Tudo Por Você
28 Acerto
Notas iniciais
Capítulo 28
Edward
— Edward!? – Bella me chamava um pouco apreensiva.
— Oi – respondi com um pequeno sorriso no rosto.
— Porque está me olhando desse jeito!? – Minha pequena estava com vergonha.
— Não gosta da forma que eu te olho? – Caminhei até ela.
— Não é isso – mordeu os lábios – é intenso, um pouco intimidador – acabei expressando um grande sorriso com seu comentário.
— Você está linda – falei em seu ouvido, mantendo nossos corpos perto um do outro. Bella suspirou – Foi a única coisa que eu consegui prestar atenção essa noite – peguei sua mão e fiz ela dar uma voltinha – Posso dizer que nunca a vi tão bela –mordisquei seu ouvido – e, principalmente, tão gostosa – Colocou suas mãos em volta do meu pescoço enquanto eu a puxei para mim enlaçando sua cintura.
— Eu queria estar bonita no dia do meu aniversário – disse Isabella quando nossos olhos se encontraram.
— Você está mais do que isso, está deslumbrante – Bella deu um pequeno risinho e me abraçou.
— Obrigada – disse envolta em meus braços. – Obrigada Edward por me proporcionar uma semana maravilhosa — Retribui seu abraço com a mesma intensidade – Não sei como agradecer tudo o que fez por mim.
— Bella – fiz carinho em seu cabelo e a afastei um pouco de mim para poder ver seu rosto – Não me agradeça, fiz muito menos do que você merecia, minha pequena – Ela sorriu, aquele sorriso que eu tanto gostava. Aquele que infernizou minhas memórias nos últimos meses. Aquele que tanto senti falta – Pelo que fui informado, essa semana foi um pesadelo, não? – Pisquei para ela.
— Não seja chato, Edward – minha menina me mostrou língua e eu tive que rir de seu ato tão bobo.
— Então não foi uma semana tão desagradável no fim? — me interessava saber se apesar de toda a confusão que causei a Isabella, ela havia gostado pelo menos um pouco do que fiz.
— Foi angustiante e confuso – Bella mexia em meu cabelo – Mas eu adorei receber seus presentes, me senti especial. Ninguém nunca havia feito isso por mim, eu amei cada presente – fiquei feliz com sua resposta. Ao escutar Isabella falar, lembrei-me de um detalhe, busquei em seus pulsos a pulseira que havia mandado fazer para ela – Está aqui – Levantou o braço esquerdo e pude ver a pulseira.
— Perfeito como achei que ficaria – beijei sua mão e toquei seu braço brincando com a pulseira – Não a tire – disse com firmeza e Isabella me encarou – Nunca a tire, quero que sempre esteja com ela.
— Ok, Senhor Mandão – Bella deixou um beijo estalado em minha bochecha – Prometo usar sempre.
Alguns minutos se passaram e eu e Isabella continuávamos nos encarando. Havia uma tensão sexual quase palpável no quarto. Eu tentava prolongar ao máximo uma conversa normal com Isabella, porém não estava mais aguentando tê-la tão perto sem poder toca-la, beija-la...
— Edward?! – Bella havia me tirado de meus devaneios – Porque não me beija? – Ela estava envergonhada, com as bochechas rubras, acabei rindo da situação, trouxe Bella o mais próximo que pude de meu corpo e depositei um beijo em sua testa – EDWARD!!! — ela bufou e se afastou pouco de mim, mas não permiti que fosse muito longe.
— Porque ainda está segurando essa chave? – Perguntei ao notar que ela exercia uma forma além do normal ao segura-la.
— Isso é minha prova de que tudo é real – ela abaixou a cabeça e olhou para a chave em sua mão – De que amanhã isso tudo não terá desaparecido.
— Isabella – abafei minha vontade de rir – Eu vou estar aqui amanhã – segurei seu rosto em minhas mãos – Você tem minha palavra que eu ficarei aqui, com você, não irei embora. – Bella suspirou aliviada e deu-me um lindo sorriso, mordeu os lábios como uma menina travessa pegou a chave em sua mão e colocou no meio de seus seios – PRONTINHO, agora posso tê-la perto de mim durante a noite toda sem ocupar uma de minhas mãos – eu ainda a olhava um pouco boquiaberto.
— O que te faz pensar que essa chave irá permanecer aí – apontei para o meio dos seus seios – a noite inteira?
— Você – eu a olhei confuso – Você está aí parado sem fazer nada. Apenas me olha e me abraça, não que isso seja ruim – ela falou tentando se explicar – mas acho que nem um beijo seu eu vou ter essa noite. Ainda está chateado comigo? – seu semblante modificou, o rosto sorridente e jovial que tanto gosto de olhar, tornou-se triste e vazio.
— Você pensa muita besteira menina – grudei nossos corpos – Estou tentando ser um bom cavalheiro Isabella. Estou tentando ser educado e paciente. Quando eu beijar você... – disse com a voz um pouco alterada pelo desejo e mordisquei seu pescoço – Você vai acabar nua em minha cama sendo fodida por mim – minha pequena deixou um gemido baixinho escapar.
— Edward – a forma como Bella pronunciou meu nome me fez fechar os olhos e respirar fundo – Você já foi um cavalheiro por toda a semana, a única coisa que eu quero nesse momento é acabar na sua cama... — Bella mordia meu queixo e espalhava beijos pelo meu pescoço percorrendo todo caminho até meu ouvido – Sendo fodida por você. Já estivemos três meses com você sendo paciente e cavalheiro.
Eu a beijei com vontade, com violência. O beijo continha um exagero de força e desejo. Bella chupou minha língua deliciosamente, causando-me arrepios pelo corpo. Minha diaba estava simulando um oral com a minha língua.... Isso me deixava insano, imaginado a mesma com sua pequena boca engolindo meu pau.
— Eu adoro você – disse quando busquei por ar. Peguei suas pernas e enlacei em minha cintura.
— Sua boca tem um gosto muito bom – Bella chupou meu lábio inferior devagar – É diferente. O que estava bebendo?
