Tudo que não pudemos dizer
29 XXVIII. Abraço
Notas iniciais
Chué: ruim.
— O-o que você disse? — gaguejou Eduardo, o seu rosto se transformando em pura esperança. Ele segurou as mãos de Melissa entre as suas. — Me diga de novo para eu ter certeza de que não é um sonho.
— Eu disse que gostei do seu trabalho — riu, provocando-o.
— Não essa parte... a outra. — Ele a puxou um pouco mais para perto. — Você gosta de mim? Como...?
— Um possível namorado... É, isso mesmo.
Sem conseguir se conter, Eduardo a envolveu num abraço, que Melissa retribuiu. Os lábios dele pairaram sobre a testa dela, suavemente.
A sensação não era nada chué.
Era incrível.
Notas finais
Oi, gente.
1. Essa palavra não foi difícil de usar, mas achei ela bem feinha, lembra chulé hahaha. Nada romântico. Espero que a bônus venha amanhã, pois será a morte se ela vir no último dia (na real, não quero é que venha mais).
2. Então é isso aí, no próximo será que teremos enfim um beijinho??? Amo ser maldosa e fazer os personagens se beijarem no penúltimo capítulo. Se não for assim nem tem graça hahaha.
Beijos e até a próxima :*
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