Três Almas

44 43° Capítulo


Notas iniciais
Esse foi um dos capítulos mais tensos, algo muito inesperado e meio trágico aconteceu. OPA, já dei dica dms!

Eu estava em repouso em meu quarto, minha mãe já tinha vindo aqui centenas de vezes ver como eu estava.

Parece que meus conselheiros estavam reunidos sem mim discutindo coisas importantes, provavelmente sobre o ocorrido de hoje.

—Meterom, meu corpo está fraco... – eu disse em dificuldade, minha garanta estava ferida – Os outros oni’s vão querem roubar meu corpo, principalmente o novo que eu ainda não conversei... Por favor, se for para alguém tomar o meu corpo, que seja você.

Eu deixei lagrimas cair no meu rosto. Eu tinha que escolher um ciclo. Eu iria escolher o ciclo de dragões, mas eu tinha que dar um jeito nos meus Oni’s, Selar eles em algum lugar ou mandar de volta ao sub-mundo. Menos Meterom, eu tinha que dar a vida para ele, mas nosso trato não foi completo ainda.

—Tudo bem com você? – Lisa entrou no quarto. Ela estava diferente, não sei no que mais estava.

—Estou.

—Quer que chame um medico? Ou quer ficar sozinha? – ela notou que eu estava chorando, mas eu nem quis esconder, estava cansada de mais para isso.

—Está bom assim.

—Não gosto de ver minha cunhada triste. – disse Lisa sorrindo e segurando minha mão, enquanto sentou na cadeira ao lado.

—Diga-me algo que me faça animar. – eu falei fraca com um pouco de dificuldade, não tinha como equipar minha armadura de cura. Eu estava sem magia.

—Bem... Pode ser que te anime, mas Daniel não queria que eu contasse agora, achou que não fosse o momento.

—O que? – eu perguntei curiosa, pelo que eu sabia Daniel não me escondia nada.

—Luna, eu... Você... – lisa ficou atrapalhada – Você vai ser titia! – ela colocou a mão na barriga.

—Grávida?! – eu levantei rapidamente e sorri, e pulei em cima dela com um abraço.

—Calma! Você está ferida! — Lisa rindo da minha reação me colocou deitada na cama de novo, eu segurei os lençóis até meu queixo para me cobrir.

—Qual nome você pensou? – falei super feliz com a noticia.

—Eu sabia que você iria se animar! – Lisa sorriu – Se for menino eu acho que vai ser Louis. E se for menina poderia ser Lua.

—Adoro nomes com “L” – eu disse sorrindo.

—São mesmo magníficos!

Conversamos-nos por um tempinho até que eu decidi ir falar com os outros conselheiros. Lisa me atualizou, disse que os problemas na terra foram resolvidos, mas Paulo tinha coisas para revelar que descobriu.

Cheguei à sala de reuniões e disse:

— Primeiro: Estou bem, não se preocupem; Segundo: Lisa está grávida; Terceiro: Vamos á reunião.

Todos ficaram felizes com as noticias, minha mãe até soltou um gritinho de alegria, mas como nosso tempo era curto já fomos para nossa reunião.

—A questão é que estamos ferrados para todos os lados. – disse Paulo iniciando o que nos queria contar – Os scarlet’s negociam com os preminger’s há mais de cinco anos, e inclusive já permitiram serem feitos de cobaias. – os conselheiros se assustaram com a informação – E Julio e Julia não são inocentes, ele tem contratos assinados em seus nomes em relação á acordos com os preminger’s.

—Então a divisão três é culpada? – disse Vânia. Finn, Roberto, Roxane e Benezeu estavam de fora da reunião. De diferente só tinha o Paulo.

—Os lustoffor’s também fazem negócios com os preminger’s. – disse Paulo me olhando – Hatori Onedara também tem contratos em seu nome. Mas só fazem negócios há quase dois anos.

—Como você descobriu isso? – Oliver indagou cruzando as pernas, ele era bem analisador.