— Whisky – respondi no momento em que a pressionei na parede mais próxima do quarto. Bella puxou meus cabelos com força e voltou a me beijar com uma intensidade alucinante – CARAMBA – disse pressionando minha ereção sobre sua intimidade – Eu senti falta disso – voltamos a nos beijar e carreguei-a até a cama. Quando topamos com a cama eu joguei Isabella e montei sobre ela. – Bella, — eu mordi seu pescoço com força e o suguei – Me desculpe por isso — sem o mínimo de educação rasguei sua roupa ao meio. Não teria paciência para desabotoar tudo aquilo.
— EDWARD! – ela parecia surpresa e irritada, calei-a com um beijo.
— Desculpe, pequena – puxei o sutiã de Bella com toda força que eu tinha rasgando-o também – Mande a conta – pisquei para ela. Peguei a chave que antes estava entre seus seios e sorri – Acho que não precisamos disso – joguei-a em algum lugar do quarto, fui distribuindo beijos pelo corpo de Isabella e terminando de rasgar sua roupa por completo.
— PELO AMOR DE DEUS NÃO ESTRAGUE MINHAS BOTAS.
— Ahhh, minha pequena – mordi seu seio — Essas botas serão a única coisa que ficarão no seu corpo. Quando coloquei meus olhos em você essa noite já tinha decidido que iria come-la apenas com elas.
— Graças a Deus – sorri ao escutar o alivio de Isabella. Eu estava novamente sorrindo com muita frequência.
— Fique de quatro – mordi sua boca devagar — AGORA ISABELLA — ela processou a informação por um momento para logo depois fazer o que pedi — Muito bem – dei um tapa em sua bunda e depois aperte-a com força — Feche suas pernas – ordenei e ela o fez. Introduzir dois dedos em sua entrada e fiquei fazendo movimentos circulares dentro dela. – Debruce sobre a cama, bastante. Quero apenas sua bundinha bem empina para cima – ajudei Isabella e ajeitei sua posição para que sua bunda ficasse bem empinada. — É uma visão espetacular a que estou tendo, minha pequena diaba. – Bella se mantinha quieta, provavelmente envergonhada. – Se minha língua entrar em você agora, ainda vou ter uma menina silenciosa em minha cama? – perguntei fazendo movimentos de vai e vem com meus dedos em sua bocetinha já tão encharcada. – Talvez você prefira dessa forma — tirei meus dedos de sua intimidade, estavam melados de seus líquidos, chupei-os, sim, Bella tinha um sabor delicioso, o melhor que já tinha provado.
Posicionei-me atrás de Isabella. Acariciei meu pau e posicionei-o na entrada de sua buceta molhada, esfreguei a cabecinha por toda sua entrada, em alguns momentos apenas o esfregava em outros pressionava um pouco. Aos poucos os gemidos de Bella começaram a ecoar, estava feliz, agora sim estava do jeito que eu gostava. Eu estava concentrado em nossa tortura mutua, esfregando e batendo meu pênis em seu clitóris. Sem aviso adentrei apenas com a cabeça de meu pênis nela bem devagar. Ambos gememos. Bella tentou empurrar seu quadril para trás mais eu a detive. Minhas mãos seguraram seu quadril impedindo qualquer movimento vindo dela. – Você só irá se mexer quando eu mandar — dito isso enfiei-me dentro dela chocando nossas intimidades. Bella soltou um belo e potente grito e agradeci aos céus, pela primeira vez na vida, por meu quarto ter isolamento acústico.
— NÃO... – disse minha pequena quando comecei a sair de dentro dela devagarzinho.
— Shiiii – falei – Só gemidos Isabella, só gemidos – avisei e cai de boca em sua boceta.
Segurava sua bunda com volúpia, afastando-as deixando-a meu objeto de desejo muito bem exposto. Não resisti e passei minha língua por toda a região, sugando sua excitação. Enfiei minha língua com precisão em todas as dobras de sua vagina, as vezes mordiscava seus grandes lábios e o sugava. Bella gemia, e mexia os quadris na minha cara. Eu sabia o que ela queria, então, sorrindo, meti minha língua em sua fenda que estava novamente escorrendo. Penetrava-a com velocidade e força, indo ao limite que minha língua era capaz de entrar nela. Fiquei um bom tempo desse jeito quando senti as paredes internas de Bella se contraindo meti meu pênis nela, uma, duas, três vezes. Senti que sua boceta estava apertadinha, não demoraria muito para ela gozar. Retirei-me de Bella e voltei a chupa-la.
— Ah Bella, como você é deliciosa – disse e voltei a me fartar com sua bucetinha.
Estava com uma vontade insana dessa menina. Com uma mão separei seus grandes lábios e com a outra bombeei três dedos dentro de Bella, quando ela gemeu de prazer empurrei os dedos até o final e fiz movimentos circulares com eles.
— Isabella, quero fazer algo com você – disse e assoprei forte em seu clitóris, isso causou um arrepio em seu corpo. – Mas se quiser que eu pare, basta falar – Bella permanecia envolta em seus gemidos e lamurias.
Eu sou um filho de uma puta dos infernos, mas não conseguia me conter, ver Isabella com essa bunda arrebitada e toda exposta me deixava louco. Meus dedos estavam todos lambuzados devido a sua excitação facilitaria. Levei meu polegar a sua entrada traseira delicadamente, fiz movimentos circulares ao redor.
— Me diga se quiser que eu pare – reforcei para ela, não faria nada que a mesma não quisesse.
Continuei masturbando a vagina de Isabella com meus dedos, e minha outra mão se encarregada de sua outra entrada.
— Me diga Bella, já foi penetrada aqui? – perguntei e forcei um pouco a entrada de meu dedo indicador em seu ânus. — Bella mexeu um pouco o corpo quando meu dedo a penetrou em seu virgem buraquinho, mas logo em seguida ficou imóvel.
— Isabella? – minha voz estava nível de rouquidão que eu mesmo desconhecia.
— Não... eu.... Eu.... Nunca... fiz.... Isso – Isabella falava entre lacunas, buscando por ar. Um sorriso sacana estava em meu rosto nesse momento.
