Notas iniciais
Oi gente. Eu (Dara) e Priscila vamos tentar postar os capítulos novos aos sábados! Sempre vai ser assim, mas se a gente tiver o capítulo pronto, não vamos esperar até sábado, vamos postar antes. ESPERAMOS QUE GOSTEM DA FIC. E algumas coisas são totalmente diferentes das séries.

— Chegamos moça, seja bem-vinda a Seattle. E aqui temos o hospital Seattle Grace. — disse o motorista do táxi.
— Que lindo, é aqui que vou trabalhar . — Callie falou entusiasmada com a beleza do lugar.
— Boa sorte.
Assim que Callie colocou um pé para fora do carro, uma chuva despencou .
— Ah não, chuva!
— Moça, você escolheu o pior lugar para se morar se não gosta de chuva. — sorriu o motorista para ela.
— Odeio chuva!
O simpático homem a ajudou, tirando todas as suas malas do carro e deixando debaixo do toldo, com dificuldade foi puxando para dentro cada uma. Já dentro do hospital se maravilhou com a beleza e a grandeza, pediu ajuda a um segurança, pedindo se ele poderia ficar de olhos em suas coisas, o homem a encarou e abriu um sorriso .
— Que sotaque engraçado. — disse o segurança. Ela fechou a cara, com aqueles um metro e setenta e cinco fez com que aquele sorriso se desaparecesse rapidamente.
— Não tem graça, sabia? — esbravejou. — Estou dando o meu melhor para falar essa língua enrolada, fiz três anos de aulas particulares e mesmo assim esse sotaque Espanhol não me deixa, mas alguma coisa?
— Não.
— Fique de olhos nas malas. — Disse lentamente, quando se virou começou a rir por dentro.

Foi até o chefe Richard Webber e se apresentou, mostrou suas referências, seu novo projeto , a cartilagem. Callie estava estudando uma forma de criar cartilagem, já que sua especialização era ortopedia. Contou que no México estudara em uma boa escola, porém o hospital não tinha verba o suficiente para se levar em adiante e naquele momento Richard percebera que ela iria ser muito boa para o hospital, disse as regras e como o lugar era escola para os principiantes , ela tinha o dever de passar o que havia aprendido.
— Seja bem-vinda ao Seattle Grace, Callie Torres.

Maura andava de um lado para o outro , roendo as unhas. Sua mente não parava de pensar naquela terrível morte da menininha. Com a casa nova, mudança, tudo isso a deixou um pouco desnorteada e se assustou quando escutou a campainha tocando, quem poderia ser aquela hora da noite? Não tinha amigos e nem parentes na cidade, hesitou um pouco, porém foi atender e quando abriu a porta deu de cara com uma jovem cheia de malas , com os cabelos arrepiados e o rímel escorrendo.
— Posso ajudar?
—Você é a dona desse apartamento? É que achei o anúncio e queria saber se já poderia me mudar para cá? Não tenho lugar para ficar e essa cidade é muito maluca, chove e para ... Chove , chove e quando se pensa que não tem mais água, chove novamente e…..
Maura a encarou. De onde sairá aquela criatura que falava pelos cotovelos? , pensou.
— Posso entrar? Estou morrendo de vontade de fazer xixi e estou com muito frio. Odeio o frio!
— Bem, eu moro aqui, faz dois dias que aluguei, me desculpe.
— Por favor.
Será que todos esses anos de convivência com cadáveres deixará Maura insensível?
— Olha, sou médica, vim do México, nunca usei drogas, estudei mais do que transei, bem minha vida sexual melhorou um pouco, sabe , sou uma pessoa legal, não tenho porte de armas, bem a não ser de arma branca. Nas malas a maioria das coisas são utensílios médicos e revistas sobre o estudo da cartilagem e estou fazendo xixi nas calças.
Sem dizer nada Maura abriu a porta lhe dando passagem.
— Banheiro a esquerda, tome um banho, antes que pegue um resfriado, a água não é muito quente, mas dá para se esquentar um pouco.
— Obrigada.
E sem mais e nem menos Callie se instalara no sofá e permanecera por lá. Uma semana se passaram e como ambas trabalhavam muito quase não se viam. Quando perceberam Callie já estava morando lá e ajudando a pagar as despesas da casa.
Uma certa noite , as duas se encontraram na sala, Maura estava sentada no sofá e não estava nada bem.
— O que houve? — perguntou Callie, servindo-a um copo de vinho, fazendo com que uma gota escorresse entre seus dedos.
— Um homicídio, dos feios.
— Quer falar sobre ele? — perguntou, sentando perto da colega. — Hoje eu operei uma garotinha que se jogou da árvore quando sua mãe a mandou descer, vai ficar um bom tempo de cama.
— O próprio pai a espancou, abusou, depois a matou. — disse Maura triste. — Eu a vejo com seus belos cinco aninhos, correndo com o seu vestidinho amarelo, fitinha no cabelo também amarelo, seus sapatinhos pretos e agora só consigo ver ela toda machucada, com aquela fita enrolada em seu pescoço.
—Nossa! Não é fácil ser legista. Como um pai, não sei se podemos chamar isso de pai, tem coragem de fazer isso com os filhos? — Callie diz revoltada.
Depois de alguns segundos em silêncio, Callie deu um pulo se levantando, fazendo com que Maura levasse um susto. Tinha dias que Maura custava a acreditar que aquela menina, mulher de vinte e nove anos era uma médica renomada. Callie amava contar sua trajetória, que entrará para faculdade de medicina com dezenove anos , acabara com vinte e cinco e com quatro anos sua carreira bombou. Maura também era boa no que fazia , ser legista criminal não era fácil.

