melhor. Ambas estavam abraçadas gargalhando alto, ambas no mesmo estado que ele, cobertas de farinha, além de derrubarem frigideiras e espátulas ao se chocar com a mesa. E foi na mesa que pude ver a causa do problema. O liquidificador com a tampa aberta parecia ter jogado tudo que, provavelmente, um dia seria a massa para panquecas em toda a cozinha. Siwon exibia um sorriso culpado e seu rosto parecia radiar de felicidade, como uma criançar, enquanto Tae ia até as meninas, brigando descontroladamente, mas caindo na gargalhado quando as duas se jogaram sobre ela, sujando-a completamente.

Ignorando o barulho, o clima de tensão feito anteriormente e o grito de um palavrão em inglês que Tiffany provavelmente dissera no quarto de Yoona por terem a acordado (o que gerou ainda mais gargalhada); fui até Siwon. Ele estava lindo, mesmo que parecesse o homem mais simples do mundo. Limpei a farinha de seu rosto com as duas mãos, enquanto acariciava suas bochechas. Depois fui descendo a mão delicadamente, levando um bom tempo para limpar todo o tanquinho, afinal, ele ainda não tinha vestido uma blusa. Não que eu me importasse, podia passar a mão ali o dia todo.

– Eu planejava fazer um café da manhã especial para você, mas... você viu no que deu. – Ele sorriu de forma inocente, mas eu sabia que aquele sorriso não era um simples pedido de desculpa.

Beijei-o calorosamente. Ficamos ali por um longe tempo, sentindo nossos corpos grudados e aproveitando cada momento em que podíamos ficar daquele jeito. Sentia que tínhamos sido feitos um para o outro pelo modo como nossos corpos se encaixavam perfeitamente. Mesmo que eu não quisesse criar expectativas que poderiam ser frustradas mais tarde, pois eu havia sentido tudo aquilo quando estava com Onew, eu não iria me impedir de se apaixonar. Eu queria me apaixonar.

Eu estava me apaixonando.

Somente quando percebemos que a cozinha estava em um silêncio mortal paramos de nos beijar. As meninas que estavam completamente sujas olhavam para nós como se quisessem segurar o riso, mas ao mesmo tempo, seus olhares mostravam um apoio gigantesco e isso me fez sentir segura. Atrás de mim estava Tiffany com o rosto inchado, mas também sorria, tornando impossível identificar seus olhos em seu rosto. Abri meus braços e as quatro vieram me abraçar. Mesmo que gerando uma surpresa geral por Tae estar no meio do abraço, elas se empolgaram mais ao perceber a real situação. Estávamos todas juntas novamente, todos os dramas estavam passando. Enfim pude me sentir em família.

– Então, como o café foi jogado pela cozinha, podemos ir a algum lugar? Estou faminto – Siwon, que havia sido deixado de lado por um tempo, manifestou-se.

Após alguns minutos de conversas e sugestões, decidimos ir ao clube próximo a faculdade, onde geralmente nos reuníamos após um dia cansativo de aula. Era um local que funcionava como boate de noite, mas de dia disponibilizava a piscina e uma boa área de sol, onde podíamos nos bronzear. Yoona, Sunny e Tae confirmaram na hora, Tiffany disse que apareceria lá mais tarde, pois tinha aula de canto (a mesma que eu deveria ir, mas ia faltar por essa ocasião). Só restava ligar para Hyo e Yuri e perguntar se elas iriam.

– Não acho que vocês esqueceram de mim, não é? – Onew chega na porta da cozinha, estava com o sorriso estampado no rosto. Parecia que tudo esta perfeitamente bem e que nada tinha acontecido entre nós dois no quarto. Comecei a sentir um grande remorso. Eu estava de mãos dadas com Siwon, que estava sorrindo enquanto as meninas diziam que “era óbvio que Onew também ia”, e ele nem mesmo suspeitava que na minha cabeça estivesse acontecendo uma guerra particular. Uma guerra que eu desconhecia o final.

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A porta do carro foi aberta com ferocidade e violência. Fiquei pasmo olhando Taec, ofegando por ter corrido atrás do carro, e o mesmo tentava falar alguma coisa, mas parecia ter desperdiçado todo seu fôlego gritando para que eu parasse o carro.

Soltei o cinto de segurança e sai do carro, vendo-o sentar na calçada. O carro estava em uma péssima posição, pois ocupava uma faixa da rua, mas, como não tinha nenhum movimento naquele horário, essa foi a menor de minhas preocupações.

