Notas iniciais
Uma agradecimento super especial a LilianiIglesias e Daiana Caster por favoritarem minha fic! 😘😘 tá aí mais um capítulo! Divirtam-se!

Capítulo 3 💑

Tentando contornar a situação, Davi deu alguns passos em direção a namorada — Oi Manu! Num sabia que você já tinha acordado... — sorriu falso e tascou um beijinho no rosto da namorada, que cerrou os olhos, mostrando claramente seu aborrecimento.

– É. Eu acordei sim, vi o seu bilhete e fui pra casa de Rita te encontrar, mas olha só que coisa, você não tava lá. Daí eu chego aqui e te encontro quase beijando essa gringa dos infernos!

Megan arregalou os olhos, chocada.

– Manuela, que isso? — repreendeu Davi — Que jeito de falar é esse?

– E você queria que eu falasse como?

– Oh my God! — Megan exclamou com a mão no peito — Davi, é melhor eu ir. Não quero que tenha problemas com sua namorada por minha causa.

– Sério?! — Manuela continuou provocando — Ow meu Deus, como você é boazinha. Brigada viu?! Mas eu num acredito nessa sua cara de sonsa não.

– Manu, por favor... — Davi falou trincando os dente e apertando o braço dela com ainda mais força. — Tenta se controlar!

– Manuela, eu sei que você não vai acreditar em mim, mas eu really não quero que você pense que o Davi e eu... Que a gente... — Megan tentava se defender, mas era como se as palavras estivessem travadas em sua garganta. Não conseguiu completar — Eu... Tenho mesmo que ir. Sorry. — completou e virou em direção ao parquinho.

Contudo, sentiu quando uma mão segurou a sua, impedindo-a de continuar. — Calma aí, Megan! Você não precisa sair assim só porque a Manu...

– No Davi... Relax! — Megan interrompeu-o- Não estou indo embora só por causa disso. Estou indo também porque já está quase na hora de colocar o Júnior para dormir o soninho da tarde. Tenho de fazer isso senão ele fica like enjoadinho. — Sorriu para Davi que retribuiu o sorriso com a mesma ternura.

Enquanto isso, Manuela permanecia parada em seu canto, com os braços cruzados e revirando os olhos para cada palavra dita pela americana.

– Tá bom. Se é assim... Eu vou deixar você ir.

– Thanks! Bye Davi! — murmurou em meio a um sorrisinho discreto, deu meia volta e se dirigiu ao parquinho.

– Tchau, Megan! — despediu-se, e permaneceu ali parado observando Megan caminhando, até desaparecer no meio do parquinho, onde provavelmente seu filho a aguardava.

– Mas é muito cara de pau! Quer ir com ela não? Vai! Aposto que a gringuinha te aceita.

Davi teve de respirar fundo antes de se virar na direção da namorada.

– Manu, olha só, eu não gostei nenhum pouco do jeito como você tratou a Megan. Eu não sei se você percebeu, mas em nenhum momento ela quis te provocar. Pelo contrário, agiu com muita maturidade, coisa que você não fez, né?!

Manuela mal podia acreditar no que acabara de ouvir. Franziu a testa, indignada.

– Como é que é?! Davi, parece que você não conhece essa daí... Esqueceu o que ela já aprontou pra separar a gente? Davi, acorda! A Marilin Megan tá se fingindo de santinha só pra te fisgar. E pelo jeito tá conseguindo né?!

– Manu, entende uma coisa... Essa disputinha de vocês duas por mim já terminou faz tempo. A Megan tá com o Artur, eu tô com você...

– Tá mesmo, Davi? Porque num parecia quando há dez minutos atrás eu cheguei aqui e vi vocês dois quase se beijando.

Davi levantou a cabeça, já quase perdendo a paciência com a namorada, que parecia surda a tudo que ele dizia.

– Manu, eu não tava quase beijando a Megan. Eu só tava enxugando uma lágrima que...

