Três Almas

11 11° Capítulo


Notas iniciais
Pessoal, eu sei estou postando muitos capítulo de uma vez, não é? É porque meus queridos, acho que vou viajar e vou ficar um pouco sem postar, então postei um tanto para vocês não sentirem falta! Aos meus leitores regulares e aos fantasmas (aparecem queridos, comentem para eu saber o que achem) Eu juro que não vai ser muito tempo sem postar, eu volto logo, mas aproveitem esse capítulo novinho! Este explica muita coisa!

Acordei cedo e fui procurar o Paulo, ele era o único que eu nunca tinha visto e parecia ser alguém difícil de lidar.

– Aonde você vai? – perguntou o Daniel assim que me viu sair do castelo.

– Vou ver a Tsunad, temos que treinar minha armadura de armas. – eu menti.

– Mas hoje ela foi à reunião com o guerreiro Carlos, não vai poder te treinar hoje – Daniel me explicou – Venha comigo, vou ver a ex-líder dos Findoram e a família religiosa que fez o casamento de nossos pais, nos vamos marcar a abertura da floresta do nascimento – ele sorriu – Agora ela será acessível para todos de Drakenyard!

–Isso é muito bom, eu nunca conheci a floresta! – eu falei animada – Mas,eu também iria encontrar a Cecília. – disse, pois eu tinha que realmente ver o Paulo hoje.

–A Cecília está aqui! – disse Daniel – Veio com Celso, o pai dela, no castelo.

–É mesmo? – eu disse nervosa — Mas eu queria... – pensei um pouco – comprar um presente para o papai e mame, pois eles casaram e...

–O que está acontecendo? – disse Daniel e se aproximou de mim – Tu não sabes mentir!

– Que tipo de sotaque é esse? – eu perguntei.

–Diga logo aonde você vai!

–Vou andar por ai!

–Você não é de andar sem motivos!

Fiquei sem resposta, o Daniel era realmente esperto ou minha sorte estava virada hoje.

–Luna, eu sou seu irmão, eu confio em você e quero que você confie em mim.

–Estou treinando os Oni’s.

–Papai me disse algo parecido. – o Daniel pegou minhas mãos – Você foi ver os três conselheiros?

Eu comecei a chorar, e o Daniel ficou espantado, ele iria começar a falar algo, mas eu falei primeiro – MEDO! – eu gritei – Eu tenho medo de perder para o Dirhen, e dos Preminger’s me pegarem como experiência de novo, de vocês morrerem por minha incapacidade! – eu falei desesperada – É isso que alimenta os Oni’s, meu medo. – eu soltei as mãos do Daniel – Eu sou forte! Eu mataria facilmente a maioria dos dragões daqui, qualquer ser humano na terra, mas eu tenho que ser mais do que forte, eu tenho que ser invencível!

–Tenha calma luna – disse o Daniel vendo meu desespero — Você não vai lutar sozinha, o plano foi que você como humana e uma Preminger deveria achar o Dirhen, inicialmente nos não deixaríamos você enfrentar o Dirhen sozinha e não lhe entregaríamos você aos loucos do Preminger’s! – ele segura meus ombros – Isso foi inicialmente, agora somos uma família e nos amamos, então de jeito nenhum deixaremos o peso em você, de forma alguma deixaremos você se machucar!

– Me prometa que não dirá nada a mamãe e ao papai! – eu segurei o rosto dele e aproximei – JURE!

– Por quê? –

– Porque eu jamais deixaria o peso em vocês.

–Essa luta é dos dragões. – disse Daniel se afastando de mim.

–Eu sou um dragão! – me transformei em dragão, um dragão branco.

Meu irmão não disse nada, ficou me olhando e seguiu para dentro do castelo e fez um sinal com as mãos para eu seguir ele.

Fomos encontrar a ex-líder de Findoram, Alexandra. Era uma mulher de cabelos verde escuro, com uma armadura de prata admirável de tão brilhante que era. E a família religiosa estava atras da líder, sem dizer nada.

