Try To Survive

24 Pretty Much Dead Already PART I


Notas iniciais
Voltei, sentiram a minha falta? *-*
este capitulo tem duas partes :)
boa leitura e não se esqueçam de comentar! :33

– o celeiro esta cheio de walkers!

– Kelly, tu tens a certeza do que estas a dizer? – o Rick disse calmo mas com um fio de raiva e nervosismo na voz dele.


– Tenho! O Glenn contou me. – apontei para o mesmo.



– Vamos dar uma vista olhos. – o Shane levantou se e eu caminhei atrás dele.



Ele com certeza era o que não pensava e agia rapidamente sem dar conta dos seus atos, e algo ainda correria mal.



Vieram todos atrás de mim e do Shane pelo relvado, quando chegamos em frente ao celeiro, ele foi o primeiro a chegar se a frente e a encostar o olho a uma ranhura, onde era possível caber uma mão.



Enquanto ele olhava para dentro do celeiro, os outros estavam todos em silencio, assim como eu que estava ao lado do Rick, ele olhava para o Shane, para cada passo que ele dava, com medo que ele explodisse e fizesse algo.



– Não me podes dizer que aceitas isto, aquilo ali dentro esta infestado! – ele veio ao nosso encontro.



– Não, não aceito, mas somos convidados aqui! – ele disse e virou se para o Shane que já estava a andar sempre em frente.



– Estamos a falar das nossas vidas, das vidas de todos aqui.



– Fala mais baixo! – Avisei num rosnado de raiva.



– Não podemos simplesmente esquecer isto! – A Andrea olhou para mim nervosa e com posição de líder.



– Tu, cala-te – apontei para ela. — Não está certo, nem por sombras.



– Ou vamos lá dentro e matamos todos, ou vamos nos embora. – disse como se não fosse óbvio.



Os Walkers dentro daquele Celeiro eram perigosos, podiam soltar se dum dia para o outro e atacar nos, de surpresa como os que atacaram o acampamento.



– Vamos para Fort Benning, já falamos disto há muito tempo. – o Shane completou



– Não podemos ir! – o Rick quase gritou, e eu apertei o braço dele, e o mesmo respirou fundo.



– Porquê, Rick? Porquê? – o Shane respondeu irritado!



– Porque a minha filha ainda anda por aí. – a Carol falou pela primeira vez e encolheu se, olhei para ela irritada.



– Acho que está na hora de começarmos a considerar a outra hipótese. – o Shane disse referindo se, a que a Sophia já poderia estar morta.



– Não vamos deixar a Sophia para trás. – o Rick gritou exaltado!



– Estou perto de encontrar a miúda. – o Daryl olhou para todos e parou na Carol e pousou a mão no ombro dela, o que me deixou irritada. – eu encontrei a boneca dela a dois dias atrás.



– Encontraste a boneca, Daryl, encontraste apenas uma boneca. – o Shane gritou.



– Não sabes do que falas! – o Daryl gritou em defesa da rapariga, isso deixou me ainda com mais raiva, quando vi que eles se iam pegar a porrada aproximei me do Daryl e puxei o para trás.



– Só estou a dizer o que tem de ser dito.



– Ela é apenas uma criança kelly! – a Lori, falou enquanto abraçava o filho.



– nos sabemos disso! – rebentei. – mas não podemos simplesmente ficar aqui sem fazer nada em relação a isto! Ou vamos embora ou acabamos com eles. – apontei para o celeiro, mas ninguém me ouviu graças aos gritos dos dois.



– Deixa-me dizer-te outra coisa, meu, se ela andasse por aí, e te visse a chegar, todo drogado, com a tua besta a arrastar no chão, e orelhas de cromo à volta do pescoço,


ela fugia, meu. – o Shane gritou com ele e os músculos do Daryl contraíram se, eu sabia como aquilo ia acabar e eu não ia deixar.


– Daryl! – Chamei mas ele ainda encarava o shane, depois voou para cima do shane, e começou a gritar, e eu puxei o para mim. – Daryl, olha para mim. – meti me a frente dele e fiz o olhar para mim pegando no queixo dele.



