Três Almas

33 32° Capítulo


Notas iniciais
Aiai, estamos em 3/5 da historia!

Os humanos chegaram. Eu estava indo para o altar anunciar o meu aviso. “Espero que eu esteja fazendo o certo”

“Eu abençoo a sua escolha” – a fênix disse. Eu comecei a chorar. Chorar muito.

—Luna? – disse Hatori e Paulo juntos.

Vir-me-ei para meu pai que estava conversando com Carlos e margarida – Papai. A deusa disse que estamos fazendo o certo. Que ela abençoa essa escolha.

—Ainda bem. – meu pai falou com a voz embaçada. Ele quase chorou, mas segurou. Eu sabia que ele estava muito nervoso com isso, pois foi ele que proibiu a comunicação com os humanos, para um bem maior. Meu pai me abraçou.

Mamãe me ajudou a enxugar o rosto, mas ela chorou junto comigo. Eu entendia toda a emoção e angustia dos dragões de fazer aquilo, mas era libertador poder dizer aos meus súditos, minha família dragão a verdade. Os humanos me olhavam preocupados. July me abraçou e disse que tudo ficaria bem. Ela estava triste, deve ter tido um conflito com os pais, por ela ter sido escolhida e não eles.

—Família! Cheguei. – eu falei assim que subi no altar – Eu sempre quis dizer isso. – eu ri e os dragões também. Os dragões gritavam meu apelido e eu chorei mais, não tinha como evitar – Eu também estava com saudades.

Olhei para trás e voltei-me para frente. Pensei em como começar esse discurso — Disseram-me que eu era interessante. – meu pai sorriu, eu senti o sorriso dele – Mas não pelo fato de eu ser uma três almas, ou imperatriz aos 14. Acho que é pelo fato eu ser... Não sei! – eu ri – Mas quando me disseram isso, eu senti que era por uma característica única minha. E isso me fez sentir importante. Eu sou humano, naturalmente. E virei oni. Depois dragão. E me relacionei com minhas três raças. – os indivíduos estranharam o fato de eu ter me relacionado com oni e humanos, mas era verdade, não só com os meus onis, mais com outros que lutei, e também os humanos eu falaria agora e vivi com eles antes também — E vi que elas têm suas belezas e feiuras. Tem dragões aqui que eu quase quis matar, não é Benezeu? – eu gritei e vi-o na fileira da frente com Roxane e meus antigos professores – Mas eu aprendi a amar esse lado feio dos dragões.

—Obrigada imperatriz, eu considero você muito! – respondeu Benezeu. O que fez muitos rirem, até eu.

—Humanos. – eu falei e todos me olhavam sérios – Não são de todo mal. Eu não sou de todo má. Enquanto fui experimento, eu conheci do mais perverso ao mais esperançoso. Eu tive tantos irmãos que nem sei o nome de todos. Alguns eram terríveis e queriam dominar o mundo. Outros me motivavam a fica forte para poder sair e viver livre. Dante... – lembrei-me do nome de um dos meus irmãos, um que eu matei e me motivava a viver – Até oni’s... – hesitei um pouco, mas disse – Não são de todo mal. Tudo que fiz desde que vim para cá, foi para o bem de vocês. Eu fui à busca de Dhiren na terra.

Os dragões ficaram agitados, vozes vinham de todo lugar, isso me deixou irritada.

—Silencio. –eu disse alto, mas calmamente – Eu vou derrota-ló. Mas não sozinha.

—“Nós iremos lutar ao seu lado!” – “ Todos com a imperatriz” – “Na guerra e na paz do seu lado, luna” – Ouvi gritos assim.

—Nós não conhecemos a terra. Nós não temos muitas informações lá. – eu continuei e todos fizeram silencio – Eu então procurei ajuda dos humanos. Dos onedara’s.

Silencio total.

—Eu achei a criança das sete espadas do dragão.

Os dragões pareciam confusos. Tsunad subiu no palco.

—A IMPERATRIZ SE COLOCOU EM RISCO POR NOS! – ela gritou – FOI ATÉ OS HUMANOS E OS CATIVOU PARA ESTAREM DO NOSSO LADO! – Tsunad andava pelo altar olhando os dragões – VAMOS DAR O APOIO QUE ELA MERECE E LUTAR DO LADO DELA, COM OS ALIADOS QUE ELA ESCOLHER!

Os dragões vibraram e gritavam! Transformaram em forma dragão, atiravam fogo pala boca. “Ao seu comando imperatriz” – eles gritavam. Estavam do meu lado.

—Acalme-se – eu agradeci Tsunad que voltou para seu lugar sorrindo – Eu não vou liberar os portais para os humanos entrarem, somente os que eu autorizar entraram, assim eu terei o controle e não colocarei ninguém em risco. – eu notei a expressão de satisfeitos dos dragões, o que me deixou feliz – Margarida, Carlos, Hatori e July. – eu disse e eles entraram – Está é a criança das espadas – eu apontei para o hatori.

—É hora de boas novas! A fênix está conosco! – gritou Helias vindo com os conselheiros, Paulo, Finn e Roberto – Mostre as espadas meu jovem. – ele disse para o Hatori que assim fez.

Sete espadas no céu, muito bem feitas, com fogo saindo delas, e brilhos caiam em todo Drakenyard. Era um poder incrível. O altar brilhou. Era a alma dos sete conselheiros que morreram para fazer as espadas.

