Tudo Por Você
9 A Grande Noite
Notas iniciais
Capítulo 9
Edward
Eu não sabia quem estava mais ansioso. Eu ou Alice. Alice não parava quieta no lugar. Olhando e ajeitando os últimos detalhes. Faltava apenas uma hora para a festa começar. Para todo canto que você olhasse da minha casa você enxergaria Azul. O salão de entrada, o hall principal, sala de jantar até a pista de dança, o bolo também era azul... Tudo transbordava azul. Eu estava ficando enjoado dessa cor.
— Alice – Esme falou – Se acalme minha filha. Está tudo certo. Está tudo perfeito. Precisamos subir para ajeitar você.
— Tá ok,ok – disse passando uma prancheta que segurava para Rose – Por favor tia rose confira tudo por mim certo? – Saiu sendo arrastada.
— É impressão minha Edward ou você está nervoso? – rose analisava a prancheta de Alice.
— Talvez – respondi sem pensar e vi seu rosto levantar para me olhar. E parei para olhar Rose. Seu Vestido a deixava incrivelmente bonita. Era incrivelmente a cara dela. Sexy. Reforçava sem exagero seu corpo. Dixando-a incrivelmente gostosa de uma maneira elegante. Da maneira Roselie de ser. Seu cabelo loiro estava solto e seu rosto devidamente maquiado. Ninguém poderia negar sua beleza quando a olhasse.
— E pelo que seria? — quis saber.
— Talvez o fato da minha linda garotinha ter virado uma moça e eu nem ter percebido – foi a melhor desculpa que arranjei.
— Ah Edward não se preocupe com isso – Rose riu – Se você tiver sorte Alice puxara o caráter de Esme.
— Está querendo me irritar? Se for essa sua intenção aviso que não será necessário muita coisa – apertei seu braço com força – Eu espero realmente que você cale a boca e volte a fazer o que Alice pediu – soltei seu braço com força.
— Edward – era Carlisle – Vamos dar uma volta?
— Eu nunca fiquei num espaço tão azul – disse e Carlisle riu.
— Essa é a maior festa de Alice – estava pensativo.
— Com toda certeza estou alguns milhões mais pobres – começamos a rir.
— É verdade que ficara por um tempo – perguntou. A fofoca rolava solto nessa família.
— É sim – sentamos em um dos pufes azuis espalhados pela casa – Porque?
— Soube que irá trabalhar para o primeiro ministro – Carlisle me olhava preocupado.
— Não se preocupe, não será nada de mais – sorri – Eles só estão com problema grande e querem esconde-lo.... Então recorreram a nós.
— Alice está feliz Edward – ele olhava para a janela – Como a muito tempo não via.
— Eu sei que erro com ela Carlisle. Mais tento acertar as vezes.
— Ficando milhões mais pobre? – brincou.
— É, ficando alguns milhões mais pobres.
— Serio Edward quanto custou isso aqui? – quis saber.
— A coisa mais cara que já paguei na vida – Carlisle olhou-me chocado.
— Vocês já viram quanto Azul tem na casa? Tem até um painel lá fora azul pra tirar foto – Jasper chegou perto de nós com uma capa preta de guardar vestido e na outra uma caixa de sapato. Carlisle e eu o encaramos.
— Não são para mim – disse como se estivesse triste eu e Carlisle rimos – são de bella. Alice está quase surtando pois isso já deveria estar na casa dela. Então pai – jasper sorriu sacana – você foi o encarregado de deixar lá – jogou as coisas em cima de Carlisle.
— JASPER CULLEN, cuidado com isso. – Esme apareceu deslumbrante. Seu vestido caia perfeitamente sore seu corpo. Esme era uma mulher fabulosa. Ao contrario de Rose. Esme usava um vestido mais solto que não deixava de demostrar como ela era maravilhosa. Olhei para Carlisle ele estava lá de boca aberta a encarando. – Carlisle – esme se aproximou dele – pode ir AGORA deixar essas coisas com bella – ele só assentia com a cabeça – Ótimo, venha Edward quero te mostrar uma coisa.
Levantei-me do meu lugar caminhei com Esme.
— Muito me admira você não estar vestido – ela me repreendeu – Vamos escolher uma roupa para você. Na verdade acho que Alice já separou suas camisas.
— Camisas? – como assim camisas?
— Ah sim. Alice usara 3 vestidos, e você das camisas – explicava como se fosse um retardado.
