Try To Survive
8 Mistakes.
Notas iniciais
Boa leitura amores ♥
O portão abriu se dando apensa passagem a uma forte luz branca que daria para segar.
Começamos a entrar pelo portão a dentro, eu e o Daryl estávamos a cobrir a retaguarda.
– Esta ai alguém? – Gritei virando me para a frente
– Cuidado com as portas – o T avisou
Ouvi uma arma a ser destravada, automaticamente apontei a minha arma a pessoa.
– Alguém infectado? – Um homem de cabelos grisalhos perguntou
– Um do nosso grupo estava – o rick disse – mas não se safou.
– Porque estão aqui e o que querem?
– Uma hipótese – respondi
– Isso é pedir muitos nos dias de hoje
– Eu sei
– Terão todos que fazer uma análise de sangue, é o preço da admissão
– Nos podemos fazer isso – O Rick concordou
– Se têm alguma coisa para trazer para dentro, tragam agora, assim que essa porta fechar não volta a abrir – assim que ele disse aquilo começamos todos a correr para ir buscar as nossas coisas, fechamos as portas de vidro
– Vi fecha a porta principal e desliga a energia daqui – o homem falou para o pequeno aparelho na parede-
A posta fechou se e a energia desligou-se.
– — Rick Grims – o Rick apresentou se ao homem
– Dr. Edwin Jenner – ele apertou lhe a mão – agora vamos.
Entramos dentro de um elevador, eu estava entre o Daryl e o Glenn e a Andrea a minha frente.
– Os médicos andam sempre com coisas dessas?- o Daryl fez a pergunta idiota do dia.
– Havia imensas por ai, e eu familiarizei me com elas – ele respondeu ao caipira – vocês parecem todos bastantes inofensivos, excepto tu – ele falou com o Carl — vou ter de estar de olho em ti.
O elevador parou e o Dr. Jenner levou nos por um corredor imenso.
– Estamos no subsolo? – a Carol perguntou
– é claustrofóbica?
– Um pouco.
– Tente não pensar nisso – ele falou – VI liga as luzes da sala grande – ele mandou e tudo se acendeu – Bem-vindos a zona 5
– Onde estão todos? – o Rick perguntou – Os médicos? As pessoas?
– Só ca estou eu – ele disse dando de ombros
– E a pessoa com quem estava a falar? – a Lori perguntou – A Vi?
– Virtual inteligência, é apenas um computador que fala – disse e todos me olharam – Eu estudei ciências na universidade de North Carolina – sorri fraco
– Vi comprimente os convidados, diz lhes “Bem-Vindos”
– Olá convidados, Bem-Vindos.
– Só resto eu – ele disse – lamento
[…]
O Dr. Jenner levou-nos até a sala de conferências e lá começou a fazer analises de sangue a todos.
– Para que serve isto? – A Andrea perguntou enquanto o Dr. lhe tirava sangue – Se estivéssemos infectados estaríamos com febre.
– Já quebrei todas as regras ao deixar vos entrar, deixe me, pelo menos ser minucioso.
A Andrea levantou se e ia tombando
– Esta bem?
– Ela não come nada a dias, tal como todos nos – falei
O Jenner levou nos até a cantina onde começamos a comer .
O Jantar que o Dr nos proporcionou estava magnifico, a dias que eu não comia assim, havia gargalhadas que ecoavam por toda a cantina , havia vinho e comida e parecia mesmo que não estávamos em um Apocalipse Zumbi.
Já estávamos todos bastantes alegres, eu estava sentada em cima de uma bancada ao lado do Daryl , que estava encostado a mesma, ambos tínhamos uma garrafa na mão. O Glenn estava numa outra bancada e o resto do pessoal estava sentado a mesa
– Sabem em Itália as crianças bebiam um pouco de vinho ao jantar e também em frança – o Dale falou risonho
– Bem , quando o Carl estiver em frança ou em Itália ele bebera um pouco– a Lori riu se e olhou o carl.
– Não lhe vai fazer mal , anda lá – o Rick disse e olhou para a lori e todos se riram com a cara da lori
– Ai tens rapagão – o Dale entregou lhe um copo com um pouco de vinho , ficamos todos em silencio a olhar para ele.
– Ecaaaa! – ele disse e fez uma cara feia , e meteu o copo na mesa
– Lindo menino, lindo menino – a lori riu
– Esse menino não sabe o que é bom – ri me assim como todos
– Bem ,fica te pelos sumos amigo – o Shane comentou
– Tu não Glenn – o Daryl falou e todos se riram
– Oque? — ele perguntou e riu se
– Continua a beber pequenote , quero ver o quanto a tua cara fica vermelha – o Daryl falou gozão e eu empurrei o já que ele estava ao meu lado e ri me
Ouvi uma barrulho estridente de um garfo a bater num copo , olhei e era o Rick que se levantava.
– Quer me parecer que não agradecemos ao nosso anfitrião de forma adequada
– Ele é mais do que nosso anfitrião – o T disse com voz de embriagado
– Saúde – todos levantaram os copo e eu levantei a garrafa
– A sua Doutor
– Booyah! – o Daryl gritou e eu gritei junto levantando a garrafa
– Quando é que nos vai dizer oque aconteceu aqui doutor? – o Shane disse – A todos os outros médicos, que era suposto estarem a descobrir o que se esta a passar , onde estão eles?
