Três Almas

6 6° Capítulo


Notas iniciais
Laila e Luna pretendem ver Herodes, o pai de Laila e o rei de Goldity's (uns dos reinos contra Drakenyard) sem falar par ao Imperador Helias; o que irá acontecer? Ela vão conseguir um acordo de paz? Vão pioram a guerra? Enjoy*-*

Encontrei Laila no portão sul, ela estava com uma mulher e um homem (dois dragões, logico!).

– Esses são meus amigos, são confiáveis! – disse Laila quando percebeu meu olhar confuso – Você vai ter que encontrar meu pai de surpresa, pois ele nunca aceitaria uma reunião formal.

– Tudo bem. – eu respondi, estava sem armadura.

– Você tem armadura de camuflagem? – a Laila perguntou enquanto me guiava, os seus amigos estavam logo a trás de nos.

– Não, mas posso tentar conseguir uma. – falei pensando que seria bem útil uma armadura assim.

– Você tem armadura de algodão, mas não tem de camuflagem? – Laila fez deboche.

– Poxa! Meio que as armaduras aparecem, não sou eu quem decide a maioria delas! – me defendi.

– Tudo bem, me siga. – entramos em um metrô que iria até o reino dos Goldtys.

Eu não sabia direito o que eu iria fazer, e eu acho que a Laila, minha mãe está agindo bem, mesmo sem saber o que eu vou fazer. Eu quero falar com Herodes de forma pacifica, mas se ele não cooperar... Eu não sei o que vou fazer.

Chegamos ao reino dos Goldty's, ele era bem parecido com Drakenyard, tinha divisões de instituições e as construções eram de modo parecidos, era um lugar bonito e agradável de viver, aparentemente, mas tinha muitos dragões na rua pedindo dinheiro, eu nunca vi um dragão pedir dinheiro em Drakenyard.

– Você duas! Entrem aqui. – disse o homem que nos acompanhava. A cidade estava em festa, era a época de festivais aqui também, as épocas festivas, tradições, religião eram iguais nos três reinos, era a mesma nação nos reinos e uma mesma cultura, separados apenas por divergências politicas.

– Mamãe, se algo der errado não deixe de chamar o Helias. – falei para Laila, ela confirmou com a cabeça e eu pulei a janela que o homem nos mostrou, a janela do castelo dos Goldty's, não era tão grande quanto o que eu morava, mas era enorme também.

– Siga até o final do corredor, lá tem duas portas a da esquerda é onde meu pai está! – disse Laila.

– Fiquei aqui! Eu volto logo. – eu falei para Laila e segui o corredor.

Eu ainda não sabia direito o que eu iria dizer, não tinha elaborada muito bem. Entrei no quarto, tinha um homem de cabelo loiro com as pontas vermelhas e olhos azuis, é Herodes, tinha quatro homens do seu lado, eles estavam conversando.

– O que uma dragãozinha como você faz aqui? – disse Herodes.

– Eu quero conversar com você. – falei seria, e os homens na sala começaram a rir.

– Tem que marca um horário, minha jovem, daqui 30 anos talvez ele tenha um horário para você! – falou um homem rindo.

– Helias atende qualquer um e a qualquer hora. – provoquei os homens.

– Aquele imperador ridículo? – disse Herodes – Mas é claro que ele atende, ele não faz nada! Deixa tudo par ao conselho e meu neto resolverem. – ele ri.

– Eu quero lutar com você, Herodes. – eu falei seria, o único jeito de provar meu valor era derrotando ele, e os homens riram novamente.

– Pode ser um bom atrativo para um festival. – disse Herodes concordando com minha proposta.

– Se eu ganhar eu quero esse reino – disse.

– Então será uma luta até a morte de um de nos! – diz Herodes animado.

– E -exato! – falei um pouco angustiada, porque para os dragões a vitoria se resume em matar uns aos outros? Não poderíamos jogar cartas e quem ganhasse ficava com o reino? E quanto a Laila? Ela me perdoaria se eu matasse seu pai?

Fomos até o festival, tinha uma pedra enorme levantada por outras três pedras em baixo dela, iríamos lutar naquele local, um homem anunciou o desafio.

– Vamos ter a luta pelo comando do reino! — gritou o anunciador e todos do reinos gritaram agitados, parece que Herodes sempre recebia desafios, mas eu nunca vi ninguém desafiar Helias — De um lado, HERODES! – O homem disse e alguns da platéia gritaram – De outro – ele perguntou meu nome e eu respondi para ele falar ao publico — LUNALLY! – por incrível que pareça alguns gritaram, nem todos gostavam de Herodes.