–O povo gostou das reformas que fizeram, os sem tetos ficaram felizes com as casas e os empregos fornecidos – Alexandra se virou para mim – Eu soube que foi ideia sua, princesa Lunally.

– Exatamente! – eu respondi.

–Foi bem atenciosa ao fazer sua escolha.

Daniel conversou por horas com ela, eu não prestei atenção em quase nada, eu tinha que ter ido encontrar o Paulo. Eu tinha um selo de Drakon (selo sagrado de ocultismo), esse selo fazia com que as pessoas/dragões não percebessem que eu era humana e demônio, (e parece que foi a Roxane que desenvolveu, ela não falou muito comigo, ela era reservada demais) os cidadãos podiam sentir que eu era apenas um dragão. Se esse selo fosse quebrado ou aberto, por mim ou outra pessoa, qualquer um perceberia que eu era uma três almas, alem de minha família, professores, amigos e conselheiros ninguém sabia quem eu realmente era, mas às vezes eu acho que todos sabem quem eu sou. É difícil de explicar! As pessoas não me vêem lutando, mas meus professores contam que foram derrotados por mim e assim ganhei a fama de um dragão prodígio, porem eu acho que todo mundo desconfia que tenha algo diferente em mim, Como um dragão de nove anos derrotaria dragões de 1000 anos? Essa pode ser a pergunta de um humano qualquer que não entende muito, é que até os 18 anos os dragões considerados “filhotes” têm uma força absurda, que eles têm que aprender a controlar e depois dos 18 eles se equilibram, as gerações nascem mais fortes, a fênix abençoa melhor os jovens que vão nascendo, por isso é muito comum dragões prodígios!

– Vamos até a sala! – disse Daniel me tirando dos meus pensamentos logo após ter terminar a reunião.

– Sim. – eu respondi

Os cômodos do castelo eram todos enormes e com pouco moveis, isso fazia parte de sua beleza, na sala (entre as muitas do castelo) que estávamos tinha dois sofás e uma mesa pequena redonda no meio, e vários quadrinhos dos familiares reais que moraram aqui (em suas formas de dragão) o meu quadro e do Daniel estavam na parede.

–Me conte detalhadamente como você vai superar esse medo e se tornar invencível. – disse Daniel pacientemente.

– Tenho que passar os Oni’s do meu consciente para meu inconsciente. – falei – Para isso eu tenho que realmente sentir medo, então eu tenho que correr o risco de morrer, foi o que disse a Roxane.

–Porque Roxane não tenta achar seu código?

– Código? — disse confusa, Benezeu falou algo parecido.

–Roxane não te disse né? — Daniel falou nervoso -Ela não gosta de revelar os meios dela, mulher desagradável. — ele se sentou direito — Eu não entendo muito, mas cada oni tem um código, se você descobrir ele vai embora, mas é difícil de achar da classe B, A e S.

–Como assim? — eu falei ainda confusa.

–Você tem que perguntar para ela sobre isso, mas pelo que sei, nos para estudarmos os oni's os dividimos em classes: S,A,B,C,D,F. Roxane acha os código das classes F,D e C facilmente, então se ela não fez isso quer dizer que seus oni's são de classe alta.

–Minha santa fênix, tem isso também?

–Tem! — disse Daniel pacientemente -Como você vai sentir medo? – pergunta Daniel.

–Paulo irá me dizer.

–E como vai se tornar invencível?

–Domino meu lado humano e dragão, e sou muito forte! – falei convencida – Se eu dominar os Oni’s, irmão! Vou ser a melhor!

–Você treina muito seu lado humano e treinou seu lado dragão bastante também no ultimo ano. – disse Daniel pensativo – Apesar de que você se atrapalha com o tamanho do seu corpo dragão.

–O importante é que eu tenho a força de um dragão! – falei ofendida pelo comentário.

