Notas iniciais
Oláá!
Sentiram sdds? Sentiiiram né?
BEEEEEMMMMM, vamos ao q interessa...
Até lá embaixo.

Fomos atrás do Ryan para acompanha-lo até a cozinha. Pegamos alguns copos que estavam em cima da bancada. A cozinha tinha algumas pessoas procurando por mais algumas bebidas e comidas. Sam pegou uma garrafa de Vodka e bebeu um pouco dela.

— Como você consegue beber isso? — Meg perguntou fazendo uma careta. — Desce queimando pela nossa garganta.

— Eu já estou acostumado, pequena aprendiz — Sam zoou.

— Enfim, eu preciso de Coca-Cola! — Meg disse.

— Você compra quinhentas mil bebidas diferentes para no final beber Coca-Cola? — eu perguntei a Meg.

— Olha, eu não fumo e não consumo álcool. Beber Coca-Cola é a única coisa que resta pra me deixar feliz. Depois da internet, claro — ela respondeu.

Passou-se meia-hora e os meninos voltaram para o palco.

— E aí gente, quantos de vocês estão querendo dançar hoje? — As pessoas deram gritos. — Então essa música é pra você, o nome dela é Time To Dance.

Eles começaram a cantar e na parte em que Sam cantou “When I say shotgun, you say wedding”, ele apontou o microfone para que a plateia dissesse“wedding” e voltou a cantar. Todos estavam muito animados com a música. Quando ele cantou “Boys will be boys, baby” eu pude ouvir alguns garotos — provavelmente bêbados — gritarem.

A música acabou e eu vi Sam ir atrás do palco e pegar um violão elétrico, a próxima música provavelmente seria acústica. Ele então começou a introdução de Wish You Were Here do Pink Floyd. E os casais se juntaram novamente.

Eu conversava animadamente com Meg e notei que Adam me olhava. Sabia que ele queria dançar comigo de novo, mas eu ainda não tinha me recuperado totalmente da adrenalina de Teenagers e Time To Dance. Tudo bem, me chame de preguiçosa, eu espero… Terminou? Ok, deixe-me continuar agora. Bem, eu estava conversando com Meg e os casais dançavam calmamente. Eu podia ver que Meg às vezes dirigia o olhar ao palco, eu sabia muito bem quem ela estava olhando.

— Está olhando o Ryan, não é? — eu disse zombeteira.

— C-Claro q-que n-não! Por que eu estaria? — ela gaguejava.

— Sei lá… Porque você é afim dele e está muito na cara!? — ela corou fortemente.

— Sério que está tão na cara assim? — ela disse nervosa.

— HÁ! EU SABIA! VOCÊ GOSTA DELEEEEEEEE! — cantarolei vitoriosa.

— Vai Jane, fala mais alto! Acho que não te ouviram EM MARTE!

— Ok, mas eu acho fofo

— Legal, mas eu não saio falando por aí que você é caidinha pelo Adam — ela zombou.

— Ei! Ele está aqui do lado — falei baixo.

— Viu como é bom!

Wish You Were Here teve fim e Sam voltou a falar.

— E aí, estão gostando da festa? — ele recebeu alguns gritos como resposta. — Bem, essa música que vamos tocar é bem animada e recente. Ela se chama Gun. — August deu início aos riffs iniciais e o resto dos meninos o acompanhou. Ryan começou os backing vocals e Sam entrou logo após. Poucas pessoas sabiam a letra da música, mas mesmo as que não sabiam aproveitavam bastante o ritmo cativante. Eu e Meg nos dirigimos para a frente do palco e pude ver que Ryan lançou um olhar a Meg, o que a fez corar, e me fez dar uma risadinha para minha recente melhor amiga.

A música terminou e dessa vez George que começou a falar.

— Bem, nós vamos descansar um pouco agora. O próximo set será um pouco diferente dos outros.

Eles desceram do palco e vieram até nós.

— O que estão achando das músicas? — Ryan perguntou.

— Estão ótimas — Meg respondeu. — Por que o próximo set vai ser diferente? — perguntou.

— Não podemos estragar a surpresa, minha querida — Ryan respondeu, e Meg corou um pouco.

Depois que ele disse “minha querida” para Meg, eu dei um sorrisinho malicioso em direção a ela como quem diz: “depois fala que não está afim dele…”

A música que tocava enquanto os meninos descansavam era colocada por um DJ que Meg havia contratado. Ele colocou uma música que me era familiar.

— PROFESSIONAL GRIEFERS! — Meg gritou. — EU AMO ESSA MÚSICA! VEM JANE, VAMOS DANÇAR! — ela me puxou pela mão em direção a pista de dança, não me dando outra escolha se não acompanha-la.

