Notas iniciais
Oi gentee! Eis aqui uma escritora animada, postando um capítulo legal! Hot, então cuidado ao ler, sem crianças por perto, tá? Não sou habituada a fazer essas cenas, então desculpem. Então gente, daqui duas semanas eu farei um exame caro e esquisito, para saber o sexo do meu bebê, fiquem na torcida, okay? okay. E genteeeeeeeeeee, minha mãe vai ter gêmeas! Isso aí e adivinhem, um dos nomes delas, será Emma! Minha Emma! Então é isso. Leiam.

Anteriormente em OUAT- TPSD

“– PORRA Regina, o que você está fazendo? O que você faz aqui na minha casa?”

A rainha estava sedenta pela loira e a única coisa que ela queria fazer no momento era beijar aqueles lábios rosados, tocar freneticamente seu corpo contra o dela, encontrar a magia do amor verdadeiro e amar, mas a única coisa que a loira sabia fazer melhor era irritar a rainha, por que diabos ela tinha que tomar consciência agora e dificultar as coisas?

Tudo estava tão bom, tão sedutor. Se deixasse Emma continuar com aqueles pensamentos, ia dar uma briga feia e a rainha sabia que Emma não resistiria a ela, sabia que tudo que ela sentia, Emma também sentia, era questão de tempo para a Salvadora se entregar a ela e isso tinha que acontecer logo, Regina estava esperando há muito tempo por ela, pelo seu amor verdadeiro, pelo seu destino.

– Emma, dá para você parar de pensar, por favor?!

Regina estava perdendo a paciência com tudo aquilo, ela estava em cima da loira, estava acariciando seus seios, deslizando as mãos pelos braços macios da loira, ansiava por ela de uma forma assustadora, como nunca desejou ninguém e aquilo acabava irritando-a de certa forma, ela queria Emma, Emma a queria, mas sempre algo impedia de acontecer, primeiro foi Robin e depois a própria Emma, se era o destino de ambas, por que nunca acontecia? Por que viviam fugindo do destino?

Regina sempre fora forte e decidida, se o destino dela era esse e o que ela sentia por Emma era algo real, algo palpável, que de certa forma se tornava em magia, quando Regina estava perto de Emma, se sentia inundada de magia branca, de magia sem preço, sem dor, sem escuridão e isso era bom, afinal aquela magia a ajudava a se tornar uma pessoa melhor, Emma a ajudava, Henry a ajudava e agora a filha delas, Emilly, uma menina tão eloquente, tão encantadora e inteligente, que deixava a rainha sem palavras.

Emma estava ofegante e a olhava com uma cara faminta, sedenta de desejo pela morena e mesmo assim, tentava se afastar em vão, afinal a rainha também era forte.

– Regina! Dá para sair de cima de mim, ou tá difícil?

Emma lembrava que não podia ceder aquilo, não entendia por que Regina tinha ido procurar ela e o por que elas estavam quase fazendo amor, se ela já devia estar com o “verdadeiro amor” dela, não entendia por qual motivo a rainha estava entregue a ela, por qual motivo tudo estava diferente entre elas, precisava afastar a morena, antes que deixasse acontecer e depois sofresse ainda mais.

A rainha por sua vez, não sabia o por que de Emma a afastar, mas também não queria saber no momento, queria Emma para si, queria amar a loira como ela nunca fez, como a loira nunca sentiu, então decidiu provocar, que era o que ela sabia fazer melhor, seduzir era seu talento especial.

–Emma, você não sente nada com isso? A rainha diz sussurrando e passando a língua pelo pescoço da loira, devagar, sem pressa, apenas se deliciando do calor do corpo de Emma.

–Nem com isso, não é? Lambidas pelo colo de Emma eram distribuídas, lentamente e tortuosamente..

