Notas iniciais
espero que gostem, gente por favor comentem, e digam oq tão achando dessa história!

–Você sabia? –entrei feito uma louca no quarto de Drew.

–Do que? Que você é louca? Isso eu sempre soube maninha! –Drew me olhou se divertindo, porém não havia entendido ao certo do que ele tava rindo e continuei.

–Não, da festa de amanhã! Ai você tá de toalha! Que horror! –me virei rapidamente dando as costas para ele.

–Fala sério Meredith! Mas que raio de festa é essa? Andy? Você sabe de algo? –ele visivelmente estava mantendo a calma. -Pronto, pode se virar agora!

–Eu não sei garoto! Mas tenho que ir! Ah e Mega, seu quarto estar pronto, só que algumas coisas estão perdidas! Como suas bonecas! –disse Andy para mim. Não foi outra a reação, sair feito uma desequilibrada do quarto de Drew os deixando sozinhos.

POV DREW

–Você mudou muito! Como pode parecer uma garota de 20 anos, tendo apenas 17? –eu falava sem me importar como estava sendo inconveniente.

–Tive que crescer! –respondeu simplesmente, sem qualquer emoção. Andy tinha esse direito, afinal fui embora sem dar-lhe qualquer explicação, e isso foi a dois anos. –E tenho que ir! Tenha uma boa noite senhor Parke!

–Boa noite senhorita Mereles. –disse ela fechando a minha porta. É foi um erro ter ido, mas era preciso por Mega.

POV MEGA

–Gostou? –disse Andy entrando no meu quarto.

–Se gostei? Se gostei? Ficou perfeito, nem cheiro de tinta eu estou sentindo, só faltou as bonecas! –disse o final com o ar triste, e Andy se aproximou de mim sentando na cama.

–Bom, isso não posso da um jeito, porém a tinta é daquelas sem cheiro, para não te fazer mal. Bom miga tenho que ir! Te vejo amanhã na festa! –ela disse já se levantando.

–Andy não tenho roupa! –disse com um tom triste.

–Tem sim, olha ai dentro do seu closet, se não gostar, vamos fazer compras e colocar a conversa em dia! Agora tenho que ir. –e saiu, fiquei lá apreciando tudo, as paredes brancas como eram, tudo estava em ordem, menos as bonecas de porcelana que havia ganhado de mamãe. Que saudade dela. Até que adormeci, quando pude me dá conta estavam fazendo um carinho gostos no meu cabelo, como estava com saudade daquele carinho... Pera, não podia ser ele.

–O que você tá fazendo aqui? –disse preguiçosamente.

–Você fica melhor dormindo! –e deu um sorriso gostoso.

–Petter, por favor! Você sabe muito bem que terminamos, e não quero mais nada com você! –eu disse levantando da cama, e me direcionando para a penteadeira e comecei a escovar meus cabelos dourados.

–E já pedir desculpas, poxa entende eu ainda quero você! –ele disse vindo em minha direção.

–Não, você me traiu com a Olivia! Me fez de trouxa, e o que você deseja aqui? –disse me levantando um pouco alterada.

–Você é uma tonta mesmo! Por acreditar que eu ia te querer, e a Olivia é mais gostosa do que você! –como ele podia ser cruel.

–Seu filho da mãe! –e avancei pra cima dele.

–Ei princesa acorda! –meu irmão praticamente me segurava para não me machucar.

–Ah Drew, o que foi? –nossa aquilo foi só um sonho, um péssimo sonho ruim.

–Bom, vim te chamar, nosso “pais” já chegaram! –ele fez aspas com os dedos na palavra pais, e continuou. — Vamos jantar? –e estendeu a mão pra mim e aceitei seu convite. Ele estava vestido com uma camisa azul, e tinha uma camisa branca por dentro, e também estava de calças jeans, além dos all star. E seus cabelos estavam bagunçados, estava bonito.