— Então serei o primeiro a comer seu rabinho gostoso? Sou capaz de gozar só imaginando isso, Bella – Não o faria hoje. Hoje iria apenas começar acostumar Isabella com a ideia, mostra-la que podia ser prazeroso, mesmo que seja apenas com meu dedo. – Dói? – perguntei quando meu indicador estava inteirinho dentro de seu ânus. Isabella gemeu algo que parecia muito ser um não. Com toda calma e delicadeza possível passei a movimentar meu dedo de dentro para fora, bem devagarzinho. Para deixar a situação mais prazerosa para minha pequena sincronizei os movimentos de minhas mãos, penetrando sua boceta e seu cuzinho no mesmo ritmo. Senti a respiração de Isabella ficar descompassada, sua intimidade estava quente e apertada, ela iria gozar. Retirei meus dedos de sua vagina e introduzi meu pênis, estocando fundo dentro dela. Lançava-me ferozmente contra sua intimidade, chocando nossos corpos. O cuzinho de Bella começava a relaxar, facilitando a penetração que fazia com meu dedo. Introduzi mais um dedo em seu ânus e com a mesma brutalidade enfiava meu pau em sua boceta. Não demorou muito para ambos atingirmos o ápice. Gozei como a muito tempo não fazia. Dei mais algumas estocadas despejando tomo meu gozo dentro de Isabella e retirei meus dedos de seu ânus. Eu estava exausto e esgotado. Saí de dentro Isabella e deitei na cama, puxando-a para mim.
— Machuquei você? – Eu estava preocupado pra caramba de ter ultrapassado os limites de Bella. Ela deu uma gargalhada gostosa.
— Não consigo sentir nada além de minhas intimidades pulsando constantemente – respondeu-me e ri junto com ela.
— Acho que fui um pouco bruto – Bella encostou sua cabeça em meu tórax, beijei seus cabelos, sentindo o aroma de morango que ela possuía.
— Eu senti falta da sua brutalidade – Bella gargalhou e se aconchegou mais a mim – Seth não.... – Afastei-a de mim, empurrando-a para longe.
— Isabella, pelo amor de Deus, nunca falaram pra você que quando se está na cama com um homem não se menciona o nome de outro – eu estava puto.
— Ai, Edward – disse – Agora você me machucou – ela esfregava o braço.
— QUE MERDA, ISABELLA – praticamente gritei para ela. Saí da cama e fui em direção ao banheiro tomar um banho e tentar esfriar os ânimos, antes que fizesse algo que fosse me arrepender.
Porque raios ela tinha que mencionar o nome daquele merda?! Será que vai ser impossível estar com ela sem acabarmos discutindo? Porque eu estou tão alterado assim por uma coisa banal? …Talvez eu tivesse sido grosso de mais... FODA-SE.... Gritei mentalmente. Não vou ficar com peso na consciência... PORRA... Ela ficou pensando em outro.... CARALHO.... Se fosse eu quem tivesse mencionado nome de outra acho que nesse momento estaria com partes do corpo faltando.... Tenho todo direito de estar puto.
Liguei o chuveiro e me enfiei embaixo da água gelada. Fiquei um bom tempo debaixo do chuveiro com os olhos fechado buscando em mim a paciência, que minutos antes fora perdida. Quando virei de posição no chuveiro dei de cara com uma Isabella acuada, com os olhos vermelhos. Ela me olhava da mesma maneira que Alice, quando tinha seus 5 aninhos, querendo me pedir desculpa por algo que fez de errado. INFERNO.....pensei que havia me livrado dessa fase de ser domado por uma expressão fofinha.
— Vamos, entre logo – abri a porta do boxe para ela. Bella sorriu exatamente como minha filha quando era menor e conseguia meu perdão pelo ato errado que havia cometido…. Eu tinha que parar com essas comparações, era extremamente perturbador e estanho....
— Ai, Edward.... Está gelada – Bella tinha uma careta em seu rosto. Virei-me para ajeitar a temperatura e ela me abraçou por trás, deu beijinhos nas minhas costas.
— Me Desculpe, Edward, por favor, não fiz por mal. Eu não imaginei que fosse chatear você, sinto muito – como ela fazia isso? Que bruxaria era aquela? Minha raiva tinha passado, pior, estava me sentindo culpado por deixa-la triste.
— Você é uma bruxinha – virei-me e abracei. Isabella sorriu.
— Foi sem querer – Bella ficou na ponta dos pés e me deu um beijo casto – Posso te compensar com isso – disse descendo sua mãe até meu pênis. – Aposto que irá gostar bastante – nesse momento já estava duro naquelas mãozinhas – Tinha esquecido de como você é GROSSO – minha diaba me masturbou – e Grande – Bella ajoelhou-se na minha frente sem perder o contato visual comigo. Pegou uma de minhas mãos e a colocou em seu cabelo – Eu gosto com força Edward – Deus…. Ela queria me enlouquecer. Puxei seu cabelo com violência e um sorriso safado espalhou-se pela face de Bella. Minha Diaba colocou a língua para fora umedecendo os lábios e abocanhou minha ereção.
— Ah, Bella... – gemi – Ele te fode assim??? – ajeitei sua cabeça eu enterrei meu pau em sua boca – Você quer me enlouquecer, não é mesmo? Diz pra mim, você deixa ele fazer isso com você – retirei meu pau de sua boca e comecei a dar batidinhas em sua cara. Isabella arfava forte e eu sorria – Mas é muito safada, não é mesmo? – puxei seu cabelo forçando-a me olhar. – Abra a boca – mandei e ela o fez. Introduzi meu pau nela, forçando-o, Bella engasgou por um momento, mas logo depois segurou em minha cintura empurrando sua cabeça para frente, fazendo meu pênis atingir sua garganta. Nesse momento eu urrei de prazer. Ela arqueou uma das sobrancelhas, como se debochasse do meu comportamento, e passou a fazer sucções deliciosas. Comecei a me movimentar novamente. – Deixe a boquinha bem aberta pra mim Isabella – saía e entrava dela sem piedade, indo o mais profundo que me era permitido fazer. Eu estava à beira de um orgasmo, quando Bella se afastou um pouco.