Herodes se transformou, era um dragão laranja como Laila, e atirou fogo para todo lado, eu equipei minha armadura de escudo de diamante para me proteger. Meu coração doeu, meu corpo estava fervendo.

– Pobre criança! – gritava Herodes, eu estava zonza, era os Oni’s, eles queriam sair.

– Pobre dragão. – Eu equipei o primeiro Oni, dei seu nome de Gaia, meus olhos ficaram vermelhos e a parte branca ficou preta, a armadura era preta, não modificava minha aparência a não serem os olhos.

– O que é você? – disse Herodes preocupado, ele viu que eu não era um simples dragão.

– Uma três almas. – falei e corri para cima, atirei meu poder Oni em cima dele com tudo, agarrei sua garganta e uma sombra preta envolveu ele e quebrei o pescoço dele. Olhei para os lados, Laila estava lá ela não parecia brava ou triste, estava normal. – Esse reino é meu, ou melhor, é de Drakenyard. – Eu disse, eu estava queimando por dentro, tirei a armadura, mas ainda estava diferente.

– Eu sabia que iria terminar assim. – disse Laila quando se aproximou de mim.

– Se afaste! – Eu gritei.

– Não estou com raiva de você, minha filha. – disse Laila chorando – Esse era o único modo, a mamãe entende. — disse Laila tentando chegar mais perto de mim.

Eu sai correndo, precisava ficar sozinha, fui até o final do reino, para estrada entre Findoram e Goldtys. Eu precisava me acalmar, os Preminger’s injetavam drogas para eu dormir quando eu me descontrolava.

– Luna? – uma voz me chamou.

– Quem está ai? – eu levei um soco no estomago muito forte e desmaiei.

Acordei em minha cama, Daniel estava sentado no sofá do meu quarto, a tontura tinha passado, agora eu estava bem.

– Bom dia. – falei.

– Você sabe a merda que você fez? – disse Daniel bravo.

– Acabei com o ditador malvado. Mamãe assume o trono e faz as pazes com reino. – expliquei para o Daniel.

– Se fosse simples assim, papai já tinha matado Herodes. – Daniel retrucou.

– Ele não iria fazer isso, por causa da mamãe, admita Daniel! Eu fiz algo bom! – Falei enquanto me levantava.

– Talvez, mas nem todos de Goldtys ficarão felizes com isso.

– Nem todos de Drakenyard são felizes, mas ainda estamos governando! – falei e entrei no banheiro.

Fui tomar café da manha, na mesa estava eu, Daniel, Helias, Mamãe (que foi minha maior surpresa) e Benizeu.

– Bom dia minha filha! – disse mamãe bem humorada. Eu a abracei.

– Desculpe-me mamãe, Herodes irá renascer pelo poder da fênix na floresta do nascimento como alguém melhor. – eu falei para minha mãe.

Os dragões acreditavam no renascimento através as fênix, por isso a floresta era sagrada, eles tinham um jeito de detectar sua vida passada, eu não sabia muito sobre isso, pois passava maior parte do meu tempo treinando, mas essa é a crença deles, é uma crença forte.

– Eu sei minha querida. – disse Laila chorando. Helias estava olhando para ela preocupado, ele amava ela.

– É sobre isso que vim falar com vocês. – disse Benizeu – Como ficara o reino de Goldtys, na lei é seu Lunally, pois você ganhou o desafio, mas o povo quer a Laila.

– É da Laila, ela vai decidir o que fazer. — disse enquanto colocava suco no meu copo.

– É do Helias. – disse a Laila – Como ele é o imperador é direito dele, eu quero voltar a centralização do poder para ele.

Todos olharam para Laila. E Benizeu perguntou:

– Como vamos anunciar isso ao povo?

– Um casamento. – eu propus – Vamos casar mamãe e Helias de novo!

– Uma boa idéia! – disse Daniel.

– Adoraria me casar com você de novo Laila. – disse Helias olhando para Laila.

– Nos ainda somos casados Helias, será só uma afirmação da aliança essa comemoração. – Laila parecia feliz com a ideia.

Daniel resolveu como iria ficar o controle de Drakenyard e Goldtys , mamãe voltaria a morar no castelo de Drakenyard. E Helias governaria os dois reinos que virou um, tudo virou Drankeyard. Eu sugeri construirmos casas e comercio na estrada entre goldtys e Drakenyard para unir a cidade e darmos esse locais ao mendigos que tinha em Goldty's, e minha ideia foi aceita, Drakenyar virou uma mega cidade.

