Notas iniciais
Espero que gostem. Vai ser um pouco diferente da maria das historia. O nível de de parentesco entre a família Cullen está um pouco diferente da maioria das mais fic, porém deem uma chance garanto que vão gostar.Estou empolgada em escreve-la!! BOA LEITURA!

Capítulo 1

Edward

O dia havia sido um total fracasso. Não podia acreditar que tudo estava dando tão errado. Os negócios haviam falhado, minha tentativa de passar o mês inteiro aqui na Inglaterra falhara também, o que resultou em uma filha totalmente raivosa, brigas com minha ex-mulher, família e melhor amigo... Para completar, ainda tinha a frustração sexual pairando sobre mim. A raiva borbulhava em meu corpo. Minha parceira sexual frequente, pode-se assim dizer, tinha passado dos limites e precisei cortar relações com ela. Por isso estou aqui em um Pub bebendo procurando alguma mulher para saciar minha tensão sexual. Poderia ter pego muitas dessas já. Mas havia um problema em ficar com quaisquer mulher, elas sempre vão querendo mais e mais.... Encontram um jeito de conseguir seu telefone ou entrar na sua vida Por isso, recorria a Carl. Ele tinha os contatos que mandavam a garota certa. Sempre linda, gostosa e que logo depois iam embora sem nenhum estresse ou choro ou tristeza. Meu celular começou a vibrar e já fiquei ansioso.

— Fale, quanto tempo mais terei que esperar nessa merda. Sabe que odeio essas coisas barulhentas. – Estava impaciente de ficar naquele ambiente.

— Já pode ir ao local de encontro Sr. Cullen ela estará lá em 5 minutos – disse em seu tom profissional.

— ok – desliguei o celular.

Saí do bar e andei em direção à área vip, nosso ponto de encontro. Era sempre assim. Preferia fazer dessa forma. Era imperceptível. Aos olhos de todos era só mais um cara e uma mulher saindo de uma boate para transarem. Ninguém imaginaria que um famoso empresário estaria em um lugar como esse esperando uma acompanhante de luxo.

— Em minutos uma garota uma garota virá até aqui, a deixe passar – Ridley já conhecia nosso esquema, aquela parte era destina só a mim e meus encontros. Ele assentiu com a cabeça pegou o bolo de dinheiro que estava em minha mão e me deixou passar.

Esperei alguns minutos até que uma menina apareceu em minha frente. Ela tinha os cabelos castanhos compridos e levemente ondulados. Sua pele era branquinha, parecia macia e suave. Seus olhos, cor chocolate intenso, continha um brilho que remetiam inocência a qual há muito tempo não encontrava mulheres. Porém, a pessoa a minha frente tinha feições pequenas e juvenis que lembravam uma menina, seu corpo estava devidamente perfeito, me deixando louco. Os seios firmes e redondinhos não muito grandes mas suficientemente apetitosos apenas de olhar. A cintura fina e acentuada. O quadril largo e sua bunda, era uma coisa de louco.... Completamente empinada. Uma ninfeta perfeita. Meu pau imediatamente acordou.

Avancei para ela e sua respiração estava descompassada. Isso me fez sorrir. Toquei seu rosto e seus olhos se fecharam imediatamente, suspirou. Isso me agradava. Era visível a resposta do seu corpo a mim. Peguei sua cintura e colei nossos corpos. Ela mantinha os olhos fechados. Beijei seu pescoço e sussurrei em seu ouvido.

— Abra os olhos pequena – instantaneamente seus olhos abriram e aquela imensidão de chocolate me encara com ansiedade, desejo e inocência. Mas havia algo a mais... algo que não consegui identificar – Você fica linda quando cora – falei ao notar o rubor em seu rosto.

— Eu.... Eu – ela me olhou tentou falar algo mas não disse nada.

— Você ... – incentivei

— Eu... eu – a garota não conseguia terminar a frase. Ficava em encarando de uma forma um pouco diferente do que estava costumado.

