Tryin To Find A Reason Why

36 Capítulo XXXVI – Forgiveness


Capítulo XXXVI – Forgiveness

— Shelby?

Sua mãe levantou a cabeça rapidamente e seus olhos brilharam. Rachel sentia seu corpo inteiro tremer de emoção quando via esse olhar naquela mulher que lhe deu a luz, mas que lhe renegou por tanto tempo. E agora tentava se redimir.

E Rachel ainda tinha uma briga na sua cabeça pra ver se ela perdoava ou não. Ainda não sabia quem estava ganhando.

— Rachel. – Shelby falou quase em reverência e deu alguns passos para próximo da morena, largando os papeis em cima do piano. – O que faz aqui eu... achei que não quisesse me encontrar. Seu pai...

— Eles sabem que eu estou aqui. Não se preocupe. – Interrompeu rapidamente e passou as mãos pela frente da saia em um sinal claro de nervosismo. – Eu vim aqui porque preciso falar com você.

— Sim. Sim. Isso é bom. – Shelby também estava nervosa e Rachel sentiu que isso era uma coisa boa. – Hoje tem as Regionais.

Rachel acenou lentamente e respirou fundo.

— Sim, mas não é sobre isso que eu quero falar. – Avisou e Shelby franziu o rosto.

— Sobre o quê, então?

— É sobre o Jesse.

O olhar que Shelby lhe deu depois foi esclarecedor o bastante de que ela não aguentava mais ouvir o nome dele. Rachel teve que comprimir uma risada alta. Sabia que Jesse era terrivelmente insistente quando queria. Pior ainda quando estava atrás de alguma coisa.

— O que esse garoto fez? Pelo amor de Deus! Ele não cansa de aprontar!

— Bem, ele anda incomodando minha namorada. – Disse cruzando os braços e batendo o pé com impaciência. – Ele disse pra ela que eu tinha dito que queria vir para o Vocal Adrenaline.

Shelby ergueu as sobrancelhas.

— Ele disse isso?

— Sim! Ele disse! – Revirou os olhos impaciente. – Ele precisa parar de fazer isso, eu não aguento mais! Eu não sei o que ele quer.

Balançando a cabeça, Shelby sentou no banco do piano e voltou a ver as partituras.

— Jesse acha que é uma boa ideia enfraquecer a concorrência. – Shelby expõe e Rachel apenas acena dando de ombros. – Mas... você comentou com ele que queria vir para o Vocal Adrenaline?

Rachel levantou os olhos para aquela que lhe deu a luz. Seu peito apertou um pouco ao ver que Shelby tinha um brilho de esperança nos olhos.

— Não. – Respondeu quase suspirando. Ela nunca tinha dito coisa alguma para Jesse. – Não tenho o mínimo de interesse em vir para Carmel.

Isso pareceu machucar Shelby um pouco, e ela virou de lado antes de voltar-se para Rachel.

— É bem compreensível. – Respirou e se apoiou no piano. – Prometo que conversarei com Jesse hoje mesmo.

— Sim. Obrigada. – Agradeceu e pensou em dar as costas para sua mãe, mas o olhar meio perdido de Shelby a fez continuar ali. – Porque continua insistindo?

Shelby levantou os olhos para Rachel e a morena apertou os braços cruzados, sentindo-se desconfortável.

— Porque eu te amo, Rachel. Você é minha filha. – Ela responde verdadeiramente, parecendo cansada.

Rachel engole em seco e acena lentamente, olhando para o lado antes de voltar-se para sua mãe.

— E o que você quer que eu faça? Não vou largar meus pais nem mesmo minha namorada. Nem ninguém. Então não adianta ficar...

— Eu não quero que você largue alguém pra poder ficar na sua vida, Rachel. – Shelby fala em um tom quase risonho, mas não tinha humor. – Eu quero apenas... ir para os aniversários. Para os jantares em família. Quero... fazer parte da sua vida, Rachel.