– Estamos a celebrar Shane – o rick disse – não precisas de fazer isso agora
– Esperem lá, é essa a razão pelo que estamos aqui certo? Este era o teu plano, era suposto dar-nos todas as respostas, em vez disso, encontramo-lo a ele – ele apontou para o Dr. – encontramos um Homem , porque?
– Bem, quando as coisas começaram a ficar mas, muita gente foi se embora , foram ter com as famílias, e quando as coisas ficaram piores, quando o perímetro militar foi ultrapassado, o resto pirou se.
– Todos? – perguntei de boca aberta
– Não! – muitos deles não tiveram coragem de passar da porta , tomaram o caminho mais fácil , houve uma onda de suicídios , foi uma má altura.
– Mas você não foi embora, porque? – A Andrea perguntou
– Eu apenas continuei a trabalhar, na esperança de fazer algum bem
– Meu, és cá um desmancha-prazeres pá – o Glenn sentou se ao meu lado na bancada
Minutos depois…
– grande parte do edifício não tem energia , incluindo o alojamento , por isso terão de dormir aqui – o Dr. guiava-nos para não sei onde – Os sofás são confortáveis , há uma sala de jogos ao fundo do corredor , que as crianças são capazes de gostar – ele virou se para a Sophia e o Carl – só não liguem os vídeo Jogos nem nada que gaste energia ok? – eles assentiram – O mesmo se aplica ao chuveiro , se forem tomar banho, não gastem muita água quente – ele foi se embora e vi o Glenn que estava ao meu lado virar se
– Água quente? – ele perguntou abrindo um grande sorriso
– Sim , água quente japonesinho – bati lhe nas costas
– Foi o que o Homem disse – o T respondeu
Fui até a sala onde eu iria ficar com a minha Irmã , entrei e coloquei as minhas coisas a um canto da sala , peguei nuns calções e numa camisa, e num outro cap, e também no saco que estava dentro da mala para colocar a roupa suja , fui até a porta da casa de banho .
– Toma quem primeiro? –perguntei e sorri para ela
– Toma tu– ela sorriu e sentou se no sofá
Entrei dentro da casa de banho e abri a água quente , despi me e coloquei me em baixo da água que já deixava algum vapor no ar , mal me coloquei em baixo da mesma uma onda de prazer atingiu me , comecei a esfregar o cabelo e lavei me.
Sai da banheira , e vesti a langerie , coloquei me em frente ao espelho e vi o meu retrato no mesmo , eu estava mais magra e as minhas madeixas californianas tinha desaparecido quase por completo. O meu cabelo já tocava no Rabo, peguei no mesmo e comecei a passar os dedos de maneira a desembaraçar, e atei o num babo de cavalo alto, vesti os calções e a camisa , e a mesma deixava toda a minha barriga a mostra, fui até ao canto onde tinha deixado as minhas roupas sujas e peguei nas botas e no colete e vesti os. Peguei no Cap, nas calças e na camisa e os óculos, e a mandei tudo para dentro do saco.
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Sai da casa de banho e vi que o quarto já tinha uma manta no chão com dois travesseiros , fui até a mala e meti o saco da roupa na mesma , deixei o arco encostado a mala e meti apenas a arma no cos das calças.
Andei até a porta do quarto e fui até a sala de jogos , com certeza a minha irmã estaria lá, ela adora crianças, encostei me a ombreira da porta e ela conversava animadamente com a Lori e a Carol , O caipira ia a passar no corredor com duas garrafas de vinho na mão , fui até ele e tirei lhe uma abrindo a e despejando o liquido goela a baixo.
– Obrigada – pisquei lhe o olho e dei um sorriso sarcástico bebendo mais um pouco
– Por nada – ele tirou me a garrafa da não e segui caminho mas eu parei o puxando pela camisa verde tropa com mangas rasgadas.
– Dá-me – rosnei e tentei alcançar a garrafa mas era inútil já que ele era mais alto – DA ME – gritei e acabei por cair em cima dele levando os nossos corpos ao chão e as ficarmos de cara junta , eu senti a respiração dele muito perto da minha cara , olhei nos olhos azuis céu dele e o meu deus como ele era bonito, eu estava com a respiração acelerada assim como a dele, olhei para a mão dele e a garrafa estava no chão , a outra mão dele estava na minha cintura , sentei me na barriga dele e peguei a garrafa acabando com o liquido que nela havia.
– Hm … gosto de raparigas que saibam beber – ele riu baixo e eu levantei me mas estava tonta e ria me que nem uma perdida, encostei me a parede e ele prensou me na mesma juntando os nossos corpos – eu quero te só para mim, hoje Kelly – ele disse enquanto encostava a boca a minha orelha e eu arrepiei me com o mesmo.