— Vamos Edward, fode forte minha boca – ela mordeu os lábios e eu sorri satisfeito. Segurei firmemente a cabeça de dela em minhas mãos e comecei a bombear ferozmente, meu pau estava quase atolado dentro daquela boquinha. Senti que gozaria, puxei a cabeça de Isabella em minha direção, batendo em sua garganta, fora ali, dentro daquela boca, que gozei. Isabella fazia o máximo que podia para engolir meu esperma comigo atolado em sua garganta, mas percebi sua dificuldade retirei-me dela mais e terminei de despejar meu sêmen em seus seios.
— Edward!!! – ela tinha um timbre divertido. Sorrindo ela tratou de chupar meu pau deixando-o limpinho.
— Você está fodidamente sexy assim – ajudei minha pequena a levantar.
— Isso foi meio animalesco não acha? – disse-me e dei uma boa gargalhada.
— Você quem provocou isso – mordi seu lábio.
— Eu gostei – ela piscou para mim e entrou debaixo do chuveiro. Bella ensaboava-se enquanto eu admirava suas curvas e me assustava com as marcas que havia deixado em seu corpo.
— Deixa que eu faço isso pra você – peguei a esponja de suas mãos
— Edward, você irá fazer tudo menos me limpar – disse em meio a risadas.
— Essa é a Ideia – grudei nossos corpos.
— Deixe eu me limpar, homem, depois você faz o que quiser comigo – se desprendeu e mim.
— NÃO – disse pegando as pernas de Isabella e prendendo-as em minha cintura – Qual a vantagem de ter um relacionamento sério se não posso ter você quando eu quero?
— Muito bem lembrado, Edward – Bella distribuiu beijos por todo meu rosto – Então o que quer fazer comigo?
— Que pergunta mais boba – disse dando um selinho nela. Subi mais seu corpo deixando nossas intimidades encostadas – Quero comer você – disse em seu ouvido.
— Edward – ela sussurrou – como ainda tem tanto pique? – perguntou risonha
— Sou um viciado em sexo com você, Isabella – mordisquei seu lóbulo – Gostosa de mais. Sabe, essa sua bucetinha apertada e quente me deixa insano, não consigo me conter.
— Deus Edward.... Como você faz isso? – Bella suspirava e mordia os lábios.
— Faço o que? – lambi e mordi seu pescoço.
— Me deixa encharcada apenas com algumas palavras – Isabella mordeu-me com força.
— Isso vai ficar marcado – disse, mais não estava realmente preocupado.
— Sinta-se à vontade – Ela inclinou a cabeça deixando seu pescoço exposto. Cheirei seu pescoço mais em vez de morde-la dei um belo chupão em seu pescoço. Bella gemeu, resmungando e dizendo meu nome. Ao meu ver, ela tinha gostado bastante do que havia feito.
— Isso é muito gostoso – Estava toda arrepiada. Afastei seu corpo um pouco do meu e Bella com suas mãos posicionou meu pau em sua entrada. Puxei seu corpo com tudo, chocando sua intimidade com a minha penetrando-a fundo. Ela soltou um gritinho
— Isso é gostoso – repeti o mesmo movimento – Bella? – chamei-a baixinho – Não vou aguentar muito tempo desse jeito – já sentia os espasmos me atingirem. Ela riu baixinho e começou a movimentar o corpo sobre o meu, pra cima e pra baixo, abusando da força na hora que descia o corpo indo de encontro com meu pau. Senti um prazer descomunal, não aguentando mais, prensei Isabella na parede. Segurei suas pernas com força, afastando-as e me lancei para ela, bombeando meu pau com urgência em sua boceta apertada.
— Edward? – Ela estava com a voz grogue.
— Hum? – respirava com dificuldade.
— Terei dificuldades para andar amanhã – nós dois rimos juntos.
Nosso banho demorou mais um pouco, pois ficamos trocando carias e beijos. Mas, apesar da demora, finalmente havíamos terminado. Isabella se enrolou na toalha e eu puxei de seu corpo na mesma hora.
— Nem pense em ficar tapando esse corpo aí – ela sorriu travessa, puxou a toalha novamente de mim e se enxugou. Fiquei olhando-a por um tempo mais logo passei a me enxugar. Após terminar peguei Isabella no colo.
— EDWARD – ela disse divertida e surpresa.
— Você se esforçou de mais hoje, deixe-me te levar pra cama – depositei um beijo em sua testa.
— No meu quarto? – eu balancei a cabeça em negação.
— Eu vou te levar para a MINHA CAMA, é lá que você irá dormir hoje – sai carregando Isabella até a cama.
— Caramba Edward – soou assustada – Já está claro.
— Não se preocupe, vou dar um jeito nisso – delicadamente coloquei-a em minha cama.
— Que horas são? – perguntou bocejando. Busquei pelo quarto o controle universal. Assim que o encontrei fechei todas as janelas do quarto, impedindo a entrada de luz.
— São 6:23 da manhã – deitei ao seu lado.
— Caramba Edward, nossa brincadeira demorou – Bella dava sinais de que estava com muito sono. Ri da menina mulher deitada ao meu lado. – Preciso estar depois do almoço em casa – a ideia de que Isabella teria que ir embora não me agradava.
— Apenas durma, pequena – ela se aninhou a mim, deixando-nos bem agarradinhos.
— Posso acabar me acostumando a isso – disse e passei a fazer carinho em seu cabelo.
— Acho que eu também – respondeu-me.
Foi assim que dormimos, um fazendo carinho no outro, bem juntinhos.