—No conflito que a divisão dois pegou os preminger’s, eu roubei – Paulo teve uma risadinha – alguns arquivos em pastas mágicas nos corpos dos mortos que estavam lá. Parecia que eles estavam querendo dedurar o lado dos onedara’s que não cooperassem, talvez seja por isso que Hatori quis abrigar alguns. E também no ultimo conflito que foi declarado guerra, eu entrei no castelo da divisão três, acessei alguns computadores e consegui mais dados, com maior descrição dos pedidos dos Scarlet’s. E hoje quando fui ao vilarejo, eu percebi que lá rola altos contratos com os premeinger’s, aquela área é vigiada pelos puros, o que é estranho eles não perceberem. É vigiada pelo Erick e seus subordinados.

—Quais são as descrições dos pedidos do Sacarlet’s e dos Preminger’s? – perguntou Helias com uma expressão aterrorizante.

—É muito estranho imperador. – disse Paulo que reconhecia e estava certo, meu pai como Imperador ainda.

—Os scarlet’s investem muito nas pesquisas, entregam pessoas com os atributos certos para os Preminger, assim querem seres bem feitos de magia. Eu pesquisei e tenho desconfianças que os Sacarlet’s enriqueceram roubando outras famílias, olhe – ele entregou papeis para nós – Essas famílias que são falidas hoje em dia, todas já tiveram contato com os Scarlet’s. E os onedaras da divisão três são os que mais gastam, eles não faliram porque a riqueza é enorme e o mercado deles é rentável.

—Então os sacarlet’s buscam força? — Eu disse.

—Eu acho que o objetivo deles é tomar o lugar dos Onedara’s, sendo os mais ricos e poderosos.

—Entendo. – disse Laila – Mas porque Julio e Julia os ajudariam?

—Questão de guerra. Eles não dão certo com a divisão dois, e a divisão um nunca se posiciona para punir a divisão dois ou dar mais controle e poder para a divisão três. Então eles deveriam tentar conseguir poder de outro jeito. – Paulo explicou.

Eu só conseguia pensar na July em um momento desses, ela não sabia de nada, certeza, se não Paulo já teria comentado.

—E os onedara’s? – disse Túlio. Todos congelaram as sete espadas do dragão.

—Outra coisa estranha. Eles nunca comercializaram nada a respeito das espadas do dragão de Hatori. Eles somente vendem pequenas magias e tecnologias. E eles não falaram nada sobre os dragões, nem mesmo os scarlet’s falaram não que eu tenha descoberto, mas tem alguém dando informações sobre nós.

—Como pode? – Daniel disse – Temos que descobrir quem! Será um dragão?

—Não é um dragão. – eu disse – Eu confio nos meus súditos, não é um dragão.

—Bem, é isso que eu tenho que dizer, acha melhor conversar com Carlos sobre isso? — Paulo disse.

—Deixe que eu resolva isso. – disse Helias – Eu sei o que eu dizer e o que não dizer. Vamos pegar um de casa vez, vamos denunciar uma divisão e depois a outra.

—Certo, agora acho melhor nos preparamos para o pior – disse Laila – pode haver guerra.

—Os onedara’s já estão em guerra. – disse Oliver – Se quiserem posso tentar pegar informações daqui mesmo, sem Finn e Roberto me ajudarem, eu posso tenta invadir o sistema do onedara’s.

—Pode fazer isso. – eu disse, eu iria contar que meu corpo estava pedindo por um ciclo de vida, mas eu tinha que dar um jeito te trancar os oni’s antes, porem isso iria causar mais angustia, então não quis contar, por mais que eu saiba que todos desconfiam disso.

Meu pai foi falar com Carlos. Eu abri o portal para ele, Oliver da nossa casa – Drakenyard – estava pegando informações, Roberto e Finn o ajudavam. Lisa disse que iria fazer uma grande reza para Deusa, assim eu pedi para que todos da cidade fossem chamados, quanto mais a Deusa fênix nós ajudar, melhor!

Daniel, Vânia, Tulio e Laila foram até Roxane e Benezeu, iriam organizar o exercito dragão, caso fosse necessário.

Eu implorava que não tivesse necessidade de lutar com o exercito.

Eu e Paulo fomos para terra.

—Paulo. – eu o chamei, pois senti uma leve tontura assim que passei do portal – Eu preciso que você ajude meu pai, eu vou depois, pode ir. – Eu dei essa desculpa e Paulo foi sem desconfiar que eu sentisse dor.

Eu fui ao ruma do antigo castelo do Onedara’s, o qual Hatori e eu nós unimos. Parecia tão romântico e belo, mas agora me sinto usada.

Mas Hatori pode me amar.

