Tudo Junto e Misturado
16 Capítulo 16
Notas iniciais
O lugar onde elas foram juntas era lindo. O rio não era muito grande e tinha uma cachoeira alta, o chão perto da borda do rio era coberto de pedra e do outro lado do rio, o chão estava coberto de matos bem verdes, dando ao lugar um charme.
Quando chegaram lá, as quatros se sentaram no chão de pedra, colocando suas coisas nas pedras.
Arizona estava bem animada para entrar na água, então ela pediu que Callie lhe passasse protetor solar. Callie passou, depois entregou para Arizona, que passou nela também.
— Vocês não vão passar protetor e entrarem na água? — Arizona perguntou olhando para Jane e Maura.
— Vamos sim, mas podem entrar primeiro, daqui a pouco a gente vai. — respondeu Maura.
Callie e Arizona se levantaram, deram as mãos e entraram juntas na água.
Jane e Maura continuaram sentadas observando as amigas que mergulhavam, nadavam, brincavam, se beijavam e uma jogava água na outra, ambas sorrindo o tempo todo.
— Elas são tão lindas juntas. — Jane falou olhando nos olhos de Maura. — Fico tão feliz em ver a Arizona e também a Callie, felizes. — sorriu.
— Sim, sim. — retribuiu o sorriso. — Toma, me passa protetor solar, porque se não daqui a pouco vou estar toda queimada e depois dolorida de ficar no sol.
Jane colocou Maura entre suas pernas, ficando atrás dela e começou a passar protetor em suas costas, suavemente, descendo sua mão até encostar na parte debaixo do biquíni de Maura, apertando seu bumbum.
— Jane. — suspirou quase gemendo o nome da detetive. — Não começa, por favor. Você sabe como eu fiquei antes da gente sair. — avisou, sentindo um arrepio percorrer seu corpo quando Jane subiu suas mãos rapidamente, passando pelas costas dela.
— Tem razão, mas quando ficarmos a sós, vou tocar e beijar você todinha. — deu um beijo no pescoço de Maura rapidamente, aproveitando que Arizona e Callie estavam distraídas.
— Quando ficarmos sozinhas, você pode fazer o que quiser comigo. — virou a cabeça, olhando para trás., sorrindo para Jane.
Maura terminou de passar protetor solar nela mesmo e depois pediu que Jane deixasse passar nela. Maura começou passando nas costas da morena também. Depois de um tempo, Maura disse baixo e bem perto do ouvido de Jane:
— Eu queria tanto te beijar agora, você está muito deliciosa nesse biquíni, sua pele é tão linda e seu corpo tão maravilhoso.
— Agora quem fala "Não começa" sou eu. PELO AMOR DE DEUS MAURA. — sussurrou rápido. — Não diz essas coisas, ainda mais me tocando desse jeito. Para ou eu vou te beijar aqui, agora e tenho certeza que não vou conseguir parar. — saiu de perto de Maura ou não resistiria.
— Ok, entendi, vamos entrar na água, assim ficamos perto das meninas.
As quatro aproveitaram o lugar, se divertiram juntas e tiraram várias fotos.
Depois de umas duas horas, elas foram embora para irem almoçar e ficaram na casa quase a tarde toda, conversando.
Porém de tarde, por volta das 5 horas, Jane e Maura, chamaram Arizona e Callie para irem ao rio novamente com elas, porém elas disseram que preferiam ficar em casa. Então Jane e Maura foram sozinhas, avisando aos seguranças que não as acompanhassem, assim elas ficariam sozinhas para aproveitarem o momento uma com a outra e os empregados não apareceriam por lá, pois a maioria estava de folga e os poucos que estavam trabalhando na fazenda no dia, tinham sidos dispensados mais cedo.
Quando chegaram lá, Jane e Maura, colocaram suas coisas no chão em cima de uma pedra e pularam na água. As duas nadavam, jogavam água uma na outra e as vezes se beijavam dando beijos rápidos e calmos.
— Vou sair um pouco da água. — Jane falou após beijar Maura.
— Não, fica aqui comigo. — a puxou, colando seu corpo no dela. — Está tão bom aqui. — sorriu.
— É rapidinho Maura, vou comer um biscoito que você trouxe, eu estou com fome, não tomamos café da tarde. Vamos comigo, depois a gente volta.
— Ah não, vai você sozinha, não estou com fome e nem quero sair daqui.
— Ok então. — Jane deu um selinho nela.
A detetive nadou até a borda do rio e saiu da água, subindo na pedra onde estava as coisas dela. Jane se sentou na pedra e pegou o pacote de biscoito, comendo alguns enquanto observava Maura dentro d'água.
Maura continuava no meio do rio, nadando e as vezes ela boiava, fazendo com que Jane ficasse sorrindo ao ver o mulherão que ela tinha arrumado.