– Ou isso? Dessa vez a rainha foi mais fundo, arqueou a perna da Xerife e colocou dois dedos na calcinha da loira, fazendo carinho pela vagina da Salvadora, então rapidamente penetrou e saiu, como se nem tivesse entrado, ouviu o gemido de Emma, como se quisesse mais daquilo, levou os dedos a boca e provou o gosto de Emma, que já estava encharcada e pronta para ela.

–Emma, se entregue. Depois conversamos.

Regina estava confiante, enquanto a loira brincava com as pontas dos cabelos da rainha, sem mais, Emma parou de pensar, apenas queria a rainha e sentia o desejo se consumir, sentia o calor de Regina contra a sua pele, sentia como se fosse o certo.

–Eu quero você Regina!

Emma falou em soluços, durante seu choro de felicidade, lágrimas caiam pela face da loira, deixando ela mais linda, se isso possível, ela rapidamente inverteu as posições e colocou Regina por baixo, se livrando de todas roupas da Prefeita, deixando ela apenas de roupas íntimas, aquela visão era o paraíso, pele branca, seios macios, barriga definida, calcinha de renda preta, pernas sedosas, a rainha era com toda certeza a mulher mais linda do mundo, a mais gostosa e tudo isso era dela, pelo menos naquele momento ela era dela.

Emma decidiu se entregar completamente ao momento, olhou a visão esplêndida a sua frente e começou a depositar beijinhos molhados, pela extensão do pé da rainha, subindo pelas pernas, chegando às coxas, lambeu devagar, sentiu a rainha arfar e pedir por mais, passou a língua pela borda da calcinha, onde dividia o começo da calcinha e a barriga, se demorou na barriga, deixando alguns chupões pela área, chegando aos seios, retirou rapidamente o sutiã, lambeu e mordiscou, segurou com as mãos e sentiu a macies, eles ficaram mais sensíveis e pontudos com tamanha excitação, subiu para os ombros e lambeu rapidamente, enquanto a rainha arranhava suas costas com vontade, cravando as unhas na pele da loira e aquilo era tão gostoso, tão bom, tão sedutor, levantou a cabeça e em um movimento só possuiu os lábios da Prefeita e os beijou até ficarem vermelhos, seu rosto ficou corado, sem aguentar mais, desceu sua boca e arrancou a calcinha da prefeita, passou a língua por cima, lambeu e penetrou aos poucos, para não machucar ela, queria algo bom, selvagem, mas calmo, queria fazer ela delirar, mas queria fazer isso sem machucar sua amada. Penetrou a língua e sentiu o gosto adocicado da sua rainha, foi como estar em um paraíso onde só elas estavam, intercalou entre lambidas, sugadas e penetrações de dois dedos. Regina arqueava mais o corpo, pedindo por mais contato, enquanto acariciava os seios da loira, ficando mais molhada, até atingir o primeiro orgasmo duplo, uma sensação incrível.

Regina retirou a boca de Emma do seu sexo e a beijou selvagemente, enquanto os dedos de Emma ainda trabalhavam na sua intimidade, de um jeito que nunca ninguém fez nunca alguém a conhecera tão bem a ponto de fazer sozinho, sem uma ajuda da rainha, ela beijava e mordia os lábios da loira, quando sentiu seus músculos se contraírem novamente, em mais um orgasmo duplo, olhou para Emma e viu o rosto dela de prazer, ela também tinha tido um orgasmo, só por estar tocando ela, só por estar dentro dela, nunca tinha conhecido alguém como ela, que a deixava em êxtase sem ao menos tocar a rainha.

