Tudo Para Não Te Perder.
13 Primeira perda
Notas iniciais
Olha só quel postei o capítulo rapidinho! AUEHAUEHUE Isso é consequencia das: férias, tédio o dia inteiro AUEHAUHUE Os capítulos estão curtinhos, dsclp;ww; É que se eles fossem grandes não teria empçao (?) QQ Por isso vou postar um atras do outro. Boa leitura
Voltando para casa, resolvi desviar algumas quadras e passar antes na casa de Tony. Liz ia passar a tarde la em casa flutuando comigo e resolveu ir direto para minha casa, para nao "segurar vela". James me recebeu bem. Disse que os pais de Tony estavam trabalhando e que eu podia subir.
Cheguei no quarto deTony, encontrei-o em frente ao seu espelho, tirando a faixa de seu peito.– Quer dar uma ajuda aqui? — ele disse, ao me ver pelo espelho. Ele tinha uma expressão dolorosa no rosto. Corri para ajudá-lo. A faixa ia caindo e uma imensa mancha roxa ia surgindo.– Tony, o que é isso? Esta piorando usar essa faixa! Ele se virou e olhou pro meu rosto. Abriu um sorriso no canto da boca.– Estava pior, agora até que está bom. — ele se aproximou pra me abraçar, me afastei dele.– E porque não falou? Você nem demonstrava sentir dor!Ele se aproximou novamente.– Porque você iria ficar assim, cuidando de mim como uma peça extremamente frágil. Novamente me afastei.– Mas você está frágil, uma faixa não pode esconder isso, não de mim. Ele sorriu.– Deixa essa costela trincada de lado e vem cá — ele se aproximou, mais uma vez me afastei.– Vou te ajudar a colocar outra faixa. — peguei uma que vi em sua estante. Ele se virou para o espelho e comecei a enrolar a faixa em volta de si.– Aperta mais um pouco. — Tony disse. Apertei, o que fez ele dar um pequeno grito — Não tanto!– Desculpa! Quando acabei, ele se virou, com um sorriso no canto da boca. Levantou os dois braços, como se quisesse falar "satisfeita?". Coloquei a mão delicadamente sobre a faixa em seu peito.– Ainda frágil. — sorri. Falei aquilo só para irritá-lo, realmente.– Minha boca não. Ele deu uma aproximada rapida e me beijou. Aos poucos foi me empurrando até a cama, até eu me sentar.– Diminuiu o sono? — perguntei.– Nem um pouco. — ele sentou, depois se deitou e apoiou a cabeça na minha perna. Comecei a acariciar seu cabelo, sabia que ele dormiria. Penteei seu cabelo todo com os dedos, explorei cada canto de seu costo, até do peito. Parecia que estava ali há meia hora. E estava. Levantei vagarosamente, despedi de Tony com um beijo. Fui a passos largos para casa. Quando cheguei, Liz ria com Louis na mesa da cozinha, seu rosto estava avermelhado. Eu conhecia aquela expressão. Passei direto entre os dois.– Eieieieei! — Louis gritou — Demorou bastante, hm? Posso imaginar oque aconteceu na casa do Tony? Eu ri.– Ele trocou o dia pela noite, nem vem. Ajudei-o a trocar a faixa do seu peito, depois esperei ele dormir e vim. Louis estreitou os olhos, ri mais ainda.– Qual é, Louis! Vem cá, estou suada? Com cheiro de suor? Cansada? Alguma coisa?– Vou acreditar dessa vez. — ele riu. Acabou que a Lou seguiu o exeplo de todos e passou a tarde comigo, Louis e Liz na piscina. Mamae deu muitos gritos, mas esses eu nem quis prestar atenção. Mais tarde fui correr, sozinha, pra variar. Mamae apareceu do além dizendo que ia ao shopping e Lou foi junto, Liz e Louis ficaram em casa, "conversando". Passei pela pista de skate. Ele estava lá. Jack Schlottfeldt. Não prestava atenção quando estava passando, mas quando estava sumindo pelas arvores do bosque ele me viu e me gritou.– Eae cunhada. — ele me recebeu com um sorriso. Retribui, por educação. — Como vai o senhor Tony?