— De quem é essa música? — eu perguntei. O nome não me era estranho.

— Deadmau5 e Gerard Way! — ela respondeu. Ah, tudo está claro agora. Eu me lembrava da música pois tinha visto que Gerard participava.

Eu e Meg ficamos dançando por um bom tempo, até quando me cansei e dei uma desculpa qualquer e saí, deixando ela sozinha na pista de dança. Quando me livrei do mar de pessoas a minha volta, cheguei ao lugar onde os meninos estavam reunidos. Pude ver que Ryan olhava para Meg enquanto ela dançava. Curiosamente, a música que tocava no momento era Lost In Stereodo All Time Low.

— Acho que tem alguém caidinho pela Meg — pude ouvir Joe comentar.

— Eu concordo, dude — August acrescentou.

— Somos dois! — Sam.

— Três! — George.

— Ok! Dá para vocês pararem de se enumerarem? — Ryan disse, nervoso.

— Foi mal, cara. Mas está muito na cara que você tá afim dela! — Joe disse.

— Tá bom, eu gosto dela. Satisfeitos? — Ryan bufou.

— Por que você não dança com ela? O próximo set vai ser mais lento — Sam falou.

— Mas eu preciso tocar.

— Relaxa, dude. Eu te cubro — August afirmou.

— Ok então, e obrigado, August — Ryan deu um sorriso de lado.

Eles não tinham percebido que eu estava escutando. Eu estava quase explodindo de felicidade! Eu sabia que eles se gostavam. Bem, eu não pudia dizer isso a Meg, afinal, seria uma surpresa.

Os meninos — tirando Ryan —, se dirigiram ao palco novamente. Sam começou seu falatório.

— Bem, como George disse, esse set será um pouco diferente — ele deu um longo suspiro —, nós vamos tocar duas músicas lentas. Então tire alguém pra dançar! — ele lançou um olhar a Ryan. — Essa música se chama Remembering Sunday.

P.O.V. Meg

Eu estava sentada quando vi Ryan se aproximar.

— Err… Oi! — ele disse, visivelmente nervoso.

— Oi — respondi.

— Bonita a noite, não?

— Vá direto ao ponto, Ry.

— Desde quando me chama de Ry?

— Desde agora. O que dizia?

— Err, b-bem… Eu queria saber se você não gostaria de dançar comigo? — ele disse, corando um pouco.

— Ah, claro! — levantei-me e peguei na mão que ele havia estendido.

Deixei que Ryan me conduzisse e coloquei minha cabeça em seu ombro.

— Eu adoro essa música… — eu puxei assunto.

— Eu sei — pude ver que ele sorriu de canto.

— Como? — perguntei, levantando minha cabeça.

— Você cantou ela na aula de biologia.

— Ah, você ouviu aquilo? — perguntei, envergonhada.

— Sim. Não se envergonhe. Sua voz é linda!

— Mesmo?

— Mesmo.

Coloquei minha cabeça novamente em seu ombro e continuamos a dança sem nos falarmos mais.

Fim P.O.V. Meg

A música terminou e percebi que Adam veio até mim.

— Jane, me daria a honra de dançar com você novamente? — ele perguntou.

— Ah, sim. Claro!

Nós nos dirigimos a pista de dança novamente e pude ouvir Sam falar.

— Não saiam ainda! Temos mais uma música lenta para vocês e ela se chama Roger Rabbit.

Eu sempre gostei muito dessa música e fiquei bem feliz por Adam ter me chamado para dançar durante ela.

— Bem, eu prometi que lhe diria a quem eu queria impressionar, não é? — ele disse enquanto me guiava.

— Sim, e eu estou curiosa para saber.

— Er, eu não sei como dizer isso a você…

— Ah, Adam! Você pode me contar tudo! — chacoalhei levemente seus ombros.

— Ok, então. A sortuda é… você, Jane — ele olhou nos meus olhos.

Meu coração batia tão rápido que parecia que ia explodir. Como assim ele gostava de mim? Ele me conhece a três dias! A voz na minha cabeça disse novamente “amor à primeira vista, não se lembra?”. Tudo bem, não que eu estivesse triste com essa resposta, afinal, ele é lindo e super fofo. Eu sentia uma pontada de realização no meu coração. Eu acho que é isso que se sente quando se tem um amor correspondido, não? Adam fez um pequeno barulho que me trouxe de volta a realidade.

— Adam, e-eu n-não s-sei o que d-dizer — eu senti minhas bochechas arderem.