***

Jane estava em casa bebendo cerveja sozinha, pois Arizona estava de plantão no hospital. Procurou algo para fazer para afastar o tédio, mas não encontrou, nem mesmo na TV, não tinha algo interessante. Jane deitou no sofá e seus pensamentos foram para a noite em que ela conheceu Arizona.

Jane foi a um barzinho se distrair um pouco. O dia no trabalho tinha sido muito agitado, tiveram duas mortes para Jane e outros detetives investigarem e eles não conseguiram prender e nem descobrir quem era o assassino.

No bar, Jane estava em um banco no balcão, tomando uma cerveja, pois era sua bebida preferida. Alguns homens foram puxar conversa com ela, pois ela é lindíssima e chamava muita atenção, mas ela sempre os dispensava, não estava com disposição para ficar conversando, só queria beber e esquecer um pouco do dia que teve.

Passaram uns minutos que Jane já estava ali, já tinha bebido algumas cervejas e de repente uma mulher loira senta no banco ao seu lado, pedindo uma tequila. Ao escutar a mulher falando com o barman, Jane vira para o lado e fica admirada com a beleza da outra. Arizona também olha para o lado e percebe a mulher a admirando e sorrir .

— Oi , me chamo Arizona e você? — perguntou sem deixa de sorrir.

— Jane

— Que nome lindo, eu amo esse nome. — disse Arizona bebendo da sua tequila que o barman tinha colocado na bancada.

E assim as duas começaram a conversar. Falaram um pouco de cada uma. Jane realmente gostou muito de Arizona, apesar de ser mais nova que ela, tinha apenas 32 anos. Era extrovertida, bonita e tinha um sorriso tão lindo. Quando falava e sorria, Jane tinha vontade de agarrar-la e beija-la até perder o fôlego. Elas conversaram tanto, a conversa estava tão boa que quando viram já era tarde, exatamente 1 hora da manhã.

Arizona olhou as horas e viu que era melhor ir para casa, mas não queria ir sozinha, tinha gostado de Jane e percebeu que o sentimento era reciproco, pois a morena a encarava com desejo. Ela precisava ter essa mulher em sua cama e por várias noites, uma só não seria suficiente. Mas percebeu que Jane não iria tomar uma iniciativa para chamar ela para algo mais. Então, ela mesma resolveu fazer o que estava sentindo com vontade.
Já estou indo Jane, não gostaria de terminar essa noite lá em casa?
— É... É... Eu acho que não. — disse com receio

— Ah, qual é Jane? Vamos! Eu sei que no fundo, no fundo, você quer ir comigo. — sorriu, chegando perto da loira. — Prometo que você não vai se arrepender. — sussurrou no ouvido de Jane, que se arrepiou ao sentir os lábios de Arizona perto de si.
Após sussurrar no ouvido de Jane, Arizona ainda deu um pequeno beijinho no pescoço dela.
— Você está querendo me tirar do sério. — falou Jane perdendo totalmente o controle e agarrando nas mãos de Arizona. — Vamos, eu preciso te tirar daqui.


Saíram do bar de mãos dadas e andando rápido. O carro de Jane estava do lado de fora do barzinho e chegaram ao veículo em poucos segundos. A detetive abriu a porta do carro para Arizona e deu a volta para entrar também. Os movimentos de ambas eram rápidos. Quando Jane sentou e fechou a porta do carro, Arizona a puxou para perto de si , a beijando. Um beijo avassalador, com paixão, muita intensidade e emoção. Se separaram quando o ar se fez necessário.
Arizona acariciou o rosto de Jane, sorrindo.

— Você beija tão bem, eu poderia me acostumar. — disse sem deixar de sorrir. — Vamos para minha casa, eu realmente preciso de você e um beijo não será suficiente. — terminou com um selinho em Jane.
— Vamos. — comentou Jane sem saber mais o que dizer

Assim que Jane saiu com o carro, Arizona disse o endereço de sua casa. Não demoraram para chegar, pois o barzinho era perto da casa da loira. Saíram do carro com a mesma rapidez que entraram, até mais rápidas, se é que era possível. Mas o desejo era tão grande que não queriam esperar nem um segundo mais.

Jane pegou Arizona pelas costas quando ela estava entrando no portão de sua casa e a virou de frente para si, a beijando intensamente. O beijo dura pouco, pois Arizona interrompe.

— Vamos entrar. — Arizona deu um selinho em Jane. — Eu preciso te tocar totalmente sem roupas me atrapalhando.

Notas finais
AI MEU DEUS. Gostaram? Queremos saber a opinião de vocês. COMENTEM POR FAVOR, PODEM CRITICAR ( isso vai ajudar a gente a melhorar) . Sei que tem uns erros, mas na próxima a gente melhora. Eu ia colocar um hot nesse pensamento da Jane kkkkkk Mas como queria postar agora, não deu para terminar. Mas esse pensamento de Jane não acabou pessoal, ainda tem mais. E se vocês comentarem , eu posto antes de sábado. ( Já no primeiro capítulo pedindo comentários?) KKKKKKK Sim gente, os comentários nos dão mais motivação para escrever. kkkkk A gente realmente espera que vocês gostem. Enfim, até o próximo capítulo.