Descemos de mãos dadas, e fomos para sala de jantar que ficava após a sala. Quando chegamos lá todos estavam na mesa, e fomos para dois lugares vagos. A sala era toda branca, uma mesa de 40 lugares, era um exagero sem igual, e pensar que eu e Drew na nossa antiga casa, tínhamos uma mesa pequena de 4 lugares, e era na cozinha mesmo. Fui tirada de meus devaneios pelo meu pai, Otávio.

–Cadê a educação de vocês? Eu não pago uma escola em Genebra pra vocês nem segue nós dá uma “boa noite!” –disse ele por fim. Ele possuía os cabelos do mesmo tom de Drew, e seus olhos eram castanhos beirando ao mel como os meus. E sua pele um pouco bronzeada. E me perguntava como era possível isso? Se vivia na empresa. Estava com uma camisa branca social, e uma calça também social porém preta.

–Engraçado, se for por Boa Noite! Então Boa noite a vocês! –disse de forma irônica para eles, dando um sorriso de lado.

–Meredith como foi a viagem querida? –disse a vadca da Susan, ela estava com um vestido branco social, bonito até.

–Foi boa, perfeita, porém não foi melhor minha chegada, pois dei de cara com alguém que não queria, e não para por ai, meu quarto tava como um circo! –disse garfando uma batata do prato, o jantar era um belo peru recheado com batatas, e havia um saboroso arroz. Ela me olhou com um tom de satisfação e disse com a voz aveludada.

–Pensei que iria gostar querida!

–Só se fosse uma palhaça pra gostar daquilo Susan, e fala nisso, vocês esqueceram que ela tem asma? –foi a vez de Drew de se pronunciar.

–Ah queridinhos me desculpem! Eu só queria agradar, e esqueci! –fez uma cara de idiota que era, se eu pudesse da umas bofetadas naquela cara azeda. Mas agora olhando direito ela e seu filho tinha muitas coisas em comum, como o cabelo e os olhos, ela era alta, e prendia seus cabelos negros em um coque bem feito.

–Tá tudo bem querida, já mandei consertar a burrada que você fez! –disse dando um sorriso cínico.

–Como assim Meredith? O que você fez? –perguntou meu pai.

–Mandei pintar de novo! Simples assim. –disse colocando um pouco de arroz e peru na boca.

–Bom pai, quando é a festa mesmo? –Drew disse se fazendo de bobo, quem o olhasse acreditava que não havia malicia nas suas palavras. Mas eu o conhecia bem, e percebi que suas mãos estavam fechadas em forma de punho sobre suas pernas.

–Bom amanhã! –disse simplesmente.

–Pensei que fosse depois de amanhã Pai! –ele disse firme cortando o seu pedaço de carne no seu prato.

–Da companhia é depois de amanhã, porém amanhã é aniversário de Susan! – e pegou sua mão sobre a mesa.

–E queria muito que vocês estivessem conosco amanhã! –ela disse de forma gentil que me embrulhou o estômago.

–Mas eu não! –disse empurrando de leve meu prato.

–O que você disse Merdith? –meu pai disse de forma sutil mais firme.

–E muito menos eu! –disse Drew por fim.

–Vocês estão passando dos limites! Respeite sua madrasta! –falou Otávio com tom elevado.

–Deixa querido! –disse com tom triste a vadia que é casada com meu pai.

–Deixar?! Não mesmo eles vão aprender a te respeitar nem que seja a última coisa que eu faça!

–Cuidado papai pode ser a última mesmo! –disse de forma cínica já me levantando.

–Meredith o que você quer dizer com isso? –ele disse também se levantando. –Olha aqui sua menininha mimada! Você me deve respeito! –ele segurou o meu braço de forma grosseira.

–Larga ela! –Drew se levantou já me tirando dos braços do meu agressor, e continuo:

–Engraçado papai! Você nós colocou naquele inferno que chamamos de escola, desde que nossa mãe morreu, e há dois anos você nem faz questão de nós fazer segue uma visita! Esquece que existimos, nem lembra do nosso aniversário, e nem segue da gente e quer respeito? Forma engraçada que vocês tem o conceito de respeito! –Drew cuspiu tudo na cara de Otávio. E foi a vez de Susan se intrometer.

