Notas iniciais
Hey! Aqui estou eu, decidi que continuarei a fic, estou fazendo um planejamento aqui sobre os acontecimentos e tudo mais. Esse capítulo é um pouco mais tranquilo. Eu quero agradecer a todos os comentários, que falaram "Continua" "Pensa um pouco" Eu gosto da sua fic", de verdade isso foi bem legal e me motivou bastante. É isso kkk Eu espero que gostem :D

Pov’s Violetta

–Violetta! Violetta, aqui! –Leon gritou, pulando as placas de publicidade que cercavam o campo, quase deu de cara com o chão, mas conseguiu ir até onde eu o esperava.

Ele veio ao meu encontro e me puxou para um abraço apertado, havia ganhado o jogo no final das contas, digamos que eles haviam pisoteado o outro time, é, acho que a esquipe de defesa não vai esquecer o Leon correndo e passando por eles tão rápido.

–Você está todo suado. –Falei e ele gargalhou.

–É a única coisa que tem a me dizer? –Ele perguntou, arqueando a sobrancelha e eu dei risada. Puxei-o pelo braço, o que fez com que seu corpo batesse contra o meu, retirei o capacete para poder vê-lo melhor.

Tirei alguns cabelos que caiam sobre a testa dele, segurei em seu pescoço, com certa leveza, e o beijei, ao lado das placas de publicidade, com pessoas gritando “Viva Stanford”, todos em trajes vermelhos, o beijei.

–Parabéns, my quarterback. –Sussurrei ao termino do beijo. –Tenho quase certeza que vi você dedicando seu touchdown para alguém na arquibancada.

–Foi para a garota bonita que gritou meu nome durante o jogo inteiro, e xingou os caras que me batiam, sem contar a cara de preocupação que ela ficava toda vez que eu ia parar no chão. –Ele falou me abraçando de lado e sem querer acabei corando.

–Hey Vargas! –Gritaram, era o Derek, ele conversava animadamente com alguns companheiros do time e algumas líderes de torcida. –Senhorita Vargas. –Ele me cumprimentou e eu dei risada.

–Oi Derek. –Falei assim que nos aproximamos dele.

–E aí? –Ele me apresentou as pessoas que estavam com ele. –Vão à festa?

–Não sabemos ainda. –Leon falou.

–Então resolvam logo okay? Eu ia oferecer uma carona mas...

–Não se preocupe. –Leon interrompeu, dando risada do amigo que estava com uma das líderes de torcida pendurada no pescoço. Ele rapidamente se despediu, apressado demais para chegar ao carro.

–Vai querer ir à festa? –Leon perguntou, dessa vez me encarando, e segurando em minhas mãos. Fiz uma careta pela cara de pidão que ele fazia. –Prometo que não será do tipo sexo, drogas e Rock' N' Roll.

–Tudo bem, tudo bem, vamos a essa festa. –Falei me rendendo, não que eu tivesse feito muito esforço para evitar ir à festa. –Mas...

–Mas...? –Leon indagou.

–Precisamos nos arrumar, eu não estou vestida para festas, meu cabelo...

–Está lindo. –Ele me interrompeu com um selinho. –Mas eu assumo que eu preciso urgentemente de um banho.

–Urgentemente! –Dei ênfase e ele fez uma careta. Leon desviou da nossa conversa por um instante e fitou os vestiários agora vazios.

–Vem comigo. –Pediu, me puxando pela mão.

–Leon, acho que eu não deveria entrar...

–Vem. –Ele me cortou, dando risada e me puxou para um dos vestiários.

Fui prensada em uma parede antes que eu pudesse dizer alguma coisa, sério, em um segundo eu estava atravessando o gigantesco campo de futebol, e no outro estava em algum lugar entre Leon e uma parede, no qual minha consciência não estava mais funcionando.

Senti-o fazer uma trilha de beijos pelo meu pescoço, e me erguer de modo que eu ficasse com as pernas em volta de sua cintura. Logo nossos lábios estavam colados novamente, minhas mãos puxavam o cabelo dele sem dó, e ele apertava minhas coxas sem piedade.

Porém, entretanto, todavia, ele simplesmente começou a me soltar devagarzinho, até que eu pudesse ficar de pé, que fique claro que aquilo foi uma tremenda de uma maldade, não se para um beijo daqueles.

–Vou tomar banho. –Ele sussurrou, ofegante, e eu fechei a cara.

–É sério? –Indaguei, e ele deu risada.

–Minha pequena vingança por você ter dito que eu estava com um odor repugnante. –Ele mostrou a língua, acho que vou abaixar o nível de mentalidade dele para cinco anos. –Vou tomar banho, quero aproveitar a noite com você, por isso parei, mas não se preocupe que vou te dar a devida atenção.

–Vou pensar no seu caso. –Falei. –Não sei se vou deixar você me dar à devida atenção, principalmente depois agora. –Vi que ele já havia ligado o chuveiro.

–Duvido! Sei que você não resiste a mim. –Cantarolou.

–Metido. –murmurei, não acho que ele ouviu, pois a essa altura do banho ele estava fazendo um show particular.

My face above the water. My feet can't touch the ground…–E eu estava lá, sentada no banquinho de madeira esperando. Meu celular começou a vibrar em minha bolsa, rapidamente atendi, eu estava ficando meio entediada com a demora do Leon no banho.

Alô? –Atendi, não reconhecendo o número que apareceu no visor.

