Notas iniciais
Heeeeeeeey Genteee Desculpa por não ter postado antes, sério, não consegui, estava uma correria grande, e eu nem tive a oportunidade de tocar no computador rsrs' Muito Obrigada pelos comentários do capítulo anterior, fiquei muito contente, e ao mesmo tempo um pouco triste por ter que terminar essa história. ***Agradecimento Especial*** Juju Stoessel, muito obrigada pela sua recomendação flor, fiquei muito contente por receber aquelas palavras, que a meu ver, foram muito carinhosas, eu amei de montão, e vc sabe sim recomendar viu? rs' Capítulo dedicado a você, e a todos os meus leitores !! Então é isso gente... Espero que gostem... Boa Leitura!!!

**Francesca**

_Mama – escutei Emmanuelle puxando a barra de minha saia longa. – Boinhaia. – disse se atrapalhando toda com as palavras, me mostrando a bolinha em sua mão.

_Manu, eu falei pra você não tirar as bolinhas da árvore de natal da Tia Violetta. – falei em um repreensivo, pegando a bolinha de sua mão.

_Tia Tatá? – perguntou colocando a chupeta na boca.

_Isso. – falei rindo. – Não pode, porque não é sua bolinha. – falei e ela saiu correndo pela enorme sala.

Escutei passos descendo a escada e logo olhei para cima, encontrando Violetta segurando Enzo no colo. Ela sorriu a me ver. Terminou de descer as escadas e veio ao meu lado observando a decoração que eu estava fazendo na parede.

_Está lindo Fran. – ela disse sorrindo.

_Eu sei, fui eu que fiz. – rimos. – Onde está a Mily? – perguntei. Afinal ela sempre estava com as duas crianças.

_Deixei-a dormindo, você sabe como ela fica chata quando está com sono, então eu quero que ela fique com um bom humor na festa de Natal. – ela disse chacoalhando o menininho nos braços.

_E esse garotão lindo? – falei pegando na mãozinha do Enzo que estava todo risonho resmungando aquelas coisinhas lindas de bebê. Violetta riu.

_Onde está a Manu? Ela deixou a bonequinha dela em meu quarto. – Violetta disse mostrando-me a boneca nas mãos.

_Está no seu jardim, digamos que ela saiu correndo, porque eu falei que não era para pegar as bolinhas na árvore de natal.

_Ela é uma criança Fran, não entende essas coisas. – falou indo em direção ao jardim.

Deixei de lado e voltei a enfeitar a parede da casa. O natal seria na casa da Violetta e do León, por escolha deles, e porque também virão alguns familiares do León nessa comemoração.

León estava resolvendo uns assuntos no trabalho, isso bem em véspera de Natal, mas tudo bem. Fiquei de ajudar a Violetta, pois é muita coisa para fazer, e ela liberou a empregada dela, pois a mesma tinha todo o direito de passar o Natal com a família dela.

**Violetta**

Manu estava brincando com a bonequinha no meu jardim. Forrei a manta do meu filho na grama verdinha e o coloquei ali. O mesmo estava com uma roupa fresquinha, já que estava um dia ensolarado, e ele precisava pegar sol.

Seus cabelos eram bem pretinhos me deixavam encantada. Seus olhos eram azuis, como os de León quando era criança. Ele era muito risonho.

_Tatá – Manu me chamou sentando no me colo. – Enzo goidinho. – falo apontando para meu bebê e eu ri de sua carinha sapeca.

_É, ele gordinho. – falei rindo, passando a mão nos cabelos pretos e ondulados de Emmanuelle.

_Tadê Mily? – perguntou me olhando como se eu tivesse escondido a minha pequena.

_A Mily está dormindo. – falei e ela saiu atrás da bonequinha de novo.

Estava observando Enzo se mexer agitadinho, quando meu celular tocou. Olhei no visor, e pude ver que León havia me mandado uma mensagem.

“Amor, eu chegarei um pouco tarde, pois estou comprando os presentes das crianças, Diego está comigo. Beijos. Amo você.” ~León.

Respondi também.

“Ok. Amo você também.”