— O gato comeu sua língua pequena? – imediatamente seu rosto adotou um tom de vermelhidão completo. Sorri e continuei beijando seu pescoço, seu colo, o canto de seus lábios. Enquanto minhas mãos trabalhavam em sua cintura e apertando-a e descendo até sua bunda durinha. Não resisti e logo dei um belo aperto. Sabia que tinha sido muito forte mas essa menina estava me enlouquecendo.

— Não consigo me concentrar em algo coerente para dizer com você me tocando dessa forma – ela ofegava.

— Então não fale. Só quero ouvir sair de sua boca gemidos do prazer que eu vou te proporcionar por esta noite e você pedindo por mais, entendeu? — coloquei minha mão no interior de sua coxa e subi até seu centro tocando por cima de sua calcinha.

— Eu... espere... não.... isso.... isso.... isso é muito bom – eu realmente tive que rir dessa. A menina falava e agia como se nunca tivesse sido tocada por um cara antes. Mas nós dois sabíamos o que ela era.

— O que eu disse pequena... sobre falar? – olhei-a nos olhos – Será punida por isso. Virei-a de costa pra mim deixando sua bunda bem em minha frente subi seu vestido o suficiente e quase enfartei com a visão. A calcinha preta minúscula em contraste a sua pele branquinha era de enlouquecer. Sua bunda já estava vermelha dos apertos que tinha proferido mais ela merecia um belo tapa por ter me desobedecido. Dei-lhe um tapa e escutei seu gemido e olhei a marca da palma de minha mão vermelha bem visível em seu traseiro. Eu estava louco. Puxei o resto do seu vestido sem nenhuma delicadeza precisava olha-la. Virei-a para mim e tive a visão de sua lingerie fodidamente sexy. Fiquei um tempo contemplando seu corpo.

— Vire – ordenei – vamos pequena, bem lentamente deixe-me ver seu corpo – disse impaciente. Por um segundos ela apenas piscou e depois como se entendesse o que mandei bem lentamente ela deu uma rodadinha deixando-me ver seu corpo perfeito.

— Venha cá – estendi a mão para ela – Por mais que a minha vontade seja te jogar nesse sofá e come-la de jeito – senti sua respiração profunda e sorri – preciso de uma cama pois quero você de todas as formas hoje. Só Iremos parar quando você estiver desmaiada, pequena, e você precisara de uma cama.

Seu rosto era algo expendido de olhar seus olhos estavam tomados pelo choque e desejo pelas minhas palavras ditas. Tomei seu rosto em minhas mãos e a beijei. De início ela ficou sentindo meus lábios porem depois ela correspondeu. Sua língua invadiu minha boca, seu corpo grudou-se ao meu o máximo que pode e suas mãos foram parar em minha nuca e senti puxões leves em meu cabelo. Seus lábios eram suaves, muito macios. Sua boca continha um toque aveludado. Sentir sua língua era maravilhoso. Ela mordiscou meus lábios e meu pau começou a pulsar loucamente dentro da calça, ao sentir isto ela começou a roçar sua intimidade da minha me levando ao limite. Prendi suas pernas em minha cintura e prensei seu corpo contra a parede mais próxima. Uma de minhas mãos brincavam com sua coxa enquanto outra finalmente foi para seus seios. Os toquei de leve no início mais logo depois estava apertando e puxando com força. Precisava tirar a merda naquele sutiã logo e sentir seus seios em minha boca. Levei-a para o sofá perto e sentei com ela em cima de mim. Beijei-a de todas formas possível. Minha mão explorava cada pedaço do seu corpo. Senti nossas intimidades se encostando e minha vontade era me enfiar dentro dela. Me afastei dela bruscamente antes de me enterrar sem camisinha.

— Fiz algo errado – sua voz era quase um sussurro. Sorri. Percebi que estava fazendo muito isso ao lado dessa ninfeta.

— Claro que não – passei as mãos nos cabelos – Porém, nenhum de nós quer fazer isso sem camisinha, correto? – andei em direção a ela e beijei seus lábios de leve – Vista seu vestido, vamos sair daqui.