– Ah! A patricinha tava chorando? — Interrompeu outra vez Davi, que já estava em seu limite — E eu posso saber por quê? Não. Deixa eu adivinhar... Quebrou a unha foi? Ou será que estourou o limite do cartão de crédito?

– Não, Manuela. A Megan tava chorando porque eu tinha acabado de contar a ela que tacaram fogo na plugar. — Explicou ele, na esperança de que agora ela pudesse recobrar sua sanidade.

Em vão. Manuela estava implacável.

– Claro! Como ela sabe o quanto a Plugar é importante pra você, fingiu chorar só pra que você consolasse ela. Lágrimas de crocodilo, isso sim!

Pronto! Aquela frase foi a gota d'água para Davi, que não conseguiu mais esconder sua indignação e fúria.

– Chega Manuela! Pra mim já deu! Eu acabei de te dizer que a Plugar foi incendiada e a única coisa que você faz é continuar com esse showzinho ridículo de ciúmes! Você tem noção do quanto você tá sendo fria? Caramba, Manuela, a Plugar faz parte da minha vida, da minha infância... Será que você num pensou em nenhum momento que eu poderia tá destruído por causa disso?

Diante daquelas palavras, a ficha finalmente caiu para Manuela que, imediatamente, tentou limpar sua barra.

Ela foi até ele e segurou seu rosto entre as mãos. Os olhos dele estavam marejados e sua expressão era de extrema decepção.

– Desculpa, Davi! Desculpa! Eu fui muito idiota, eu admito. Mas é que aquela Megan, ela consegue me tirar do sério. Mas diz aí... Me conta... Como foi que isso aconteceu?

– Num sei. O Matias me contou muito por cima, num entendi direito... Mas uma coisa eu sei, isso não vai ficar assim. Eu vou investigar a fundo essa história e quando eu descobrir quem foi o otário que cometeu esse crime, eu vou querer que ele vá pra cadeia, pagar com juros o que ele fez.

– Davi, olha pra mim. — Davi direcionou o olhar pra ela que, até então, estava virado de lado — Deixa isso pra lá! A Plugar foi incendiada... É uma pena. Mas essas coisas acontecem. — Davi cerrou os olhos sem acreditar no que ouvia. Aquela mulher na sua frente não podia ser a Manu. A sua Manu não era essa mulher fria que estava a sua frente. Não. Ele não podia se enganar tanto. Não é possível! — Até porque, meu amor, logo logo a gente vai tá voltando pra Recife pra continuar nosso projeto e a Plugar vai ser só uma lembrança boa de sua infância.

Davi franziu a testa e fez questão de retirar as mãos da namorada de seu rosto.

– Manuela, por favor, me deixa sozinho...

– Mas Davi, eu achei que...

– Achou errado. Vai Manuela, por favor, eu preciso ficar sozinho!

– Tá bom. Se é isso que você quer, eu vou pra casa. — arriscou dar um beijo nos lábios do namorado, mas ele virou o rosto e o beijo acabou sendo na face. — Será que eu posso te esperar pra gente jantar junto?

– Não. Eu vou jantar na casa do Matias e de lá mesmo, eu vou para o aeroporto buscar o Jonas.

– Tá. Então quando você chegar, a gente conversa... Fica bem. Tchau! — despediu-se e com o rabinho entre as pernas foi embora, sem ouvir nem ao menos um tchau do namorado.

Por alguns segundos, Davi permaneceu ali se fazendo mil perguntas. Com raiva de si. Com raiva da vida. Com raiva de sua namorada. Com raiva de tudo.

Uma lágrima desceu sorrateira em seu rosto. Imediatamente, enxugou-a com o dorso da mão e sem mais pestanejar foi ao lugar que mais temia ver com seus próprios olhos. A Plugar. Ou... O que restou dela.

Ao chegar lá, sentiu uma dor dilacerante invadir seu peito. Tudo. Tudo mesmo. Estava destruído. Não restou nada nem para contar a história.