Um ano atrás quando eu tinha oito anos, eu comecei meu treino na forma dragão, era muito difícil de mexer com um corpo daquele tamanho, voar foi um grande desafio, o que me surpreendeu mais foi soltar chama pela boca, não doía só deixava o corpo aquecido, mas ela muito esquisito. Eu destruí muitos lugares durante os treinos, então eu treinava em lugares isolados, mas em um ano fui considerada a melhor nas disciplinas de: Voo e velocidade, poder de fogo, manobras de ataque e força física. Eu me tornei a melhor.

–Correto. – disse Daniel – Nos iremos encontrar o Paulo depois da abertura da floresta.

–O que? Quando vai ser isso? – perguntei braba.

–Você estava na reunião! – disse Daniel – Será daqui dois dias.

–Porque eu tenho que esperar? — eu falei braba e eu não tinha prestado atenção na conversa na sala.

–Você não quer contar para os nossos pais? – Daniel perguntou serio.

–Eu quero tentar sozinha.

–Eu vou avaliar seu desempenho nos treinamentos com o Paulo.

–Combinado! – falei para o Daniel.

Resolvi ir até onde Cecília estava nos castelo, já que eu tinha certeza que ela estaria entediada esperando seu pai resolver as coisas.

–Cecília! – eu a chamei.

–Socorro! Eu estou morrendo de tédio! – ele veio e me abraçou.

– Não exagere – eu falei rindo e retribuindo o abraço, Cecília era bem alta, mesmo eu tendo nove anos e sendo baixa, pois ainda estou crescendo, a Cecília era alta mais do que outros dragões, ela era muito bonita e Blue era muito mais alto que ela.

–Onde você estava? – disse Cecília – Achei que viria me ver logo!

–Estava resolvendo problemas políticos, sou uma cidadã importante! – falei colocando a mão no coração para simbolizar amor a pátria.

–Até parece, você resolvendo coisas políticas, apesar de você dar ótimas idéias, quem resolve a papelada é seu irmão!

–É verdade! – eu disse rindo – Vamos comer alguma coisa? – perguntei

–Claro! Vou falar para o meu pai! – disse Cecília.

–Cecília você sabe, pois eu já lhe contei isso : Eu sou humana. – eu falei para a Cecília que estava bebendo suco, estamos em uma lanchonete que ficava bem perto do castelo. Estávamos em uma mesa mais isolada para que ninguém escutasse nossa conversa.

–Sim eu sei, apesar de às vezes eu esquecer, pois você não parece ser como aqueles arrogantes dos humanos. – disse Cecília largando o suco e pegando o sanduíche.

–Serio? Eu não me pareço com um humano? — Falei alegre, pois eu achava que todo mundo pensava que eu era humana, mas não falavam.

–Os humanos são terríveis.

–Você já viu um? – eu perguntei, mas repensei – Quer dizer, já conviveu com um? Porque os dragões não têm contato com os humanos há 1000 anos.

–N-não! Eu só conheço você, pois eu tenho só 180 anos. – a Cecília disse meio atrapalhada, eu desconfiei disso.

–Por favor, me diga a verdade, quando contei para você que eu era humana você aceitou normalmente e todos os outros que sabem também. – eu me levantei e inclinei na mesa para mais perto dela – Já houve outros humanos vivendo aqui? Pois antes quando tinham contato com o mundo humano, os humanos não viviam aqui, só podiam chamar dragões e lutar com eles ao seu lado.

– Luna, eu acho melhor você conversar com o imperador sobre isso, eu realmente não vivi com nenhum humano, mas... – Cecília parou de falar.

–Quantos? Quantos humanos viveram aqui? – perguntei chocada.

–Ninguém foi como você luna! – a Cecília se levantou e pegou as minhas mãos – Meu pai não me conta muito, mas pelo que sei eles eram – ela pensa em uma palavra – Monstros.

–Monstros? – eu sai correndo dali, eu tinha que falar com Helias. O castelo estava perto, ma voltei deixei o dinheiro na mesa para cecília pagar a conta e fui ao rumo do castelo.