— Não precisa dizer nada, Jane. Eu não preciso escutar nada — ele disse, enquanto se dirigia para fora.

— Não, Adam! Volta aqui! — eu o puxei pelo pulso, o forçando a virar para mim e olhei nos olhos dele e fomos nos aproximando cada vez mais.

Senti algo que eu nunca havia sentido antes. Uma pequena “chama” no meu coração, um calor bom e aconchegante. Quando voltei a realidade, os lábios de Adam estavam selados aos meus. Eu correspondi o beijo e quando nos separamos eu sussurrei: “Ações falam mais do que palavras, não acha?”, e pude ver que ele deu um sorriso do tamanho do mundo.

A música terminou e Sam começou.

— Bem, antes de tudo eu gostaria de parabenizar os pombinhos Adam e Jane, por finalmente perceberem que se gostam — uma onda de aplausos surgiu e senti muitos olhos sobre mim e Adam. — E agora, eu quero anunciar a ultima música! E não, com isso eu não quero dizer o filme que a Miley Cyrus fez! — riu. — Essa música se chama Tempo Perdido.

Eu e Meg nos encontramos enquanto a música rolava e ficamos fazendo palhaçada. Quando Sam cantou: “Então me abraça forte!”, eu e ela nos abraçamos enquanto cantávamos e começamos a rir. Todos estavam muito animados.

A música teve fim e Sam falou:

— Isso é tudo pessoal! Nós somos o The Strongers, obrigado por nos receberem essa noite — ele saiu do palco, seguido pelo resto dos meninos.

— Mandaram bem na ultima, dude — Ryan disse a Sam.

— Parece que você não faz falta, mudinho! — George brincou.

— Ei! Você me magoou! — Ryan fez um biquinho.

— Awn, desculpa bebezinho! — George zoou, enquanto ia abraçar Ryan.

— Ah, parem de viadagem vocês dois — Adam disse. Quando chegou, pegou na minha mão logo após.

— Então temos um casal? — Joe perguntou.

— Sim, Joe, temos um casal! — eu respondi.

— VIVAAAAAAA! — senti Meg pular nas minhas costas.

— Sai de cima de mim, você é pesada! — eu disse brincando.

— Ok, estraga-prazeres! — Meg disse rindo. — Mas eu quero saber todos os detalhes depois, hein! — ela disse baixinho me fazendo rir.

Fomos atrás do Ryan para acompanha-lo até a cozinha. Pegamos alguns copos que estavam em cima da bancada. A cozinha tinha algumas pessoas procurando por mais algumas bebidas e comidas. Sam pegou uma garrafa de Vodka e bebeu um pouco dela.

— Como você consegue beber isso? — Meg perguntou fazendo uma careta. — Desce queimando pela nossa garganta.

— Eu já estou acostumado, pequena aprendiz — Sam zoou.

— Enfim, eu preciso de Coca-Cola! — Meg disse.

— Você compra quinhentas mil bebidas diferentes para no final beber Coca-Cola? — eu perguntei a Meg.

— Olha, eu não fumo e não consumo álcool. Beber Coca-Cola é a única coisa que resta pra me deixar feliz. Depois da internet, claro — ela respondeu.

Passou-se meia-hora e os meninos voltaram para o palco.

— E aí gente, quantos de vocês estão querendo dançar hoje? — As pessoas deram gritos. — Então essa música é pra você, o nome dela é Time To Dance.

Eles começaram a cantar e na parte em que Sam cantou “When I say shotgun, you say wedding”, ele apontou o microfone para que a plateia dissesse“wedding” e voltou a cantar. Todos estavam muito animados com a música. Quando ele cantou “Boys will be boys, baby” eu pude ouvir alguns garotos — provavelmente bêbados — gritarem.

A música acabou e eu vi Sam ir atrás do palco e pegar um violão elétrico, a próxima música provavelmente seria acústica. Ele então começou a introdução de Wish You Were Here do Pink Floyd. E os casais se juntaram novamente.

Eu conversava animadamente com Meg e notei que Adam me olhava. Sabia que ele queria dançar comigo de novo, mas eu ainda não tinha me recuperado totalmente da adrenalina de Teenagers e Time To Dance. Tudo bem, me chame de preguiçosa, eu espero… Terminou? Ok, deixe-me continuar agora. Bem, eu estava conversando com Meg e os casais dançavam calmamente. Eu podia ver que Meg às vezes dirigia o olhar ao palco, eu sabia muito bem quem ela estava olhando.

— Está olhando o Ryan, não é? — eu disse zombeteira.

— C-Claro q-que n-não! Por que eu estaria? — ela gaguejava.