Fechou os olhos e lembranças doces daquele lugar lhe invadiram a mente. Algumas delas incluindo Megan. Nenhuma delas, Manuela. Concluiu decepcionado.

Abriu os olhos, voltando à realidade, quando sentiu uma mão amigável apertando o seu ombro.

– É, meu irmão, bom seria se isso nunca tivesse acontecido. Eu sinto muito. — Matias disse, com toda sinceridade.

Os lábios de Davi se curvaram em um sorriso triste.

– Pois é... Tô começando a achar que tem muita coisa na minha vida que nunca devia ter acontecido.

Matias fez cara de interrogação — Quê?! Num entendi não, cara! Tu tá falando de quê?

Davi deu um suspiro profundo e segurou o ombro do irmão, apertando-o com força.

– Nada não, cara! Esquece! Tem comida na tua casa?

Matias ficou totalmente confuso com aquela mudança de assunto. Mas deixaria para entender depois. Conhecia Davi muito bem pra saber que ele só se abriria quando estivesse pronto. E definitivamente, ele ainda não estava. Pelo menos era o que ele achava.

– Rapaz, a Danuzinha tá preparando uma omelete. Mas se eu fosse tu tratava de comer em outro lugar... A comida da minha mulher num é lá o que se pode chamar de boa, sabe?! Minha gata cozinha mal pra caramba!

Davi deu uma risada daquelas.

– É. Mas eu briguei com a Manu... — arqueou as sobrancelhas — Acho que não tenho outra escolha.

– Tá bom, então! Só que se liga na dica: Se ela te oferecer suco de acerola, diz que cê não gosta... Inventa uma desculpa qualquer, mas não toma.

– Ih, meu Deus! Por que isso?

Matias bateu duas vezes no peito do irmão — Você vai entender... Vamo?!

Davi forçou um sorriso. Temia o que seu irmão queria dizer com: "você vai entender". Mas sem alternativa, disse:

– Vambora então! Quero ver se tua mulher é mesmo essa cozinheira ruim aí que tu disse.

Matias deu uma risada misteriosa e girando sob os calcanhares se dirigiu ao seu apartamento, seguido de perto por Davi.

****************

– Aaaaaaaaaa! Stop Júnior! Você tá me molhando toda! Oh God! — dizia Megan enquanto tentava se desvencilhar dos respingos de água que vinham da banheira em que seu filho se encontrava — Ninaaaaaa come here, please!

– Chamou dona Megan? — a babá perguntou, aparecendo no banheiro como em um passe de mágica. Megan às vezes chegava a se assustar com aquilo.

– Yeah. Você pode, por favor, trazer a toalha do Júnior? Oh, e aproveita pra trazer a minha também porque esse danadinho aqui me deixou totally ensopada.

Mais que depressa, Nina voltou para o quarto, abriu o armário e de lá retirou duas toalhas, levando-as para patroa.

Quando Megan recebeu as toalhas, tratou primeiro de cobrir seu pequeno, que ainda brincava, batendo na água com as duas mãozinhas.

– The end pra você, little fish! — Disse, pegando o pequeno nos braços e o enxugando com rapidez, antes que ele pudesse soltar-se para pular outra vez na banheira.

Segurando-o, enrolado na toalha, deitou-o na cama, e aproveitou para enchê-lo de beijos por toda a barriguinha, como sempre fazia para ouvir suas risadinhas que eram música para seus ouvidos. O pequeno se contorcia todo, com as cócegas que sentia a cada beijo.

Em meio ao seu próprio riso, Megan falou se dirigindo a Nina, que estava parada ao lado dos dois, encantada com o carinho de sua patroa para com o seu filho.

– Nina, o que você acha que devo vestir no Junior? Hoje eu quero ele mais lindo do que nunca para conhecer o seu grandpa. Tenho certeza que ele vai ficar bobo quando ver que o netinho dele é like o menino mais lindo desse mundo.

