Tudo Muda...
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Hoje, 4:06 da tarde, eu cliquei para salvar o capítulo que eu tinha acabado de digitar aqui no site, a, no exato momento que eu cliquei, a luz acabou T-T e me impidiu de postar :'( To abismada.
Então... Só pude postar agora... Mil desculpas...
Eu esperei muito por esse capítulo... Dedicado à Su e ao Caspian... Que emoção...
S2S2 Suspian Forever S2S2
Espero que gostem...
Susana
Quase na hora do almoço, eu estava andando pelos corredores daquele castelo imenso, sem absolutamente nada pra fazer, quando acabei me encontrando com Edmundo.
– Su! Estava lhe procurando. – Ele disse.
Ultimamente, ele estava conversando muito com Caspian, mas não era uma conversa qualquer. Eles pareciam estar planejando algo, o que eu não faço a mínima ideia do que fosse, afinal, Pedro também não participava dessas “conversas”.
– O que houve? – Perguntei.
– Eu só queria que você viesse aqui comigo. – Ele falou já me puxando pelo braço.
– Ed... Onde a gente vai?
– Calma, tá estressada? Já vamos chegar.
E ví que o já vamos chegar era mentira, já que rodamos o castelo inteiro com ele me puxando.
Até que chegamos em um jardim do castelo.
– Você fica aqui, e eu vou procurar algo para fazer. – Ele disse, me deixando confusa.
– Peraí, como assim? Porque você me fez vir até aqui?
Ele não respondeu. Só deu um sorrisinho, virou as costas e saiu andando e assoviando calmamente, como se eu nem estivesse alí.
...
– Susana... –e ouvi aquela voz, a voz do homem que eu amava...
– Caspian! – Falei dando um sorriso e indo em direção a ele.
– Preciso falar com você. – Ele disse sério, antes que eu me aproximasse.
– Aconteceu alguma coisa? – Perguntei, já morrendo de curiosidade.
– Venha. – Ele falou, e olhou para mim, como se estivesse me convidando para um tipo de passeio. Eu comecei a caminhar ao seu lado.
Depois de mais ou menos um minuto, paramos de andar.
Para minha surpresa, olhei para Caspian, e ele se ajoelhou na grama verde e macia, e tirou de dentro de seu bolso, uma pequena e delicada caixinha aveludada de cor vermelha. Ele parecia muito nervoso. Minha única reação, foi sorir.
– É... Eu queria saber se... Eu queria perguntar... Quer casar comigo? – Ele perguntou gaguejando um pouco.
Uma lágrima de emoção escorreu pelo meu rosto, e ele percebendo isso, deu um sorrisinho.
– É claro que sim. – Falei, e depois a única coisa que fiz, foi me jogar em seus braços, o derrubando na grama verde.
Começamos a rir, e ele se sentou, pegou a caixinha vermelha que tinha caído bem ao nosso lado, e me sentei também. Ele abriu a caixinha, dento dela, tinha um anel lindo, o mais lindo que eu já havia visto. Ele pegou o anel, e o colocou em meu dedo.
– Finalmente você é minha noiva. – Ele disse com um sorriso bobo no rosto.
E eu o beijei. E aquele foi o melhor beijo de minha vida, pelo menos até esse momento... Foi um beijo calmo, que transmitiu todo o amor que sentíamos um pelo outro. Eu estava radiante, não cabia tanta felicidade dentro de mim. Ele seria meu, e eu seria sua, para sempre...
Caspian
Havia alguns dias que eu estava combinando com Edmundo sobre eu pedir Susana em casamento. Eu a amava muito, e a queria para sempre ao meu lado. Já estava mais do que na hora, de tomar coragem, e fazer o pedido.
Ficou combinado de ele traze-la aqui em um jardim para eu falar com ela. Não queria que ninguém aparecesse na hora.
Conferi pela milésima vez se eu estava com o anel, e depois Edmundo foi chama-la, ou devo dizer, procura-la.
Aqueles minutos demoraram muito para passar, pareciam horas. Eu não sabia, como um ser humano podia ficar tão nervoso.
Me lembrei da primeira vez que vi Susana, naquele floresta em meio aqueles tempos perigosos. O meu coração disparou, quando a vi.
Foi aí que ouvi a voz dela, a voz da mulher que eu amava. Perguntando algo para Edmundo. E lá eu fui. Respirei fundo fui em sua direção. Cheguei por trás dela, e Ed me viu chegando perto, e saiu andando e assoviando como se nada estivesse acontecendo.
– Susana...- Falei, e ela virou em minha direção.
– Caspian... – Ela falou dando o sorriso que eu amava, e vindo em minha direção.
Eu não estava muito perto dela, antes de ela se aproximar...
– Preciso falar com você. – Eu disse. Eu parecia estar sério, mas na verdade, estava nervoso.
– Aconteceu algum coisa?
– Venha. – Eu falei, fazendo um gesto para que ela me acompanhasse, afinal, obviamente eu não podia falar o que estava acontecendo...
Começamos a andar em silêncio. Eu estava muito nervoso, só estava pensando na hora do pedido. Eu ainda não sabia o que ia falar. Eu tinha que improvisar.
Ela olhou para mim, e eu me ajoelhei na grama totalmente verde e peguei a caixinha vermelha com o anel dentro. Ela de deu um sorriso lindo, e eu estava praticamente sem reação.
– É... Eu queria saber se... Eu queria perguntar... Quer casar comigo? – Eu perguntei gaguejando, e isso me fez ficar mais nervoso ainda, não conseguia nem imaginar se ela não aceitasse. Eu dei um sorrisinho, porque pelo menos eu pedi.
– É claro que sim, ela disse com um sorriso imenso no rosto, e me dando um abraço que me derrubou naquele gramado.
Começamos a rir do nosso tombo, e eu me sentei na grama, peguei a caixa com o anel, ela se sentou também, e eu abria caixa, peguei o anel e botei em seu dedo.
– Finalmente você é minha noiva.
E ela me beijou. Um beijo doce, calmo e perfeito. Depois disso, voltamos andando, juntos para o castelo...
Notas finais
Obs: A ação começará logo... haahsuhauhsuhhuasuausauhsaaha...
Beijinhos ^-^
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