Não soube quando seus olhos encheram-se de lágrimas, mas lá estavam elas. Quando uma lágrima ameaçou descer pelo seu rosto, Rachel passou a mão sob o olho, recolhendo-a. Não choraria na frente de Shelby. Guardaria para depois. Em seu quarto. De preferência, nos braços de Quinn.

— Você poderia ter feito isso a muito tempo. – Comentou amarga e viu Shelby abaixar a cabeça e balançar levemente.

— Eu sei disso. Me perdoa, Rachel. Por favor, me perdoe. – Ela andou até Rachel, que desviou o olhar para o piano atrás da mãe. Não aguentava ver aquela mulher daquele jeito.

— Eu... eu não consigo fazer isso agora, Shelby.

E deu as costas, andando até a saída. Não escutou Shelby lhe chamando. Porque ela realmente não o fez.

Rachel sabia que sua mãe iria esperar até que ela estivesse pronta. Poderia não ter crescido próxima dela, mas conhecia a si mesma. E, de alguma forma, Rachel era muito parecida com Shelby.

—_

— Está pronto!

O grito de Marley ecoou pela sala do Muckraker. Quinn levantou os olhos do seu notebook e viu que a morena estava saltitando pela sala com um pendrive na mão. Blaine levantou da mesa de Sam e começou a saltitar com ela. Quinn só pôde balançar a cabeça.

— O quê, exatamente? – Sarah pergunta se inclinando na mesa para parecer mais perto dos morenos saltitantes.

— O videoclipe das Cheerios! – Marley praticamente grita e pula para colocar na tevê da sala.

Ela pluga o pendrive atrás da tevê e apanha o controle, subindo na própria mesa virando para Quinn, chamando-a para sentar com ela. Quinn levanta e faz o que a morena pediu. Craig senta ao lado de Sarah no sofá – estranhamente próximos – e Sam fica em pé ao lado de Tina. Já Blaine, estava em pé no meio da sala, olhando fixamente para a televisão.

Logo o videoclipe começou e Quinn ficou impressionada com as edições. Apesar de que Quinn tinha um certo medo de que o áudio ficasse ruim, a ideia de Marley de usar microfone em Santana e Brittany foi muito boa. O áudio tinha ficado perfeito.

Mas o que ela tinha mais orgulho era dos ângulos perfeitos de gravação. Quase não parecia um clipe amador. Enquanto ia passando, Quinn mantinha um sorriso orgulhoso no rosto. Ao seu lado, Marley quicava na mesa com emoção.

Quando acabou, todos bateram palmas. Principalmente Blaine, que pulou para abraçar Marley e Quinn com os dois braços. E a loira só conseguia sorrir.

— Quem fez a edição? – Craig pergunta chocado com um sorriso estampado nos lábios.

— Euzinha! – Marley cantarolou balançando as pernas. Ela estava tão empolgada com tudo isso.

— A fotografia ta foda! – Sarah guincha e Craig balança a cabeça de acordo, passando um braço por seus ombros. A ruiva não parece notar.

— Precisamos publicar isso logo! – Sam fala empolgado e puxa o pendrive da tevê entregando-o para Marley. – Quinn, você tem que escrever algo foda.

— Eu já escrevi. – Ela anuncia com um dar de ombros e Marley guincha pulando para sua cadeira e plugando o pendrive no notebook. – Acredito que irá deixar Sue Sylvester muito feliz.

— Pois então! – Blaine aplaude e empurra Quinn para a própria mesa. – Pode ir postando.

E ela o fez. Marley lhe passou o pendrive e Quinn preparou toda a postagem. Quando o tempo já estava acabando e Rachel já tinha entrado na sala para chamá-la para irem pra casa, ela tinha acabado e finalmente postado. Aguardou ainda uns dois minutos enquanto Rachel conversava com Tina e Blaine.

— Postou no YouTube? – Marley perguntou quando se aproximou dela.

— Sim, olha só. – Apontou para o canto da tela.

O número de visualizações não parava de subir e os comentários eram 90% positivos. Marley estava agachada ao seu lado, lendo cada comentário positivo e fazendo caretas para os 10% de negativo, que eram apenas as lideres de torcida de uma equipe rival.