– Tenho certeza que ele vai achar isso. Que tal aquele macacãozinho azul que ele usou no aniversário da filha de Angeline e Brad?

– Oh! Bem lembrado... I remember que ele chamou a atenção de todos com aquela roupa. Decidido. Vai ser o macacãozinho azul. Good idea! — sorriu agradecida e a babá tratou logo de ir procurar a roupa dentro da mala, antes mesmo que ela pedisse. Era muito eficiente. Por isso Megan a adorava.

– Well, enquanto você arruma ele, vou aproveitar para tomar o meu banho e escolher uma roupa like perfeita porque eu também quero estar linda.

– Claro! Até porque aquele moço bonito vai estar lá, né? — disse Nina, pegando Megan completamente de surpresa. Obrigando-a a parar no meio do caminho para o banheiro e virar-se em direção a ela.

– De que moço bonito você está falando? — Megan sabia muito bem a quem ela se referia, mas jamais admitiria.

– Ora, dona Megan, daquele que a senhora ficou o tempo todo conversando lá no parquinho.

Megan coçou a nuca numa tentativa frustrada de disfarçar — Oh, aquele moço... O nome dele é Davi. Ele é filho do meu dad! — disse de forma natural como se aquilo pudesse explicar tudo.

– Ah, vocês são irmãos? — perguntou a babá, entretida, tentando colocar as meinhas nos pezinhos de Júnior, que não cansava de retirá-los de suas mãos, rindo divertido pela proeza.

A sorte de Megan é que por esse motivo, Nina não a estava encarando. Good boy, disse para si mesma referindo-se ao seu filho. Afinal Megan jamais iria conceber que Nina a visse corada da forma como ficou ao ouvir o nome de Davi ser pronunciado.

– No. Remember que meu dad não é meu dad biológico? Ele só é do Davi.

– Graças a Deus! Porque seria muito estranho um irmão olhar pra própria irmã do jeito que ele olhava pra senhora.

Ao ouvir aquilo, o rosto de Megan se iluminou e um sorrisinho tímido se formou em seus lábios. Então feliz com aquilo, Megan voltou a sua rota, dançando e cantarolando.

Já dentro do banheiro, Megan se lembrou de algo importante e gritou:

– Nina, por favor, avisa ao Edmilson que prepare o carro.

Nina franziu a testa, fazendo cara de interrogação — Como assim, dona Megan? O Edmilson acabou de sair. Ele disse que ia levar sua mãe para um festa do marido. E não tinha hora pra voltar.

– O Edmilson WHAT???? — gritou Megan, demonstrando claramente seu desespero com essa notícia.

***************

No apartamento, a risada de Matias ecoava alta ao observar Davi disfarçadamente devolvendo o suco de acerola ao copo.

– Cara, de que é feito isso?! — Davi perguntou para o irmão, fazendo careta.

– Sei lá! Mas eu te avisei, não avisei?

– Davi, cê quer que eu faça mais um pouquinho de suco? O Matias me contou que você adora suco de acerola.

Davi olhou para o irmão, fuzilando-o com o olhar, enquanto Matias tentava segurar o riso a todo custo. Depois virou para anfitriã com o seu sorriso mais amável.

– Não, brigado. Eu adoro mesmo, mas já tô satisfeito.

– E Omelete? Se quiser eu faço mais.

– Não. Não. Eu realmente tô satisfeito. — disse, limpando a boca com o guardanapo e já se levantando para o caso dela oferecer mais alguma coisa — Além disso, eu marquei de passar na casa da Verônica porque eu fiquei de dar uma carona pra ela para o aeroporto.

– E desde quando tu tem carro, meu camarada? — perguntou Matias, curioso.

– Desde quando eu comprei. — Respondeu de forma natural.

– Ah, muleque! Tá podendo heim, meu irmão! Depois a gente combina de dá um rolé com teu carango, né?!