Escutei um choro agudo e meus ouvidos despertaram. Enzo agora estava quietinho, lutando contra o soninho que estava chegando, ele fechava e logo abria os olhos, parecia que estava com medo de dormir.

Francesca apareceu com a minha pequena nos braços. A mesma chorava com uma agonia terrível. Ela estava apenas de frauda, porque estava quente dentro de casa.

_Bom, acho que a pequena Mily acordou. – Francesca disse sorrindo ninando-a em seus braços. – E parece faminta. – rimos. – Quer que eu prepare a mamadeira?

_Já está pronta Fran. – falei. – Está dentro da geladeira, só precisa esquentar, mas não esquente muito, por favor, está quente hoje, e eu não quero que ela reclame depois. – falei rindo pegando Milena em meus braços.

_Tudo bem... – ela murmurou. – Vilu, você sabe onde está o Diego? Eu liguei para ele, mas não me atendeu. – disse desconfiada.

_Ah sim, o Diego está junto com o León comprando os brinquedos das crianças. – falei e rapidamente a Manu se aproximou.

_Pesente? – perguntou. — Papa vai da pesente pá Manu? – perguntou com um sorriso nos lábios.

_Não vai não. – Francesca disse pegando a filha nos braços e eu ri. – Quem vai dar presente é o Papai Noel, aquele que a mamãe te disse ontem. Lembra? – perguntou e ela assentiu batendo as mãozinhas uma na outra.

Francesca se sentou comigo na grama, e ficamos olhando Emmanuelle que brincava de mamãe e filhinha com a boneca. Eu e a Fran riamos quando ela dizia que a boneca estava aprontando e dava alguns tapinhas, como se a boneca fosse melhorar as atitudes.

****

**Francesca**

Eu estava em minha casa, com o meu marido e a minha filha. Diego estava arrumando a Manu, mesmo ela com aquelas gracinhas de: “Eu quero que a mamãe me troque.” Ou “Não, essa roupa é feia!”

Coloquei meu vestido vinho, e soltei meus cabelos, que ficaram o dia inteiro presos. Passei meu batom vermelho, eu amava vermelho. Coloquei meu salto alto e peguei minha bolsa de mão, antes de ir até o quarto da Manu.

_Mama! – disse agarrando as minhas pernas, Diego suspirou. Ele estava lindo naquele terno, todo social.

_Está pronta princesinha? – perguntei vendo seus cabelinhos presos de lado. Tudo em ordem. Ela balançou a cabeça positivamente.

_Bom, é melhor irmos para casa da Violetta. – Diego disse a pegando no colo. – Daqui a pouco essa baixinha vai inventar de pular na piscina do quintal. – continuou e eu ri. Manu amava água, assim como eu.

_Você está muito lindo sabia? – elogiei acariciando seu rosto.

_E o que eu posso dizer de você? – perguntou pegando a minha mão, fazendo-me dar uma voltinha, ri. – A mais linda de todas as mulheres existentes neste mundo.

_Te amo. – sussurrei me aproximando dele, enquanto sentia apenas um de seus braços em minha cintura, já que o outro segurava Emmanuelle.

_Te amo mil vezes mais.

Aproximamos nossos rostos, e eu aguardava ansiosamente por um beijo. Fechei meus olhos esperando o impacto de nossos lábios, mas tudo que senti, foram os meus lábios chocando-se com algo macio. Abri meus olhos rapidamente, percebendo que Emmanuelle havia posto o rosto entre nossas bocas, fazendo com que eu e Diego beijássemos suas bochechas. Ela deu uma gargalhada gostosa, assim como nós também rimos.

_Mama, não pode beijar o papá. – disse como se estivesse me repreendendo.

_E você pode? – perguntei colocando as mãos na cintura.

_Sim. – falou dando um beijinho na bochecha de Diego. – Manu pode. – rimos os três novamente.

_Você está muito ciumenta mocinha. – falei apertando sua bochecha.

_Eu amo vocês – Diego murmurou se divertindo com a cena. – Amo o ciúme da Manu. – disse beijando nossa filha. – E amo o ciúme da mamãe. – me deu um rápido selinho, antes que ela tivesse um ataque.

