Notas iniciais
Oi gente. Sem animo para escrever, esse capítulo já estava pronto. Estou com medo e preocupada com o lance da minha queen e os bebês dela. To apavorada e sem muita inspiração para escrever. Desculpem. Pouparei vocês da minha idiotice adolescente. Boa leitura

POV NARRADOR

Snow estava apavorada com tudo que leu. As coisas não estavam nada boas, nunca imaginou que Regina faria isso, sentiria essas coisas, snow a amava como uma mãe, uma amiga, mesmo com tudo que aconteceu, era uma situação real, só se provou que Regina realmente existia, as pessoas são repletas de defeitos e cometem erros e algumas coisas que aconteceram, só provaram que ela era humana, assim como Snow, não só a Regina cometeu erros nessa história, todos cometeram, Snow falou para Cora que Regina ia fugir, sendo criança ou não, ela contou. Henry sempre julgou a mãe sem escuta-lá e sempre a afastou. Emma já tinha cometido muitos erros, assim como qualquer outra pessoa. As pessoas eram, não são robôs que vivem de energia elétrica, pessoas amam e não são amadas, pessoas perdem quem amam e isso causa uma dor, que por vezes não é lidada de forma correta e isso aconteceu com a Regina, ela usou Snow como culpada, pois não aceitaria em ver sua mãe como a culpada de tudo e isso doía nela, saber que agora doía na Regina.

Ela estranhou como tudo aconteceu e como a Regina vinha agindo, chamando Emma para jantar e sendo doce, amável, mas em nenhum momento pensou que ela estivesse tramando algo. Ela conhecia bem Regina, para saber que se ela fosse fazer algo, sentiria, assim como sentiu que estava feliz demais, quando houve a maldição.

Assim como ela sentia algo estranho em Regina, quando ela se casou com seu pai. Foi errado da parte da Emma, deixar sua petulância e seus sentimentos conflituosos, machucarem Regina, sendo que a mesma fazia de tudo para mudar e ser alguém melhor.

Henry se debatia, pensava em como errou com sua mãe, sua mãe sim, ela o criou por dez anos, nunca pedindo nada em troca, ela o amava completamente e profundamente, ela cuidava dele, quando ele estava doente, quando estava saudável, o colocava para dormir, fazia suas comidas prediletas, o mimava, mas também era forte e o educava. Sabia ser firme quando o necessário e só ele sabia o quão ele sentia falta da sua rotina com a mãe. Seria tão mais fácil se ele pudesse viver com suas duas mães, como uma família. Ele queria elas felizes, mas com a carta da Regina, ele se sentia apavorado, com medo e com os sentimentos em turbilhão. Ele amava ambas, mas assim como uma mãe que tem dois ou mais filhos, que cuida que dá uma certa preferência a aquele que está doente, ele queria estar com Regina e abraça-lá e dizer que a amava mais que podia suportar, mas pelo que ela dizia na carta, ela iria se matar e ele não conseguia suportar a ideia de não ter sua mãe com ele. Ele nem se quer conseguia pensar nos seus dias, sem ver ela ou ligar para ela.

–HENRY! Meu amor, calma. Vamos achar a Regina! Eu não vou deixar ela se matar ou fazer algum mal a si mesma.

– Vovó, eu não quero perder a minha mãe, você entende? Olha como ela mudou. Ela fez magia boa para nos proteger, ela quebrou com apenas algumas palavras da Emma, eu estou com medo!

– Nós também estamos — Charming se pronuncia.

– Vovô e vovó, vamos procurar a minha mãe! Vamos ligar para Emma! VAMOS!

– Sim, querido. Vamos agora!