— Quinn?- Levantou os olhos para Rachel depois que desligou o notebook. Marley já tinha se afastado para arrumar suas coisas. – Vamos? Temos que descansar para as Regionais.

Sim! As Regionais eram mais tarde naquele mesmo dia. Daqui a mais ou menos umas cinco horas, e Quinn prometeu ficar com Rachel, se aconchegar com a morena até que chegasse a hora.

Quinn sorriu para ela e apanhou sua mão, se inclinando para beijar seus lábios suavemente. Despediu-se dos seus colegas de clube e saíram juntas da sala.

— Está bem feliz. – Rachel comenta assim que entram no carro. A morena sorri para ela e Quinn espelha seu sorriso. – Blaine me contou do videoclipe. Meus parabéns!

— Ah! Sim. Esse pode ser um bom inicio da minha carreira de cineasta.

— Mas é claro! –Rachel guincha e vira no banco depois de colocar o cinto. Quinn já saía com o carro do estacionamento do McKinley. – Esse videoclipe vai ser a porta para a sua carreira como cineasta.

— Eu realmente espero que esteja certa.

— E eu estou! Sempre estou. – Se gaba jogando o cabelo para trás e fazendo uma expressão exageradamente feliz. – Mas então. Quero ver esse vídeo.

— Quando chegarmos eu lhe mostro no meu notebook. – Garantiu relaxando contra o banco. Tinha ficado nervosa e ansiosa por causa do videoclipe. E tudo estava indo muito bem até agora.

— Então, não te disse, mas não se preocupe, falei com papai. – Rachel começa a falar e Quinn se concentra nela, diminuindo um pouco a velocidade. – Ele me levou para Akron hoje cedo.

— Foi falar com Shelby?

— Sim. Precisava falar com ela sobre o integrante intragável que ela tem na equipe.

— Ah, sim. Totalmente intragável.

Rachel solta uma risada leve e acena.

— Sim, sim. Mas, enfim. Nós conversamos um pouco. Fugimos do assunto ‘Jesse’ e fomos para aquele outro que eu sempre temo.

Quinn olha de canto, preocupada, mas Rachel tinha um sorriso suave no rosto.

— E correu tudo bem?

— Podemos dizer que sim. – Ela responde com um leve dar de ombros. – Ela me pediu perdão. Explicou o tipo de papel que quer na minha vida e... estou realmente inclinada a perdoar.

— Ah, mas isso é muito bom. – Quinn comenta e solta um suspiro leve.

— Sim, é. Finalmente estou sentindo como se tudo estivesse voltando aos eixos.

Quinn acena e para o carro em frente a sua própria casa. Bate de leve no volante e afunda no banco, virando o rosto para Rachel com um sorriso.

— Está pronta pra hoje?

Rachel mordeu o lábio inferior nervosamente e assentiu lentamente.

— Meu coração palpita sempre que lembro, mas sim. Estou mais do que ansiosa e mais do que pronta. – E se inclinou para Quinn, levando uma mão até sua nuca e enterrando os dedos no cabelo loiro. – E me sinto muito mais confiante quando estou com você. Chega a ser impressionante.

— Eu sou impressionante. – Quinn se gaba em um sussurro, seus olhos fixados nos belos lábios da sua namorada.

— Claro que é. – Rachel fala no mesmo tom, e se inclina mais para frente, colando seus lábios.

Um gemido baixinho saiu dos lábios de Quinn logo quando seus lábios se encostaram. Era inevitável. Rachel tinha os melhores lábios do mundo. Afastaram-se minimamente pra Rachel soltar um leve choramingo antes de voltar para um beijo languido.

As línguas se enroscavam com maestria. Era perfeito como elas conheciam a boca uma da outra e sempre sabiam como provocar. Rachel chupava os lábios de Quinn, fazendo leves sons de choramingo enquanto a loira correspondia com vontade, derretendo-se contra os lábios perfeitos de Rachel.

No final do beijo, Quinn era uma bagunça quente. Rachel se afastou com um suspiro, lambendo os lábios com um gemido e soltando uma risada quando encontrou o olhar atordoado de Quinn.