_Vamo pá casa da tia Tatá, quelo abi pesente. – disse erguendo os bracinhos em minha direção, e eu a peguei no colo.

_Mas o Natal não é só para abrir presentes filhinha. – Diego disse e eu sorri.

_Eu xei. Mama disse pá mim que é dia de Jesus. – falou meio embolada e nós rimos.

_Isso mesmo. – murmurei e Diego riu. – Vamos logo, antes que nos atrasemos para a ceia. – falei e Diego pegou a chave do carro.

**León**

_Meu amor, você está linda demais. – falei abraçando Violetta por atrás, enquanto a mesma se via pelo espelho com aquele vestido vermelho e alguns detalhes preto.

_Obrigada. – ela disse sorrindo vermelha. – E você está galanteador. – ela disse em um suspiro e eu ri. – Eu tenho um presente de Natal para você. – ela disse se virando, enlaçando os braços em meu pescoço.

_Amor, não precisava. – falei.

_Precisava sim, e eu sei que você comprou um pra mim, então caladinho. – ela disse de forma engraçada. – Vou te dar quando for meia-noite.

_Vou ter que esperar tanto assim? – perguntei ansioso e ela assentiu. – Então você também vai esperar.

_Ok. – ela sorriu.

Violetta selou nossos lábios delicadamente. Seu perfume me envolveu e eu a agarrei ainda mais junto a mim, fazendo a mesma rir durante tal ato. Estava tudo perfeitamente caloroso, até ouvirmos uma voz. Instantaneamente nossos lábios se repeliram.

_Eita! – era Francesca. Violetta começou a rir, e percebi que ela estava levemente avermelhada. Flagrante. Ri também. – Da próxima vez fechem a porta, casal.

_Para Fran. – Violetta resmungou. – Ainda bem que você chegou.

_Ainda bem mesmo, porque suas famílias estão lá embaixo já.

Violetta se espantou e saiu do quarto às pressas, apenas falando para eu colocar as crianças no carrinho, e levar para a sala, assenti.

Fui até o quarto de Milena que estava acordada, tentando alcançar o móbile que fazia um barulhinho, uma canção de ninar.

Coloquei minha loirinha no carrinho, e em seguida fui ao quarto de Enzo, fazendo o mesmo com ele.

Desci até a sala, com certa dificuldade, mas nada para se preocupar. Violetta estava conversando com a minha mãe e o seu pai. Minha mãe estava com um sorriso enorme, pois estava na presença do Sr. Castillo.

_León! – Melanie disse pulando em meus braços, não sei quando ela vai parar com esta mania. – Que saudades de você. – realmente, fazia mais de uma semana que eu não a via, por conta de meus filhos, não conseguia ficar tanto tempo fora de casa.

_Também estava com saudades. – sorri.

_Deixei seu presente debaixo da árvore. – ela sorriu.

_O seu também está lá. – ri.

_Eu te amo idiota! – disse me abraçando novamente.

_Também te amo.

***Violetta***

_Sua sogra é uma comédia. – papai disse rindo enquanto a senhora Vargas se afastava, indo até o marido, que estava sentado.

_Ela é muito bipolar. – respondi pegando um pouco de refrigerante.

_Também, mas ela é engraçada.

_Gostou dela?

_Sim, me parece ser uma boa pessoa, apesar de ser louca por dinheiro e ter feito você passar por tudo de ruim com o León. Isso eu não perdôo.

_Claro. – ri.

_E os meus netos, como estão? – papai perguntou olhando para León e Melanie, que haviam acabado de pegar meus bebês.

_Ótimos. – respondi com um sorriso bobo.

_León me parece ser um bom pai.

_Ele está aprendendo. – rimos.

Depois do pequeno bate-papo, foi à maior correria. Deu meia-noite, e todos saíram para ver os fogos, até mesmo às crianças. Aquele era o Natal mais feliz que eu já tinha tido. Uma família, agora eu tinha uma família.