Hesitante ela andou pelo cômodo em que estávamos procurando seu vestido. Quando o achou estava jogado debaixo de uma das cadeiras do local e pra acabar de vez com a minha sanidade ela ficou de quatro para pegar o vestido. Nesse momento um gemido alto saiu de minha garganta ao vê-la assim de quatro com essa bundinha vermelha pra mim.

— Com toda certeza irei comer você de quatro e sim você não vai tirar os saltos. Fica deliciosamente gostosa assim – disse rouco me recostando na parede para admira-la. No exato momento em que terminei de proferir minhas palavras ela sentou-se no chão boquiaberta e me encarou. Aquilo em seus olhos era choque? Era realmente isso? Não poderia ser. Tenho certeza que ela fez de propósito. Lá estava aquele ar de inocência que me deixava intrigado.

— Vista-se logo – estava me divertindo com a vermelhidão em seu rosto.

— Ok – disse levantando-se e colocando o vestido preto que colava em seu corpo e deixava suas curvas bem marcadas – Me deixe apenas avisar... – não deixei ela terminar.

— Vamos logo, eles sabem que você passara a noite comigo, não precisa avisar – estendi a mão.

Ela mordeu os lábios de um jeito exatamente sexy olhando para a porta como se calculasse se podia sair correndo. Só poderia ser brincadeira.

— Eu pegarei você, nem tente sair pela porta – disse firme cruzando os braços. Ela suspirou e deu de ombros.

— Então vamos – sorriu para mim e algo naquele sorriso me remetia felicidade. Seu rosto era lindo e me lembrava um anjo.... E o sorriso... Um sorriso puro e gentil, sem falsidade com a muito tempo não enxergava nas pessoas. Uma sensação estranha tomou meu corpo e decidi ignora-la.

— Por aqui – conduzi a menina pela saída dos fundos onde meu carro já esperava por nós. Minha Lamborghini Veneno... Meu amado e venerado carro. Fiquei um tempo contemplando minha aquisição só estava com ela a 3 dias ainda não conseguia parar de babar por essa belezura.

— Hum... é..... Moço – a menina disse. Tive que rir. Afinal eu nem tinha perguntado seu Nome muito menos informado o meu.

— Me chame de Anthony – disse, afinal Edward Cullen era apenas para minha família. — E o seu seria?

— Ah... Me chamo Marie, Senhor Anthony. Para onde vamos? – quis saber. Eu tive que rir da forma como ela me chamou e ela me olhou confusa.

— Por favor não me chame de senhor, me faz parecer velho – disse.

— Ok – ela sorriu aquele lindo e maravilhoso sorriso – Anthony, para onde vamos.

— Não se preocupe com isso será surpresa. Amanhã disponibilizarei um carro para deixa-la em sua casa. Vamos – andei em direção ao carro e o manobrista me passou as chaves. Abri a porta Marie entrar. Dei a volta e entrei ao lado do motorista.

Ficamos em silencio enquanto dirigia a caminho do hotel. As vezes quando a olhava Marie estava mordendo os lábios e mexendo nos cabelos, brincando-o com eles. Sorri. Ela era realmente adorável. A empresa havia se superado, daria um bom extra a eles por isso.

— Posso perguntar uma coisa – disse tímida olhando para suas mãos no colo. Fiquei rígido na hora. O que será que ela perguntaria? Sobre mim? Será que ela sabia quem eu era?

— Sabe eu tenho um amigo que é louco por carros, bom e o seu é um belo carro, queria saber qual é este, sabe... Para poder falar pro meu amigo que já ví um – olhei para ela rapidamente e ela continuava com a cabeça baixa brincando com suas próprias mãos. Não era uma pergunta difícil de responder. Pude respirar aliviado.

— É Lamborghini Veneno, diga a esse seu amigo que essa belezinha aqui possui um motor de doze cilindros e uma transmissão de 7 velocidades com cinco modos de condução. Para completar, essa máquina vai de 0 a 100 quilômetros em apenas 2,8 segundos – ela me olhava atentamente agora. – e diga a ele também que meu bebe custa 3,9 milhões de dólares. O carro mais caro do mundo.

