Notas iniciais
Oiee Lindas!! Estou super emocionada com os comentários do último capítulo e então resolvi postar um capítulo novinho para vocês! Ps: Lembrem-se de que os pontos de vista são trocados durante os capítulos então fiquem atentos a isto! Queria fazer duas perguntinhas para vocês: 1) a CAPA da fic foi trocada vocês gostaram dela? 2) comecei a escrever uma FIC NOVA vocês gostariam de ler? Ainda não respondi os comentários, mas fiquem tranquilas que logo, logo irei responder!! Bjinhos adoro você e até o próximo cap!

TOBIAS

— Olá Tobias! — Diz Beatrice de uma forma lenta e sexy.

— Oi. — Digo praticamente gemendo. Ela estava sentada em minha cadeira usando uma blusa social de seda branca com três botões abertos revelando o início da fartura de seus seios. Fico alguns segundos olhando fixamente para eles e escuto uma risada gostosa vindo dela.

— Acredita que eu me perdi?! — Ela diz encarando-me maliciosamente e levantando-se de minha mesa.

— Como você se perdeu? — pergunto tentando controlar minha respiração.

— Bom eu estava no shopping olhando algumas lojas de decoração querendo encontrar um objeto específico e eu não encontrei de jeito nenhum. Até que uma atendente me deu um endereço de uma loja e então eu vim atrás, vim andando por que só estava com cartão e aí acabei me perdendo. Já estava cansada de tanto andar então comecei a perguntar pela sua empresa que para minha sorte todos sabiam dizer onde ela ficava e então cheguei aqui. Pedi para te encontrar e então a sua secretária disse que você estava em reunião e então eu disse que ia lhe esperar aqui na sua sala. Aí ela disse que eu não podia ficar aqui e então ela foi chamar um segurança para me arrancar daqui. — Ela termina suspirando e observando as suas unhas. — Disse que eu era uma Eaton, mas ela não quis acreditar.

— Tris, você não pode andar sozinha assim na rua, ainda mais sem dinheiro. Você poderia ter se... — ia falando quando fui interrompido pela minha secretária Cara acompanhada de dois seguranças.

— Ah, senhor Tobias perdão. Eu disse que ela não podia entrar aqui, mas ela não me ouviu. — Diz Cara apontando o dedo acusadoramente para Tris.

— Me deixe deixar uma coisa bem clara para vocês... Vocês estão vendo está menina aqui? — digo apontando para Tris que estava com um sorriso vitorioso nos lábios. — Então ela entra aqui na hora que ela quiser e quando ela quiser. Se ela quiser ficar na minha sala ela vai ficar na minha sala entendeu Cara? — Digo e vejo a surpresa invadir o seu olhar.

— Sim senhor Tobias mais... — Cara tenta argumentar, porém eu a corto.

— Ela é Beatrice Eaton e ela entra quando quiser. Ficou claro? — Pergunto e todos concordam com a cabeça. — Ótimo podem ir. — Cara sai da sala observando Beatrice abismada. Beatrice joga um tchauzinho irônico para ela e ela fecha a porta bufando.

— Sabia que você fica muito sexy mandando? — Diz Beatrice aproximando-se de mim e ajeitando minha gravata. Sinto meu corpo travar e uma ereção começar a surgir entre minhas pernas.

— Não, mas é bom saber. — Digo com um sorriso sacana nos lábios. Ela solta a minha gravata e afasta-se de mim.

— Tobias eu estou com fome, eu estou desde duas da tarde andando perdida nesta cidade imensa. — Diz ela fazendo uma careta e envolvendo seus braços em sua barriga. Sorrio do seu jeito meigo e pego as chaves do carro.

— Venha, vamos comer.

TRIS

Chegamos a um restaurante aconchegante e elegante. O garçom já havia anotado nossos pedidos e agora estávamos encarando um à cara do outro.

— Então e a escola como anda? — Diz Tobias ajeitando-se na cadeira.

— Bem. — Digo dando um meio sorriso. — Você sabe que não precisa ficar me perguntando isso todos os dias ne?

— Não? — Ele me pergunta confuso.

— Não. — respondo sorrindo. — Tobias você não precisa assumir um papel de pai. Eu sei me cuidar, fique tranquilo. — Digo alisando sua mão que estava sobre a mesa. Ele me encara e entrelaça sua mão na minha. Sinto uma corrente elétrica passar pelo meu corpo e então o garçom chega nos tirando de nossos devaneios fazendo-me soltar a sua mão.

— Obrigado. — Diz Tobias e o garçom se retira. Passamos o resto do jantar em silêncio e assim que terminamos nos dirigimos até a nossa casa.

Quando entramos encontramos Nita parada em frente a escada com as mãos na cintura e batendo o pé. Ela estava furiosa.

— MAS QUE MERDA É ESTA TOBIAS? VOCÊ ME DEIXA JANTANDO SOZINHA PARA IR JANTAR COM ELA? AFINAL POR QUE VOCÊS ESTÃO JUNTOS MESMO? — Diz Nita nome-de-puta berrando.

— Nita para começar você pode, por favor, parar de gritar por que não tem nenhum surdo aqui. — Tobias diz respirando mais fundo tentando controlar sua respiração. — Sim eu fui jantar com Beatrice por que você passou o dia com o motorista e está criatura aqui passou à tarde perdida em Nova York. — Ele termina e Nita faz uma cara nojenta de espanto.