Ele desceu as mãos da minha cintura e apalpou o meu rabo fazendo me dar um saltinho e ele riu se – da para isso acontecer? – ele perguntou encostando as nossas testas uma a outra e de seguida eu beijei-o com tamanha velocidade que eu nem sabia que tinha, de um beijo simples passou para um beijo selvagem , as nossas línguas lutavam uma com a outra.
– Da sim – ri me e voltei a beija-lo
Saltei lhe para a cintura envolvendo as minhas pernas na mesma , eu passava as minhas mãos no cabelo dele enquanto as dele estavam na minha bunda e davam pequenos apalpões, senti o andar e logo voltamos a uma parede, quando abri os olhos estávamos dentro de uma das salas , provavelmente a dele ele trancou a porta com a chave que nela se encontrava , parei o beijo e olhei o e sorri , passei as mãos no peito dele e tirei lhe a camisa, ele meteu me no chão novamente e eu empurrei o para o sofá e o mesmo bateu como um estrondo bastante grande na parede muita gente iria acordar ,voltei a beija ló de uma forma provocadora, ele meteu as mãos a minha cintura e tirou a camisa num só gesto e eu procurei a pelo escuro da sala mas não a encontrei , nem liguei e voltei a beija-lo.
POV Emily
Quando sai da sala de Jogos , ouvi um estrondo enorme de alguma coisa a bater na parede, assustei me , o Glenn e o Dale encontravam se no corredor a tentar descobrir de onde vinha o barrulho assim como eu , olhei para o fundo do corredor e vi uma garrafa tombada a porta do quarto do Daryl e também um cap … espera lá … um cap? O cap da KELLY? , fui até ao meu quarto ver se a Kelly estava lá , mas nada.
– Ouviram isto? – a Andrea saiu do quarto assustada – foi ao lado da minha parede – ela olhou me
–Não precisam de ficar assustados , eu sei o que é – disse
– O que é? – o Glenn olhou me e eu revirei os lábios , eu sabia que ela gostava da minha irmã e eu não lhe ia dizer exactamente o que estava a acontecer.
– Eu… sabem, aposto que já é tarde vou dormir – quando me virei para sair o Glenn agarrou me – Glenn , não me faças dizer te o que é – abanei a cabeça e olhei o triste
–O que é – ele disse e olhou me curioso
– A Kelly ela … — olhei para o chão e movimentei os pés nervosamente – elaestacomodarylnoquartodele- disse bastante rapidamente
– Ham? – o Dale e a Andrea não tinham entendido nada
– OQUE? – ele olhou me de boca aberta e com algumas lágrimas nos olhos prontas a caírem – como é que sabes? – ele perguntou com já uma lágrima a escorrer pela face
– Eu … eu não tenho a certeza, mas eu não sei da Kelly e … — não consegui terminar porque ele já ia furioso em direcção do quarto do Daryl – GLENN PARA – gritei e andei apressada mente ao encontro dele.
Ele começou a bater freneticamente na porta ele dava pontapés e socos na porta e chama vá pelo nome de ambos e tentava abrir a porta mas ao que parecia estava tranca, dei um suspiro e fui até ele que continuava a chamar o nome deles.
A porta abriu se e o Daryl apareceu devidamente vestido e olhou nos com raiva .
– O QUE FOI? – ele gritou – FICOU MALUCO GLENN? HAM?
POV EMILY OFF
Kelly On
Estava em cima do Daryl e ambos nos beijávamos, ele tinha as mãos pelas minhas costas e eu no peito dele que digo já que era perfeito.
Comecei a ouvir alguém bater a porta, não é bater, é esmurrar a porta.
Parei o nosso beijo e encarei o Daryl, sai de cima dele e fui ao encontro das minhas roupas, comecei por vestir a única coisa que me faltava, os calções e a camisa, bufei irritada e sentei me no sofá enquanto o Daryl vestia a Camisa e ia ver quem era.
– O QUE FOI? – ele gritou – FICOU MALUCO GLENN? HAM? – Quando ouvi o nome Glenn o meu coração perdeu uma batida e eu prendi a respiração por momentos apetecia me morrer ou esconder a cabeça num buraco bem fundo, a verdade era que eu também gostava muito do Glenn, e eu estava bêbeda e foi mais forte que eu, respirei fundo e levantei me , caminhei até a porta e por momentos hesitei, parei de andar e pude ouvir os dois a discutirem , escondi me atrás do Daryl e olhei por cima do ombro do mesmo, o Glenn estava furioso , eu nunca o tinha visto assim , ele era bastante calmo e nunca gritava, a não ser quando necessário, mas a raiva dele tornou se lágrimas assim que me viu por de trás do Daryl, ele saiu da porta do quarto e foi em direcção do quarto dele.
– GLENN – gritei mas ele nem me olhou , bateu me uma grande vontade de chorar naquele momento mas não o fiz.
Como é que pude ser tão idiota e meter me no quarto com o caipira do Daryl!?
Sentei me no chão e encostei me a parede e comecei a chorar , ali no meio do corredor… não me importei com o que pudessem dizer ou pensar , eu só queria chorar….
Notas finais
E queria agradecer a Sonhadora que comenta sempre a Historia.
Obrigada Amor :D
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