Snow alcança o celular e liga e liga para Emma, dá na caixa postal. Resolveu sair feito uma louca pelas ruas, pois não conseguia imaginar uma vida sem Regina, sem ela na sua vida, por muito tempo ela foi a única mãe que ela teve, de certa forma sempre a amou, do jeito que ela era. No outro lado da cidade, Emma adentrava o mausoléu da família de Regina, tinha procurado por todos cantos, caído e se machucado. Sangrava na perna e no braço, ela tinha caído na floresta, tinha usado sua magia para fazer uma ronda, mas nem se quer tinha pensado naquele local, talvez por ser tão óbvio, mas ela se perguntou por que não ali? Se foi ali que algumas coisas principais aconteceram. Ela se sentia com dor, mal e sabia que a culpa era dela. Entrou e viu Regina sentada, perto do tumulo do pai dela. Chorava debruçada e sentiu um alívio tomar conta de si mesma, queria abraça-lá e dizer que Henry a amava, que ela a amava, que sim, ela foi uma completa idiota e isso a corroía por dentro.

–REGINA!

Regina abruptamente se vira e vê a imagem de Emma ali, toda machucada e ensaguentada. Sentiu um nó na garganta ao ver sua Emma daquela forma. Sua dor pelo corpo, não foi pior que a dor de ver ela daquele jeito, ela queria curar Emma, mas suas forças se esvaiam, a tiravam do plumo.

–Emma, o que você está fazendo aqui? O que houve? == Voz embargada e fraca, Regina tenta se levantar, mas seu corpo não corresponde ao que ela pede. Emma a segura rapidamente, em uma velocidade absurda.

– Regina, o que você fez?! Olha, eu preciso falar contigo! É SÉRIO!

–Emma, por favor, vá embora! Eu preciso ficar sozinha e fazer isso sozinha.

– NÃO VOU EMBORA! TÁ DOIDA?

Regina levemente se senta e toca nos machucados de Emma, olha para a xerife e pergunta o que aconteceu e ela responde com "isso não é importante" a visão de Regina já está turva e ela sente sua vida se esvair, como uma areia em uma ventania. A respiração mais descompassada e fraca e Emma só a olhava com aquele olhar estranho, que era uma mistura de medo, pavor, carinho, arrependimento e amor? Eu estava vendo coisas, eu estava morrendo e isso só piorava minha percepção do mundo.

– Emma, querida. Vá.... embora. Regina toca suavemente sobre os machucados e em impeto, usa a magia para curar suas feridas e vai fechando os olhos, levemente e os abre novamente, ela estava pálida e gelada.

– Regina, pela amor de Deus, que diabos você fez?

– Eu... estou morrendo. Vá... embora.

– Que REGINA? O QUE VOCÊ FEZ? VOCÊ NÃO PODE MORRER, TÁ DOIDA? O QUE VOCÊ FEZ?

– Emma, cuida do Henry e diga que eu o amo! Emma coloca Regina em seu colo, se senta no chão e suas lagrimas descem, elas apenas olha Regina com dor, amor, carinho e sente a necessidade de abraça-lá.

– Regina, o que você fez?? Foi magia? EU POSSO DESFAZER!

– Não Emma. Eu tomei um veneno, eu vou morrer!

Emma se sentiu sem chão. VENENO? Não, sua Regina não ia morrer assim não! Não ia! Emma viu Regina desfalecer em seus braços, sentiu ela perder batimentos cardíacos e respiração sumir, pulso inexistente, corpo gélido e ali soube o quão ela estava errada sobre Regina e sobre si mesma, mas sem tempo para pensar, usou toda sua força e uma luz branca as envolveu, Emma pensou consigo mesma "VOCÊ CONSEGUE! SINTA, EMMA! SINTA!" e beijou a testa de Regina, sentia vontade absurda de beijar sua boca, mas sabia que Regina a mataria, quando acordasse, apenas beijou sua testa, em um gesto de carinho e ficou esperando a luz transcender elas, esperando algum resultado, como Regina voltando a respirar, corpo se esquentado.

"Não há pior dor que perder alguém quem amamos. É mais preferível morrer, do que sentir tal dor"

Notas finais
Reviews? Se achar que mereço. Espero que tenha gostado.