—O resto do festival foi uma grande festa alegre, muita gente queria conhecer o Hatori, todos iam conversam com eles. Fiquei um pouco com o povo, com Cecília, com meus professores, Foi muito bom eu ter dito a verdade.

“Tem algo insatisfatório acontecendo no mundo humano” – a voz de Meterom. O estranho que se estivesse acontecendo. Os onedara’s poderiam nos avisar pela internet.

“o que exatamente?” – pensei para falar com meterom. Eu sorria para ninguém perceber.

Ele não respondeu.

Fui até meu pai e Daniel que estavam juntos – Preciso ir para terra. – falei seria.

—Agora? – perguntou meu pai.

—Agora!

—Aconteceu algo? – perguntou Carlos vendo nossas expressões.

—Vamos voltar para terra. – Eu disse. Fomos até o templo e abri o portal.

Chegamos ao castelo. Eu, Túlio, Hatori, Carlos, July e Margarida.

—Porque quis vim para cá? – perguntou Túlio.

—Tem algo acontecendo! Só não sei aonde! – eu disse meio confusa. Será possível Meterom mentir para mim?

—Scarlet’s! – Gritou Hatori. Eu nunca ficava nervoso. Eu surpreendi. — July você sabe de algo? – ele perguntou um pouco mais calmo.

—O que acontece aqui? – disse margarida.

—Não sei. Eu não sei muito. – July falou um pouco desesperada.

—Vamos para divisão 3. – falou Hatori.

—Para? – perguntou Carlos meio desorientado.

—Eles estão capturando os Preminger’s! Os que fugiram! – disse Hatori.

—Não. – disse Margarida – Vamos esperar até amanhã para ter uma posição.

—Eles... Eles... – July tentava falar algo, mas ela estava em pânico.

Hatori pegou o celular e ligou para alguém – Helio! Está acontecendo o que prevemos. Começar a prevenção agora. –Desligou – Vocês confiam demais nos scarlet’s. – disse Hatori para July.

—E vocês confiam demais nos Lustoffor’s! – disse Margarida.

Uma operação foi iniciada, eles iriam até a divisão 3. Felipe estava cordado, com os pais de July. Eles combinaram os planos e partiram para o local. Eu fui até Drakenyard avisar os conselheiros.

Chamei Paulo, Finn e Roberto para irem me ajudar com os humanos. Meus pais disseram que monitorariam nos pelos computadores. O festival estava acontecendo, então o povo não podia desconfiar de nada. Não queríamos pânico.

—Está na hora de me encontrar com os preminger’s – eu disse e equipei minha armadura negra.

Estamos na divisão 3. Os humanos chegaram lá por teletransporte e eu abri o portal no local que me mandaram.

—Tenho o acesso para os computadores Scarlet’s. – disse Finn que junto com Roberto já montaram uma barraca com computadores e armas.

—Estou entrando em contato com a Drangon force — disse Roberto referindo aos humanos que estavam do nosso lado, os que eu lutei na missão que invadimos uma unidade Preminger.

—Não invada dados de nossos aliados! – disse Julio brabo – Vocês não sabem o porquê eles estão capturando os refugiados sem permissão, então não façam nada que vai prejudicar nossa relação.

—É lei. – disse Carlos gentilmente – Toda ação invasora e violenta deve ser avisada a divisão 1. Não importa o porquê, eles não avisaram, fizeram escondidos, estão quebrando a lei.

—Hatori, nos temos três unidades prontas para o ataque, basta dizer ok. – falou Helio, ele não teve nem a oportunidade de cumprimentar a July direito.

Eu, túlio e Paulo observavam a conversa. Não queríamos que eles penassem que estávamos invadindo a autoridade deles. Mas eu queria correr e bater naqueles preminger’s.

—Finn. – cheguei perto dele – Quantos são?

—27 preminger’s. – Finn disse um pouco tímido.

—Eles já estão lutando? – perguntei curiosa.

—Provavelmente. Eles devem ter percebido que estamos aqui. – falou Finn.

—Falei com Fernando e Paola. – disse margarida – E eles estão orientando os onedara’s nos castelo principal.

—Ataque. – disse Hatori para Helio.

—Não ouse criança. – disse Julia com raiva para Hatori.

—Eles já cercaram os Sacarlet’s. – respondeu Helio.

Julia pulou com uma bola de água explosiva em cima do Hatori. Ele desviou facilmente, segurou o braço da mulher e torceu. July ficou assustada. – Chega. – disse hatori que soltou a mulher, esta caiu no chão. Helio e Hatori foram rumos à luta.

—Você nunca o impedi! – disse Julio para Carlos.

—Ele é mais forte do que qualquer um de nós. – disse Carlos – Eu não quero morrer, se você quiser, vai em frente. – ele riu ironicamente.

—Mas ele escuta você! – disse July.

—Parem de reclamar e vamos. – disse Carlos.

Eu e Túlio fomos juntos com os humanos. Finn, Roberto e Paulo ficaram lá para vistoriar. Hatori estava muito serio, isso me assustou. Ela parecia tão pacifico. Ele era parecido com Carlos. Margarida, July e seus pais conversavam.

—Isso vai ser interessante. – disse Túlio.

Notas finais
E ai?