–Olha como você fala com seu pai moleque!

–Você que veja como fala com meu irmão sua puta! – disse a empurrando de leve no ombro, que para dramatizar se jogou no chão, o que fez o circo pegar de uma vez fogo. Petter passou na minha frente e me empurrou me fazendo cai no chão, e gritou:

–Nunca mais encosta suas mãos sujas nela, sua vadia!

Me levantei do chão e joguei água em sua cara e dei um tapa firme nele, e no local ficou a marca, e Drew que estava atrás de mim, passou na minha frente e deu um belo soco naquele cachorro, e disse aos berros: -Você seu merda, nunca mais toque na minha irmã ouviu? Você ouviu? Se não da próxima quebro seu dentes um a um.

–Chega!!! –meu pai gritou, e todos pararam. E continuou:

–Vocês dois já trouxeram o inferno pra cá! –disse apontando para mim e Drew.

–E você acha que queríamos estar aqui? –disse Drew.

–Olha aqui, os dois estarão nessa festa por bem ou por mal, e subão para os quartos de vocês!

Fomos para nosso quarto, Drew disse que ia dormir depois de toda aquela confusão era melhor mesmo. E entrei no meu, fui direto para meu banheiro, ele era muito parecido com o de Drew, a única diferença era o que estavam sobre o balcão da pia, vários cremes e maquiagens. Sempre tive a mania de trancar a porta do banheiro, e levar uma muda de roupa para lá. Tomei meu banho com a água morninha, e depois de terminado vestir um pijama de moleton, dormiria toda enrolada por consequência do frio, e sair do banheiro, estava sentada na poltrona que ficava perto da janela que possui acesso a rua principal do condomínio.

–Susan, o que você quer? Veio devolver minhas bonecas? –disse me encostando na parede.

–Vim conversar com você queridinha! E você deveria me agradecer que dei um fim nas suas bonecas! –ela disse percorrendo meu quarto e por fim me olhando.

–Para de me chamar de queridinha! Sei muito bem quem é você! E sabia que havia feito de proposito tudo! –disse sem tirar os olhos dela.

–Muito bem Meredith! Como quiser, olha aqui sua ninfeta, você não vai estragar minha festa, nem você e nem o escroto do seu irmão! Entendeu? –disse fazendo uma expressão seria e se aproximando de mim.

–Olha aqui vadca, você não vai falar assim do meu irmão! –disse me desencostando da parede, e ela continuo se aproximando de mim.

–Esqueceu o que fazia com você Meredith? Posso te trancar lá de novo! E ninguém vai acreditar em você! Você não passa de uma putinha como sua mãe! –não respondi por mim dei um tapa bem firme fazendo a boca daquela vadca sangrar. E disse:

–Limpe sua boca antes de falar da minha mãe, porque você nunca chegará aos pés dela! Você que é uma puta, continua sendo a mesma. A única coisa que faz é se deitar com meu pai, ou melhor, só esquentar a cama dele. Você acha que você é a única na vida dele? Me poupe! –disse rindo e ela fez menção de me dá uma bofetada, porém segurei a mão dela, e dei um rodopio e fiz aquela cara azeda encostar na parede fria e disse:

–Eu não sou mais aquela menininha que você batia, ou trancava no porão enquanto meu irmão não estava! Eu cresci, e se mete comigo que vai levar o teu! Entendido? –e a soltei.

–Vai ter volta sua maldita! Vou tornar sua vida em um inferno! –ela disse já saindo do meu quarto.

O que ela não sabia que minha vida já era um inferno, porém nunca mais ia deixar ninguém me machucar, passei a chave na porta, naquela noite não queria mais visitas. E me detei, amanhã seria um grande dia! A festa de Susan, ou simplesmente, a festa de Vadca que chamo de madrasta.

Notas finais
ai estar mais um capitulo para vocês! e não esqueçam de comentar!bjos