Regina girou e ficou em cima de Emma, tocando cada local dela, cada pedacinho e usando a língua em todos os lugares possíveis, olhou para os seios da loira e agarrou-os com vontade, ouviu a loira gemer o seu nome em voz alta e grave e um grito “REGINA!” e sentiu mais tesão só de ouvir a voz dela, de sentir o corpo dela, de estar com ela, rapidamente acariciou por cima da calcinha o sexo de Emma, e logo a retirou com força, e novamente fez um carinho e sentiu o sexo dela pulsando e molhado, não resistiu e passou a língua por cima, penetrou com a língua, entrando e saindo, com a ajuda da Emma que arqueava a cintura, fazendo o movimento ser mais forte e entrando mais fundo e mais fundo, entrando e saindo, penetrando forte, até que sentiu Emma gritar e o líquido escorrer pela sua boca, aquele tinha sido o primeiro de muitos orgasmos que ela daria a salvadora, elas se beijaram arduamente e com muito desejo reprimido a rainha mordeu o pescoço da loira e deixou seu pescoço roxo, demarcando o território que já era seu, desde o momento que se conheceram, Regina continuou com os dedos, entrando e saindo da loira, que gemia loucamente, no seu colo, novamente o orgasmo abateu as duas, seios colados, Emma no colo da rainha, gemendo e entregue, roçando sexo a sexo, desenfreadamente, a cama tremia, subia e descia e os corpos suados e colados, sexo contra sexo, se roçando loucamente e com força, uma fricção absurdamente gostosa, até que chegaram ao terceiro orgasmo daquela noite e continuaram, até o se cansarem, perderam as contas de quantas vezes tiveram orgasmos e nunca estavam satisfeitas. Queriam estar juntas e coladas a todo o momento, sem descanso e só com amor.

Caíram no sono e nem perceberam quanto tempo tinha se passado.

Snow que não era burra decidiu ficar com as crianças naquele dia, já era de madrugada quando Regina acordou assustada com a hora, pegou seu celular e ligou para Snow, para perguntar onde os filhos tinham ido parar, afinal se Henry tivesse em um dia normal, teria vindo dormir na casa da loira e ele não o fez, elas teriam percebido algum barulho, presumindo que Snow tivesse pegado Emilly e Henry, o telefone chamou algumas vezes até que a grávida atendeu.

– Regina, você está bem?!

–Snow! Sim.. er, estou sim. Você sabe onde a Emilly está?!

–Ela está comigo Regina, não resisti e a trouxe, deixei recado com a sua empregada e no seu celular também. Não se preocupe, ela já jantou faz tempo e já está dormindo, assim como o Henry. Você tem certeza que está bem? Sua voz está diferente.

Snow percebeu que sua madrasta estava diferente, parecia preocupada, feliz e distante, entendia que algo tinha acontecido na sua visita à casa da sua filha, não queria saber exatamente o que, por que a ideia de saber o que as duas tinham feito a deixava corada, queria apenas saber se elas tinham se acertado afinal.

Regina percebeu que tinha que falar algo para Snow, para deixar ela mais calma em relação a doença de Emma e em relação a ela, assim como a relação das duas tinha mudado, ela se preocupava com Snow e o bebe dela, assim como ela se preocupava com a rainha.

–Ah obrigada Snow! Espero que ela não tenha dado trabalho. E fique tranquila querida, estou melhor e sua filha está melhor também. Está descansando, o que você devia estar fazendo, pois sabe que no inicio da gravidez isso é muito importante para se ter uma gravidez tranquila, então vá dormir, amanhã de manhã eu busco a Emilly, tá bem?

– Obrigada Regina! Eu amo você! Cuida bem da minha filha, que eu cuido bem dos seus filhos, meus netos lindos. Boa noite!

E rapidamente Snow desligara o telefone, Regina sorria com o jeito espontâneo da princesa, com o “Eu amo você” parecia que tinha escutado essa frase do Henry ou da Emilly, sentiu o coração se acender novamente, como se tivesse sendo mãe de novo, se sentia confortável e feliz, mesmo com todos os problemas que teria que enfrentar ainda, ela estava feliz. Sussurrou um “Eu te amo também Snow” que foi escutado pela loira no cômodo, enquanto suas lágrimas caiam a rainha sentiu Emma se mexer e fazer carinha de confusa, aquela expressão que ela amava na loira, aquela expressão que ela sempre fazia.