— Para que tudo isso esme? – estava irritado já.
— Edward – ela parou no meio da escada e me encarou – Alice usara um vestido pare recepcionar os convidados, um para dançar, isso inclui dançar com você e outro para o fim da festa. E você – ela encontrou o dedo no meu peito – usara uma camisa no início e outra quando dançar com ela. Agora fique calado e não estrague o dia mais importante do dia da sua filha – ela virou e continuou subindo em direção ao meu quarto.
Às vezes eu esquecia que Esme poderia ser ameaçadora. Ela era sempre tão doce e compreensiva. Que quase nunca demostrava sua capacidade de persuadir pessoas a fazerem o que elas querem. Entramos no quarto e tinha duas roupas. Um terno grafite com uma camisa branca e uma gravata cor azul da Tiffany e & co, e um terno preto com uma camisa azul e uma gravata azul e preta nas cores da Tiffany e & co. As roupas estavam enumeradas. Peguei e levei-a ao banheiro o terno preto com a blusa e a gravata. Tomei meu banho, fiz a barba. Estava impecável. Coloquei a calça o sinto e a blusa. Na hora de pôr a gravata sai pedindo ajuda de esme.
— Edward as vezes eu esqueço como você pode ser lindo – ela caminhou lentamente em minha direção e começou a arrumar a gravata. Ficamos nos olhando por um tempo com um sorriso cúmplice.
— PAI – era Alice – Você está lindo de mais. Eu sabia que ficaria perfeito. – sorri para ela.
— Me tire uma dúvida Alice — ela estava linda naquele vestido longo azul cheio de pedrinhas. Podia apostar que eram pedras de verdade. Meu bolso doeu – Todo mundo vai usar a mesma cor de azul? — Alice e Esme gargalharam.
— Não pai – ela pensou um pouco – Bom só a nossa família e a bella. Que vocês compondo a festa – ela me deu seu melhor sorriso – E essa cor fica perfeita em você.
— Edward tenho que terminar de ajeitar Alice – disse esme.
— Ajeitar o que? Ela está linda – não estava mentindo.
— Preciso ficar mais pai. Porém bella acabou de chegar também e eu e mamãe precisamos cuidar dela.
— Com toda certeza precisamos ir ajeitar bella antes que ela fuja – esme pegou a mão de Alice e as duas saíram voadas do quarto. Pobre bella. Ri comigo mesmo.
— DESÇA LOGO EDWARD – Esme gritou pelos corredores.
A música era ensurdecedora e estava abarrotada de adolescentes. Minha casa tinha virado uma multidão de pirralhos engomadinhos. Desci as escadas e vi muitas cabeças virando em minha direção. Procurei um rosto adulto no meio de tantos rostos juvenis e só achei o de Carlisle. Caminhei lentamente até ele e pude ouvir os suspiros das amiguinhas de Alice quando eu passava. Sorri de leve. Me senti com 17 anos de novo andando pela festa de Esme e vendo suas amigas suspirarem.
— Do que está rindo? – Carlisle tinha uma taça de Champanhe na não.
— Parece que estamos de volta a mocidade – peguei um copo de champanhe e brindamos.
— Aos velhos tempos – dissemos.
— Quando foi que eles chegaram que eu não vi – cochichei para Carlisle.
— Sei lá Edward eles foram chegando em bando e de repente a casa estava lotada – era engraçado a forma como ele dizia isso.
— Quantas pessoas Alice deve ter chamado? – perguntei mais para mim mesmo.
— Acho que o Colegio Eton inteiro e mais a elite de outros colégios que ela conhece – Carlisle ajeitava o Cabelo – Parece que Alice é realmente uma Cullen.
— Claro que sim – disse com orgulho – Quem seria mais exibicionista e exagerado do que nós?! – rimos de meu comentário.
— Então você vai dançar com Alice?! – ele sorria.
— Não só vou dançar como tenho uma roupa especial para isso – o primeiro como de champanhe já tinha ido.
— Você também? – Carlisle falara que nem uma criança. Só levantei a outra taça que tinha pego pra ele.
— Olha lá se não é Jasper de terno e gravata – zombei
— Eu realmente odeio isso – ele falou afrouxando a gravata.
— Ajeite isso ai loro pôs Alice me viu sem e acredite você não vai gostar de passar pelo que eu passei – Emmett fazia cara de choro.
— Onde estão as mulheres – quis saber.