*****
Acordar se tornou uma tortura, estava exausto e cansado da noite/madruga anterior. Mas eu tinha que levantar ou alguém poderia suspeitar de algo, afinal, eu sempre acordava cedo. O relógio marcava 10:20 da manhã, já estava tarde para o horário que costumo levantar, porém como havia chegado muito tarde na noite anterior era de se esperar que me atrasasse para o café. Saí relutante do lado de minha diaba... Como ela era linda, dormia tranquilamente com um sorriso no rosto não pude deixar de sorrir também. Dei um leve selinho em sua boca. Saí da cama, vesti uma cueca e uma bermuda. Minha intenção era ficar sem blusa, mas, quando olhei no espelho, percebi que Isabella havia feito um belo estrago em minhas costas com suas unhas, sem contar as mordidas que recebi. Sorri, daria tudo para repetir a dose. Antes de sair tranquei a porta do meu quarto, não podia correr o risco
Desci alegremente até a cozinha, assobiando e cantarolando. O dia estava friozinho, extremamente agradável. Passei pela mesa onde o café deveria estar posto mas não havia nada ali. Resolvi achar gloria.
— Menino Edward – gloria me abraçou
— Glorinha, bom dia – sorri e peguei uma maça na fruteira – Onde está o povo dessa casa?
— Dona Esme saiu ainda pouco. Disse que iria resolver uns assuntos pendentes – estranhei, Esme não havia comentado nada comigo – Alice e Bella estão dormindo – eu sorri quando gloria havia mencionado o nome da minha diaba – Pelo sorriso que deu vejo que se acertou com a menina Bella – era difícil decifrar a expressão de gloria. Era um misto de reprovação e felicidade. – E eu achando que você tinha tomado jeito.
— Eu não posso fazer nada Gloria, ela me enfeitiçou – gargalhei e dei um beijo em sua bochecha.
— Que horas pretende acordar as garotas? – perguntou-me.
— Não sei, que horas Esme disse? – eu estava me divertindo com as caretas que Gloria fazia para mim.
— No máximo até as 11h – Gloria preparava o que deveria ser o almoço.
— Certo, então pode ser esse horário mesmo – terminei de comer a maça e a joguei no lixo.
— Devo ir ao seu quarto acordar a menina Bella? – eu gargalhei.
— Não se incomode, eu mesmo acordarei Isabella. Vou indo, tenho umas coisas para resolver antes– me despedi de Gloria e fui para o meu escritório
Assim que cheguei sentei em minha cadeira e fiquei pensando na noite anterior.... Havia sido uma noite fabulosa, talvez eu fosse louco por me permitir viver momentos tão excitantes com Isabella, mas eu me sentia vivo e feliz, portanto a loucura parecia valer a pena. Resolvi fazer uma ligação.
— Edward? Edward Cullen me ligando essa hora da manhã? – ele fez uma pausa – Pode botar pra fora, quero detalhes do que rolou.... – eu acabei rindo — CARALHO HOMEM, A NOITE FOI BOA ONTEM, HEM? Você ficar rindo? – acabei gargalhando – Eitah porra, fez de novo.... A novinha deve ter feito um boquete fabuloso, pra você acordar assim sorridente.
— Cale a boca Carl, não fale desse jeito sobre Isabella – por mais que tentasse soar sério não consegui.
— PORRA MANO, que foi que houve depois que deixei vocês – eu gargalhei – MEU DEUS, O QUE FOI QUE A MENINA FEZ NA CAMA PRA TE DEXAR ASSIM TÃO RISONHO? Vamos adotar esse rotina? Eu poio!
— Você fala de mais, Carl, definitivamente – eu não conseguia ficar irritado com ele.
— Fiquei curioso agora, você não negou nada — ele parecia uma menina fofoqueira.
— Eu não te liguei para falar de assuntos pessoais, ok? – respondi
— PELO AMOR DE DEUS, EDWARD, FACILITAAAAA – ele gritava – Isabella está bem? Você não fez nada mal para ela certo?
— Fala baixo seu idiota que eu não sou surdo. Isabella está perfeitamente bem – fui ríspido.
— Vá se foder, Isabella está perfeitamente bem não é uma resposta aceitável, só eu sei o que você é capaz de fazer quando está irritado – ele estava impaciente. Eu sorri cínico.
— Foi uma noite muito boa Carl, Isabella está nesse exato momento na cama dormindo, eu não fiz nada com ela – pausei – Bom, nada que ela não quisesse.
— EU SABIA, Você não perde uma, não é? – eu estava imaginando o idiota do meu amigo do outro da linha rindo. – A noite foi boa então....
— Discutimos, mas nos resolvemos – expliquei.
— Ah, claro, conta uma novidade vai – ele me zoou – Parece que é só o que vocês sabem fazer, brigar e trepar.
— Você deveria guardar seus comentários para você – Carl estava conseguindo me irritar.
— Certo, Certo parei – segurou o riso. – Só não esperava por isso, ela mentiu pra você, nunca imaginei que você deixaria isso passar.
— Eu odeio que mintam pra mim – respirei fundo — eu estava tão puto. Eu nunca esperei isso dela.
— Porque não? Ela é uma menina de 17 anos, você disse a obrigou a fazer algo e não esperava que ela tentasse driblar as regras? – é ele tinha razão.
— Vai saber Carl, só não imaginava que ela fosse mentir pra mim. Deve imaginar com eu fiquei certo? – perguntei.
— Deve ter sido um merda com a menina – ele bufou.
— Talvez... – lembrei-me de Bella irritada e sorri – Mas eu achei que não iríamos conseguir chegar a um consenso. A gente ficou um bom tempo discutindo, trocando farpas. Mas no final, deu tudo certo.
— Aí, vocês tiveram uma noite de amor romântica – ele ria debochado.
— Se eu pudesse, te deixava com olho roxo – bufei.
— Isshiii, quanto azedume, vamos chamar Bella pra resolver isso, hem? – revirei os olhos.
— Será que dá pra conversarmos? – perguntei sério.
— Ué, e não estamos fazendo isso? – ele riu.
— Não liguei pra ficarmos que nem duas menininhas falando da minha vida sexual, seu babaca. Quero saber onde você está nesse momento – esclareci.
— Estou em a caminho da Arábia Saudita – percebendo que o motivo da ligação era sério Carl adotou sua postura profissional.
— Carl, me ligue ok? Me ligue se qualquer coisa sair dos trilhos, não importa quão insignificante pareça se algo não sair como planejamos você abandona tudo e me liga. Não corra risco atoa, não tente ser o herói, escutou, seu cabeça de vento?
