Try To Survive
16 Be Alrigth.
Notas iniciais
Desculpem o capitulo ser pequeno mas depois eu compenso, prometo :)
Boa leitura ♥
POV DARYL ON
Estava deitado no chão da caravana a tentar dormir mas, o som do choro da Carol e o Barulho que a Andrea estava a fazer já me irritava profundamente.
Respirei fundo e levantei me do chão, dirigi-me até a mesa e meti a Besta as costas.
– Preciso das minhas munições. – falei para a Andrea e ela entregou me as mesmas — Vou vasculhar a estrada, à procura da miúda. – assenti para a Carol que me encarava, sai da caravana e acendi a lanterna.
– Também vou!
– Vou dar uma volta, Iluminar a floresta. – olhei para o Dale — Se ela andar por lá, terá algo para ver.
– Acham que é boa ideia, neste momento?
– Dale. – a Andrea repreendeu o e seguiu a frente.
…
– Achas mesmo que vamos encontrar a Sophia? – ela falou, apontei a lanterna para a cara da mesma.
– Tens o mesmo olhar que os outros todos, que raio é o vosso problema? ainda agora começámos a procurar.
– Achas ou não?
– Não estamos nas montanhas do Tibete, Estamos em Atlanta, Georgia, pode estar escondida numa quinta, há pessoas que se perdem e sobrevivem, acontece a toda a hora.
– Ela só tem 12 anos.
– Eu era mais novo do que ela quando me perdi, Nove dias na floresta a comer amoras, a limpar o rabo com carvalho venenoso.
– Encontraram-te?
– O meu pai andava na farra com uma empregada, o Merle estava a passar um tempo na casa de correcção, nem sabiam que eu estava perdido.
– Mas consegui voltar sozinho e fui directo à cozinha e preparei uma sandes, lá me safei, tirando a comichão horrível no rabo. – Disse por fim e ela tentou controlar o riso, olhei para ela com a cara fechada.
– Desculpa, Foi uma história horrível. – disse e continuava a abafar o riso.
– A diferença é que a Sophia tem pessoas à procura dela, chamo a isso uma "vantagem".
Continuamos a andar em silêncio…até que ouvimos um roído vindo das árvores, paramos e e apontei a besta para o sitio, e andamos até de onde vinha o som.
Avistei uma tenda, de frente para uma árvore, e a mesma abanava, apontei a lanterna para lá e dei de caras com um Walker pendurado pelo pescoço,com as pernas mastigadas.
– Mas que raio? – caminhei até um papel preso a árvore e li o mesmo. –
"Fui mordido.
Fiquei com febre.
O mundo tornou-se uma merda.
Mais vale a pena desistir."
– O atrasado não sabia que tinha de levar um tiro na cabeça, transformou-se num pedaço de isco que baloiça, olha-me para esta confusão.
– Estas bem? – perguntei ao ver que a Andrea se curvava e levava a mão a boca.
– Estou a tentar não vomitar!
– Se tiveres de o fazer, força.
– Não, estou bem, vamos apenas falar sobre outra coisa, como aprendeste a disparar?
– Tenho de comer, é uma coisa que os mortos-vivos, e eu temos em comum, Creio que nunca esteve mais perto de comida do que agora, desde que se transformou, olha para ele, ali pendurado como uma Pinhata, os outros cromos vieram comer-lhe as pernas. – Falei e ouvi o som de vomito, olhei para trás e ela estava a vomitar.
– Pensei que íamos mudar de assunto.
– Encara-o como a vingança, por gozares com a comichão do meu rabo.
– Não veio muito ao de cima.
– hm…Vamos voltar para trás. – disse parando de encarar o walker e comecei a caminhar para o caminho de volta.
– Oh, não vais... – apontei com a luz para o walker
– Não, ele não está a fazer mal a ninguém, E não vou desperdiçar uma flecha. Fez a escolha dele. Decidiu desistir, deixa-o pendurado. – parei ao lado da tenda e ela foi ao pé do walker.
– é verdade o que disseste mais cedo na capela? Sobre a Kelly? é apenas uma pergunta!!
– Uma resposta por uma flecha. é justo? – apenas assenti
– Eu ouvi ela dizer que era capaz de gostar de ti, e a irmã dela disse que não eras a escolha certa ou algo assim, que o Glenn era melhor que tu, que a podia fazer mais feliz do que tu eras capaz, mas pelas palavras da Kelly… ela gosta de ti…
– Resposta da treta, queria saber mais. – olhei a e disparei a flecha contra a cabeça do morto. — Que desperdício de flecha. – disse enquanto caminhava de volta.
POV DARYL OFF
– Vamos faze-lo – Olhei para a minha irmã.
O Hershel chegou com uma maca, encostou a, a cama.
– Ponham-se nos cantos da cama, vamos baixar os lençóis, ponha o soro intravenoso em cima do lençol. Muito bem, aos três.
Um, dois, três.
Pegamos todos no lençol onde minha irmã estava e metemos em cima da maca.
Enquanto eles arranjavam tudo, virei me de costas e encostei me a ombreira da porta.
– Rick, Kelly, talvez queiram sair daqui. – Avisou e um barulho de carro foi ouvido do lado de fora, corri até a janela e vi o Shane chegar, sozinho…
– O meu deus, o Shane chegou – dei um pequeno sorriso e corri para o lado de fora da casa.
– SHANE! – gritei e acenei para ele que tirava as malas do carro, a esta altura, e com o grito que dei, estavam todos ca fora, corri até ele que coxeava e abracei o fortemente sem desgrudar do pescoço dele.
– A Emily? – perguntou receoso
– Ainda há hipóteses. – o Rick respondeu por mim, e o Hershel já tirava as malas das costas do Shane.
– O Otis? — o Hershel perguntou.
– Não.
– Não vamos dizer nada à Patricia, só depois, preciso dela para a cirurgia.
Vi que o Shane se sentia culpado pela morte do tal Otis, e abracei o forte.
–Não foi culpa tua – aconcheguei a cabeça no pescoço dele.
– Não paravam de nos bloquear a cada esquina, não nos restava nada, tínhamos apenas dez balas, depois ele disse que me cobria e que eu devia seguir caminho, foi isso que eu fiz, segui caminho, mas...olhei para trás e ele...
A maggie estava ao meu lado, reparei que queria chorar, podia só conhece lá á um dia, mas sentia um carinho enorme por ela, abracei a e a mesma apertou me contra ela, e ela chorou no meu ombro.
– …eu tentei.
– Ele queria remediar a situação. – o Rick acalmou o
…
O Hershel e a Patricia estavam a Tratar da minha irmã, e eu estava na entrada com o Rick e o T-Dog, e o Shane ao longe a frente do carro.
– Ela parece estar estável.
– Meu Deus. – sorri abertamente e abracei o Homem a minha frente. – Obrigada.
– Como conto à Patricia, o que aconteceu ao Otis?
– Vai ter com a tua irmã, eu vou com o Hershel. – o Rick disse e afagou o meu braço carinhosamente, assenti e fui para dentro, seguida do Glenn até ao quarto onde a minha irmã estava.
Notas finais
Até. ♥
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