– O que você disse? – Sei que a pergunta era estúpida, porém eu precisava confirmar se aquilo que eu tinha ouvido era verdade.

Após tanto tempo imaginando, pensando e refletindo sobre nós dois; aquele momento deveria ser memorável. Taec havia dito que “talvez ainda existisse uma chance”, o que era ilógico e surreal, afinal, até onde eu sabia, ele estava feliz e tranqüilo com Jay (que fizera questão de esfregar isso na minha cara). Enquanto um furacão de esperanças invadia meu peito, a mistura de dor e angustia me preocupava ainda mais. Toda a culpa que eu receava sentir iria aflorar agora. Se ficássemos juntos, Jay não conseguiria viver pacificamente na mesma casa.

– Você me chamou até aqui pra dizer que o nosso “quase” beijo havia sido um erro e agora vem me dizer que acha que temos chance? – Perguntei de uma forma mais explicita, pois o mesmo ainda olhava para o chão procurando ar. Talvez não fosse mais “ar” que ele procurava e sim coragem!

– Você não entende – sua voz saia preocupada, até mesmo um pouco aflita.

– E por que você não em explica?

Ele revirou os olhos, como quando estávamos discutindo e eu usava um argumento tolo ou infantil. Isso quase me gerou um sorriso, fez parecer que toda aquela situação não valia realmente toda a preocupação. Após olhar para mim como se eu fosse uma criança, ele se levantou da calçada para olhar fixamente em meus olhos.

– Eu não sabia que tínhamos uma chance. Quer dizer... – ele parou de falar e desviou o olhar – você nunca me falou nada!

– O que você queria que eu falasse? – Eu estava em choque, eu não admitia nem pra mim que era gay, imagine contar para ele. – Você sempre foi O pegador!

Ele tentou mudar de assunto, mas eu ainda não tinha ouvido nada. Ele dissera que talvez nós dois tivéssemos uma chance, mas não mencionou uma palavra sobre essa chance, apenas enrolava dizendo que não sabia que eu também gostava de homem, perguntando se eu já tinha ficado com algum e como ia ser meu relacionamento com Victoria daqui pra frente...

Tentei fingir que estava pelo menos um pouco interessado em todas as perguntas que ele fazia, sem demonstrar que estava realmente ansioso para que chegássemos ao ponto crucial da conversa. Mas ele continuava desconversando, acho que esperava que eu perdesse completamente a paciência ou que eu tentasse chegar logo no assunto. E minha paciência já estava realmente esgotando.

Minha salvação foi uma mensagem de texto que chegou ao meu celular, fazendo-o tocar um pouco alto demais. Taec olhou assustado para meu bolso e, antes mesmo de ler a mensagem, argumentei aquilo que estava na minha cabeça desde o momento que ele me fizera parar o carro.

– E você me chamou aqui pra? – Enquanto puxava o celular do bolso, olhava para ele com uma expressão de raiva no rosto, a expressão era disfarçada, mas para ele e os garotos que me conheciam muito bem, com certeza era notável. – Já estão me mandando mensagens, estou atrasado para inúmeros compromissos.

Ele ficou pouco tempo sem dizer nada enquanto esperava que eu lesse a mensagem. Graças a Deus ele tinha ficado em silêncio, pois ao ler aquela mensagem, o chão sumiu debaixo dos meus pés. A mensagem tinha apenas uma frase, mas fazia com que toda a minha esperança de ficar com Taec doesse ainda mais.

“Khunnie, você disse que tinha que me explicar algo! Estou esperando! @.@” – MinHo

Eu tinha dito a ele que explicaria tudo, mas tive que sair porque Taec me chamou. Como um ato involuntário, mostrei a tela do celular para Taec. O mesmo leu, processou a mensagem e, por mais alguns minutos, permaneceu em silêncio. Se eu tinha enganado MinHo até agora, não iria repetir meu erro. Se realmente existia alguma chance de ficar com Taec, preferia que ele soubesse que eu tinha tido algo com MinHo antes, para evitar futuros problemas. Apenas após processar toda a mensagem, ele enfim conseguiu falar:

– Você e MinHo? – O tom de dúvida se misturava ao de descrença, talvez ele pensasse que éramos muito amigos ou que MinHo era hetero .

– Nos estamos tendo um lance – respondi de forma breve e sucinta, não havia nada mais que ele precisasse saber. – E você não respondeu minha pergunta nem parou de enrolar.