Fizemos uma oração agradecendo tudo e a todos, mesmo com Emmanuelle repetindo cada palavra que a Francesca falava. Nós fizemos a ceia, e fui tudo muito engraçado. Eu nunca esquecerei esse Natal.

***León***

Já eram umas duas horas da manhã, todos estavam dançando, comendo e bebendo, mas eu estava pegando o presente de Violetta, que estava dentro de meu guarda-roupa. Escutei um choro, agudo, e repetitivo.

Direcionei-me até o quarto do recém chegado Vargas, e lá estava ele, no berço, mexendo aquelas pequenas perninhas a todo tempo.

_O que você tem hein garotão? – perguntei baixo o tirando do berçinho. Ajeitei-o em meus braços, e comecei a balançá-lo lentamente, como vi Violetta fazendo algumas vezes, para acalmá-lo. Eu não levava muito jeito para isso, mas estava aprendendo.

Ele não parava de chorar. Peguei a chupeta que estava em cima da cômoda e coloquei em sua boca. Ele demorou a aceitar, mas aos poucos foi se acalmando. Ele me olhava fixamente, piscando de vez em quando. Talvez ele tivesse achando estranho o fato de eu estar tratando de fazê-lo parar de chorar, em vez da mãe dele, que sempre em todas as ocasiões faz isso.

Saí do quarto, com ele nos braços, e me dirigi até o quarto de Milena. Aproximei-me de seu berço branco com alguns detalhes em rosa, e percebi que a mesma dormia com a chupeta caída ao lado do rosto. Ela estava abraçada a um ursinho de pelúcia, que Melanie havia entregado no dia de seu nascimento.

_Olha só essa princesinha, Enzo. – falei acariciando aquele rostinho tão meigo dela. E a mesma se mexeu um pouquinho, mas não acordou.

_Eu tenho sorte de ter uma família como vocês. – escutei uma voz delicada, a voz pela qual me apaixonei intensamente desde o dia em que eu a ouvi. Violetta. Ela sorria, enquanto via lágrimas em sua face.

_Nos espiando? – perguntei risonho assim que ela se aproximou, a mesma apenas assentiu, pegando Milena no colo. Eu sorri secando seu rosto com minha mão que estava livre.

_Vocês me deixam parecendo uma boba. – ela disse abraçando levemente nossa filha. – Eles são tão lindos. – ela disse com a voz falha.

_Sim, são. – concordei. – Não poderia ter nada melhor.

_Com certeza não. – Violetta riu. – Meu amor... Obrigada por tudo que você me deu. De verdade, eu sou muito grata a você. – ela disse se aconchegando ao meu lado, enquanto eu a abraçava com o braço esquerdo, já que o direito estava segurando o corpo de Enzo.

_Eu que tenho que te agradecer por tudo. – murmurei. – Não teria nada disso sem você.

_Eu amo muito você León. – disse olhando em meus olhos fixamente. – Muito mesmo, e não sei como esse amor ainda não transbordou. O que eu sinto por você, e mais do que eu senti a vida toda por todas as pessoas que eu amo no mundo.

_E pode ter certeza que eu amor você da mesma forma. – falei olhando para seus lábios, completamente atrativos naquele batom vermelho. – Eu amo você Violetta Castillo Vargas – falei sorrindo orgulhoso.

_E eu amo você León Vargas. – sussurrou roçando nossos narizes, eu sorri, antes de tomar os lábios dela, em um beijo completamente apaixonado, como sempre acontecia quando tínhamos esses momentos juntos.

Ela era a minha vida e completamente minha.

“E mesmo com tudo que aconteceu... Aquelas palavras demonstravam tudo que haviam passado, e que haviam vencido.”

“Eles eram uma família. Uma enorme família. Que abrigavam amigos, conhecidos, parentes, tudo.”

“E será mesmo que o amor vencerá exatamente tudo? Bom... Eles nos fazem pensar que sim.”

Notas finais
Adeus ?! hahaha' Não, até mais gente!!! Vejo vocês um dia desses né? Espero que tenham gostado do capitulo ! FEEEELIZ NATAAAAAAAL !!!! Obrigada!!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!