Turma do Fundão
3 A aventura esta para começar
POV Lucas
Depois daquele dia em que meus lábios e os de Malu quase se encostaram se não fosse pelo funcionário filho da puta , eu não parava de pensar nela e em todos os momentos bons e engraçados quem que passamos juntos.Uma hora depois Bia e Roberta chegaram em minha casa para planejar o trabalho de ciências, começamos a discutir o que íamos fazer , então foi aí que eu tive uma idéia:
–Que tal construirmos uma réplica de uma maquina do tempo?
– Impossível! Mesmo para uma réplica, precisamos de um chip especial da NASA. — Bianca falou como se abominasse a idéia. — Caso contrário não tiraremos dez pois a réplica não ficará perfeita.
– Bem, meu tio trabalha na NASA e acho que consigo um chip. — Roberta mantinha um olhar furtivo enquanto sussurrava sua idéia para pegar o chip.
–Crianças venham lanchar!-Gritou a minha mãe.
–Já vamos!
POV Bianca
A nova casa de Lucas era enorme. Tinha cinco quartos, sala de TV e sala 3D,uma piscina enorme com tobogã e churrasqueira e muito mais.Depois de descer muitas escada chegamos a copa onde a mãe de Lucas tinha preparado sanduíches com queijo e presunto e para acompanhar um suco de uva. Três minutos depois voltamos para o quarto de Lucas onde tinha um pequeno laboratório com alguns rascunhos de projetos e uma caixa de ferramentas acompanhada me microscópio, pinças, e outros equipamentos.
Começamos a desenhar como seria a maquina e depois buscamos os objetos e fermentas que precisávamos, pedimos ajuda do amigo de Lucas que morava do lado dele e era bom com essas coisas eletrônicas e maquinas. Um tempo depois a réplica estava quase pronta só precisávamos pintar e conseguir o chip. Paramos para descansar perto da piscina da casa de Lucas e começamos a falar como seria se pudéssemos voltar mesmono tempo (N/A: Agora eles vão ficar imaginando em como seria se eles voltassem no tempo) (N/B:Crianças, elas tem uma imaginação tão fértil).Horas e horas se passaram até que chegou a noite e minha mãe estava vindo me buscar. Então perguntei para Roberta se ela queria carona.
–Pode ser, mas tenho que falar com minha mãe antes.
–Liga pra ela antes que minha mãe chegue!
–Toma meu celular. — Falei.
–Oi mãe posso ir com Bianca de carona?
–Claro que pode, a chave da casa da debaixo do tapete da porta .Quando chegar em casa me ligue ok? Beijos. — O celular estava no viva-voz portanto eu ouvi toda a conversa.
–Ela de deixou. — Roberta sorriu.
–E então se reunimos terça-feira para acabar o trabalho? — Lucas parecia animado com a idéia.
–Claro. Por que não?
–Vou tentar conseguir o chip para a réplica ficar perfeita. — Roberta sorriu sarcástica. — Voçês acham mesmo que ela pode funcionar? Melhor perderem as esperanças.
– Quem dera. — Lucas tinha um olhar sonhador.
Minha mãe chegou e nos despedimos de Lucas.
POV Roberta
No outro dia fui para escola com Bianca, pois minha mãe tinha dormido fora com o seu novo namorado. (N/A:Hum... safadinha), (N/B:Será que eles .....),(N/A:Claro que sim! Você acha que ela ia sair com ele para ler historinhas?)(N/B: Bom... pode ser aquela da chepeuzinho onde ela é comida pelo lobo e...)(Roberta:Calados! Vocês estão falando da minha mãe).
Chegando à escola o diretor pediu para que todo da sétima serie se reunissem no teatro para que ele falasse um pouco com os alunos. Minutos se passaram e nada do diretor chegar; mas todos se levantaram quando a porta se abriu e o diretor apareceu.
–Finalmente — sussurrei.
Mandei uma mensagem para Lucas e Bianca escrita:
Roberta diz: Descobri o endereço daquele meu tio.
Lucas diz: E onde ele mora?
Roberta diz: Perto da casa de Marcelo.
Bianca diz: Onde ele guarda o chip?
Roberta diz: Em uma gaveta trancada onde ele coloca um monte de aparelhos eletrônicos tipo radares, placas de PC, celulares especiais e... material da NASA.
Lucas diz: Beleza! Amanhã mesmo agente vai lá e pega o chip.
Bianca diz: Então ta tudo combinado.
Roberta diz: Ok
–Bianca, Roberta e Lucas entreguem seus celulares. Agora, aproveitem e compartilhem com todos o que estavam digitando. -Falou o diretor sorrindo irônicamente.
–Estávamos falando de como o senhor é o diretor exemplar para essa escola – Eu emendei rapidamente.
–Obrigado, mas eu já sei disso. Agora tomem seus celulares e voltem para suas cadeiras.
–Sim senhor — Falamos em unissono.
Depois de muita conversa chata, o diretor chegou ao ponto em que queria: a feira de ciências seria adiada para depois de amanhã.
Trrrriiiiiiiiiin!
Hora do lanche, saímos do teatro e fomos direto para o refeitório, nos sentando na primeira mesa. Convidamos Marcelo, Brenda e Sophia para sentar-se conosco. Tudo parecia estar perfeito para lucas até Malu aparecer. Eles se entreolharam de um jeito esquisito, mas amigável; depois de um tempo Malu dirigiu-se para a mesa do outro lado do refeitório parecendo envergonhada.