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Eles estavam aqui. Todos eles. Quinn observava como Rachel não parava de quicar de um lado para o outro na sala. Era muito fofo, o sorriso não saia dos lábios da loira enquanto assistia sua namorada nervosa. Santana estava bufando ao seu lado com Brittany que tinha um sorriso alheio. Marley falava alguma coisa para Quinn que não sabia o que era, já que seus olhos ainda não tinham saído da sua namorada. O resto do pessoal estava conversando tranquilamente.

— Rachel.- Quinn resolveu chamar a namorada, que virou para ela com os olhos arregalados. Marley já tinha desistido de falar com ela e virou para falar com Sam. – Sente aqui comigo.

— Mas...

— Venha logo. – Quase ordenou e a morena resmungou antes de se arrastar para sentar onde Marley estava. – Não precisa ficar nervosa, sabe disso.

— Preciso sim. – Foi o que ela respondeu antes de se inclinar para Quinn e abraçar a cintura da namorada. – Eles são bons, Quinn.

— E por esse motivo, nós temos que ser os melhores. – Explicou a loira e ao ver o olhar aflito da namorada, soltou uma risada. – Não estou dizendo que não estamos prontos, estamos mais do prontos. Vai ficar tudo bem.

— Sabe, eu fico mais feliz por saber que Claire não está mais no Vocal Adrenaline. – Rachel comenta depois de um tempo abraçada com a loira. – Ela é boa demais, não sei se conseguiríamos.

Quinn solta um murmúrio e beija o topo da cabeça de Rachel. Olhando para todos que interagiam tranquilamente. Eles estavam surpreendentemente calmos, provavelmente felizes pela noticia de que Claire Young não estava mais no Vocal Adrenaline. Isso lhes daria uma grande vantagem.

— Pessoal! – Sr. Schuester entra na sala quase saltitante. – Vão se arrumar que temos duas horas antes de começar

E foi quando todos começaram a correr de um lado para o outro. Vestindo as roupas nos banheiros e saindo para arrumar o cabelo e a maquiagem. Quinn já estava pronta quando Rachel virou para ela com um sorriso e começou passar a mão pelo cabelo loiro, tentando organizar.

Os uniformes eram como sempre foram. Vestidos azuis e faixas brancas para as meninas e para os meninos, calça branca e camisa azul com gravata branca. Eram os melhores uniformes que o New Directions já teve por um bom tempo.

Estava indo tudo bem, até que alguém bater na porta. Sam, que estava mais perto da porta, se inclinou e abriu revelando Shelby com um olhar apreensivo. Rachel ficou tensa ao lado de Quinn e a loira tentou agir protetora, mas não era necessário.

— Rachel? Posso falar com você? – Shelby pede quase em um murmúrio e Rachel apenas lança um olhar para Quinn antes de sair pela porta e fechar atrás dela.

O silencio que ficou durou apenas alguns minutos. Todos os olhos grudados na porta foram para Quinn que apenas deu de ombros e foi para o lado de Finn, que lhe envolveu com um braço.

— Será que ela vai desistir? – Puck perguntou e todos os olhos voltaram-se para ele.

— Do que está falando? – Kurt indaga e Puck se inclina para frente no sofá.

— É da mãe dela que estamos falando. Será que Rachel nos largaria para ir para o Vocal Adrenaline?

— Rachel nunca faria isso. – Kurt responde ríspido e todos balançam a cabeça de acordo. – Alias, Quinn está aqui.

— Eu não tenho nada a ver com isso. – Quinn avisa e cruza os braços. – Rachel toma as decisões que quiser.

— Então ela realmente pode nos deixar? – Santana indaga irritada. – Depois de toda a palhaçada que fizemos pra esse clube, ela ainda vai nos deixar?

— Rachel não faria isso. – Kurt continua defendendo a amiga.

— Você não sabe disso, Hummel. – Santana rebate.

— Pessoal... – Sr. Schuester tenta.

— Sim, eu sei. Rachel nunca chegaria perto de Jesse mais uma vez! – Kurt retruca quase rosnando e Mercedes coloca a mão seu ombro.