– Você disse Eu te amo para a minha mãe? Eu ouvi direito, rainha?

Regina não esperava ter que enfrentar a fera tão rápido, mas era tudo ou nada.

– Sim, Emma. Eu amo a sua mãe como uma filha. Olha Emma, eu sei que errei muito com todo mundo, inclusive com você e é por minha culpa que você não teve pais presentes, mas eles sempre te amaram, eu os via todos os dias, sempre sentindo um vazio enorme e sinto muito por isso, sei que pedir perdão não vai mudar as coisas, afinal os fatos são escuros e dolorosos, mas eu realmente amo sua mãe. Eu realmente tento gostar do seu pai, mas ele é sem graça para mim, ainda não sei o que a Snow viu nele e sei que vai ficar irritada com o que estou falando, mas eu amo você! Eu amo tudo em você! Desde o primeiro dia que te vi e eu sei que você sente algo por mim, sei que sente e não sei por que diabos não me deixa entrar e ficar, eu sempre tive medo e afastei as pessoas, por que você é a medrosa agora? POR QUE? Eu amo você! Eu quero uma vida com você e com nossos filhos! Nós fizemos amor e foi a melhor coisa da minha vida! Estou me entregando a você, Emma!

Emma estava boquiaberta. Regina a amava? Como assim? Ela não estava com o Robin? Pelo amor de deus, ela disse NOSSOS filhos? Ela estava colocando a pequena Emilly nisso? Entendia que tivesse falando de Henry, mas da menina? Por quê? Emma estava se sentindo quente, como se finalmente estivesse em casa, mas não era algo tão fácil assim, Tinker deixou claro que pó de fada nunca mente e Robin era o amor da vida de Regina, se ele era, por que ela estava ali? Algo dera errado?

–Regina.. Você me ama? Mas e o Robin? Como assim nossos filhos? VOCÊ NÃO PRECISA SE DESCULPAR MAIS, CARAMBA! Já passou! Você não é mais aquela pessoa, talvez nunca tenha sido.

Regina falou tudo rapidamente, sem pensar muito para não se arrepender, aquilo tinha ido longe demais, aquela dor excruciante de estar longe de Emma, de não poder toca-la. Ela precisava da loira, amava tanto ela, que se sentia sufocada todas essas semanas, todos esses dias, minutos e segundos longe da loira.

– Sinceramente Emma? Você é lerda! Eu disse que AMO VOCÊ! Que Robin? Aquele médico? Eu nunca mais o vi e nem o procurei para me encontrar com ele, só queria saber quem exatamente ele era não queria você e nem Henry e muito menos Snow correndo perigo. E se ele fosse uma pessoa má? E de qualquer forma, eu beijei você naquele dia, eu queria amar você naquele dia, nunca pensei nele dessa forma! EMMA EU PENSO EM VOCÊ ASSIM! E bom, sobre nossos filhos, precisamos conversar sobre a Emilly!

A única coisa que Emma conseguiu pensar foi “COMO É QUE É?” então Regina realmente a amava, mesmo estando destinada a outra pessoa? Como tudo aquilo era um quebra cabeça? Por que o destino do Charming era se casar com outra pessoa e não Snow, mas eles se encontraram e se apaixonaram e se isso aconteceu também com Emma e a rainha? Ela não quis saber de mais nada e arrancou um beijo da morena a sua frente, um beijo calmo que aos poucos se tornava mais frenético e mais delicioso, que mostrava que elas fariam amor de novo e de novo, mas lembrou da frase de Regina “Bom, sobre nossos filhos, precisamos conversar sobre a Emilly!” o que a pequena princesa tinha a ver com tudo aquilo? Por que Regina dizia “nossos filhos” mesmo sendo a melhor coisa de se ouvir, aquilo era estranho, Regina não era boa em dividir as coisas, ainda mais filhos, lembrando vagamente dos primeiros meses, depois da sua chegada a cidade e de como ela falava “MEU FILHO, Miss Swan!” e percebeu o rosto aflito da sua amada, sentiu a preocupação nos olhos dela.