Apenas não tem os mesmos ideais do que eu.

Não é só porque você ama alguém, que tem que pensar como ela, ou fazer os desejos dela, mas seria melhor ao menos tentar.

Argh. Hatori sempre vem aos meus pensamentos.

Entrei na velha e bela estrutura. Sentei no chão e fechei os olhos.

—--------

Um raio de sol bateu em minha face. Eu abri os olhos com dificuldade, a dor que eu sentia antes sumiu.

Acabei dormindo.

Olhei para o lado. Um belo homem de cabelos pretos estava lendo um livro.

—Você está bem?

—Estou. – respondi normalmente. Por mais que Hatori estivesse na minha frente e eu descobri tudo que ele fez, meu coração doía com a possibilidade de tentar machuca-lo.

Hatori chegou perto de mim e passou a mão em minha face de maneira carinhosa, sorriu e me olhava atentamente.

—Você está sofrendo, não é? – Hatori disse – eu usei minha espada verde para lhe curar. E a espada branca resolver aparecer para ajudar, parece que era uma dor complicada de curar.

—A espada branca? – eu falei quieta e deitada no chão. Eu permiti ele me encostar. Fiquei surpresa, pois ele citou a espada Branca, um dia ele tinha me dito que ninguém sabia sobre a espada Branca e Preta, sobre o verdadeiro poder delas.

—Sim. – ele disse gentilmente, deitou minha cabeça no colo dele e me fazia carinho. Ele estava apoiado na cabeceira da cama, pelo que parece me carregou para cá. Para um único quarto com uma cama – Eu acho que estou entendendo as espadas, fiz alguns testes.

—Com ajuda dos Preminger’s? – falei um pouco ríspida. Paulo pode ter dito que não, mas não era certeza que Hatori não fazia teste com as espadas junto com os preminger’s.

—Não, por mais que Orochi quis me ajudar, eu resolvi fazer sozinho. – Hatori falou tranquilamente, ele talvez achasse que eu falava dos Preminger’s fugitivos que trabalhavam com minha “Mãe”, ou ignorou que eu sabia a verdade.

Vir-me-ei para ver a face dele e fiquei com os joelhos entre o colo dele e as mãos ao lado de sua cintura. Olhava no fundo dos olhos dele, Hatori pousou as mãos em minha cintura. Nessa hora que eu desejava ter uma armadura com o dom de descobrir a verdade, mas eu não tinha. Nem sei se existia magia assim.

Abri a boca para dizer algo, mas não sabia o que exatamente. Hatori me encarava com desejo, então me beijou. Ele massageava meus lábios de forma carinhosa e tímida, eu mexia de acordo com os movimentos dele. Hatori colocou a língua na costura de minha boca pedindo passagem e eu permiti sua língua explorar a minha cavidade úmida.

Sai de repente de perto dele. Olhei assustada. O que eu estava fazendo?

Não falei mais nada, sai do castelo. Hatori me gritou uma vez, pelo que eu pude escutar, mas não vir-me-ei para trás. Fui correndo rapidamente para a divisão um. Hatori veio correndo atrás de mim. Não sei por que, mas senti um pânico dentro de mim.

Alcancei o castelo da divisão um. Meu pai, Paulo e Carlos estavam do lado de fora conversando. Eu parei de correr ofegante. E Hatori parou do meu lado.

“O portal” – a voz da Deusa me disse. Fiz uma expressão confusa, não senti nenhum portal abrir, será que eu deveria abrir um?

—O que você dois faziam no mato? – meu pai perguntou cruzando os braços.

Olhei para o Hatori e ele fez o mesmo.

—Eu não quero guerra com os Dragões. – disse Hatori – O que eu puder fazer para me redimir com seu povo – ele olhou para mim – eu farei. Mas tenho minha guerra neste mundo, e não posso abandonar.

—Mentiroso! – gritou meu pai – Vocês vão pagar! Essas espadas não foram feitas para humanos idiotas, não permitirei que vocês as usem para seu egoísmo.

—Acalme-se Helias. – disse Carlos.

—Só não mato esse Garoto e levo para Drakenyard para que a secessão seja de meu povo, porque você pediu Carlos. – disse Helias.

Eu estava sentindo uma sensação ruim, não sabia o que.