— Sei lá… Porque você é afim dele e está muito na cara!? — ela corou fortemente.

— Sério que está tão na cara assim? — ela disse nervosa.

— HÁ! EU SABIA! VOCÊ GOSTA DELEEEEEEEE! — cantarolei vitoriosa.

— Vai Jane, fala mais alto! Acho que não te ouviram EM MARTE!

— Ok, mas eu acho fofo

— Legal, mas eu não saio falando por aí que você é caidinha pelo Adam — ela zombou.

— Ei! Ele está aqui do lado — falei baixo.

— Viu como é bom!

Wish You Were Here teve fim e André voltou a falar.

— E aí, estão gostando da festa? — ele recebeu alguns gritos como resposta. — Bem, essa música que vamos tocar é bem animada e recente. Ela se chama Gun. — August deu início aos riffs iniciais e o resto dos meninos o acompanhou. Ryan começou os backing vocals e Sam entrou logo após. Poucas pessoas sabiam a letra da música, mas mesmo as que não sabiam aproveitavam bastante o ritmo cativante. Eu e Meg nos dirigimos para a frente do palco e pude ver que Ryan lançou um olhar a Meg, o que a fez corar, e me fez dar uma risadinha para minha recente melhor amiga.

A música terminou e dessa vez George que começou a falar.

— Bem, nós vamos descansar um pouco agora. O próximo set será um pouco diferente dos outros.

Eles desceram do palco e vieram até nós.

— O que estão achando das músicas? — Ryan perguntou.

— Estão ótimas — Meg respondeu. — Por que o próximo set vai ser diferente? — perguntou.

— Não podemos estragar a surpresa, minha querida — Ryan respondeu, e Meg corou um pouco.

Depois que ele disse “minha querida” para Meg, eu dei um sorrisinho malicioso em direção a ela como quem diz: “depois fala que não está afim dele…”

A música que tocava enquanto os meninos descansavam era colocada por um DJ que Meg havia contratado. Ele colocou uma música que me era familiar.

— PROFESSIONAL GRIEFERS! — Meg gritou. — EU AMO ESSA MÚSICA! VEM JANE, VAMOS DANÇAR! — ela me puxou pela mão em direção a pista de dança, não me dando outra escolha se não acompanha-la.

— De quem é essa música? — eu perguntei. O nome não me era estranho.

— Deadmau5 e Gerard Way! — ela respondeu. Ah, tudo está claro agora. Eu me lembrava da música pois tinha visto que Gerard participava.

Eu e Meg ficamos dançando por um bom tempo, até quando me cansei e dei uma desculpa qualquer e saí, deixando ela sozinha na pista de dança. Quando me livrei do mar de pessoas a minha volta, cheguei ao lugar onde os meninos estavam reunidos. Pude ver que Ryan olhava para Meg enquanto ela dançava. Curiosamente, a música que tocava no momento era Lost In Stereo do All Time Low.

— Acho que tem alguém caidinho pela Meg — pude ouvir Joe comentar.

— Eu concordo, dude — August acrescentou.

— Somos dois! — Sam.

— Três! — George.

— Ok! Dá para vocês pararem de se enumerarem? — Ryan disse, nervoso.

— Foi mal, cara. Mas está muito na cara que você tá afim dela! — Joe disse.

— Tá bom, eu gosto dela. Satisfeitos? — Ryan bufou.

— Por que você não dança com ela? O próximo set vai ser mais lento — Sam falou.

— Mas eu preciso tocar.

— Relaxa, dude. Eu te cubro — August afirmou.

— Ok então, e obrigado, August — Ryan deu um sorriso de lado.

Eles não tinham percebido que eu estava escutando. Eu estava quase explodindo de felicidade! Eu sabia que eles se gostavam. Bem, eu não pudia dizer isso a Meg, afinal, seria uma surpresa.

Os meninos — tirando Ryan —, se dirigiram ao palco novamente. Sam começou seu falatório.

— Bem, como George disse, esse set será um pouco diferente — ele deu um longo suspiro —, nós vamos tocar duas músicas lentas. Então tire alguém pra dançar! — ele lançou um olhar a Ryan. — Essa música se chama Remembering Sunday.

P.O.V. Meg

Eu estava sentada quando vi Ryan se aproximar.

— Err… Oi! — ele disse, visivelmente nervoso.

— Oi — respondi.

— Bonita a noite, não?

— Vá direto ao ponto, Ry.

— Desde quando me chama de Ry?

— Desde agora. O que dizia?

— Err, b-bem… Eu queria saber se você não gostaria de dançar comigo? — ele disse, corando um pouco.

