Notas iniciais
Espero que gostem e comentem!

Pov Giovanna

Tudo na minha vida esta diferente agora, bom tenho 15 anos estou no ultimo ano da escola e estou trabalhando, quero ser engenheira. E estou tentando estudar o máximo.

Estou trabalhando no mercado aonde o meu pai trabalha, ele é gerente e eu estou sendo operadora de caixa, o salario não é muito, mais é o suficiente para me manter independente. estudo de noite, trabalho da 7h00 as 16h45 e estudo as 19h00 minha vida esta bem corrida ultimamente e eu vou confessar, estou amando isso

– Gi... acorda, tem que trabalhar — Minha mãe me acorda

– Agora mãe? — pergunto

– Sim Gi... acorda vai, não é legal se atrasar — ela fala eu ''bufo'' e levanto

me arrumo e desço

– Filha não vai comer? — minha mãe pergunta

– Ah... você sabe que eu não como de manha mãe, então obrigado.

– come pelo menos uma maça filha.

– ok — pego uma maça — OBRIGADO! — grito e vou encontrar Bea no ponto, ela trabalhava comigo.

– Oiii — ela fala quando ve eu chegando.

– Oi — falo menos animada.

– Ei que animação é essa?

– Estou com sono, são 6h00 da manha, só você consegue estar sorrindo — sqn

– Estou feliz, porque hoje tem FESTA! — ela fala me lembrando que hoje é aniversario da mãe do Rafael...

– Putz, esqueci total... não estou com vontade de ir

– VOCE NÃO É NEM LOUCA DE NÃO IR...

– oook, mais eu vou dormir

– ok.

Deitei no banco do metro e comecei a tentar lembrar

FLASHBACK 7 anos atrás

– RAFAEL, EU VOU CAIR — falo rindo, já que ele estava tentando me ajudar a pular o muro da casa dele.

– Fica tranquila Gi, eu nunca vou te deixar cai — ele da um sorriso que me derrete, assim que vejo suas covinhas.

FLASHBACK OFF

É uma das poucas coisas que eu lembro daquela época, não lembro o que aconteceu para nós se afastarmos tanto, toda vez que eu o via era um ''Oi Gi'' e um ''Tchau Gi'' isso era péssimo

– Gi, aonde esta sua cabeça? — Bea interrompe os meus pensamentos

– Adivinha?

– Rafael, Gi... desencana, qual é. ele tem namorada.

– Eu sei, enfim... vamos trabalhar — falo assim que vejo que chegamos na estação do destino

Entramos no serviço colocamos o uniforme e começamos a trabalhar.

exatamente 15h30 minha mãe me ligou

– Filha... vem direto para casa, vamos no aniversario da tia Cá.

– ok mãe. eu já estou indo

– VAMOS? — Bea grita.

– Não tenho outra opção

2 horas depois // ----

– Você esta LINDA Gi - Bea fala

– Se você acha...

– VAMOS? — minha mãe grita.

– Vamos. — falo

–--//

– Gi, quanto tempo. — o Pai do Rafa fala.

– Fato, faz um bom tempo que eu não veio aqui.

– Gi, nossa... que saudade, faz tempo mesmo. como você cresceu — Cá, mãe de Rafa fala.

– é... obrigado — dou um sorriso sem graça.

vou entrando pra dentro da casa quando esbarro com alguém, quando viro para ver quem é meu coração para por alguns minutos... era ele

– Gi?- ele pergunta

– Oi Rafa. — dou um sorriso sem graça

– Quanto tempo você não vem aqui, como você mudou.

– É... o tempo passou.

– RAFA!!! — ouço uma voz chata, vem uma menina e o abraça logico a namorada dele.

– Quem é essa rafa. — ela fala olhando para mim com cara feia.

– Uma amiga, ela é sobrinha da Sueli minha Tia.

– Ah... entendi. — ela fala não me comprimenta eu também não.

– Bom, vou entrar para comprimentar o resto do pessoa... ah, tchau. — falo e entro

depois de um tempo conversando com a Raquel, irmã dele... fui para fora, vejo que o Rafa estava conversando ou brigando com a namoradinha dele

– RAFAEL, É ELA NÃO É? A MENINA QUE VOCE FALOU QUE FOI SUA PAIXÃO DE INFANCIA, POR ISSO QUE VOCE ESTA TODO ESTRANHO COMIGO — ela grita ou melhor berra

– SIM, MAIS NAO IMPORTA.... ERA PAIXAO DE INFANCIA

– ELA É UMA VADIA.

– NÃO, ELA NAO É... PARA DE FALAR DELA, VOCE NEM A CONHECE.

– JA CHEGA... CANSEI — ela diz ele abre o portão para ela e ela sai, eu vou me aproximando ele sente minha presença...

– Eu era sua paixão de criança?- pergunto

– Sim... — ele fala baixo.

– Você nunca deixou de ser minha paixão. — falo meio sem pensar ele me encara surpreso e eu fico vermelha quando percebo na merda que eu falei.,

– como assim?

– Er.. ah... nada.

– Eu ouvi.

– Deixa pra la. — viro as costas ele me puxa pelo braço, sinto sua respiração quente, e ...