—Nunca usaria as espadas de má fé. – Hatori falou ainda calmo – Não pense que só eu estou enganado nessa situação, vocês também estão.

Tinha alguém. Eu senti. Tinha alguém diferente em Drakenyard, pelo meu escudo em volta da cidade eu senti.

—PAI! – eu gritei e todos ficaram surpressos.

Abri o portal.

Fogo.

A cidade estava em fogo. Dragões lutavam.

—Imperadora! – disse Vânia vindo correndo até nós – Dhiren descobriu o portal de Magus.

“Deixe-me provar minha força” – um Oni falou, um diferente. Era Ciel.

Asas negras nasceram em minhas costas. Minhas unhas ficaram grandes e pretas, uma armadura prateada que cobria somente minhas partes intima surgiu. Um capacete em forma de bico reto na cabeça. Meus olhos estavam totalmente pretos.

—Espere Luna! – Hatori me segurou – Vamos todos juntos.

Eu ignorei e voei pela Drakenyard.

Humanos. Preminger’s estavam na cidade, eu sei que os Dragões dariam conta deles.

Eu procurava Dhiren.

Na floresta do nascimento, no topo do altar estava um dragão cinza de olhos roxos, como Paulo.

Não falamos nada. A luta já estava entendida para os dois. Caos, gritos e mortes aconteciam na cidade, na minha cidade. Eu vi as espadas do Dragão serem invocados. Hatori estava lutando, eu espera que fosse do meu lado e não do dos Preminger’s, mas não tinha tempo para pensar nisso.

Começamos em lento movimento em roda, encarando um ao outro. Meus cabelos batiam em minha coxa como chicotes, o vento estava forte e o céu estava acizentado.

Eu iria matar Dhiren hoje.

Fui correndo para cima do Dhiren, pulei e virei minha perna para atacar o rosto dele. Dhiren segurou minha perna, como eu queria, então puxei a perna para cima e fi-lo ser lançado, mas ele soltou fogo com a mão em mim. Desviei.

Evoquei uma bola em tons brancos e a fiz flutuar do meu lado. Dhiren atirou a calda no altar o fazendo se partir ao meio, eu pulei para não cair na caverna que seria o local que dava ao portal de Magus. Eu voei.

Dhiren pronunciava palavras e jogou uma bola de chama com encantos. O fogo da bola de dissipou e as corrente escritas em volta dela me contornaram, eu usei as asas para cobrir meu copro, mas as escritas me queimaram a penas e a pele. Eu fiz uma explosão de magia acontecer em volta de meu corpo fazendo as corentes se partissem.

Pelo que notei Dhiren aprendeu a usar magia negra enquanto esteve na terra. Fui à direção dele e ele começou a voar como eu. Eu jogava bolas de encantos nele e ele revidava com outras. A bola de tons brancos que eu deixei voando do meu lado crescia.

Eu acertei de dragão cinza e ele começou a girar e voar para cima, eu o segui. Nuvens tampavam minha visão, cheguei à área clara e uma grande esfera de poder roxa me atingiu. Fazendo-me cair na diagonal ao rumo da cidade.

Eu tentei “pousar” em pé, mas a velocidade que eu caia era grande. E me ferimentos estavam abertos.

Cai na praça principal da cidade.

—LUNA! – gritou Laila que estava lá.

Hatori veio e atirou o fogo das espadas em Dhiren que vinha em minha direção. Dhiren gritou no céu e tentou desviar, mas Hatori lançava rápido e algumas acertaram.

Preminger’s lutavam com meus conselheiros e para minha surpresa machucam bastante os Dragões. Daniel e Lisa estavam sendo protegidos pelo Paulo, Túlio e Benezeu.

Meu povo lutava também, mas tinha muitos Dragões que não eram que guerra, mas civis comuns que precisavam ser protegidos, apesar de Dragões serem fortes naturalmente, faltava a Habilidade de luta para alguns.

Meu corpo doía e meus olhos ardiam. Eu implorava em meu pensamento para Deusa proteger meu povo. Eu poderia lutar com Dhiren, mas longe do meu povo que poderia ser ferido.

Eu levantei do chão. Olhei para Dhiren que sorria com ironia.

Eu sorri da mesma forma.

—Sabe a diferença entre nós? – perguntei gritando, todos presentes escutavam.