— Ela é cheia de surpresas, Hummel.

— Querem parar de fazer essas suposições? – Artie interrompe quase impaciente, o que era novidade, Quinn nunca o tinha visto impaciente.

— Fico feliz que formigas não sabem como Júpiter é grande, elas iriam ficar tristes com isso. Eu fiquei triste. Júpiter é enorme. – Brittany falou e todos pararam para olhá-la. Até mesmo Santana. – O quê?

Brittany parecia alheia do que ela mesma disse. Foi então que todos resolveram não falar mais nada até que Rachel aparecesse.

O que não demorou até que a porta se abrir e Rachel passar por ela com uma expressão tranquila. Os olhares voaram para ela, que ficou assustada ao ver os olhos de coruja. Olhou para Quinn que tinha apenas um sorriso suave no rosto.

— O que...

— Vai nos deixar? – Brittany é a primeira a pergunta e Rachel a olha com os olhos arregalados.

— Como assim?

Kurt bufa impaciente.

— Puck colocou ideias loucas na cabeça deles.

Rachel apenas lançou outro olhar para Quinn que apenas lhe lançou um sorriso suave.

— Vocês realmente acham que eu iria sair no final do ultimo ano letivo para ir pra mesma escola que Jesse St. James?

O tom indignado de Rachel fez com que Quinn soltasse uma risada e Finn lhe acompanhar levemente. A loira soltou-se do rapaz e andou até a namorada, passando um braço pela cintura da morena.

— É... talvez teria sido estranho. – Sam comenta acenando lentamente e olhando para o nada.

— Muito. – Rachel concorda quase que bem ríspida enquanto se afundava em Quinn. – Shelby pode ser minha mãe, mas isso não quer dizer que eu vou largar tudo pra ficar perto dela. Ela ainda é a mulher que não quis saber de mim por um bom tempo.

Todos se encolheram um pouco e acenaram, murmurando algumas desculpas. Kurt apenas acenou orgulhoso de si e da melhor amiga. Ainda lançando um sorriso para ela, que devolveu com um balançar de cabeça.

Quinn apenas apertou o braço ao redor da cintura da namorada, orgulhosa por ela ter falado tudo isso sem nem ao menos fraquejar. Aparentemente, o que Shelby lhe disse não foi algo ruim. E sim, muito bom. Quinn conseguia sentir a áurea de tranquilidade na morena. E ela não tinha isso quando a loira estava praticamente forçando-a a relaxar.

— Tudo bem? – Perguntou para a morena quando todos tinham desviado a atenção delas. – Shelby não disse...

— Ela me desejou boa sorte. – Rachel a interrompeu rapidamente e soltou um suspiro suave, levantando o rosto para encontrar os olhos verdes. – E me disse que vai largar o ramo de diretora de coral de escola.

— Sério?

— Sim. Ela disse que não era algo que queria pra vida dela. Então vai se mudar para Nova Iorque e tentar voltar a seguir o sonho que ela tinha. Sabe, praticamente o mesmo que o meu. A única diferença é que ela já tem meio caminho andado. – Rachel explica com um sorriso suave formando-se em seus lábios. – Sabia que ela já foi Elphaba?

Quinn apenas balançou a cabeça com um sorriso.

— Ela te tranquilizou bastante com isso. – Observou a loira, fazendo os olhos da morena brilharem.

— Sim, ela fez. Estou bem mais confiante. Principalmente depois de a ver dando uma bronca em Jesse depois que ele tentou se intrometer na nossa conversa.

A satisfação que Quinn sentiu ao ouvir isso foi incrível. É maravilhoso saber que alguém tem algum poder sobre Jesse St. Jackass.

— Sério que ela fez isso? Aposto que ele ficou bem afetadinho.

— Como sempre, é claro. – Rachel deu de ombros e soltou uma risada antes de morder o lábio inferior. – Nós vamos ser perfeitos. Tenho certeza disso.

Notas finais
Depois desse teremos apenas mais três capítulos. E o próximo é a continuação desse ai. Até a próxima.