Sua boca estava escancara. Ela deu uma olhada para o carro detalhadamente e disse.

— Não acha que é muito dinheiro para gastar em apenas um carro – eu tive que rir dela. Pobre menina, não tinha ideia de com quem estava lidando – Desculpe não quis ser intrometida.

— Não foi, só expressou sua opinião. Bom o que posso dizer, para mim não foi muito dinheiro – pisquei para Marie e suas bochechas ficaram vermelhas. – Chegamos Marie.

— Isso é realmente sério? – ela em olhava espantada — Hotel 45 Park Lane.... 45 Park Lane, você me trouxe ao 45 Park Lane... – ela me olhava com intensidade como se pudesse ler minha alma. Me senti desconfortável.

— Vamos – disse e sai para abrir a porta pra ela.

— Sério, 45 Park Lane.... – ela me continuava me encarando.

— Podemos ir a outro se quiser se não for de seu agrado – disse. Não era de meu perfil fazer isso, deixar qualquer pessoa escolher algo mas tudo nessa noite estava estranho. Incluindo meu gentil comportamento com essa Ninfeta.

— Não.... Eu... É que .... Bom... – olhava para ela tentando entender o que havia dito. – Esquece só vamos logo – ela pegou minha mão e seguimos para entrar. Não demorou para o gerente me reconhecer e logo me entregar a chave de minha suíte presidencial. Andei com Marie em direção ao elevador. Paramos no andar e entramos. Marie observava com calma.

— Suíte presidencial, suponho? – dei de ombros e ouvi seu riso abafado. Isso me irritou.

— Qual o Problema, Marie? Não está satisfeita? Está acostumado com mais? – perguntei com raiva. Qual era o problema dela?

— Você é um idiota – levantou-se de onde estava sentada e andou em direção a porta. Alcancei eu braço.

— Ei, onde você pensa que vai? – puxei-a para mim. Cheirei seus cabelos e sua pele. Tinham um cheiro maravilho de morangos que me deixaram alucinados. Minhas mãos começaram a se mover por seu corpo.

— Venha Marie, tire sua roupa para mim – Caminhei em direção a cama e sentei na ponta. Timidamente ela se posicionou em minha frente e tirou seu vestido preto – Fique só de calcinha para mim. – ordenei e ela fez o que pedi. Suas bochechas estavam vermelhas novamente me causando um estranho encantamento.

Ao ver seus seios redondos, durinhos e rosados não resisti, saltei da cama e como um animal peguei-os e comecei a massageá-los. Senti o corpo de Marie responder a mim, seus gemidos estavam ficando audíveis e me deixando loucos. Peguei-a no colo e a levei pra cama.

Deitada na cama ataquei seus seios com a boca, Marie ofegava de uma forma absurda como se nunca houvesse sido tocada por um homem. Trabalhei em seu seio esquerdo mamando e logo depois chupando em volta, depois fui subindo em direção ao mamilo e o suguei com força. O gemido de Marie me atingiu em cheio. Nunca uma mulher tinha respondido a mim dessa forma. Mordisquei seu mamilo levemente depois mais forte, passei a linha ao redor, brinquei um pouco depois me direcionei ao seio esquerdo e repeti o processo enquanto com a mão apertava o outro seio. Beijei o colo inteiro de Marie e subi em direção a sua boca.

Nossas bocas se tocaram e uma corrente elétrica me domou, eu nunca havia sentido tanto prazer em um único beijo. Marie desajeitadamente tentava tirar minha camisa com as mãos tremulas. Aquilo me deixava irritado, porque ela agia dessa forma como se nunca tivesse feito isso antes. Irritado arranquei minha camisa e tirei minhas calças. Podia ouvir a respiração presa de Marie e sorri. Ela fingia muito bem.

Ao voltar para a cama tracei um caminho de beijos desde a boca de Marie até sua intimidade. Parei para trabalhar em seus seios, depois continuei beijando toda sua barriga lisinha, deixei um beijo em sua intimidade de beijei cada uma de suas coxas, dando beijos leves e as vezes mordidas a medida que chega perto de sua intimidade os suspiros e gemidos de Marie foram ficando cada vez maiores. Retirei sua calcinha e me deliciei com o que vi. Sua bucetinha era completamente rosada e lisinha e estava completamente molhada.... Encharcada. Estava louco para cair de boca mais antes iria tortura-la um pouco.

