Turma do Fundão

5 A descoberta da caixa


Pov. Gabriel

Ainda estávamos em Bentó e Lucas ainda estava sem memória quer dizer não lembrava realmente tudo o que tinha acontecido depois que ele batesse com a cabeça, mas isso não era a coisa mais importante. (Lucas: Ei quem disse que eu não sou importante!), (Gabriel: Eu disse. E não interrompa minha narração!). O que tínhamos de se preocupar era tentar sair daquele planeta e ainda não sabíamos como os colares foram parar em nossas mãos.

– Por que os colares foram parar logo nas mãos de Lucas e Brenda?

– E sou eu que vou saber! – Respondeu Bianca com ignorância.

–Calados. Invés de brigarem por que vocês não ajudam agentes a descobrir por que os colares vinheiram parar em nossas mãos, e o que são eles. –Falou Marcelo.

–Ajudar fazendo o que? Tudo que estar acontecendo é por causa dessa caixa!

–Bom por um lado você pode estar certo – disse Bianca

Passou uma noite e estávamos na caverna de Ana Paula quando eu acordei e vi a caixa brilhando comecei a sentir certos tremores, bem, não exatamente temores só uns pressentimentos estranhos. Acordei Roberta e Bernardo que ainda estavam dormindo, mas quando eles acordaram a caixa tinha parado de brilhar. Após um tempo comecei a achar estranho o que tinha acontecido naquela noite, mas não quis contar para ninguém o que tinha acontecido. Estávamos todos frustrados pelo fato de estávamos em um planeta estranho com pouca comida e um lugar totalmente desconhecidos.

Pov. Lucas

Após um tempo já era de manhã e eu sair para procurar comida coisa que não era muito difícil algo comestível em uma selva enorme e cheia de árvore. Encontrei Ana Paula e parecia que ela estava conversando sozinha ou com um espirito, mas eu pressentia algo ruim. Fui até lá para perguntar o que ela estava fazendo e percebi que na faca de caça que carregava em seu pescoço havia também um fragmento de um diamante parecido com o meu só que preto.


– Ei... – Gritou Ana Paula. – Estar me espionando.

– Não. – Respondi. – Eu só err...

– Tá, que me ajudar pegar comida. — Ela perguntou.

– Era que eu estava fazendo.

Muito tempo depois achamos comida suficiente para dois dias então decidimos voltar para (``casa``). Quando estávamos atravessando uma ponte que construímos com os poderes do meu colar e do de Brenda, Ana Paula começou a passar mal e eu não sabia o que fazer quando eu estava preparado para tentar carregar ela os seus olhos ficaram pretos da cor do seu colar e de repente ela me arranhou com muita força que fez sangrar. Ela se levantou e lançou uma bola de fumaça em minha direção só que desviei dando um super salto par traz sem saber como eu fiz aquilo, depois ela veio atrás de me com uma velocidade impressionante que quase me derrubou da ponde se eu não desse um chute em seu joelho.

– Ei Ana, espera o que você estar fazendo. — Eu disse.

– I'll kill you!- Ela respondeu.

– O que...

–I'll kill you!

– Você vai-me mat.. O que- Eu disse.

– I'll play the bridge.

– Não vai mesmo.

Nessa hora eu apertei o meu colar e fiquei com uma roupa branca e uma facha na cabeça azul. Apertei novamente o colar que brilhou fortemente na hora sem pensar levitei um pouco da água que se encontrava debaixo da ponte e transformei-a em uma adaga, eu não sabia como eu estava fazendo aquilo, mas eu confesso que eu tinha adorado aquilo. Quando Ana estava preparada para me atacar lancei minha adaga em sua barriga que fez atravessar, mas não tinha acontecido nada nenhum dano em seu corpo esfumaçado. Ana Paula me segurou pela minha camiseta e me levantou contra o ar e disse:

– See you in hell.

–Espera não faça isso...

Nesse momento meu coração acelerou, pois eu estava preste a cair de uma ponte que embaixo havia água e pedras pontiagudas, mas Brenda chegou bem na hora e lançou uma enorme pedra em Ana que fez ela bater a cabeça em uma árvore, mas Brenda não tinha pensado quando ela jogou uma pedra Ana Paula me soltou e vocês já sabem..

– Aaaaaaaaaah... — Gritei – Socorro.

–Lucas... -Brenda gritava desesperada.

Nessa hora minhas vidas estavam passando em minha mente e relembrei um pouco o que tinha acontecido então eu pensei é vou morrer caindo de uma ponte e ser desfiado por pedras pontiagudas e eu ainda sou virgem. Quando menos esperava sentir algo borbulhando em meus dedos e quando abri os olhos eu estava controlando a água que me levantava cuidadosamente para a ponte, mas dessa vez eu sabia o que estava fazendo apertei meu punho que pulei super alto segurando minha adaga de água que agora ficava solida e se transformava em gelo no momento em que eu ia enfiar a adaga no peito de Ana Paula Gabriel chegou voando em minha frente falando não. Quando vi seus olhos ele parecia que estava dominado por, bem, não sei o que era.

–Não faça isso – Disse ele.

–Mas por quê?- Falei

Brenda vinha em minha direção surpresa com o que ela fez e a minha atitude.

– Ela esta dominada por um demônio chamado Xingu — Falou Gabriel.

– Você esta maluco!- E como você conseguiu-o voar? – Perguntei.