Oi pessoa que prometeu telefonar para a melhor amiga assim que pisasse em solo americano, mas não ligou.

Francesca! –Gritei.

–Francesca? O que? –Leon gritou no chuveiro.

Nada, amor, continua sua música. –Gritei de volta, e ouvi Fran rindo do outro lado da linha. –Fran, me desculpe, me desculpe, me desculpe.

Tudo bem. –Ela suspirou.

É que eu mal cheguei e já percebi que estou abarrotada de coisas, tudo está tão corrido e só vai piorar. –E aí eu comecei a falar e falar, sem parar, o que eu normalmente faço.

Então quando você tiver tempo diz para minha melhor amiga, se é que ela vai ouvir, que semana que vem eu to aí. –Fran gritou e eu me calei.

Fran, eu sinto muito, muito mesmo...Espera! Você disse o que? –Fran soltou novamente um suspiro bem pesado.

Estarei aí, Vilu.

Aqui? Aqui, aqui? –Indaguei pasma. –Aqui Estados Unidos?

E tem outro Estados Unidos por acaso? –Ela perguntou, e deu risada.

Por favor, não é normal sua melhor amiga simplesmente te ligar e dizer que vai te visitar em outro continente.

Não creio que estou entendendo. Você vai fazer uma espécie de visita, é isso?

Tá mais para uma visita permanente. –Ela murmurou.

O quê? –Berrei.

–Violetta você está bem aí? –Leon perguntou, pude ouvir o barulho do chuveiro cessar. Acabei não respondendo, estava chocada demais.

–As coisas por aqui não estão tão fáceis, Vilu. –Fran murmurou. –Eu e o Marco estávamos fazendo planos, parece besteira eu sei, mas ele está tentado arrumar um emprego e...

Não é besteira. –Falei. –Desculpe, pode continuar...

O Leon conversou com o Marco, eu não entendi muito bem, mas Leon sugeriu que Marco viesse pra cá, tentasse arrumar algum emprego em um Studio de gravação, sabe tentar entrar no mundo da música e quem sabe abrir o próprio Studio, que é o sonho dele. –Fran falou, deu para perceber que ela estava sorrindo.

Sei que é o sonho do Marco, Fran. Mas e o seu sonho? –Perguntei. –Sei que se amam, mas não sei se é certo você deixar tudo em Buenos Aires para acompanha-lo.

Não é por isso que eu quero ir, Vilu. Eu também preciso ajeitar minha vida, e ir com o Marco é uma ótima oportunidade, por mais que um dia nós dois terminemos. Entende?

Óbvio que eu entendo. –Falei animada, pelo menos eu teria uma pessoa que eu pudesse contar, além do Leon, por aqui. Eu iria continuar fazendo mais perguntas, mas Fran precisou desligar, então tive que me despedir...

–Amor, você tem pente? –Leon apareceu, com a toalha pendurada na cintura e o peitoral exposto, com algumas gotículas de água.

–Maldito Vargas! –Eu disse. –Só está fazendo isso para me provocar, eu sei muito bem que você não penteia o cabelo. –Acusei e ele segurou a risada.

–Está alegando que eu apareci aqui desse jeito só para te atiçar? –Ele perguntou, mas logo soltou uma gargalhada. –Vou me trocar, senão você vai acabar me atacando.

–Eu não vou te atac...

–Vai sim. –Ele gritou me interrompendo, e eu apenas dei risada.

...........

Pude ouvir a música logo que Leon entrou na rua que ficava a casa da festa. Ele estacionou meio longe, pois alegou que não queria ninguém bêbado mexendo em sua moto.

A porta estava aberta, era uma casa bem grande, acho que todos que estavam no jogo também estavam ali, porque tinha muita gente, muita gente mesmo. Uma eletrônica que eu não reconheci agitava a sala, a sala e o resto do quarteirão, tinha até um DJ.

–Ai meu Deus! –Falei assim que a música seguinte começou a tocar.

–O quê?

–Eu adoro essa música. –Falei alto para que ele pudesse me ouvir. Fui puxando ele para um canto menos movimentado, andando no ritmo da música, ele apenas sorria para mim, o que eu não entendi muito bem.

Leon me parou antes que nós pudéssemos chegar à parte da festa que eu conseguiria respirar. Antes que eu me virasse para perguntar o móvito, ele colocou o corpo dele contra o meu, e segurou em minhas duas mãos

–Hey Castillo. –Ele sussurrou, bem próximo. –Me concede essa dança? –Ele perguntou sorrindo, e indicando a pista. Olhei bem atentamente para a multidão de pessoas pulando, me perguntando se teria espaço para nós. Abri um sorriso ao vê-lo apoiar a cabeça em meu ombro, fazendo a cara de pidão.

–E então?

–Vamos Vargas. –Me virei rapidamente o puxando para a pista. –Cuidado com seus pés, porque sou um desastre dançando, e você sabe disso! -Ele riu.

–Eu vou correr esse risco, Castillo. Por você eu sempre corro o risco...

Notas finais
Entonces? Gostaram? O Vini me deu o conselho de fazer alguém que fosse amiga deles, e realmente era algo que eu estava pensando, e achei que trazer a Fran e o Marco (Apesar de eu shippar diecesca) seria algo bem legal. Bom, de verdade, eu espero que tenham gostado, EU TO QUASE DE FÉRIAS! Kkkk E logo logo eu posto mais.