— Aqui tu não vai achar mulher não Ed, só ninfeta – Emmett sempre sendo idiota.
— Quis dizer as mulheres da nossa família seu demente – dei-lhe um tapa na cabeça.
— Acho que estão lá em cima com Bella – Jasper escondia o riso com tossidas.
— Que demora – estava cansado de esperar.
— Vai demorar mesmo – Emmett ria – Bella chegou aqui e Alice quase enfartou ao vê-la sem maquiagem nem nada.
— Realmente – disse Carlisle – Parecia Edward quando perde algo pros nós.
— Claro que não. Parecia Edward quando perde para rose nas corridas – afirmou Emmett.
— Vocês estão todos erradas – Jasper ria e eu encara os 3 patetas – Parecia Edward quando não tem seus desejos atendidos – todos eles gargalhavam. Bufei e girei os olhos. Segundos depois vi uma garota passar perto de mim e meu coração chega parou de funcionar. Parecia muito com o cabelo de Marie... Pisquei os olhos rapidamente e logo busquei a garota na multidão. Merda essas meninas eram todas iguais. Afastei-me um pouco para ver se ainda conseguia encontrar o cabelo que era igual ao de Marie.
— Edward você vai aonde? – Era Jasper – Precisa subir para encontrar Alice – assenti que sim com a cabeça e me dirigi ao segundo andar onde estava Alice.
No topo da escada virei e tentei procurar a menina que tinha o cabelo igual ao de Marie. Fiquei uns minutos procurando mais tudo dali de cima parecia igual. Fiquei puto comigo mesmo. Desde quando eu sabia diferenciar cabelo de mulher? Eu estava ficando louco. Era a única opção porque Gay eu tinha certeza que eu não era.
Andei pelo corredor e escutei um barulho de coisas caindo no chão virei-me e percebi que vinha do banheiro perto da sala de jogos. Andei rapidamente em direção até lá não acredito que essas crianças já tinham escapado para o segundo andar. Chegando mais perto pude ver que a porta estava meio aberta. Uma garota estava apoiada na pia e um menino estava num tentando dar um bom nela. Abri totalmente a porta e eles nem repararam. A garota dizia para ele parar. Resolvi fazer algum barulho.
— HUM HUM – forcei com a garganta. Quando o garoto largou a menina eu tive que dar uns passou para trás. Minha pressão deveria ter caído um bocado pois estava difícil respirar. Era ela. Era Marie ela estava ali. FODIDAMENTE LINDA naquele vestido azul tomara que caia que marcava fodidamente sua cintura fina a deixando com corpo maravilhoso. Olhei-a da cabeça aos pés e sorri ao ver seu sapato. Sim eu tinha um fetiche por Marie e sua sapatos. Sorri por um instante de pois me lembrei. Era Marie no banheiro da minha casa com outro cara tentando beija-la. O garoto falava algo mais eu não conseguia nem escutar. Meus olhos estavam focados nela. Em Marie. Marie parecia branca. Como se estivesse acabado de ver um fantasma. Me pergunto se era por ter sido flagrada na minha casa com outro homem. Desviei os olhos dela e olhei para quem falava comigo. E quase ri quando percebo que era Seth Clearwater. Meus olhos enxergaram vermelho.
— Saia daqui – vociferei.
— Mais — ele tentava falar algo.
— Ou você sai daqui agora ou eu jogo você pela janela do corredor e se sobreviver eu mesmo matarei você – olhei diretamente em seus olhos e percebi o medo ali – FORA AGORA – peguei ele pela camisa e joguei do banhei – Nos conversaremos mais tarde Seth Clearwater e não pense que seu pai vai te livrar dessa. Vi o menino sair correndo descendo as escadas. Adentei no banheiro e feche a porta.
— O que você faz aqui na minha casa? – peguei Marie pelo braço. Deus foi a pior merda que podia ter feito. O cheiro dela atingiu meu nariz e foi como se um perfume afrodisíaco tomasse conta do meu corpo. Soltei-a bruscamente. Se queria terminar essa conversa precisaria manter o espaço entre nos.
— MAIS QUE MERDA VOCÊ AQUI? – gritei. Puxando meus cabelos. – Não tinha outro dia para aparecer não? – E se Alice nos visse. MEU DEUS. EU ESTAVA MORTO. Ela não iria me perdoar nunca por ter uma prostituta aqui no dia do seu aniversário. Ela não iria acreditar nem em mim se falasse que não tinha nada a ver com isso. Comei a entrar em desespero eu precisava tirar essa mulher daqui – Você precisa ir agora – peguei seu braço de novo e ela puxou.