— Ah, claro! — levantei-me e peguei na mão que ele havia estendido.

Deixei que Ryan me conduzisse e coloquei minha cabeça em seu ombro.

— Eu adoro essa música… — eu puxei assunto.

— Eu sei — pude ver que ele sorriu de canto.

— Como? — perguntei, levantando minha cabeça.

— Você cantou ela na aula de biologia.

— Ah, você ouviu aquilo? — perguntei, envergonhada.

— Sim. Não se envergonhe. Sua voz é linda!

— Mesmo?

— Mesmo.

Coloquei minha cabeça novamente em seu ombro e continuamos a dança sem nos falarmos mais.

Fim P.O.V. Meg

A música terminou e percebi que Adam veio até mim.

— Jane, me daria a honra de dançar com você novamente? — ele perguntou.

— Ah, sim. Claro!

Nós nos dirigimos a pista de dança novamente e pude ouvir Sam falar.

— Não saiam ainda! Temos mais uma música lenta para vocês e ela se chama Roger Rabbit.

Eu sempre gostei muito dessa música e fiquei bem feliz por Adam ter me chamado para dançar durante ela.

— Bem, eu prometi que lhe diria a quem eu queria impressionar, não é? — ele disse enquanto me guiava.

— Sim, e eu estou curiosa para saber.

— Er, eu não sei como dizer isso a você…

— Ah, Adam! Você pode me contar tudo! — chacoalhei levemente seus ombros.

— Ok, então. A sortuda é… você, Jane — ele olhou nos meus olhos.

Meu coração batia tão rápido que parecia que ia explodir. Como assim ele gostava de mim? Ele me conhece a três dias! A voz na minha cabeça disse novamente “amor à primeira vista, não se lembra?”. Tudo bem, não que eu estivesse triste com essa resposta, afinal, ele é lindo e super fofo. Eu sentia uma pontada de realização no meu coração. Eu acho que é isso que se sente quando se tem um amor correspondido, não? Adam fez um pequeno barulho que me trouxe de volta a realidade.

— Adam, e-eu n-não s-sei o que d-dizer — eu senti minhas bochechas arderem.

— Não precisa dizer nada, Jane. Eu não preciso escutar nada — ele disse, enquanto se dirigia para fora.

— Não, Adam! Volta aqui! — eu o puxei pelo pulso, o forçando a virar para mim e olhei nos olhos dele e fomos nos aproximando cada vez mais.

Senti algo que eu nunca havia sentido antes. Uma pequena “chama” no meu coração, um calor bom e aconchegante. Quando voltei a realidade, os lábios de Adam estavam selados aos meus. Eu correspondi o beijo e quando nos separamos eu sussurrei: “Ações falam mais do que palavras, não acha?”, e pude ver que ele deu um sorriso do tamanho do mundo.

A música terminou e Sam começou.

— Bem, antes de tudo eu gostaria de parabenizar os pombinhos Adam e Jane, por finalmente perceberem que se gostam — uma onda de aplausos surgiu e senti muitos olhos sobre mim e Adam. — E agora, eu quero anunciar a ultima música! E não, com isso eu não quero dizer o filme que a Miley Cyrus fez! — riu. — Essa música se chama Tempo Perdido.

Eu e Meg nos encontramos enquanto a música rolava e ficamos fazendo palhaçada. Quando Sam cantou: “Então me abraça forte!”, eu e ela nos abraçamos enquanto cantávamos e começamos a rir. Todos estavam muito animados.

A música teve fim e Sam falou:

— Isso é tudo pessoal! Nós somos o The Strongers, obrigado por nos receberem essa noite — ele saiu do palco, seguido pelo resto dos meninos.

— Mandaram bem na ultima, dude — Ryan disse a Sam.

— Parece que você não faz falta, mudinho! — George brincou.

— Ei! Você me magoou! — Ryan fez um biquinho.

— Awn, desculpa bebezinho! — George zoou, enquanto ia abraçar Ryan.

— Ah, parem de viadagem vocês dois — Adam disse. Quando chegou, pegou na minha mão logo após.

— Então temos um casal? — Joe perguntou.

— Sim, Joe, temos um casal! — eu respondi.

— VIVAAAAAAA! — senti Meg pular nas minhas costas.

— Sai de cima de mim, você é pesada! — eu disse brincando.

— Ok, estraga-prazeres! — Meg disse rindo. — Mas eu quero saber todos os detalhes depois, hein! — ela disse baixinho me fazendo rir.

Notas finais
AWWWWWNNNN *-*
mas enfim, gostaram? deixem reviews pleaaaaseee! :3
Fui!
xofrnk
-Bia