— Está preocupado comigo, Edward? – ele parecia surpreso.
— Você escutou o que eu disse? – não responderia a pergunta dele.
— Sim, Chefe, escutei. Relaxe, sei que o que estou fazendo é muito importante e é a primeira vez que você não coordena uma operação de perto, porém vai dar certo, você me treinou pra isso Edward. Eu sei o que fazer se algo der errado – ele falava sério.
— Certo, mais não arrisque sua vida – reforcei – preciso de você vivo entendeu?
— Sim, Chefe – Sorrimos.
— Eu vou indo, tenho que acordar minha pequena – disse.
— Sua? – sua voz continha notas de sarcasmo.
— Sim, minha. Desde ontem – pausei – Oficialmente.
— EU NÃO ACREDITO, VOCÊ TA NA COLEIRA DE NOVO? – ela gritou.
— Tchau, Carl – falei.
— Espera aí, não, calma...Explica isso direito.... – Desliguei sem deixar ele terminar de falar.
Olhei no relógio, faltava pouco tempo para as 11h, estava na hora de acordar Isabella. Fui às pressas até meu quarto, sentia uma necessidade doentia de estar perto dela. Fiquei em choque quando adentrei o quarto e não a vi em minha cama, e não aviam sinais seus em meu quarto. Procurei-a no banheiro e então rumei para o quarto ao lado. Quando cheguei ao quarto dela, a cama estava feita e haviam peças de roupas sobre ela. Olhei ao redor e escutei o barulho do chuveiro que vinha do banheiro.
Entrei e me encostei na parede de frente para o boxe. Bella estava de costas, alheia, lavando os cabelos. Continuei mudo observando-a em silêncio.
— CARALHO, EDWARD – Bella se assustou – MEU DEUS, QUER ME MATAR DO CORAÇÃO? – Eu continuei parado a encarando – O que foi que eu fiz? – Ela havia abaixado o tom de voz e parecia temerosa.
— O que você fez? – Eu controlava a minha voz para não assusta-la – Faz ideia de como é frustrante chegar no meu quarto e não vê-la em minha cama? Será que um dia você vai parar de sumir assim?!
— O que? – Ela parecia confusa.
— Você sempre está indo Bella, isso me irrita pra caralho. Não é a primeira nem a segunda vez que você faz isso. Eu espero que isso não se repita – Ela tinha esse maldito costume de sumir, sumir e me deixar feito um louco a sua procura.
— Deus, Edward, que mal humor pela manhã –ela fechou o chuveiro eu bufei.
— Poderia ter tomado banho no quarto – respondi amargo
— E eu estou... – ela devolveu.
— No meu quarto – a olhei firme e ela deu de ombros.
— Eu acordei e você não estava lá, então decidi tomar um banho aqui no meu quarto, não sabia que iria se incomodar – apesar da sua fala aparentar uma desculpa eu podia sentir um toque de ironia nela – Pode pegar a toalha para mim? – Fiz o que ela pediu – Obrigada – eu olhei seu corpo e senti raiva de mim mesmo, eu a havia machucado, seu corpo estava cheio de hematomas e marcas de minhas mãos. – Porque está irritado? – Bella enrolou-se na toalha e se aproximou de mim.
— Eu machuquei você – respirava fundo
— Ah... – ela parecia pensativa – Eu estou bem, eu nem senti nada disso Edward – ela tocou meu rosto – Ontem foi…. UAU – eu abri um leve sorriso.
— Você me faz perder o controle – cheirei seu pescoço – Não era para ser assim, era para ser doce e carinhoso... – suspirei – Mas, Deus, Isabella.... Eu perco a cabeça quando estou dentro de você – ela soltou um risinho, ela ficou na ponta dos pés e alcançou meu ouvido.
— Foi o sexo mais quente da minha vida – ela mordeu meu lóbulo – Quando teremos mais de novo? – Ela se afastou e sorria para mim. Sacudi a cabeça, ela perguntava isso como se estivesse perguntado a coisa mais banal do mundo. Continuei a encarando e seu sorriso sumiu de seu rosto, uma expressão de dor e tristeza de apoderou dela. Ela mordia os lábios com força e era visível seu nervosismo. – Nós.... – Ela respirou – Não teremos isso de novo, não é? – Lá estava a amargura em sua voz. Eu a olhei incrédulo e avancei sobre ela. Pegando-a com força.
—O quanto vou precisar foder você para entender que agora você é minha? – Eu puxei seu cabelo com força deixando seu pescoço exposto e o suguei, foda-se, eu deixaria mais uma marca ali – Eu pensei que você tivesse entendido – Sorri sacana – Acho que vou precisar fode-la novamente, até você entender que você é minha.... Eu posso fazer você entender isso – arranquei sua tolha – posso faze-la entender isso direitinho enquanto meu pau deflora sua bocetinha molhada.... E então você vai entender que a partir de hoje você poderá me ter sempre que quiser – Bella estava mole, quase desfalecendo em meus braços. – Apoia as mãos na pia – ela caminhou até a pia e fez o que pedi. – Você vai segurar firme está me ouvindo? – Ela concordou com a cabeça e eu passei minha mão e torno de seu cabelo – Levante a cabeça, quero você olhando para o espelho enquanto fodo você – nossos olhos se encontraram no espelho – Quero que veja o quão fascinante você quando goza. – Afastei bem suas pernas e desferi um tapa em sua bunda, gemi de prazer só de pensar que estaria dentro dela em instantes. Minhas mãos foram possessivas para sua bunda, as apertando forte e possessivamente. Era a visão enlouquecedora. Isabella toda exposta para mim dessa forma. Eu seria um puta de um escroto egoísta pelo que faria a seguir. Abaixei as calças, segurei meu pênis já dolorido de tanto tesão e meti em nela de uma única vez. Eu quase gozei, eu não estava preparado para aquilo, ela também não, Bella era apertada demais e me ter de uma única vez, sem estimula-la o suficiente só a deixou mais apertada. Meti em seu interior com uma estocada só, senti sua boceta estrangular meu pau e era como se tivesse rasgando ela quando entrei. No mesmo instante eu a olhei pelo espelho, Bella deu um grito ela abriu os olhos e me olhou, sua boca estava aberta sua respiração fora do normal.... Que merda eu fiz? E se eu tivesse a ferido.