Lentamente passei o dedo em seu clitóris, fazendo movimentos circulares com o polegar. Enquanto meus outros dedos acariciam seus grandes lábios. Cheguei perto de sua intimidade e assoprei repetidas vezes. Alternando entre lamber seu clitóris e assopra-lo enquanto usava minha outra mão para penetra-la com um dedo. Introduzia só um pouco, tirava, lambia. Separei mais suas pernas e intensifiquei minha língua por sua intimidade lambendo e chupando e as vezes depositando beijos. Minha língua penetrou Marie e senti seu grito, com agilidade comecei a estoca-la rapidamente enquanto meu polegar massageava seu centro. Não demorou muito e senti o corpo de Marie se retraindo e tremendo, ela estava tendo seu primeiro orgasmo essa noite e isso me deixava feliz. Escutar Marie gozar foi alucinante, sai de perto dela busquei uma camisinha e vesti. Me posicionei entre suas pernas mais beijei sua boca antes de continuar.

Seu rosto estava suado e brilhando deixando-a extremamente sexy. Ela sorriu pra mim, afastei sua perna e me posicionei. Meu membro começou a penetra-la com um pouco de dificuldade. Essa menina tinha a boceta mais aperta que já havia entrado em minha vida. Forcei mais, porém devagar, meu membro era grande e podia machuca-la. Fui entrando bem lentamente o que me deixava no limite do um auto controle mais senti uma barreira. Forcei um pouco e ouvi Marie soltar um grito baixo de dor. Estanquei na mesma hora. ELA ERA VIRGEM. Não era fingimento a respiração descompassada, os suspiros, o olhar inocente.... Deus, aposto que ela nunca sequer havia sido tocada por um homem. Meu membro pulsou fortemente e Marie gemeu dessa vez de prazer. A ideia de ser o primeiro cara a estar ali fazia meu comportamento animal aflorar, não consegui me conter, com uma estocada forte estava completamente dentro. Marie cravou as unhas em meus braços e nesse momento me dei conta do que fiz. Um bruto sem delicadeza nenhuma.

— Estou tentando Marie, mas você é muito apertada, fodidamente apertada, meu pau está sendo esmagado por você. Estou ficando louco – disse numa rouquidão absurda e olhei seu rosto. Instantaneamente ela abriu os olhos e sorriu.

— Eu estou bem – disse – Você só poderia ter avisado ou ter ido mais devagar – disse me puxando para um beijo.

— Me desculpe, pequena...Meu comportamento animalesco foi devido a isso. A surpresa de saber que sou o único homem que entrou aqui – tirei meu membro e coloquei com uma estocada profunda. Marie gemeu e eu a beijei – Deveria ter me falado – mordi seu lábio.

Não consegui me controlar mais, como um louco alucinado estocava com violência nela, entrando e saindo rápido e bem profundo. As vezes dava uma longa estocada profunda e ouvia Marie gemer de prazer. Segurei suas pernas e passei em vota de minhas costas ajeitei-me na cama e comecei a ir tão profundo sentindo minhas bolas batendo em sua bunda. A boceta de Marie começou a esmagar meu pênis. Senti que seu orgasmo estava chegando e intensifiquei as estocadas entrando e saindo de sua intimidade loucamente. Senti meu pênis começar a pulsar e sabia que iria gozar, mais duas estocadas fortes na intimidade de Marie me esmagou e senti meu orgasmo vindo forte e intenso como nunca antes.

Beijei seu rosto, seu nariz, sua boca... Esperei ela abrir os olhos.

— Eu perdi o controle – ela riu fracamente – Estou falando sério perdi o controle... Acho que machuquei você.

— Então talvez eu seja uma daquelas pessoas que curtem sadomasoquismo – disse sorrindo – foi maravilhoso, Anthony.