– Calma, não vale os esforço. – puxei o para mim e beijei o, senti-o a relaxar e larguei o que respirou fundo, o Shane já vinha para cima do Daryl mas eu meti me a frente.



– Afasta-te! – disse simplesmente e olhei para os olhos dele.



– Não me toques. – disse para a Andrea que o puxava e saiu.



– Deixa me falar com o Hershel! – o Rick disse irritado por causa do que aconteceu. — Deixa-me arranjar uma solução.



– Que solução?! – ele disse e riu se.



– Se vamos cá ficar, se vamos limpar o celeiro, tenho de o convencer, iste terreno é dele.



– O hershel vê aquelas coisas que estão ali dentro como pessoas doentes, a mulher dele, o enteado.



– Já sabias? – Olhei para ele e para o Glenn.


– Falei ontem com o Hershel!


– E esperaste que passasse a noite? – o Shane gritou irritado.



– Achei que sobrevivíamos a mais uma noite, e sobrevivemos. – gritou com o shane — estava à espera da manhã de hoje para dizer algo.



– Mas o Glenn quis ser ele a contar, mas contou a kelly, que vos contou.



– O homem é maluco, Rick! – o Shane gritou e apontou lhe o dedo. — Se o Hershel acha que aquelas coisas estão vivas...



– Eu sei! – o Rick acabou com os gritos, gritando por cima do Shane, e as postar do Celeiro começaram a abanar, e os grunhidos ficaram altos, até de mais.



(...)



Estava novamente sentada nas escadas da casa e encarava tudo e todos a minha volta, o Daryl passou e foi direto para o estábulo, onde é que ele ia?


Esperei mais uns minutos a ver se ele voltava e quando vi a Carol a passar em direção do estábulo a correr, uma onda de ciúmes e raiva passou pelo meu corpo.


Levantei me e cerrei os punhos, caminhei em passo largo em direção do estábulo e quando cheguei lá parei a porta e fiquei a ouvir a conversa.



– Não podes fazer isso.



– Eu estou bem. – O Daryl disse e arfou de dor.



– O Hershel disse que precisavas de deixar a ferida cicatrizar.



– Pois, não quero saber.



– Quero eu. – respondeu com aquela voz de sonsa. — O Rick vai sair mais logo e vai seguir o rasto.



– Não vou ficar sentado sem fazer nada.



– Não, vais sair por aí e magoar-te ainda mais, não sabemos se a vamos encontrar, Daryl, não sabemos. – ouvi passos.



– O que?



– Não te posso perder a ti também. – a voz dela ficou “mole” e juro que ela estava quase a chorar, como assim ela não pode perde-lo? Ela não é nada a ele!



– Eu não te sou nada, eu so estou a ajudar este grupo! E quem me havia de perder era a kelly, porque ela é a minha na-namorada! – ele engoliu em seco e ouvi barulhos.



– Interrompo alguma coisa? – encostei me a uma parede ali e eles olharam para mim. – Acho que ainda não entendeste Carol, eu já te avisei umas quatro vezes e tu continuas a irritar me e a atirar te a ele! – rosnei e ela encolheu se.



– Eu só estou preocupada com ele, mais nada! – escorreram lhe duas lágrimas pelos olhos e eu olhei para ela irritada.



O Daryl avançou e mandou com as coisas dos cavalos para o chão e dobrou se de dor, a Carol foi ter com ele, pois eu ainda esta longe, caminhei para ele.



– Deixa me estar! – ele empurrou a para longe e continuou a andar. — Cabra estúpida.



– Daryl! – disse quando cheguei ao pé dele. – estas bem? – toquei lhe no rosto.



Ele assentiu e eu dei lhe a mão e comecei a caminhar, parei e olhei para a Carol e ela olhava sem expressão por ele não a ter deixado ajudar e sim a mim, pude ver varias lágrimas caírem dos olhos dela.



– Esquece, tu ouviste tudo o que eu te disse, eu não volto a avisar te! – rosnei caminhei com ele para fora do estábulo.


Notas finais
Gostaram? então comentem :33
xoxo e até a segunda parte deste capitulo.