— FAÇA ISSO DE NOVO – ela me olhava com intensidade – DEUS, EDWARD FAÇA ISSO DE NOVO – eu levei uns segundos para realmente entender o que ela estava falando. Mas então eu o fiz, lancei-me contra ela novamente, era a visão mais erótica que eu já tinha presenciado, os seios de Bella balançando devido a força que aplicava, sua boca entreaberta, seus olhos cheios de prazer, ela não deixou de me encarar por momento algum, repeti o movimento com força dessa vez e ela gritou como nunca antes.
— Shiiii, Baby, Shiiii não faça muito barulho –eu pedi.
— Deus Edward, não posso fazer isso, não posso – ela respirou fundo – Saia de mim se quiser que eu me cale.... Eu só não... – antes que ela completasse eu estoquei de novo e seu corpo todo sacudiu com a força ela fechou os olhos e gritou – OH MEU DEUS – era obvio que aquela posição deu a Bella um novo prazer que eu ainda não tinha alcançado, isso me estimulou.
— Vamos lá minha menina, acho que posso dar o que você quer – ela sorriu e eu soltei seus cabelos segurando seu quadril com precisão. Eu iria levar ela a loucura. – É assim que você gosta? – Perguntei quando bombeei em seu interior novamente. Eu estava fundo dentro dela.... Isso era delicioso – Eu vou foder você feito um animal, Isabella – ela mordeu os lábios e então eu o fiz. Sem delicadeza alguma eu apenas me lancei para ela chocando nossas intimidades, minhas bolas batendo em sua vagina enquanto aterrava meu pau fundo em seu interior. Eu nunca havia me esforçado tanto, eu estava suando pra caralho e dando o melhor de mim naquele ritmo avassalador que eu fodia Isabella. Minha menina, gemia e gemia, não conseguia entender as lamurias que saiam de sua boca. A boceta de Bella começou a mastigar meu pau, apertando-o forte, ela estava quente, fechei os olhos e me permiti desfrutar dessa sensação maravilhosa. Meu primeiro jato foi aliviador, como se meu corpo estivesse todo tencionado, gozei pra caralho dentro dela... Dei mais algumas estocas e então parei. Abri os olhos e procurei os de Isabella, ela ainda estava com os olhos fechados e mordendo os lábios fortemente.
— O que foi isso? – ela disse, eu sai de dentro dela e a puxe para mim, acariciando seus cabelos.
— Isso foi você sendo minha – ergui sei queixo para ela me olhar – E á assim que vai ser de agora em diante. Estamos entendidos?
— Com toda certeza, Senhor Cullen – ela soou sexy.
— Você vai me levar ao inferno Isabella – disse de olhos fechados.
— Eu posso conviver com isso – ela me beijou urgente e exigente.
Nós aviamos acabado de fazer um sexo quente e selvagem, minhas energias haviam sido drenadas dessa vez por essa diaba, porém mesmo assim nosso beijo era alucinante e coberto de desejo. Ela parou de me beijar e eu protestei.
— Edward – ela mordeu meu lábio inferior – Eu preciso falar algo com você, porém quero sua palavra de que não irá me interromper e não irá surtar – Eu fiquei tenso e me afastei um pouco.
— O que você fez? – Estava receoso.
— Era só o que me faltava – ela revirou os olhos – Não foi o que eu fiz, foi que nós fizemos – eu estava confuso – Não usamos camisinha, DE NOVO – ele frisou a última parte. Eu tive que me segurar na bancada. – NÃO – ela apontou o dedo para mim – Eu não vou aceitar que você comece a surtar. Sabe-se lá Deus porque você tem essa psicose mais não venha descontar em mim. Eu não sou a única culpada você também deveria se lembrar disso. Na verdade, você é único que deveria se lembrar já que você não confia em mim o suficiente. – Eu engoli em seco.
— Eu... – não sabia nem o que dizer. O que estava acontecendo comigo? Porque raios eu nunca lembrava da porra da camisinha. Fechei os olhos com forças e massageie as têmporas.
— Antes que você surte eu estou tomando pílula regularmente – eu continuei a olhando – E posso garantir que nesses últimos 3 meses eu não fiquei gravida. Mas isso parece não ser o suficiente para você. Então trate de lembrar de usar camisinha da próxima vez – Eu levei um segundo para entender o que ela havia dito.
— Você estava fodendo com Seth sem camisinha? – Isabella se assustou quando abri meus olhos, ela deu alguns passos para trás.
— Mas que merda Edward, porque tudo com você tem que ser assim? – ela estava irritada.
— RESPONDA – eu a segurei pelo braço.
— Me solte agora, Edward – ela estava séria.
— PUTA QUE PARIU – eu soquei a pia do banheiro com os dois punhos.
— Eu vou me vestir, tenho que encontrar minha mãe antes das 14 horas – disse e saiu. Antes que ela saísse eu a alcancei.
— Me desculpe – disse com os olhos fechados. Isabella enlaçou nossas mãos.
— Porque você tem que ser assim, Edward? – Ela me deu um selinho.
— Perdi a cabeça – disse
— Eu percebi – puxei-a para mim – Eu não disse aquilo para te irritar Edward, só quero que você entenda que não sou nenhuma irresponsável. Eu tenho sonhos para realizar, um futuro pela frente e uma criança não está nos meus planos. Eu sabia que você ia se estressar, sabia que você não tinha se dado conta ainda mas resolvi comentar o assunto logo, porque nós sabemos o que você iria pensar de mim se eu não tivesse mencionado logo – eu senti vergonha de mim mesmo ao ouvir as palavras dela, afinal ela estava certa – Eu não me importo nem um pouco de usar camisinha Edward, se essa é a forma que você gosta, para mim está ok. Mesmo assim eu não vou parar de tomar minha pílula. – Bella depositou um beijo casto em meus lábios e foi em direção ao seu quarto.
Eu fiquei observando Isabella se vestir e arrumar suas coisas em uma pequena mochila.