– O que tá acontecendo entre você e Malu? — Perguntei cheia de curiosidade.
–Nada.
–Eu te conheço Lucas, fala de uma vez!
–Nada, será que podem me dar licença?
Lucas levantou-se da mesa e saiu do refeitório.
–Por que ele saiu da mesa sem comer nada? — Perguntou Sophia.
–Não sei muito bem, mas acho que tem haver com Malu. — Respondi com um olhar pensativo.
–Por quê? — Brenda se meteu na conversa.
–Lucas gosta de Malu desde os dez anos.
–Nos dez anos ele já se interessava por garotas?
–Pois é ele tem essa aparência de santo, mas ta mais para santo-do-pau-oco. Lucas tem um pouco de mente poluída também.
–Só um pouco?
–Bernardo! — Sophia repreendeu.
–De onde você saiu? — Perguntei olhando em volta procurando por sinais de fumacinhas mágicas.
–Da bariga da minha mãe.
–Não estou falando de como você saiu e sim de onde você saiu.
–Vim pela porta dos fundos da cozinha, nesse horário não tem ninguém lá!
–Serio? — Sorri esperançosa.
Ótimo agora eu tinha um plano de como podíamos sair e chegar à casa do meu tio. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Lucas e Bia.
Preciso falar com vocês, vamos sair depois da próxima aula para casa do meu tio.
POV Marcelo
O clima estava meio tenso entre Lucas e Malu, mas pelo menos tinha um clima, eu gostava de uma menina da minha sala que era super gata (N/A: Finalmente esse cara ta falando algo...) (Marcelo: Calados a culpa não é minha é do autor da história).
O tempo do intervalo tinha acabado então esperamos Lucas sair da sala para perguntar qual foi à atividade que a professora tinha passado e que assunto que ela tinha dado. Quando Lucas saiu demos de cara com a professora.
–Gostei da participação de vocês hoje! — Ela sorria como se nós nunca participássemos da aula (N/A: Vocês NUNCA participam da aula) (Marcelo: Shh... Ninguém precisa saber).
POV Lucas
Depois da aula começamos a botar o plano de Roberta em prática. Pegamos todos os materiais que precisávamos pra roubar o microchip enquanto Bernardo e Marcelo davam cobertura , Roberta e Bianca tentavam destrancar a porta dos fundos da cozinha do refeitório. Roberta finalmente conseguiu destranca-la com um pedaço de ferro retorcido. Descemos as escadas correndo nos escondendo dos inúmeros funcionários no caminho. Quando conseguimos sair Bernardo já estava ofegante.
–E agora para onde vamos? — Perguntei
-Para a Rua de Marcelo! — Roberta falava com dificuldade.
POV Roberta.
Depois de muita caminhada chegamos na rua combinada, e foi nesse estante que avistei a casa do meu tio que era azul-escuro, com seis janelas na frente, e um jardim grande o bonito com um balanço que eu brincava quando eu era pequena. Finalmente chegamos na porta da casa dele e tocamos a capainha. O toque era o grito do tarzan; o que fez todos atrás de mim saltarem com um susto.
–Desculpem. Esqueci de avisar. Meu tio é meio brega. — Sorri.
–Concordo. -Disseram Bianca e Lucas que ainda estavam com os ouvidos tapados.
–Olhem! não tem ninguém em casa! — Marcelo ria maléficamente.
–Beleza! — Lucas tirou um martelo da caixa de ferramentas arrebentando a fechadura.
Pulamos pela janela lateral e subimos as escada rumo ao segundo andar. Quando entramos no quarto avistamos a gaveta eu fui direto na chave só que tive que ajudar pois o armário era muito grande e sabe como é né... eu tinha músculos.(Roberta :Convencido.),(Lucas :Quem eu ? ),(Roberta :Não imagina !), (Lucas:Ta vamos logo com isso... *empurra*)(Roberta: Eeei! *Chuta nas áres baixas* Agora empurra logo essa merda porque meu tio pode chegar)(Lucas: *cai no chão* Aaai! *Roberta lança olhar ameaçador* Sim senhora! *vai empurrar o armário*) Conseguimos tirar o armário do lugar mas haviam lasers que protegiam a chave. Pegamos um espelho e o direcionamos para um feixe le laser tirando-o da sua rota. Eu peguei a chave cuidadosamente enquanto Bianca tentava achar algo que pudesse nos ajudar. Ela achou relógios olográficos que também tinham o papel de Walk Talks, uma caneta que se transformava em uma espada laser (logo me aposei desta), e outros apetrechos de espião. Abrimos a gaveta com a chave e pegamos a caixa que continha o micro-chip.
Distribuímos as coisas úteis entre nós como por exemplo os relógios comunicadores. Pedi para que Lucas guardasse tudo o que restou em seu laboratório e ele aceitou. Quando íamos abrir a caixa notamos um bilhete colado em seu exterior:
Não abra! Você nao vai querer brincar com o passado.
POV Lucas
Eu não liguei para o que havia no bilhete então abri a caixa. Do nada, saiu uma grande luz de dentro do objeto. Houve tremores no solo e um vento muito forte invadiu o local parecendo que ia dominar tudo por ali.
– O que ta acontecendo!? – Eu gritava para que fosse ouvido.
– O que você fez Lucas? — Foram as últimas voses que ouvi até então.
Fechei a caixa. Os tremores e o vento pararam. Olhei para os rotos de Bianca e de Roberta e gritamos juntos enquanto um clarão dominava a sala.
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