Meu pau ganhou vida novamente dentro dela. Ela sorriu e eu voltei a beija-la. Parei retirei meu pênis dela peguei uma camisinha que tinha posto na cabeceira da mesa e troquei-a.

— Acho que podemos ir para a próxima rodada, não é mesmo!? – disse e ela acentiu.

Penetrei mais devagar dessa vez e gemi muito alto. Poderia ser sempre apertado? Seria minha perdição por essa noite.

— Como você pode ser tão gostosa, garota? — Apertei com força seus seios enquanto ela gemia meu nome.

Em um movimento rápido virei Marie e ela estava de quatro pra mim, com sua boceta toda amostra. Com uma estoca só a penetrei. Eu me lançava contra ela com força, mas tenho certeza de que isso não doía, só a fazia gemer mais alto me deixando extremamente excitado. Eu estava agarrando ao quadril de Marie como se minha vida dependesse disso. Minhas mãos deixariam marca em sua pele lisinha.

— MAIS ANTHONY, MAIS, MAIS – ela estava gritando para mim.

— Agarre-se a cabeceira da cama, Marie – Ordenei

Minha sanidade estava indo a merda, agarrei-a com a maior força que pude e meti em sua boceta initerruptamente até sentir meu pênis pulsar e a boceta de Marie aperta-lo. Dei mais duas estocadas profundas e gozamos juntos.

— Que tal tomarmos um banho? – sugeri ainda dentro dela de quatro. Acariciei sua bunda e dei uma mordida.

— Ótima ideia preciso mesmo de um banho.

Sai de dentro dela e joguei a camisinha fora. Marie estava sentada na cama.

— Vamos? – perguntei.

— Espera...– disse ela.

— Esperar o que? – quis saber. Seu rosto se tornou vermelho.

— É que.. Bem..Minhas pernas estão bambas, tremendo, sinto que não chegarei ao banheiro – dito isso ela olhou fixamente para sua perna . Dei uma bela gargalhada. Marie me olhou como uma gatinha furiosa e não contive mais o riso. Andei em direção a ela.

— Eu a levo-Disse e a peguei no colo.

— Não precisava disso – disse com raiva só aumentando meu riso.

— Deixe disso – andei com ela até perto da mesinha do lado da cama – Pegue duas.

— Duas? – Seus olhos se arregalaram.

— Sim pequena, já estou duro pra ter você de novo – beijei sua boca.

Entramos na banheira e Marie parecia agradecer água quente em seus músculos. Estava de olhos fechados mordendo os lábios. Estava tentando dar um tempo para ela, mas desse jeito não dava. Fui em sua direção e ela abriu os olhos. Pedi para ela sentar em mim e ela o fez. Acariciei sua intimidade de leve, com movimentos circulares por toda a extensão.

— Você gosta disso? – Perguntei

— Gosto tudo do que faz comigo, Anthony, tudo é novo e delicioso – essas últimas palavras enviaram correntes elétricas para o meu pênis e senti minhas bolas começaram a doer.

— Preciso de você Marie – disse lambendo sua orelha – Preciso agora.

— Então me tome – ela sussurrou em meu ouvido de um jeito extremamente sexy.

— Monte em mim, Marie – supliquei. Aquela ninfeta estava me deixando maluco. Eu nunca tinha tido uma transa tão deliciosa como essa. Meu pau necessitava ser esmagado por ela novamente.

Marie tocou meu pênis e nesse instante eu quase gozei. Ela masturbou meu pênis de uma forma deliciosa. Suas pequenas mãos trabalhavam firma. Uma em meu pau outra em minhas bolas m levando a loucura.

— Marie, monte em mim agora – implorei mais uma vez com ela pois estava louco de tesão com as bolas doendo necessitando dela.