Maura olhou para onde Jane estava e viu a morena sorrindo.
— Por que você está olhando para mim desse jeito e sorrindo? — perguntou sorrindo, ficando em pé na água.
— É que você é tão linda, que é impossível não te admirar.
— Jane. — fez uma expressão fofa.
— Maura. — a imitou, sorrindo.
— Anda logo Jane, volta para cá.
Jane colocou o resto do pacote de biscoito, dentro da sacola com suas outras coisas e pulou na água, nadando em direção a Maura.
Quando chegou perto dela, Jane a agarrou, colando seu corpo no de Maura e a beijando em seguida.
As duas se beijavam, acariciavam o corpo uma da outra dentro d'água e saiam nadando pelo rio, brincando.
Depois de um tempo, Jane saiu da água, ajudando Maura em seguida a sair também. Elas ficaram perto da borda do rio, ambas em pé e se tornaram a se beijar.
Como a propriedade era um lugar particular e pertencia a Maura, elas não se importaram de serem vistas, as únicas pessoas que poderiam aparecer eram Arizona e Callie, mas elas sabiam que elas não sairiam de casa, então Jane tirou o biquíni de Maura, a beijando e depois tirou o dela, com a ajuda da amada.
Jane interrompeu o beijo, se ajoelhou perto de Maura, tocando o sexo dela com a boca. Jane a lambeu, sua língua percorria pela vagina de Maura, fazendo movimentos repetitivos e rápidos, enquanto a loira apertava seus próprios seios, sentindo muito prazer e Jane continuou passando a língua no centro de Maura.
Maura gemeu, afastou-se de Jane, sentando em uma pedra alta, porém permanecendo de frente para a detetive, que se aproximou, beijou os seios de Maura e depois a boca, com movimentos lentos.
Jane afasta sua boca da de Maura e novamente vai para os seios dela, mordendo e os lambendo.
Depois de saborear os seios dela, Jane volta para o sexo molhado de Maura, a tocando com a boca, fazendo com que ela pegasse na sua cabeça, a apertando ainda mais contra si.
Jane fez movimentos rápidos com a língua, colocando um dedo dentro de Maura, a fazendo gemer de prazer. A morena enfiava o dedo e tirava, tocando seu clitóris com a língua ao mesmo tempo. Maura estava cada vez mais molhada, seus gemidos ficando cada vez mais altos e quando Jane sentiu que ela iria gozar, acelerou ainda mais seus movimentos, fazendo ela gozar deliciosamente em sua mão. Em seguida Jane lambeu seu dedo, sentindo um tesão muito grande com o gosto de Maura.
Depois, Jane segurou o corpo da loira, a acariciando delicadamente , a levou para o cobertor que elas tinham colocado perto da borda do rio, no chão, em cima da pedra.
Jane pediu que Maura se deitasse, deitando perto dela em seguida. As duas se beijaram novamente, Maura subiu em cima de Jane, beijando seu pescoço, seios e boca.
Maura foi descendo seus beijos pelo corpo de Jane, até chegar na vagina, enfiando imediatamente dois dedos dentro dela, que entraram com muita facilidade, fazendo a detetive gemer surpresa e com tesão.
Enquanto seu dedo estava dentro dela, Maura colocou a língua no clitóris dela, a movimentando. Jane apertava seu corpo contra o dedo de Maura, acelerando ainda mais os movimentos. A mão dela segurava a cabeça de Maura, que sugou o sexo de Jane com a boca. Jane se mexeu sobre a boca de Maura, gemendo, chamando o nome dela, que ao perceber como a morena estava, acelerou mais os movimentos de seus dedos e língua, os movimentos eram rápidos, fazendo com que Jane não demorasse a gozar na boca de Maura, apertando os seus cabelos.
A casa estava silenciosa, depois que Maura e Jane tinham saído e o crepúsculo já havia caído.
— Acho que Jane finalmente conseguiu conquistar a Maura. — disse Arizona deitada em cima de Callie que estava com dificuldades para respirar, mas ao mesmo tempo não queria que ela saísse de cima dela.
— Claro que não, Maura também gosta dela, mas acho que elas não estão juntas.
— Seria muito bom se elas se acertassem. — Arizona faz um biquinho.
— Quer tomar um banho? — perguntou Callie, a envolvendo pela cintura e a apertando, seu rosto encostou em sua clavícula. — Eu te amo, sabia?
— Me ama?
— Muito, por que não vai enchendo a banheira e eu vou preparar alguma coisa para comermos?
— Boa ideia.
Antes de sair, Arizona se ajeitou ficando bem perto dela, suas bocas estavam tão próximas que respiravam o mesmo ar, com toda calma, seus lábios se tocaram e foi como fogos de artifícios. Se elas se beijassem dez vezes por dia, as dez vezes sentiam que eram como a primeira vez.