Cheguei com a maior pressa do mundo, Laila estava com Daniel e eu passei direto sobre eles, e eles estranharam e me seguiram perguntando algumas coisas, eu não escutava nada só me concentrava em achar Helias.

–Oi. – disse Helias vendo todos nos entrar – É uma surpresa ou algo assim?

–Minha filha, porque não responde? – perguntou Laila, Daniel se aproximou e colocou a mão no meu ombro.

–Quantos humanos você já chamou de irmã? – eu perguntei para o Daniel.

–Só você – Daniel disse tranqüilo – Só você mereceu isso.

– O que houve? – perguntou Laila – O que você está dizendo?

–Quantos humanos viveram aqui? — eu disse gritando para Helias.

– Foram quatro. – disse Helias – Quatro humanos. – Laila me pareceu triste e colocou a mão na cabeça indicando frustração.

–O que aconteceu com eles? – eu disse muito descontente e arrasada – Porque não me falou?

– Eles morreram – disse Helias – Sozinhos.

–Pai! – disse Daniel repreendendo o Helias.

–Luna, você sabe que os Preminger’s fazem de tudo para ter material genético para fazerem os melhores magos do mundo. – disse Helias – Então Dirhen dava para eles, lhes entregava dragões para eles fazerem o que quiser. Só que quando Dirhen desapareceu, os preminger’s não tiveram a quem recorrer.

–E você deu dragões em troca de humanos. – eu disse triste.

–Não, eu proibi o contato com humanos. — disse Helias – Mas, eles tinham o esqueleto de vários dragões e você sabe como são poderosos os ossos de um dragão, por isso temos que jogar os ossos no mar dos ossos, exceto os dos imperadores.

– E? – eu disse

–Então, eu um dia fui até lá para recuperar os esqueletos, eram esqueletos de muita importância, eram dos antigos conselheiros. – ele respirou – e achei um humano muito forte e fora de si. E lutei com ele, era um humano forte, mas não tinha consciência. – ele se ajoelhou na minha frente – Então eu fiz o acordo mais estúpido da minha vida. Era quatro esqueletos que os humanos, Preminger’s, tinham e então eu queria quatro garotos fortes como aquele que eu lutei para mim.

–Para lutar contra Dirhen? – eu perguntei ainda triste.

–Sim, mas eles eram loucos, os quatros, mataram muitos dragões e se machucavam, não tinham consciência, eram monstros! – disso Helias — Eles machucaram até o Daniel.

–O Daniel? — falei confusa.

–Isso é a explicação do meu distúrbio de crescimento nessa forma — Falou Daniel incomodado. — Eles me atingiram com uma força maligna, eu fiquei quase três meses em coma, quando acordei tinha afetado meu biológico, mas eu sobrevivi.

–Eu sinto muito Daniel — eu falei triste — O povo de Drakenyard sabia deles? – eu perguntei preocupada.

– Não, nos os isolamos nas montanhas de gelo ao sul, como você sabe ninguém vai lá porque é muito frio, eles mataram os dragões que cuidavam deles. – Helias colocou as mãos em meus ombros — Isso foi há 850 anos! Quando eu achei você eu estava atrás de Dirhen e você apareceu, forte e com consciência, eu pensei que seria bom tentar ter sua ajuda, você estava fugindo mesmo!

– E você virou mais que uma guerreira para nos ajudar com a busca e luta contra Dirhen, você se tornou nossa família! –disse Laila – Nunca tentamos viver como um humano, mas você foi a primeira, então nos apegamos em você! – ela põe a mão no meu rosto — Nos começamos a amar você.

–Você foi a primeira que transformamos em dragão – disse Daniel – e a primeira que apresentamos para a população. – ele se aproximou – Você foi a primeira que chamamos de família.

–E os esqueletos? Ainda estão com os Preminger’s? – perguntei preocupada com o assunto.