Marie posicionou meu membro em sua entrada e desceu de uma única vez. Estava muito apertado. Tanto que fazia meus olhos revirarem. Gememos juntos e nos beijamos durante um bom tempo. Então Marie a rebolar sobre meu pau e soltei um gemido gruta jogando a cabeça para trás. Marie espalmou as mãos sobre meu tórax e começou a subir e descer sobre meu membro rapidamente e passou a alternar hora cavalgava hora rebolava hora fazia os dois juntos. Segurei sua cintura para força-la a ir mais rapidamente e comecei a me mover contra ela. Sentia meu membro ir profundo dentro de sua intimidade. Minhas estocadas eram violentas a mesmo tempo que Marie cavalgava sobre mim. Meu pênis vibrou loucamente sendo comprimido pelas paredes de Marie tão forte eu gozei e logo em seguida Marie veio junto.

Só então me dei conta da merda que tinha feito.... Havíamos transado sem camisinha.

— Marie – minha voz era puro pânico.

— Escute – ela apoiou sua cabeça em meu corpo – Você foi o único, não tenho nenhuma DST e espero que você também não tenha. Antes que você surte eu tomo pílula e, se você quiser, pode pedir pra alguém comprar uma pílula do dia seguinte que eu a tomo na sua frente – disse cansada quase adormecida.

— Tudo bem, você vai acreditar se falar que estou limpo? E que essa foi a primeira vez em muitos anos que não usei camisinha? – ela murmurou um "humrum" e ficou quieta.

— Vamos tomar banho direito dessa vez Marie – levantei com Marie da banheira e a levei para o chuveiro.

Marie estava com muito sono, encosta da parede deixando a água escorrer por seu corpo. Percebi que não ia conseguir tomar banho direito. Despejei sabonete líquido na esponja e comecei a ensaboar seu corpo. Os braços, o pescoço, seus seios, sua barriga, abaixei-me quando fui lavar suas pernas e depois ensaboei seu corpo passando a mão por todo ele para retirar o sabão. Senti meu amigo dar sinal de vidas... Essa mulher era gostosa demais para ser saudável pra mim. Marie sentiu minha ereção e esfregou sua bunda nela. Soltei um gemido longo e baixo. Ela se virou para mim e ajoelhou.

—Ha algo que queria fazer – disse sorrindo travessa. Suspirei e fechei os olhos a sentir sua boca quente em contato com meu pênis.

Marie começou devagar, colocando o quanto conseguia na boca e retirando. Depois senti sua boca indo mais fundo, senti ela sugando meu pênis, lambendo todo ele e quase gozei quando senti sua língua em minhas bolas chapando-as. Sua boca retornou meu pau e ela deslizava por ele bem lentamente me fazendo desfalecer. Marie começou a aumentar a velocidade fazendo meu membro escorregar por sua boca subindo e descendo com agilidade, Não aguentando mais segurei o rosto de Marie e fodi sua boca. Entrando e saindo entrando e saindo repedidas vezes. Antes que gozasse puxei Marie do chão deixando-a com as mãos espalmadas na parede e puxei seu quadril.

— Empina pra mim, Marie – disse em seu ouvido.

Como uma boa menina Marie empinou aquele rabo gostoso pra mim e penetrei-a lentamente ambos gememos com o prazer alucinante. Dei várias estocadas lentas e outros fortes aproveitando ao máximo sua carne em contato direto com a minha. Marie começou a rebolar para mim e me permitir aproveitar essa visão de sua bunda rebolando no meu pau. Ela começou a aumentar o ritmo seu corpo começou a tremer e então segurei sua cintura e estoquei violentamente contra sua buceta deixando meu membro deslizar para seu interior não demorou muito e eu gozei violentamente dentro dela.

Sai de dentro dela e ela se encostou na parede me olhando enquanto tomava banho.

— Você é muito bonito Anthony – disse risonha, embriagada pelo sono.

— Você também Marie uma mulher com cara de ninfeta deliciosa – ela riu fortemente do que eu disse. – Vou sair e você termina seu banho pode ser? – ela assentiu com cabeça.

Peguei uma toalha enxuguei-me e enrolei na cintura. Sai do banheiro e caminhei em direção a cama desarrumada. Ao chegar perto parei por um instante lembrando do ocorrido ha pouco. Meu animal interior rugiu de orgulho e eu sorri. Peguei o telefone e liguei para a recepção.