– Rolé?! Que história de rolé é essa? — Resmungou Danuza — Tu sabe que tu tem uma mulher grávida dentro de casa, né?! — Completou e saiu furiosa para dentro da cozinha.

– Vai Matias! Sai dessa agora! — Davi brincou e quem o fuzilou agora foi Matias. — Aposto que agora vai tomar suco de acerola todo dia... Cuidado.

– Ah, vai te ferrar Davi! — retrucou jogando o guardanapo no peito de Davi, que riu da atitude.

– Eu não. Quem vai se ferrar é você com tua esposa. Eu tô vazando. Quer que eu avise ao Bira pra reservar o cafofo? — brincou, deixando Matias ainda mais furioso.

– Calaboca, Davi! Tu num ia embora? Cadê?! Vai logo!

Davi saiu dando gargalhada da situação do irmão e foi só quando Matias ouviu a porta bater que ele correu para cozinha.

– Danuzinha, meu amor, o rolé que eu falei não era bem um rolé...

A partir daí começou a DR que durou horas...

****************

Alguns minutinhos depois, Davi tocou a campahia da casa de Verônica, mas quem atendeu quase no mesmo instante foi Vicente, que ao ver o amigo bateu a mão na dele e o abraçou forte.

– Fala Davi!

– E aê muleque! Beleza? Cês tão prontos?

– Quase. Dona Verônica ainda tá terminando de botar maquiagem depois de ter experimentado uns... Dez vestidos. Coisa pouca.

– Eu ouvi heim, menino! — gritou uma voz feminina vinda de dentro do quarto.

Os dois riram ao mesmo tempo. Mas logo depois Verônica apareceu vestida em um vestido azul colado no busto e solto nos quadris. Estava linda. Os dois ficaram boquiabertos.

– Caraca, mãe! Tu tá gata, heim?!

– Eu vou ter que concordar com meu amigo aqui. Tá linda mesmo. — Davi elogiou.

– Parem meninos! Assim vocês vão me deixar sem graça. — disse e se dirigiu a Davi, dando- lhe dois beijinhos no rosto. — Tudo bem, Davi?! Cadê a Manuela? Num veio contigo, não?!

– Não. A Manu tinha umas coisas importantes pra fazer. Mas mandou beijo pra todo mundo. — forçou um sorriso.

– Ah, que fofa! Manda beijo pra ela também tá?! Mas, agora vamo, menino, senão a gente vai se atrasar.

– Vamos sim. Só tava esperando por vocês!

Verônica olhou dentro da bolsa — Deixa eu ver se eu num tô esquecendo de nada... Ah, meu Deus, quase ia me esquecendo... Vicente vai buscar teus irmãos, menino!

Davi teve de esconder o riso, enquanto mais que depressa Vicente saiu para cumprir o pedido de sua mãe.

– Eu e minha cabeça... Mas fala aí, uma pena né, menino, a Megan num poder ir...

No mesmo instante que ouviu o nome Megan, Davi vidrou o olhar em Verônica.

– Como assim? Por que ela num vai poder ir?

– Porque parece que a mãe saiu com o motorista e como ela tá sem carro...

– Ué. Se quiser, eu posso passar lá... — Falou demonstrando um desinteresse que não tinha. — Por mim num tem problema nenhum.

– Mas num fica muito contramão não?

– Fica, mas o Jonas num só vai chegar lá pra meia noite...? Então?! Acho que dá pra pegar a Megan sim.

– Ai que bom, menino! Vou ligar pra ela agora! — pegou o celular e discou. — Alô, Megan?!

Davi continuou ali naquele mesmo lugar atento ao telefonema, sorrindo disfarçadamente, e com um brilho diferente no olhar. Megan não ir?! Aquilo definitivamente não fazia parte de seus planos. Pensou consigo.

Notas finais
E aí, gostaram? Caramba gente, estou muuuito insatisfeita com a falta de comentários😔 espero que esse próximo vc me façam um pouquinho feliz e aguardem muuuuitas emoções!