Arizona já não aguentava mais, pensar que teria que levantar, encher a banheira esperar Callie vir da cozinha, era aterrorizante.
— Tem certeza que quer sair daqui ? — Arizona falou, seus lábios puxavam os dela com um pouco de força.
— É, acho que a banheira pode... hum... esperar. — suas mãos rapidamente tiraram a blusa da amada e em poucos segundos ambas estavam peladas, suas peles se tocando era uma maravilha.
Os beijos foram ficando mais intensos, as mãos de ambas percorriam por todos os lugares e era uma loucura.
— Callie, me toca, quero te sentir dentro de mim. — sua voz era de súplica.
Ela não precisou falar duas vezes, Callie deslizou sua mão que estava em sua cintura e a tocou. Arizona estava bem preparada para recebê-la, seus dedos a tocaram fazendo com que ela se curvasse para a sentir melhor, com um movimento rápido, Callie a girou com seus dedos ainda nela.
— Aaaaaah, que maravilha. — falou entre suspiros.
Callie tinha uma pegada maravilhosa, Arizona estava presa entre seu corpo, sua mão a adentrava de uma tal maneira, que Arizona se encontrava com as bochechas vermelhas e a respiração pesada. Com delicadeza, Callie tirou os dedos do sexo de Arizona e os levou até a sua própria boca, os lambendo, soltando um gemido de aprovação. Depois levou sua boca até a de Arizona e a beijou, saboreando os lábios dela, os chupando, adentrando com a língua, puxando a dela para si e a chupava com paixão. Arizona se apertava nela, estava com todos os fogos de artifícios querendo ser liberados.
— Callie eu… — disse quando seus lábios se separaram.
As palavras ficaram no ar quando Callie a olhou, ela sabia muito bem o que a amada queria, sem mais delongas, deslizou seu corpo, parando um pouco em seus seios, chupando primeiro um, lhe dando mais atenção e depois o outro, um pouco mais rápido.
Callie saiu da cama, puxando Arizona para a ponta da cama, sem precisar falar nada, se ajoelhou e com delicadeza abriu suas pernas, se ajeitou no meio, abaixando a cabeça, passando com rapidez a ponta da língua em seu centro, fazendo com que Arizona segurasse em sua cabeça, enroscando seus dedos em seu cabelo.
Arizona soltava longos gemidos e a mão que estava livre apertava o lençol com força, mordia os lábios, sentindo o corpo inteiro temblar com tamanho desejo.
Callie a chupava com desejo e paixão, a sentir assim tão entregue, deixava-a louca, seus gemidos só davam mais combustão para lhe dar mais prazer, quando percebeu que a amada estava prestes a explodir em êxtase, levou dois dedos para dentro dela. Dentro e fora. Fora e dentro. As estocadas foram ganhando ritmo.
Arizona a puxou para cima, sua boca a beijou com força quando a explosão a atingiu forte, seu corpo suado e trêmulo se apoiaram em Callie que a envolveu em um abraço apertado. Permaneceram por alguns minutos naquela posição, sem trocarem nenhuma palavra, apenas sentindo o coração da outra batendo em um ritmo forte.
Arizona foi a primeira a falar, sem se soltarem disse:
— Vamos para a banheira, agora é a minha vez de te sentir, de te tocar, amor, quero te dar prazer.
Callie concordou e se levantou, entrou no banheiro. Arizona escutou a água caindo na banheira, Callie apareceu na porta do banheiro e perguntou:
— Não vem?
— Provavelmente se eu levantar agora, vou cair, então, estou recuperando minhas forças.
Callie riu fazendo com que seus seios se mexessem.
— Quer um copo de água ou suco?
— Não, eu quero você. — se levantou e em alguns segundos estava com o corpo grudada na amada, sua boca chupava um de seus seios e o outro ela apertava, levando Callie a loucura.
Elas continuaram se beijando por alguns segundos, só deram uma pausa quando Arizona puxou Callie para dentro do banheiro.
Dentro da banheira, seus corpos se chocavam com força, a necessidade de se tocarem era enorme, Arizona estava em seu colo, suas mãos percorriam seu corpo lhe dando prazer.
— Vem, vire de costas. — pediu Arizona com a voz rouca de prazer.
Sem conseguir dizer nada, Callie apenas concordou e virou.
Arizona a puxou, encostando-se em seu corpo, suas mãos foram direto para seus seios que estavam duros como pedras, sua boca percorria por todo seu pescoço, o chupando as vezes, a deixando com belas marcas vermelhas.
Callie já não aguentava mais, seu centro latejava com força e queria atenção da amada, levando sua mão para cima da mão de Arizona, a deslizou por seu corpo, até o ponto desejado.
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