– Dormindo — eu ri — Ele trocou o dia pela noite. Ja viu a mancha roxa do peito dele?! Está horrível! Jack abaixou a cabeça. Eu havia me esquecido que a causa da mancha era ele. Bem no momento, Carol chegou, me encarando profundamente.– Não ia mudar? — perguntei, num tom gentil, tentando forçar um sorriso.– Então ele te contou? — ela disse, num tom furioso. — O que você fez pra ele ter tanta confiança em você? Em quase 3 anos de namoro ele não me contava nem a cor da cueca dele. Segurei meu riso quando pensei "deve ser porque se ele contasse você postaria no blog "a cueca de Tony Willers é de tal cor, use sua calcinha da cor da cueca dele"".– Eu só deixo ele a vontade. — respondi. Estava desanimada com o assunto.– Bom. — Carol disse, com os olhos cheio de lágrimas. — Ate que vocês formam um casal legal. — ela se aproximou e me abraçou — Cuida bem do Tony — disse — Sei que pode cuidar melhor que eu. Depois saiu.– Bom, vou ajudá-la com as malas. — Jack disse. — Se Tony falar que eu fui pegar a Carol manda ele tomar no cu porque nao estou com ela por culpa dele. Eu ri.– Jack, você sabe muito bem que ele não liga.– Mas eu ligo.– Então não reclama! Ele sorriu.– Vou lá. — Ao falar isso, o seu sorriso sumiu. Seu olho adquiriu um tom avermelhado. Vi por sua expressão que ele gostava mesmo dela. E ele se foi antes de eu perguntar para onde Carol iria. Cheguei em casa, improvisei um misto quente para eu e Liz, depois que ela foi embora, tomei um banho e fui deitar.–--------------------------- Acordei assustada quando senti um toque quente em meu rosto. Olhei para a janela, o ceu escuro e as estrelas brilhavam. Olhei para o outro lado.
Buf. Tony Willers. Levantei num pulo.– Tony!?! Oque faz aqui? Que horas são? Como entrou?!– Calma meu bem, não vim te assaltar. Bom, são 3 da manhã, eu estava com saudades e vim te ver. Seu irmão estava lá em baixo colocando as malas no taxi e ai deixou e... — o interrompi com um grito.– O Louis o que?!!?! Pulei da cama, largando Tony no quarto com uma puta cara de duvida. Fui para fora de casa descalça, de pijama mesmo. Louis carregava uma ultima mala para o porta-malas do taxi.– Louis! — meus olhos ja tinham lagrimas, eu sabia o que estava acontecendo.– Anne? — Tony estava chegando na porta de entrada — Tony! Falei pra não acordá-la!– Não resisti, só encostei no rosto dela e ela acordou e... Não tenho culpa! — Tony disse.– Louis, não vai! — eu ja o espremia com um abraço.– Eu preciso ir, Anne. Vou voltar.– Da ultima vez que disse isso ficou dois anos sem me ver. E na época voce era chato e nem fez falta! — adimiti, tentando sorrir — Mas agora voce ficou legal e eu quero voce aqui! Pelo movimento de seu peito vi que ria.– Repete que vou gravar pra quando voce me chamar de chato. Sorri e dei um murro fraco nele. Ja nao tinha forças pra falar. Minhas lagrimas molhavam sua blusa. Ele me abraçou tão forte quanto eu e ficamos ali, talvez muito tempo, que para mim não foi nada.– Vou voltar mais cedo do que você imagina — ele sussurou — dessa vez eu prometo. Então me largou do abraço e entrou no carro sem olhar para tras, como se nao quisesse me ver. E por mais que eu quisesse, não consegui acreditar em sua promessa. O que me segurou pra ficar em pé foi Tony. Ele me apertou em um abraço, que eu sabia que doia nele. Seus musculos se contraiam e estavam tensos. Tony me fez tomar um remedio para dormir. Dormi com ele me acariciando, com as mãos entrelaçadas as minhas.
Notas finais
Eita porra GDKSHDSUEKAGSKAHSKAH Deixa eu contar uma coisa: Isso. É. Só. O. Começo. MUAHAHAHA NNN
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