Tudo que não pudemos dizer
1 Prólogo
Notas iniciais
Oi, todo mundo! Como vocês estão?
Eis que finalmente trago a continuação da drabble do ano passado, dessa vez com a história do Eduardo (e da Melissa). Se você não leu a drabble do ano passado, não tem problema, pois as histórias são completamente independentes. Se você leu, não sei se esta drabble aqui será tão boa quanto ("Tudo o que não pudemos ver" realmente virou um xodózinho para mim), pois só tenho uma ideia vaga e um sonho, nada mais. Estou escrevendo intuitivamente, porém juro que darei o meu melhor. Enfim, sejam todos bem-vindos a este outubro de felicidades, mas também muitos e muitos surtos.
Vitupério: palavra, atitude ou gesto que tem o poder de ofender a dignidade ou a honra de alguém; afronta, insulto.
— Não acha curioso como algumas obras conseguem expor a nossa própria solidão?
Presa entre as pinceladas e a sensação de impotência que a tela lhe causava, Melissa sentiu-se acordar, lentamente, daquele torpor típico diante de uma pintura que amava — com o tempo, aprendera a amar não só a beleza, mas o desconforto da arte. Ela se virou para encarar o homem ao seu lado, dono da voz desconhecida.
Ali, costumava ser invisível. Mas, por alguma razão, aquele rapaz alto e bonito, de olhos quentes e sorridentes, a notou.
— É quase um vitupério — concordou, com um meio sorriso. — Sermos expostos assim.
Notas finais
Bom, gente, é isso.
Esse capítulo saiu como eu imaginava? Não. Porém, eu também não imaginava nada, pois estou escrevendo intuitivamente e não tenho planos (socorro!!!). Esse foi o melhor que pude fazer hoje, espero que tenham gostado. Me digam o que acharam nos comentários.
Beijos e até a próxima :*
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