Tudo O Que Você Tem Que Fazer É Sorrir
4 Interior vazio
Agora não se tratava de ajudar alguém, apenas tratava-se de algo do coração aquilo era tão serio diante a dor consumivel. Amar alguém duas belas palavras que se trata de um belo contesto da vida. Apenas resumisse de que ver alguém a qual seu amor e dedicado chorar e comparado a mediante dor de um leão com dentes afiados pressionados sobre sua ferida inflamada.
Estava na hora de encarar a dor de frente aquele monstro de pedra que habitava seu interior precisava ser rompido como diria a mãe de Rafael "Só estamos vivos pela coragem e o amor os dois são uma dupla imbativel amor sem coragem é infeliz. Coragem sem amor é impetuosa."
Rafael atravessou a rua e se pos em frente ao cemitério. Olhar pra ele ja não doia mais, mas dava saudade... Ele tirou o capuz e o sobretudo em respeito a sua querida e amada filha limpou a lagrima do canto do olho e depositou suas flores diante do pequenino túmulo.
Afagou os próprios braços com medo, aquele sentimento todos conheciam bem Rafael já gostava dela alias vivia retratando tudo a seu modo só para sentir medo das consequencias ele gostava "do companheiro".
_Katy filhinha meu amor... — Engasgou.
O coveiro avisou que já ia fechar o cemitério estava pra fechar. Rafael acentiu.
Jogou os braços em volta do túmulo e pronunciou em algumas palavras vazias.
_Eu te amo, um dia eu irei pra junto de você... Eu espero... Vou fazer as coisas certas por você.
Pos o casaco e o capuz e se foi com um leve sorriso mesmo ausente as lembranças de sua filha o faziam bem Rafael chegou em casa soltou os cabelos que batiam pela cintura e o cortou ao pé do pescoço sorriu e disse de agora em diante você vai ser você mesma senhorita. Rafael não tinha nome apenas era chamado de Rafael então aquela garota sem rosto ou nome queria ser chamada de Julieta alias não dava pra ser confundida com um Rapaz pra sempre. Julieta precisava de móveis por que sua dignidade estava pela beira.
Quando saiu de casa pela manhã a unica coisa que conseguiu ouvir foi um múrmurio que pareceu ser um:
_Finalmente este pobre morimbundo arranjou uma namorada. E sorriu.
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