— Você tem mesmo que ir? – Eu não queria ela longe. Não quando a tive tanto tempo assim e muito menos quando agi feito um babaca.
— Tenho – ela parou um instante e me olhou – Eu estou com saudade da minha mãe.
— Quando iriei vê-la de novo? – Questionei
— Eu não sei – ela fechava a mochila
— Eu não gosto disso – passei as mãos irritado pelo cabelo
— Nós daremos um jeito nisso – ela sorria com ternura para mim – Por hora eu preciso ver minha mãe e passar um tempo com ela.
— Ok – eu não estava ok com isso.
— Acho que vou acordar Alice – ela jogou a mochila nas costas. Antes que ela saísse eu a puxei para perto de mim.
— O que houve? – Algo não estava certo.
— Nada – ela me olhava afoita.
— Claro que é algo, vamos logo e me fale – ela mordeu os lábios.
— ISABELLLAAAAAA – era Alice, ela batia na porta freneticamente, Bella suspirou aliviada.
— Você precisa ir – disse baixinho. – Alice pare de berrar vai acordar a casa toda – gritou para minha filha. Qual era o sentido dela pedir pra Alice não gritar se fazia o mesmo. Sorri, lhe dei um selinho e resolvi ir embora.
O almoço transcorreu tranquilamente, Bella e Alice não pararam de tagarelar por minuto algum. Elas riam e ficavam lembrando de acontecimentos dos quais eu não fazia ideia do que tratava. Eu observa as duas, Bella tinha os olhos cheios de lágrimas de tanto rir e Alice se contorcia buscando por ar.
— Caramba, Bella – minha filha levava a mão a barriga – Minha barriga dói de tanto rir.
— Eu digo o mesmo, Alie – eu levantei a sobrancelha e olhei para Alice ela sempre reclamava quando algum de nós a chamávamos assim.
— Como vão as coisas com a tia Renée? – Alice acalmou-se e levou o garfo a boca.
— Eu na verdade não sei – Bella brincava com a comida no prato – Parece tudo bem, mas sei lá. Alie, você não quer passar o fim de semana lá em casa conosco? Mamãe adora sua presença. – Alice sorriu triunfante. Eu ficava ali, observando minha filha e sua amiga.... A menina que horas antes eu estava fodendo no banheiro.... Como a porra daquela situação era esquisita.
— Não dá, eu e o papai temos planos pra esse fim de semana – os olhos da minha menina brilharam e eu sorri – Mas posso passar a tarde com você e depois o papai pode ir me buscar na sua casa, né, pai? – ela se virou para me olhar – Você sabe onde Bella mora certo? Você já foi lá – Bella ficou tensa.
— Sei onde Isabella mora, filha. Posso ir busca-la à noite, depois da minha reunião – disse.
— Então está tudo certo – Alice sorria – Bella, eu vou lá em cima arrumar uma mochila com algumas coisas, volto em minutos – Alice olhou pra mim – Seja legal e converse com a Bella, papai – ela me deu um beijo na bochecha e saiu correndo. Eu peguei o sorriso de Bella.
— Porque está sorrindo? – quis saber.
— Você – ela sorriu mais ainda – Você fica diferente perto de Alice, mais dócil eu acho – ela riu e eu continuei a olhando.
— Dócil? – Indaguei
— Sim – ela estava risonho – Você perde essa pinta de arrogante e prepotente que sempre tem. Tudo bem que é sexy mas... – eu tinha um grande sorriso no rosto e ela pareceu se tocar de suas palavras. Seu rosto tornou-se rubro.
— Você pode continuar, eu gostei da sua linha de raciocínio — Isabella estava extremamente sem graça, quando seu celular tocou.
— Oi mãe – disse – Não, sim, já mãe – ela revirou os olhos – Também. Sim acabei de almoçar. Eu estou esperando Alice para irmos.... Não ela não vai dormir em casa disse que tem coisas pra fazer com o pai dela. Pois é, mas vai ficar a tarde conosco... Deus mãe se acalme – Bella ria – A gente pode falar disso quando estivermos em casa? – ela tinha as bochechas coraras – Eu vou estar aí daqui a pouco. É, para mim está bom, pode ser sim. Também te amo mãe, até.
— TO PRONTA, BELLA – Alice gritou – PAIII, AJUDA AQUI
Isabella e eu nós levantamos rindo e fomos até Alice.
— ALICE – estava descrente – Você só irá passar algumas horas na minha casa – Alice tentava descer com sua enorme mala pela escada.
— Anda, pai, ajuda aqui – fui ao seu encontro – Bella, uma moça precavida SEMPRE está preparada. Se houver mudanças de planos não serei pega de surpresa – ela piscou para Isabella e eu ri.
— Acho que tenho que concordar com Isabella, é uma mala muito grande para passar apenas um dia – disse e vi minha filha revirar seus olhos.
— Vocês dois são uns chatos, não entendem nada – Bella me olhou e e por alguns instantes e também segurava o riso.
— Como vocês irão? – perguntei.
— Não se preocupe papai, o motorista vai nos deixar lá – Alice me abraçou forte e eu lhe deu um beijo.
— Tenha Juízo, princesa – disse quando ela se afastou.
— Não se preocupe pai, eu sempre tenho! – Disse piscando. Andamos em direção à entrada da casa e o motorista já estava de prontidão.
— Bom dia, Senhor Cullen – disse todo formal.
— Bom dia, Ryce – respondi – Leve as meninas direto para a casa de Isabella, sem desvios no meio do caminho, entendeu? – eu falei serio e ele assentiu – Ótimo.
— Bom vamos indo papai, beijo – Alice me jogou um beijo e foi descendo as escadas com Ryce ao seu lado carregando sua mala para o carro
— Bom... Acho que é isso – Isabella chegou mais perto de mim e sorri – Espero uma mensagem sua – arquei uma sobrancelha e ela sorriu – Até mais, Senhor Cullen – sua voz sou baixa e rouca, sexy como um inferno... Ela saiu descendo as escadas apressada, balancei a cabeça descrente aquela Diaba sabia como me deixar louco.
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