— Não acredito que você se perdeu! Você está bem querida? — Diz ela aproximando-se e alisando o meu braço. Fingida. Falsa.

— Sim eu estou bem, a minha sorte é que todos conhecem a empresa do seu marido Nita. Por que se não fosse por isso eu não saberia aonde é que eu estaria uma hora dessas. — Digo fazendo uma cara de menina inocente.

— Sim, graças a Deus mesmo! Agora vai tomar um banho e descanse. — responde ela na maior falsidade possível.

— Claro boa noite! — Digo subindo as escadas, porém paro no meio dela e viro em direção a Tobias lançando o meu melhor olhar de menina indefesa. — E obrigada Tobias!

— Disponha. — Diz ele encarando-me de maneira profunda. Volto a subir às escadas e escuto Nita bufar. Ponto para mim.

NITA

— Já que você já jantou, vamos deitar? — Digo alisando os ombros de Tobias.

— Agora não Nita, ainda tenho uma papelada para revisar. — Diz Tobias afastando-se de mim e dirigindo-se para seu escritório.

Essa menina vai roubar ele de mim. Eu não sei por que sinto isto, mas desde o momento em que ela botou o pé na minha casa eu senti que ela era minha a minha ruína.

Precisava arrumar um jeito de trazer Tobias para mais perto de mim novamente, mais como meu Deus? Como eu faria isto? Nem expulsando está menina iria me adiantar alguma coisa.

Eu sabia que iria infernizar a vida dela enquanto ela continuasse sobre o meu teto, mas isso não era nada. Eu preciso de uma luz meu Deus! Ajude-me.

TOBIAS

Estou subindo para meu quarto após ler vários relatórios quando escuto um grito vindo do quarto de Beatrice. Corro em sua direção e para minha sorte sua porta estava aberta.

Entro em seu quarto que nem um louco e a encontro deitada em sua cama, suando e com uma expressão de aterrorizada. Caminho até ela e sento em sua frente.

— Tooo...Toobi.. — Ela tenta falar mais não consegue terminar. Percebo que ela está tremendo e então a puxo e a abraço.

— Tris! O que aconteceu? — digo fazendo um carinho em seus cabelos que estavam um pouco molhado.

— Foi horrível... Horrível. — Diz ela chorando. — Eu... Eu estava lá Tobias. EU ESTAVA LÁ. — Diz ela afundando seu rosto em suas mãos.

— Ei! Se acalme, por favor. Você não estava lá foi só um pesadelo Tris. Só um pesadelo. — Digo puxando-a novamente a trazendo mais para o meu colo. Ela agarra a gola de minha blusa e a aperta. Dou um beijo em sua testa e fico afagando suas costas.

— Eu não fiz nada. Eu não fiz nada. — Diz ela repetindo e sinto seu corpo tremendo.

— Tris! Olhe para mim. — Digo puxando seu rosto e vejo o quão derrotada ela estava. — Foi só um pesadelo, se acalme, por favor, pequena. Acalme-se.

Meu coração estava aos pedaços em vê-la daquela maneira. Eu queria ajudar, queria arrancar aquela dor que ela estava sentindo e se possível transferir para mim. Preferia qualquer coisa, menos ela desta forma.

— Tobias não quero sentir isso. Não quero. — Diz ela soluçando. O desespero me invade e eu fico perdido.

— Calma, eu estou aqui tá? Tris eu estou aqui com você. — Abraço-a novamente em um abração apertado. Deixo-a chorar por alguns minutos quando a solto. — Vamos fazer o seguinte, troque de roupa e me espera que eu já volto pode ser? — Digo e ela balança com a cabeça um sim. Levanto-me e dirijo-me até uma porta ao lado da cozinha. Bato na porta e Ana abre.

— Aconteceu alguma coisa senhor Tobias? — Pergunta ela assustada.

— Mais ou menos, mas não precisa se preocupar Ana eu só quero que você me de um remédio daqueles que é só você tomar que você capota.

— Claro. — Diz ela entrando na cozinha e indo em direção à um armário que continha vários remédios. Ana passa um tempo procurando até que ela me entrega um frasco com alguns remédios. Pego somente um e um copo de água.

— Obrigada Ana! — digo subindo com o remédio nas mãos. Entro em seu quarto e ela sai do banheiro usando um pijama de ursinho. Sorrio, pois ela estava muito fofa. — Trouxe uma coisa para você, vai lhe ajudar a dormir. — Digo estendendo o remédio e a água. Ela me olha indecisa por alguns minutos mais logo engole o remédio. — Agora venha, vou deitar aqui do seu lado.

Ela caminha até a cama e deixa um espaço para mim que deito do seu lado. Ela aproxima-se de mim e alinha o seu corpo ao lado do meu deitando em cima de meu peito. Sinto meu coração acelerar e uma sensação muito estranha invade meu estômago. Afago suas costas e ela soluça.

— Está tudo bem Tris, pode ir dormir. Eu estou aqui com você. — Ela aperta mais o seu corpo ao meu e alguns minutos depois percebo a sua respiração regular. Suspiro aliviado e beijo o topo de sua cabeça. Levanto-me com cuidado para não acorda-la e cubro onde estava sem coberta. — Durma bem pequena! — digo dando mais uma olhada nela e saindo de seu quarto.

Notas finais
Leiam as notas iniciais! bjus *-*