Tudo Por Amor -Cobrade
8 A Noite é uma Criança
Notas iniciais
Arqueio minhas costas para trás e decido eu mesma tirá-lo.
Ele beija com delicadeza um dos meus ombros e escorrega sua boca pelo meu busto, suas mãos em minha cintura me sustentam e eu envolvo minhas pernas ao redor de seu quadril (ele está de joelhos e eu em seu colo) o apertando contra mim enquanto rebolo vagarosamente nos causando um certo prazer. Os pelos de sua barba em contato com meu busto me fizeram gemer assim que sinto sua boca em contato com meus seios, os sugando, mordiscando, os puxando de uma maneira louca.
Jogo minha cabeça para traz e me entrego ao prazer que ele estava me dando. Suas mãos em minhas nádegas, as apertando me impulsionam onde eu possa subir e descer; Eu podia senti-lo pulsante sob mim. Ele ainda estava vestido e eu? Bom, agora não mais.
Ele deita-me sobre o tatame e puxa o meu short rapidamente, levanta-se e admira o meu corpo. Observo cada movimento seu. Ele se despe e eu posso comprovar que de acordo com a meteorologia do tempo, eu e o ar iriamos competir no quesito umidade.
Apoio-me nos meus cotovelos e posso o observa-lo “rígido”, vindo em direção a mim. Ele se aproxima um pouco mais e o seu sorriso malicioso nos lábios o toma.
—Me mostra o que “cê” sabe fazer, Va-ga-bun-do! –Falo empurrando o seu ombro direito com o pé
—Dama, Dama! –Ele diz se apertando com uma das mãos (se dando prazer). – Não brinque com fogo! Eu posso acabar te queimando.
—Ri de sua expressão. –Eu quero mais é me queimar! –Sua vez de rir e de se ajoelhar entre minhas pernas. Ele dá um tapa forte em uma das minhas coxa e depois a alisa beija minha barriga e volta suas mãos aos meus seios os apertando com certa força, forçando seu quadril contra o meu me fazendo senti-lo o que me faz arfar. Suas mãos dessem e me estimulam.
—Cobra!
—Mais gatinha! Pede mais.
—Por favor! –Peço e em estantes ouço um barulho de pano sendo rasgado, era a minha calcinha! Ele preenche-me sem mais delongas de maneira ríspida e dolorosa. Eu grito. Sim eu grite! Aquilo estava muito bom! Ele pega em minhas mãos e as coloca acima de minha cabeça apertando os meus pulsos.
—Dama! –Ele diz rouco, porém não para, suas sequencias de idas e vindas tomam velocidade e eu sinto minhas pernas bambearem e aquela sensação maravilhosa tomar conta do meu corpo, seguida dele. Ele diminuí os movimentos e distribui pequenos beijos em meu pescoço em seguida deitando-se ao meu lado.
Nossas respirações estão ofegantes. Em questão de segundos me ponho em cima dele. Agora seria a minha vez. Apoio-me em seu peitoral e observo a sua feição! A nossa noite estava só começando.
—Anw!!!
Pov. Jade Off
***
—Ainda Precisa de mim? –Perguntou a empregada
—Não, não! Pode ir! Eu irei ficar por aqui mesmo no escritório esperando elas chegarem. –Disse Ed referindo-se a Jade e a Lucrécia.
—Sendo assim, Boa noite!
—Boa Noite! –Respondeu ele enquanto tentava mais uma vez ligar pra Lucrécia
—Tem alguma coisa errada. A Lucrécia não atende esse celular. –Pensou enquanto se alinhava na poltrona de seu escritório. Assinou alguns papeis e logo em seguida levantou-se indo em direção ao seu quarto, tomou um banho trocou de roupas e ligou mais uma vez, desta para Jade.
... Sua chama está sendo encaminha para caixa de mensagens. Por favor....
Mas a ligação não pode ser completada, pois o mesmo caíra ao chão vitimado de uma forte dor ao peito. Um infarto!
***
A não, Lobão! Me poupe! Você não vai ficar atendendo esse celular agora né? Volta pra cama. –Disse Lucrécia incomodada. –Você prometeu que hoje iria me dar atenção.
—Não amola Lucrécia é coisa séria.
—Lobão! Você prometeu! –Disse ela manhosa indo abraça-lo enquanto o mesmo falava ao telefone sobre um carregamento que iria receber.
—Um minuto! —Disse ele a pessoa que estava ao outro lado da linha. –Eu já falei pra não atrapalhar droga! –Gritou a empurrando!
—Você me machucou seu estúpido! –Disse ela!
—Você me chamou de quê?!
—Ai! Para! Não. Lobão...
***
—Anw! Mais rápido! –Disse Jade
—Você é tão... Dizia Cobra, porém foi impedido com um beijo da mesma. Jade laça suas pernas a cintura de Cobra podendo senti-lo por inteiro, em quanto o mesmo da mais velocidade aos seus movimentos. O barulho de seus corpos na calmaria da noite, o som dos carros na rua e os seus gemidos faziam com que ambos se entregassem sem pudor algum.
***
—Da próxima vez, vê se vem sem sutiã.
—Não vai haver “próxima”. –Fez rindo da expressão do mesmo, mas logo mudou a sua de feição. Se dependesse dela aquela seria a primeira e ultima vez. –Cadê?! –Disse procurando algo.
—Você tá procurando isso aqui?! –Disse ele rodando o sutiã da mesma nas mãos.
—Me da isso aqui! –Fez pegando e vestindo. –E agora? Como eu vou pra casa se você me fez o favor de rasgar as minhas roupas.
—Vai sem ué!
—ha-ha-ha! –Engraçadinho!
—Pera ai, aonde você vai? E essa camisa ai é minha.
—Eu vou pra minha casa. –Fez levantando-se
—Espera ai Dama eu te levo. –Disse levantando-se também enquanto a mesma observava o seu corpo desprovido de roupas.
—Eu sei que eu causo esse efeito, mas para de babar e vem provar de novo.
—É... –Fez despertando do então “transe”. –Eu sei o caminho da minha casa e... Eu já disse que não vai ter próxima vez. -Gritou enquanto saia da academia Khan.
***
—Mas o que tá acontecendo aqui? –Disse jade ao chegar em casa e perceber paramédicos por toda sala.
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