— Não – disse muito baixo. Quase não o escuto.
— NÃO? – eu gritei – Qual é a sua hem? – dessa vez eu a segurava com os dois braços e a sacudia – VOCÊ APARECE AQUI ASSIM DO NADA. DEPOIS DE SUMIR AQUELA MANHA. DEPOIS DEU CAÇAR VOCÊ COMO UM LOUCO POR LONDRES. E DESCOBRIR QUE VOCÊ FUGIU COM SETH. ME RESPONDA – apertei mais seus braços – ESTA TRABALHANDO PARA O CLEARWATER? PORQUE SE ESTIVER É BOM VOCÊ DESISTIR.
— ESTA ME MACHUCANDO – ela gritou. Eu soltei seus braços e ela afastou-se o máximo que o banheiro permitia. Seu rosto demostrava choque, irritação, medo, e poderia arriscar felicidade
— Eu.... eu.... e... – ela não conseguia falar e podia ver lagrimas formando-se em seus olhos.
— SANTO CRISTO – apoiei-me na parede – Não me diga que está gravida e apareceu para avisar – eu comecei a tremer.
— Não – ela esfregava as mãos e olhava para baixa – Não estou gravida.
— Então que Diabos você faz aqui? – cheguei perto dela. Perto demais. Perigoso demais. – Você e Seth estão juntos? – nossos corpos quase se tocaram. Eu queria saber da onde eu havia tirado essa pergunta.
— Não – ela levantou os olhos e olhou. Foi a pior merda que ela podia ter feito. Eu a puxei colando nossos corpos cheirei seu pescoço. Seu cheiro lançou uma onda de choque que percorreu todo meu corpo até chegar ao meu pênis. Ela gemeu ao sentir minha intimidade e eu fiquei insano. Sentei-me no vaso e puxei-a para sentar de perna aberta em cima de mim. Encarei seu rosto. Como ela estava linda. Os cabelos levemente presos com cachos caindo sobre seu pescoço nu. Afastei-a um pouco para contemplar o vestido que ela usava. Deixava-a linda de mais, sexy de mais... Ela estava gostosa de mais no vestido e só de pensar a facilidade que seria me enterrar nela... Marie jogou a cabeça para trás e esfregou-se em mim. Enfeiei minhas mãos por debaixo de seu vestido e agarrei sua bunda com volúpia. Maria gemeu meu nome e aquilo estava me levando a insanidade. Levantei-me com ela e apoia na pia. Com as pernas apertas me recebendo. Tomei seus lábios com fúria. Deus eu estava perdido. Estava beijando a mulher que amaldiçoei nos últimos 15 dias. Qual era o meu problema? Esse era fácil. A porra do meu problema tinha nome. E estava encaixada em mim nesse exato momento me fazendo delirar de tesão por ela. Marie tinha a boca deliciosa. Doce e macia. Os lábios volumosos e gostosos de morder. Assim que os mordi escutei seu gemido. PUTA QUE PARIU eu havia sentido falta dessa mulher. INFERNO eu estava quase gozando só de ouvi-la gemer e beija-la. Ela ofegou buscando ar e atacou-me com a mesma fome que eu tinha. Suas mãos foram parar em meu cabelo puxando-o. Marie era quente e macia, era suave e delicada... Eu estava na merda.
— Para com isso Seth – era Alice. Eu congelei e Marie me empurrou contudo e levou as mãos a boca.
— Estou dizendo Alice, ele estava descontrolado – dizia Seth. EU MATARIA ESSE MENINO. Marie me olhava assustada. Desceu da bancada e ajeitou-se no espelho pude ver que suas mãos tremiam. Eu não estava pior Alice estava a ponto de me pegar no banheiro com uma prostituta.
— A porta – ela disse.
— O que? – sussurrei.
— Saia pela porta – ela disse. Eu a encarei atônico e impaciente ela apontava para a porta.
— Vai Anthony – ela disse. E puta que pariu não pude não pensar em mim sobre ela na cama escutando ela pedindo por isso. Como se tivéssemos a mesma lembrança ela ficou completamente vermelha e um sorriso enorme formou-se em meu rosto.
— É melhor você sair por ai – afirmei – Seth viu você aqui.
Ela assentiu com a cabeça e abriu a porta que dava acesso a sala de jogos.