—Não venha se vangloriar! – gritou Dhiren – Só porque é três almas, conversa com a Deusa e coisa assim não a faz mais forte.

—Idiota! Não respondeu minha pergunta –Eu sorri da forma mais assustadora possível – A diferença entre nós é que eu não tenho medo de morrer, e você tem! – o que eu falei era verdade. Dhiren lutou injustamente, fugiu, e sempre trapaceou, pois nunca pode fazer nada com sua força real. Ele tinha medo de morrer em uma luta justa.

A Cara de Dhiren se fechou em raiva. Escutei um grito forte do meu lado, Um grito de dor.

Um Preminger’s arrancou uma asa de Daniel, meu irmão. Ele estava em sua forma dragão. Ele tentou proteger Lisa de um ataque. Os outros não puderam o salvar, pois lutavam bravamente.

Levantei a mão uma esfera preta surgiu e lancei no humano que atacou Daniel. O humano se desintegrou.

Matei um humano sem culpa nenhuma, alias, eu sou um demônio agora.

A boal branca em meu ombro estava grande e brilhava muito, borbulhava de magia. Olhei pra Dhiren que já se posicionava para fugir do ataque.

Lancei e abri um portal atrás do Dragão cinza.

A bola se tonou uma esfera achatada enorme e cobriu todo céu, não dando chances de escapatória, fazendo o corpo de Dhiren ser lançado para terra através do portal.

Fiz um portal abrir para cada humano em minha casa: Drakenyard. E os expulsei.

Passei o portal para terra.

Sobrou um portal aberto atrás de mim.

Os onedara’s da divisão um vieram prender os intrusos. Dhiren sangrava no chão e parecia estar morrendo.

Os Dragões pelo que notei do único portal aberto atrás de mim, se organizaram para atender os feridos, recolher os mortos e concertar a cidade. Paulo passou o portal e foi correndo na direção de Dhiren.

—Onde está meu colar? – ele gritou com o pai.

Eu olhava a situação atenta.

Deusa. Feche tudo. Não haverá mais portal. Feche tudo!

Duas explosões foram feitas. Na terra e em Drakenyard, nos templos da Deusa Fênix. Eu senti minha barreira de proteção sendo desmanchada e algo saindo de meu corpo.

Dhiren estava com a medalha de Paulo em sua mão e dizia algo par ao filho. Paulo me olhava e escutava o pai.

Ele iria me trair, eu senti isso.

Todos os Dragões, exceto eu, Dhiren e Paulo estavam em Drakenyard.

Hatori explica o que aconteceu para Carlos e ajudava a prender os Preminger’s que sobraram vivos.

—Papai. –disse quando vi meu pai aparecendo na janela – Talvez, nunca foi para os Dragões e humanos se encontrarem. –Lágrimas saiam dos meus olhos – A minha barreira foi desfeita porque nenhum portal jamais será aberto.

—Luna, o que foi? – Helias tentou passar pelo portal, mais eu não deixei.

—Papai. Eu amo todos vocês. Vocês vão ficar em segurança agora, ninguém poderá ir para Drakenyard novamente. E confie em mim, aqui na terra foi terminar de matar os Preminger’s e darei um fim no Dhiren.

Empurrei meu pai para longe e fechei o portal. O ultimo portal.

—O que você fez? –Dhiren gritou e se levantou. Paulo tentava conter ele.

—Eu extingue os portais. – falei

Dhiren tentava abrir um portal, mas não conseguia, não era possível.

—Paulo, — eu disse chorando – Venha cá.

Paulo parecia desorientado. Ele fechou os olhos e balançou negativamente a cabeça. Soltou uma grande bola de fogo de vez um enorme reflexo de luz.

Os premeinger’s que estavam sendo presos se rebelaram e jogavam magia complementar para Dhiren e Paulo que foram teletransportados do local.

A dor do meu corpo aumentou de tal forma que senti a morte me buscar. Eu não podia mais ir para Drakenyard, não tinha nada para fazer.

July veio correndo em minha direção e me socorreu. Hatori veio também.

Eu via sombras e ouvia ruídos.

Abri os olhos.

—Soltem-me. – Levantei-me – Merda!

Lunally foi consumida. Então eu assumi o corpo dela. Eu Meterom.

Notas finais
Meterom agora domina tudo? Acharam o que disso? Bom? Ruim? Não é capaz de opinar? ~kkkk