– Não sei eu estava sendo perseguido por um espinossauro então fiquei encurralado entre um espinossauro e um precipício e o que dava aqui e o então decidir pular e quando fui perceber eu estava voando.

–Nossa...

–E como você fez isso? — Ele perguntou.

–Com a minha mente, eu pensei em água e aconteceu.

Enquanto conversávamos de como esse lugar era estranho Ana Paula vultou a normal e decidir carregar ela em meus braços e leva-la de volta para a caverna onde botamos um pano com água quente em sua testa e esquentamos a comida na fagueira que fizemos. Tempo depois Roberta, Marcelo, Bianca mais Bernardo voltaram com lenha e folhas para servir de colchão cobrir a caverna para se protegermos da chuva que estava próxima. A noite chegou e eu preparei a jantar com Roberta ficamos conversando sobre os colares e como estamos com saudades de casa, após um tempo Brenda saio da caverna com a aparecia de preocupada então fui até lar para ver o que ela tinha, mas invés disso segurei a mão dela e caminhamos pela floresta a até achar uma cachoeira. Um minuto depois decidir tomar um banho, pois não aquentava mais o calor infernal, então tirei minha roupa sem ligar que Brenda estava ali me olhando e mergulhei na água que estava muito agradável. Fiquei um pouco envergonhado só de estar de cueca na frente de uma das minhas melhores amigas, mas eu não liguei.

Tempos se passaram até ela decidir entrar também só que de camisa é claro não tínhamos idades para fazer relações sexuais nem muita intimidade. Sair da água rapidamente depois de um longo banho só que peguei minhas roupas e botei na parte da frente para ela não ver nada, fiquei só vigiando ela tomar banho ela era linda super eu não tinha palavras e o meu (N/A: censurado... duro.). Quando eu menos esperava Roberta vinha em nossa direção e quando me viu falou gritando:

– Lucas seu tardado não tem vergonha não!

– Err...

–Foi mau prima. Já estou de saída. — Falei saindo correndo de cueca e com minhas roupas de baixo nas mãos.

Pov. Roberta

É acho que o escritor não tinha dito, mas eu era prima de Lucas sim. Continuando historia. Entrei na água com minhas roupas de baixo só de camisa e fiquei conversando com Brenda o que estava rolando entre ela e meu primo ela disse:

–Nada. Só somos amigo!

–Sei. Amigos bem íntimos para ficarem os dois seminus tomando banho juntos.

– Ei não é bem assim.

–Então é como eu disse. – Eu disse.

– Acho que ele estar afim de min.

–Nem se acha em fia, esqueceu que ele gosta de Malu?

– Não. Mas parece que ele não gosta mais – Ela respondeu pegando suas roupas e indo embora.

Sair da água e me sequei, quando eu estava voltando para a caverna encontrei Lucas e Brenda só que de roupa se beijando atrás de uma árvore e ele dizia sussurrando:

–Agora ninguém pode nos atrapalhar.

Eu não acreditava o que eu avia visto então voltei a o meu rumo. Chegando à caverna encontrei Bernardo trocando de roupa com Marcelo então eu gritei bem alto que fez Ana Paula acordar do seu sono. (N/A: Chega de estripes... Eu acho.). (N/B: Acho que os estripes estão legais.). Depois de tudo isso todos se reuniram na caverna para tentar abrir a caixa, o primeiro a tentar foi Marcelo mais ele não consegui-o e foi o mesmo que aconteceu comigo e Berneado mais Bianca depois foi Ana Paula mais nada quando foi Gabriel a caixa quase abriu então Brenda tentou mais não aconteceu nem um cisco só quem restava era Lucas que quando segurou a caixa ela se virou e cuspi-o uma mensagem dizendo só o escolhido poderá abri a caixa e descobrir os segredos de Bentó.

Pov. Marcelo

Quando Lucas pegou a caixa novamente ela se abrio só de Lucas tocar no cadeado e logo vimos que lá avia nove colares, mas tinha lugar para mais dois e em todos tinha os nomes dos colares bem embaixo, e no lugar dos qual não estava lá tinha escrito, (colar de diamante),(colar das sombras).

Todos ficaram parados e os observando-os e viram um pequeno lembrete que dizia ‘distribua-os´.

Assim que eles leram isso os colares saíram da caixa e ficaram flutuando em volta da fogueira... De repente apareceu um livro que flutuou em direção á mão de Lucas, os colares ficaram rodando e quando passou um vento bem forte caíram em nossas mãos menos nas mãos de Gabriel e de Ana Paula.

Todos ficaram sem entender Mas foi passar um pequeno momento que surgiram exatamente os colares que lá faltava, no pescoço de Gabriel brilhava uma luz branca e muito forte que era capaz de cegar uma pessoa, mas não foi isso que acontecera o colar saio do seu pescoço e flutuava em redor da fogueira junto com o de Ana Paula que era escuro e de Gabriel era branco.

Um tempo depois todos ficaram assustados e queriam saber em que mundo vinhemos parar e o fato que os colares vinheiram para justamente em nossas mãos e o que a caixa queria dizer com o escolhido. Todos ficaram com sono e em silencio mais tudo isso foi quebrado com ruídos vindo do lado de fora e o batido forte na porta de madeira do lado de fora.


Notas finais
O que será o batido do lado de fora... Descubra no próximo capitulo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.