— Alice, não grite pelos corredores da casa – disse abrindo a porta. Peguei-a pelo braço e a arrastei de la.
— Pai espera – ela disse estancando. Mais era meu dia de merda hoje.
— Alice estamos atrasados para sua grande entrada – continuei arrastando-a. Percebi que ela não iria ceder — Alice preciso que meu ajude a trocar de roupa se não iremos nos atrasar. — como se desse conta do que eu falava era valido ela relaxou o semblante.
— Ok – ela disse cedendo.
— Seth você fica e procura ela eu falo com ele — ela pegou meu braço e saímos pelo corredor. Eu estava agradecendo a todos os Deus do universo por Alice não ter teimado dessa vez. Eu não estava acreditando nisso. Marie estava ali. Ali na minha casa. Eu estava sorrindo como um idiota.
— Porque esta sorrindo tanto pai? – merda. Tinha que controlar minhas emoções perto de Alice.
— Nada filha – sorri para ela — Vamos venha — Andei rápido ate meu quarto peguei a segunda roupa que Alice escolhera e fui até o banheiro trocar-me. Sai e ela já foi ajeitando as mangas e a gola da camisa. Pegou o terno e me ajudou a vestir. Pegou a grava e a ajeitou perfeitamente.
— Esta um gato — sorriu. Retribui seu sorriso e andamos em direção ao primeiro andar.
— Está pronta? — perguntei.
— Nervosa – me confessou.
— Você nasceu para isso princesa – disse e assim que entramos na escada uma música começou a tocar cabeças viraram em nossa direção e lentamente eu conduzia Alice em direção a multidão. Tomando todo cuidado do mundo para me concentrar apenas nela. E esquecer a mulher que a pouco tempo no banheiro tinha me enlouquecido. Chegamos ao final da escada e a multidão aplaudia. Alice me deu um beijo e andou para cumprimentar seus convidados.
Rápido como um foguete subi de novo as escadas e fui atrás de Marie. Quando chego lá qual a minha surpresa ao descobrir que não havia nem sinal dela? NENHUMA. Precisava achar Seth. Os dois tinham ficado sozinhos aqui. Meu estomago se revirou com a ideia. E lembrei dele tentando beija-la. Fechei as mãos em punho e voltei em direção a festa.
— Edward – Carlisle me chamou. Virei-me a conta gosto.
— Oi – não consegui disfarçar a irritação.
— Você está bem mano? – chegou perto de mim e colocou a mão em meu ombro.
— Sim – eu era péssimo em omitir minhas emoções.
— Edward – Carlisle agora estava sério.
— Estou com um problema – disse e meus olhos vasculhavam na multidão em busca de Marie ou Seth. Ela não poderia ter ido embora tão rápido assim. Levaria no mínimo 10 para os manobristas pegarem um carro sem contar a fila que estava para entrar na casa. Isso daria mais uns 10 minutos para ela sair. No total de 20 minutos para ela fugir. Olhei no relógio. Só se passaram 7 minutos – Preciso ir Mano.
Esquivei-me das pessoas o máximo que pude. Mais na pressa que eu estava esbarrei em várias. Corri até a portaria e olhei as câmeras de segurança ela ainda não tinha aparecido. Era a única saída da casa eu a pegaria dessa vez. Ficaria esperando por ela. 10 minutos haviam passado e ninguém aparecera e nenhum carro havia deixado a casa. Eu voltaria e procuraria por ela lá dentro. Dei ordens explicitas de não deixar nenhum carro sair. Se algum carro saísse dali eu colocaria todos no olho da rua e me certificaria que nenhum deles arranjaria emprego em nenhum outro lugar.
Corria feito um louco m direção a casa. Qualquer garota com vestido azul eu olhava. Foda-se, eu sabia que vestido ela usava, eu sabia muito bem. Eu havia tocado em seu corpo eu sabia muito bem como ele encaixa a ao seu corpo, mais mesmo assim não queria correr o risco. Fiquei nessa busca insana sabe-se lá quanto tempo.
— Edward – jasper me chamou. – Edward – ele puxou meu braço.
— AGORA NÃO JASPER – continuei olhando cada rosto feminino que podia. Precisava ir a um lugar algo.
— Edward – Era Carlisle que me seguia – Alice...
— AGORA NÃO CARLISLE – nem me dei ao trabalho de olhar para ele. Minha voz tinha poder suficiente para alerta-lo a não me importunar. Estava subindo a escada quando vejo Emmett atrás de mim.
