Tudo sobre autorização.
3 A mudança
Notas iniciais
Tudo mudava de patamar. Ouvia gritos de esforços de todos os lado, vi um garotinho com algo de metal a arredondado nos olhos, pensei se seria um defeito em seus olhos. Demorou cinco segundos para eu ajudar ele a se levantar olhar seus olhos de cor verde e continuar a correr, ele correu junto.
Era apenas uma sala sem saída, deveria haver uma passagem, as paredes podiam quebrar, mas onde?
Olhei para meus pés, areia? Não me lembrava de ter visto algo assim, mas me lembrei na mesma hora de seu nome.
Vi uma marreta no chão, cavei um pouco na areia, não uma, mas muitas vezes, alguns garotos de cabelos castanhos pegaram outras marretas e bateram na parede, me esquivei deles e vi de longe uma alça no chão, não tive outra escolha fui atrás. Me esquivando de outras pessoas bati de cara com um garoto de cabelos loiros e olhos amaciados, me deleitei com aquela cena e no outro segundo me lembrei da alça e puxei ela, não conseguindo tirar do chão.
O garoto loiro percebeu outra alça em uma distância um pouco grande antes de mim e correu até ali. Eu não podia deixar de ver o que ele ia fazer.
Ela puxou a alça, em seguida me encarou, eu olhei de volta e percebi que era para mim puxar mais forte.
Mesmo com nenhuma lógica de haver duas alças de palha em um salão cheio de areia que abririam alguma coisa ou porta comecei a correr até aquele estranho rapaz e ele fez o mesmo, outros indivíduos na sala começaram a nos ajudar e abrimos entradas no chão mesmo de maneira brutal aquilo parecia o único modo de conseguir.
As pessoas que tinham nos ajudado já haviam pulado para dentro, mas continuei até conseguir chegar ao loiro e ele a mim.
Eu entrei no buraco no chão, ele se abria a um campo aberto, senti uma sensação que anos não tinham sentido, era o vento passando pela minha pele. Mas isso havia ficado por pouco tempo, pois a sensação hesitante recomeçava, tinha acontecido alguma coisa com os outros alunos, eles tinham sido levados de volta, mas três dele ficaram ao nosso lado.
A voz abafada havia voltado à tona.
– Número 9 e número 27, vocês foram escolhidos para a escola Sweet Amoris.
– E os outros! – Gritei com toda minha força sem pensar no que haveria depois.
De baixo da terra saia minha instrutora e outros instrutores.
– Dop, eles seguiram para outras chances de volta.
– O que?
– Você fala muito para uma escolhida – falou um instrutor que conversava com o loiro.
– Você fala muito para um instrutor.
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