– Bom, acho melhor conversarmos com calma, parece que você já está atrasado para seu compromisso com MinHo – podia ouvir claramente o tom de ciúmes de sua voz, mas isso me deixava ainda mais irritado. Como ele tinha me mandado parar o carro, arremessado esperanças na minha cara e agora queria que eu esperasse.

– Acho melhor conversarmos agora. – Eu retruquei. Não queria esperar mais para algo que, querendo ou não, iria mudar completamente o que eu iria falar com MinHo (claro que eu ia falar a verdade, mas, dependendo da resposta, eu iria implorar para que ele me aceitasse de volta).

– OK – ele umedeceu os lábios com a ponta da língua, o que me deixou ligeiramente excitado – Eu acho que eu gosto de você. Desde antes de eu gostar do Jay. – Pausa pra respirar fundo e olhar minha reação (estava atônito, não pretendia me derreter completamente, ainda mais depois de ele quase destruir meu coração da outra vez) – Mas eu não sabia que você era... Você sabe... Então, Jay se declarou para mim. E eu não consegui recusar.

Podia entender perfeitamente sobre o que ele estava passando, mas tentei não demonstrar isso, meu tempo como compreensivo estava acabando. Eu não queria ter mais dúvidas na minha cabeça. Já estava cansado de decidir que iria tentar e, após um acontecimento ínfimo, decidir que vou desistir em seguida. Não ficaria sem argumentos, se ele realmente “gostava” de mim, estaria disposto a arriscar tudo?

– E Jay sabe disso tudo? – Tentei parecer natural, embora soubesse que a frieza estava forçada em excesso – Que você pretende largá-lo para ficar comigo?

– Bom – começando assim a frase, já percebi que o resto não me agradaria – por isso que eu disse que “talvez” pudéssemos dar certo. Ainda não sei se estou disposta a deixar o Jay, ele tem sido muito bom comigo, além de ser um companheiro de dormitório e isso poderia causar um grande problema. Você entende.

– Taecyeon, se você não tem coragem de largar ele pra ficar comigo, você não me ama. Você apenas “gosta” de mim, como você mesmo disse. Talvez seja apenas isso. Não estejamos destinados a ficar juntos. – Me surpreendi por não ter lágrimas nesse momento. – Como eu havia dito anteriormente, Jay esteve certo o tempo todo.

Fui em direção ao meu carro, mas ao contrário do que havia acontecido no restaurante, ele não ficou simplesmente esperando que eu fosse embora. Dessa vez ele me seguiu até a porta do carro. Ao abrir a porta e me acomodar no banco evitei olhá-lo nos olhos, ele estava ali, parado ao lado do carro, segurando a porta e impedindo que eu saísse.

– A cada vez que você insiste, eu fico mais confuso – Balancei a cabeça como uma forma de realçar a minha resposta. – Você pode, por favor, me deixar ir.

– Não, eu não posso, pois sei que se eu te deixar ir agora, estarei deixando você ir para sempre; e acho que não consigo mais viver sem você. – Por mais que aquilo tivesse me deixado sem fala, não fazia o mínimo sentido. Se ele não conseguia mais viver sem mim, por que estava com tanta dúvida sobre nós dois?

Sorri, calmamente, e sai do carro novamente. Ficando em pé exatamente a sua frente. O espaço entre nós não deveria ser grande o suficiente para colocar nem mesmo uma maçã. Podia sentir sua respiração ofegante, vindo de uma distância tão próxima a mim. Seus lábios estavam tão fáceis e ele, pela segunda vez em tão pouco tempo, não expressava nenhuma resistência. Eu podia alcançá-los facilmente, mas pretendia brincar mais um pouco. Se era uma certeza que ele procurava, eu estava aqui para acabar com todas as suas dúvidas.

Passei as mãos por seu abdome e pude sentir que seus músculos estavam contraídos. Ele parecia mais nervoso que na vez do elevador. Podia sentir todos seus músculos ao passar minhas mãos por ele e podia ver que ele fechara os olhos e parecia distante. Tão distante quanto se consegue chegar para aproveitar a realidade.

Soube exatamente que era aquela a hora, não restava mais nenhuma dúvida no meu coração de que eu estava apaixonado por ele, agora só restava que ele soubesse.

Avancei um pouco meu rosto e o beijei.

Notas finais
Obrigada por terem lido, desculpem aos que esperavam uma maior participação do MinHo, confesso que se eu tentasse colocá-lo agora tiraria completamente o ritmo da história, então preferi esperar mais um pouco. Espero, sinceramente, que estejam gostando da história e que continuem acompanhando.