— EDWARD – gritou me alcançando.
— Emmett – virei para ele e ele deu dois passou atrás – Suma da minha vista – Não precisei falar duas vezes.
— Edward – eu iria matar uma pessoa hoje. Era definitivo. Olhei e era Carl.
— Agora não Carl agora não – Cheguei ao topo da escada finalmente.
— Edw – nem esperei a pessoa falar.
— MAIS QUE CARALHO QUE NÃO SE PODE FICAR EM PAZ UNS MINUTOS – me arrependi no instante seguinte que falei. Esme e Alice me olhavam em choque. Esme tinha dor nos olhos. Logo seguida a tomei nos braços.
— Me perdoe esme – a abraçava forte – Um mega problema surgiu e eu estou prestes a explodir — Ela se afastou e me olhou. Acho que meu desespero transparecia pois ela sorriu sabia que estava perdoado. Ela me abraçou de volta e disse baixinho
— Seja lá o problema que você tiver hoje é o aniversário da sua filha e você só se preocupará com ela – um choque de realidade passou por mim quando ela disse essas palavras. Respirei muito e olhei para Alice.
— Me desculpe, papai só estava estressado – dei-lhe um beijo – O quer fazer agora? – um sorriso enorme foi me dirigido.
— Vamos conhecer minha melhor amiga – ela pegou minha mão – Vamos conhecer Bella.
— Certo, vamos conhecer a famosa Bella – Alice riu e descemos as escadas.
— Ela está por ali – apontou para onde minha família se encontrava.
Quando chegamos perto o suficiente eu notei o vestido azul. E meu impulso foi andar mais rápido até Marie.
— Calma pai – Alice dizia – Estou de salto.
— Certo – foi tudo que conseguia dizer. Eu estava num puta dilema ou ia até Marie ou ia atrás de Alice conhecer sua amiga. Infelizmente eu estava errado. Marie estava ao lado da minha família. E um pânico me atingiu. QUE MERDA ELA FAZIA ALI? O QUE SERÁ QUE ELA HAVIA FALADO? SERA QUE ERA SÓ PARA ME POR MEDO? SERA QUE ELA QUERIA ME DESMORALIZAR MAIS AINDA COM A MINHA FAMILIA? Eu suava frio. Eu não sabia o que fazer só queria que ela me olhasse. Como se pudesse ler meus pensamentos seus olhos encontraram os meus. E lá estava aquele choque. Acho que deveria estar igual a ela. Marie pegou uma taça de Champanhe. Podia ver de onde estava sua respiração irregular. Ficamos frente a frente. Toda minha família lá. Se ela fosse falar algo esse era o momento. Prendi a respiração forte.
— Bem – Alice olhava para mim – Eu falei muito dela para você então – eu tentava entender o que Alice falava. Mais só conseguia olhar os lábios de bela sobre aquela taça tomando um gole exagerado. — ... Bella este é meu pai. Pai esta é a bella – Ela apontou de mim para Marie e de Marie para mim.
No instante seguinte duas coisas aconteceram.
1 – Bella cuspiu o champanhe que tava em sua boca atingindo a cara de Alice.
2 – Eu ia caindo no chão mais emmet e jasper me seguraram
— PAI? – ela berrou para Alice e logo em seguida me encarou. Seus olhos carregavam um misto de pânico e terror.
— Bella, Você é a Bella – falei no mesmo instante que ela.
Parecia que o destino queria brincar comigo.
— Filha o que foi que deu em você?– O mundo parecia girar em câmera lenta enquanto eu processava as informações em minha mente.
Marie era Bella.... Marie era Bella a mulher que eu havia transado loucamente e procurado como um maníaco!!! Bella, a melhor amiga da minha filha! DA MINHA FILHA! Filha que tinha 16 anos.... Marie era Bella, Melhor amiga da minha filha que tinha a idade dela! 16 ANOS! EU HAVIA TIDO O MELHOR SEXO DA MINHA VIDA COM UMA MENINA DE 16 ANOS! UMA MENINA.... Como se a merda não fosse boa o bastante o destino literalmente fodia com minha vida pois Bella que era Marie, melhor amiga de Alice e que só tinha 16 anos que era filha de Renée. Mulher que eu havia transado a 3 dias atrás.
EU ESTAVA DUPLAMENTE FODIDO E SEM SABER O QUE FAZER!
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