–Um esqueleto de dragão vira pó após 50 anos fora de seu ambiente natural, fora do mundo dos dragões. – disse Helias

–Porque não me contaram isso? – eu perguntei

–Porque não me contou sobre os Oni’s? – perguntou Helias.

Eu me virei para o Daniel, eu não acredito que ele contou, mas ele parecia surpreso, então papai disse – Eu escutei vocês dois conversarem, hoje quando os Findoram vieram discutir conosco sobre a floresta.

–Eu não queria preocupar vocês, eu não queria magoar vocês – eu cheguei para frente – Eu não quero que vocês se machuquem.

–Foi o mesmo motivo pelo qual não te contei isso. – disse Helias.

–Obrigada – eu comecei a chorar – Obrigada por serem essa ótima família para mim. – todos choraram, Helias foi quem mais chorou.

–Me diga quem te contou sobre isso? – disse Daniel limpando os olhos.

–O povo então não sabe que eu sou humana, não é? – perguntei quase ao mesmo tempo que Daniel.

– Ninguém – eu respondi

–Não – o Daniel respondeu.

–Sem mentiras nessa família! – disse Laila pegando a minha orelha e a do Daniel.

–Aiai mãe! Eu não fiz nada! É essa menina que está mentindo.

–Eu pressionei a Cecília! Mas ela não tem culpa!

Mamãe soltou nossas orelhas que agora estavam vermelhas, papai falou com o Celso e com a Cecília, mas não brigou só explicou que agora eu sabia dos humanos que viveram aqui.

– Como assim monstros? – perguntei para o Helias quando nos despedimos de Celso e Cecília.

–Tinham Oni’s dentro deles, mas eles não conseguiam conter como você os contem! Eles eram dominados por completo.

Eu preciso falar com a Roxane mais uma vez! Eu avisei meus pais e a Daniel, Então fui sozinha.

Cheguei naquela casa florida e chamei pela Roxane.

–Você não deveria ter ido encontrar o Paulo? — ela pergunta e me deixa entrar.

–Só depois a abertura na floresta do nascimento — eu expliquei — Daniel achou melhor assim, minha família já sabe que vou treinar os oni's.

–Então o que quer saber? — roxane se senta na cadeira florida e eu me sento na frente dela na outra cadeira florida.

–Você não me explicou sobre os código, classes, invocação. — eu falei braba.

–Você não me perguntou. — ela disse rindo -Benezeu disse isso para você?

–Daniel me explicou! — falei ainda brava.

–Bem, então você já sabe. — ela me olhou de lado e pegou um xícara de chá — aceita?

–Que classe são meus oni's? — eu perguntei calma.

–Todos classe S. — ela soltou a xícara — Todo oni tem tem codigo de invocação, mas só dou conta de descobrir dos classe F,D e C, e mesmo assim eu demoro um pouco. — ela disse incomodada — Ninguém, nem mesmo nosso tutor, sabe o código dos classe B,A e S.

–Tutor? — perguntei e me lembrei de Benezeu dizer algo parecido.

–A questão é que não tem como tirar os oni's de você! — ela ignorou minha pergunta — Ou você se mata e os oni's saem, ou Você os controla! E para isso só Paulo pode ajudar.

–Você desenvolveu o selo de Drakon, não é? — perguntei

–Sim, fui eu.

–Não tem como você selar os oni's em outra coisa?

–Só se eles saírem de você ou dominarem seu corpo, se não eu posso acabar selando você junto.

–Entendo. — eu disse triste — O selo de drakon sela minha identidade, mas não tira ela. — falei explicando para mim mesma.

–Sim, exato.

–Vou embora, tenho muita coisa para fazer. — disse para Roxane e fui embora.

Notas finais
Poxa, a vida luna não é fácil! Oni's classe S? Sim, ela tem muito o que fazer, ainda mais depois que descobriu que não era a unica humana que viveu lá. Mas a família dela ama ela e eles são felizes! Então vai dar tudo certo!