– Regina, o que você quis dizer com “nós temos que conversar sobre a Emilly”? O que aquela princesa tem a ver com isso?!

Emma ainda lembrava-se do dia que tinha conhecido a menina e de como ela tinha a encantado.

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Flash Back

–Você é a mamãe do maninho Henry?

–Sou sim! Quem é você?

A menina loira lembrava vagamente a ela mesma, mas tinha o queixo de Regina, o semblante inteligente dela, as respostas, o cheiro. Era uma junção perfeita do DNA de ambas.

– Sou Emilly! Filha da mamãe Regina. Você é a minha outra mamãe, Emma?

Emma não sabia o que responder, apenas assentiu e disse que era um prazer conhecer a celebridade da cidade.

Por ser tão linda e cativante a menina tinha encantado todos que tinha conhecido, desde a vovó, até o Archie e Gancho.

– Emma, quando você vai jantar com a mamãe? Ela sente a sua falta. Às vezes vejo ela chorar, com uma foto sua nas mãos.

Emma tinha ficado surpresa com a resposta da menina e o comentário, mas não podia deixar isso prejudicar Regina, ela tinha que deixar Regina ser feliz com o seu amor verdadeiro.

– Um dia eu vou, Emilly! Você é linda sabia?

– Mamãe diz que sou parecida com você e me chama de princesa. Eu sou uma princesa, mamãe Emma?

Regina achava a Emilly parecida comigo? Que estranho! E eu á achava parecida com a rainha!

Fim do flash Back

Parecia ontem, como tinha conhecido a pequena e como tinha se apegado a menina. Sempre que se viam, ficavam horas conversando e brincando, por vezes, tentou ensinar a menina a jogar vídeo game, mas ela era muito parecida com a prefeita, nunca queria aprender tal coisa.

Regina ficou em sobre salto, não sabia como contar o que tinha descoberto sobre Emilly. Então decidiu apenas dar a carta a Emma e ela que tirasse suas próprias conclusões.

– Emma, leia isso, querida. Depois pense o que quiser, eu ainda estou chocada com isso.

Entregou a carta para Emma e ela rapidamente leu, relendo mais duas vezes, para ver se entendia certo.

Não conseguia entender como aquilo era possível, como Emilly era filha das duas? Como diabos o Rumple fez isso? Mas de fato, ela era muito parecida com as duas e ele não podia mentir sobre isso, qualquer exame de DNA desmentiria ele. Emma estava chocada, não conseguia entender as palavras de Rumple, dando a entender que ele sempre soube de Emma e Regina, como se elas fossem o futuro uma da outra. Fora isso que o estranho era Rumple dizer que amava Regina e que quase tinha desistido da maldição pela felicidade dela. Aquela carta parecia mais uma carta de um pai para uma filha. Emma não conseguia pensar coerentemente, olhou de canto de olho para Regina e percebeu que ela estava preocupada, afinal Regina já tinha feito tudo e aquilo poderia ser mais um plano maléfico dela, por incrível que pareça, Emma nunca pensou na hipótese, por mais teimosa e lerda que fosse ela entendeu que algo estava escondido, sobre Rumple e Regina, mas tomou como verdade sobre Emilly ser filha de ambas e isso a deixava feliz. Ela tinha mais um filho com a morena, mais uma ligação, mais um motivo de felicidade, apenas abraçou a morena e disse.

– Regina, ela é nossa? Nossa? Eu amo você!

As duas chorando, em uma dança de abraços e beijos, suspiros e felicidade. Naquela noite ninguém era a Salvadora ou a Rainha Má, eram apenas Regina e Emma, mães de Henry e Emilly e quem sabe, de mais alguém.

Notas finais
Beijo, beijo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.