– Luna? – Helias me chamou depois de nossa reunião no café da amanhã sobre como ficaria destino de Drakenyard.

– Sim Helias? – Eu sorri para ele.

– Você é uma grande filha – Helias me abraçou e eu me senti amada – Me chame de papai, assim como você chama Laila de mãe! – ele falou feliz, eu realmente me senti um dragão, eu me sentia parte disso, de Drakenyard.

– Sim, papai. – eu falei chorando, eu tinha a família carinhosa da qual eu nunca imaginei ter, a qual a Deusa Fênix me deu de presente, e eu teria que pagar esse presente pelo resto de minha vida, amanda e cuidando de todos nesse mundo.

– Porque esta chorando? – Helias pergunta assustado.

– Porque vocês me deram a chance de ter uma família que me ama.

– HELIAS! – Laila gritou – Você fez minha filha chorar? – ela deu um tapa na cabeça dele e me pegou no colo.

– Nossa filha! – disse Helias – Ela está chorando de felicidade! – ele abraçou a mim e a Laila e sorriu para nos duas.

Eu sai do colo dela entrei na sala que estávamos o Daniel estava lá, ele discutia os detalhes com Benezeu sobre a Reforma da estrutura da cidade, então eu puxei ele sem atender as suas reclamações.

– Somos uma família! – disse para os três. Daniel ficou alegre e esqueceu que estava reclamando por eu puxar ele para fora da sala, nos quatro nos abraçamos.

O meu pai (Helias) me achou na estrada e ele que me deu um soco para que eu desmaiasse, ele pressionou a Cecília para saber onde eu estava e ela contou. Eu queria falar com a Cecília, dizer que estava tudo bem, mas eu tinha treino com os guerreiros de nível B.

– Acho que você é forte de mais para o nível B. – disse Bruna, ela estava me treinando junto com o Celso, o pai da Cecília.

– Porque você diz isso? – perguntei para Bruna.

– Você derrotou Herodes! Quer mais motivos? – disse bruna.

– Temos que a treinar da mesma forma. – disse Celso. – Não vou pegar leve só porque é amiga da Cecília.

– Muito menos eu! – respondi.

Estávamos em uma floresta, Bruna era um dragão marrom e Celso um dragão vermelho. Eu estava na minha forma original, de humana e sem armadura. Estava um silencio, nem um sinal deles.

Equipei minha armadura de terra.

– Você a viu? – disse Bruna para Celso.

– Ela se esconde bem, mas ainda não está no nosso nível. – ele pulou na hora que eu sai de baixo da terra para atacar ele.

– Meu deus! – disse bruna. Celso soltou fogo em cima de mim, ainda em sua forma humana desceu de seu salto, pegou a minha mão que eu levantei para dar um soco nele e me deu uma rasteira.

– Que truque mais clichê, em baixo da terra. – disse Celso, eu evaporei, equipei a armadura de nevoa, e ataquei a bruna com a armadura de relâmpago e ela ficou ferida.

– Não me subestime. – disse bruna, ela se transformou em dragão e bateu bem forte as asas, fez um enorme vento me levando para longe.

– Boa! – gritou Celso.

Eu me firmei em uma arvore e ativei minha armadura de gelo, e fiquei aguardando. Bruna e Celso chegaram perto, eu ia congelar eles, mas o Celso veio por trás e chutou minha costa, Bruna veio na frente e me socou, eu equipei minha armadura negra, que tinha uma espada e a finquei na barriga de Bruna a cortando, virei o corpo "escalando" a bruna com pé em cima dela e peguei impulso chutando a cabeça de bruna e cortei o Celso.

– Agora acabou! – equipei minha armadura de corrente e prendi a Bruna, então corri para prender o Celso mais ele queimou as correntes, então eu equipei a armadura do chicote e bati das costas dele bem forte depois dei um soco na cara dele e atirei espinhos nele com a minha armadura de espinhos, o prendi com novas correntes – Ganhei!

Eles estavam bem machucados, eu os curei e depois levei ao hospital e lá tratei meus ferimentos também.

Notas finais
Herodes teve o melhor fim para que a paz pudesse ser recuperada no mundo dos dragões. Luna viu que sues Oni's devem ser controlados. E finalmente ela conquistou uma família, uma boa família! E agora será que a paz realmente foi restaurada? Algumas pessoa perceberam alfo de diferente da pequena luna, será que tudo vai ficar bem?