Ashilley, sim esse é meu nome sou uma garota muito desastrada, tenho cabelos pretos, pele branca, olhos castanho-esverdeados, 17 anos e 1,58 de altura, moro no centro de São Paulo com minha mãe, padrasto e irmã caçula minha pequena Rose tem dez anos, meus pais são separados desde que eu tinha cinco, o vi pela última vez quanto tinha sete, nos comunicamos muito pelo Skype, ele mora na França com minha madrasta e minha irmã que é linda. Estou no último ano do ensino médio, e ano que vem começo a cursar jornalismo, provavelmente na França, irei morar com meu pai, mas por minha escolha nada que envolva desentendimentos de família até porque tenho a melhor do mundo, mesmo com meus pais separados minha relação com meu padrasto é ótima e eu o considero muito. Tenho um melhor amigo está na mesma sala que eu, mas nossa amizade está se desgastando por causa de sua namorada que fica criando intrigas contra nós, só de imaginar que ela era minha amiga sinto uma mistura de raiva, tristeza, ódio e enjoo, minha mãe sempre diz que tenho que selecionar melhor minhas amizades, sempre descobre quem não presta primeiro que eu, e a maioria das vezes tentamos me avisar, mas sou muito cabeça dura não dou o braço a torcer e no final da história acabo me magoando...

E meu melhor amigo, ele é filho da melhor amiga da minha mãe, convivemos juntos desde que eu nasci temos somente seis meses de diferença de idade, sempre foi muito protetor carinhoso além de tudo lindo, estou gostando dele, não era para isso estar acontecendo até porque ele sempre disse que sou a irmã caçula que ele nunca teve.

Ultimamente eu ando me magoando muito com isso, papai conseguiu uma bolsa de estudos na melhor faculdade da França, decidi que após minha formatura embarcarei em um voo para lá, estou ansiosa demais irei conhecer novas pessoas lugares e mudar minha vida, e o melhor de tudo conhecer a família do meu pai e também minha, será uma mudança radical em minha vida, mas é difícil partir deixando minha família aqui, estou me preparando psicologicamente desde já e falei para eles se prepararem também, acho que o mais difícil vai ser deixar minha pequena que é um grude comigo e esperta que só Deus, parece ter mais de dez anos, tem a mentalidade que muitas crianças não têm. Ah se eu pudesse levaria todos na mala, mas como a vida não é tão fácil assim o jeito é visita-los sempre que possível, mas antes disso tudo, irá acontecer muitas coisas como momentos de intrigas, confissões, raiva, tristeza, felicidade e tantas outras coisas que a vida proporciona para nós, muitas aprovações, para que nos capacite de chegar ao final, vamos embarcar nessa aventura e saber o que nos espera lá na frente e que tudo dê certo nessa viagem que chamamos de vida.