— Recepção 45 Park Lane, bom dia – disse uma mulher. Olhei no relógio 3:40 da madrugada.

— Quero camareiras em 3 minutos em minha suíte. Preciso trocar os lençóis. 3 minutos ou faço você ser despedia, entendeu? – perguntei serio

— Sim senhor, 3 camareiras ficam a sua disposição 24h por dia.Já avisei a todas, a qualquer segundo estarão ai. Só isso que deseja, senhor Cullen? – perguntou a mulher no exato momento que a campainha tocou.

— Só – desliguei. Atendi a porta e as camareiras entraram e rapidamente lençóis novos estavam na cama. Fechei a porta assim que elas saíram e nesse momento Marie estava saindo do banheiro vestindo um roupão.

— Você tem alguma camisa extra? – perguntou.

— Tenho sim – fui até o armário e joguei pra ela uma camiseta azul escura ela pegou e vestiu. Fiquei alguns segundos olhando-a. Era uma visão muito gostosa Marie em minha camisa. – Venha vamos deitar.

Marie pegou minha mão e fomos dormir. Deitei o mais longe possível dela, porém ela me abraçou por trás e não tive coragem de empurra-la. Adormecemos assim.

Ao despertar notei que já estava sozinho. Levantei-me rápido e procurei por Marie mais ela não estava em parte alguma. Não havia sinal dela ali naquele local. Passei as mãos nos cabelos e fui olhar minha carteira, talvez ela tenha pego a grana e ido embora, porém estava intocada. Bom ela se esqueceu. A empresa que Carl contratou deve ter falado o quanto eu odeio acordar com pessoas ao meu lado e ela saiu e acabou esquecendo. Eu iria ligar para o Carl e avisar para que passa-se em minha empresa e nos resolveríamos lá. Procurei meu celular e o encontrei no bolso da calça. Joguei as roupas no cesto de lixo e só então notei... Ela havia levado minha camisa azul. Sorri com isto.

— Edward, me escute – disse Carl apreensivo.

— Relaxe, não estou chateado com a empresa – disse tranquilo.

— Tem certeza? – perguntou Carl

— Claro que sim. Está certo que gosto de mulheres mais experientes na cama e me mandaram uma virgem. De início pensei logo que não iria pagar a mais pela virgindade – ri – mas acredite eu pago o dobro se quiserem... E peça para dizerem para a menina fazer bom proveito de minha blusa.

— Edw... Edward... Do que você está falando? — ele parecia nervoso.

— De Marie, escute está tudo bem.

— Marie? Edward me escute – ele fez uma longa pausa – Fui informado que a menina que mandaram pra você ontem, a Laura, perdeu o cartão de entrada na multidão e não a deixaram entrar. Disseram que ela saiu para pegar outro depois de uns minutos e quando voltou você já não estava mais lá.... Então nenhuma das garotas esteve com você ontem à noite.

No instante que entendi o que havia ocorrido, raiva era o que me descrevia. Eu havia sido enganado por uma mulher. Sabe Deus o que ela tinha feito se já não tinha instalado câmeras gravadores e o diabo a quatro.... Desabei no chão. Eu havia transado sem camisinha duas vezes com uma ela... EU ESTAVA FODIDO.... MUITO FODIDO.

— Carl – disse tremendo de fúria – Mande uma equipe de busca agora para minha suíte, quero que vasculhem tudo aqui PARA VER SE ELA COLOCOU ALGO AQUI. PRECISAMOS ENCONTRA-LA, CARL. O NOME ERA MARIE. VASCULHE CADA BECO DE LONDRES ATRAS DELA, VASCULHE A EUROPA TODA SE FOR PRECISO, NÃO MEDIREI ESFORÇOS NEM DINHEIRO PARA QUE A ENCONTRE.... PRECISAMOS REZAR MUITO PARA ELA NÃO ESTAR GRÁVIDA, SE NÃO ESTAREMOS FODIDOS.

Notas finais
Preciso saber o que acharam desse capitulo. Vcs só entenderão direitinho quando eu postar o próximo com o ponto de vista da Marie!