Ridley Parker é uma jovem de dezesseis anos com pele branca e pouco bronzeada, olhos verdes, cabelo curto com cachos delicados nas pontas e uma beleza admirada por muitos, tímida, mas com um ótimo caráter conquista a todos que conhece. Ou a maior parte...

08:00 segunda-feira 2 de dezembro

-Pai anda logo nós vamos nos atrasar!-falei nervosa pois não queria me atrasar para a última semana de aula.

-Eu sei, e se chamar de novo eu não te levo mais.-respondeu ele com raiva.

Cinco minutos depois saímos de casa, eu usava uma blusa branca, short jeans claro, uma jaqueta rosa e bota preta. Dez minutos se passaram e cheguei à minha escola, o sinal tocou e a primeira aula seria de química, quando cheguei em minha mesa, recebi uma mensagem.

'' Oi gata, vem aqui no meu carro agora, to com saudades.''-falou Peter meu namorado, estávamos juntos a cinco meses.

''Agora eu estou na aula depois eu vou.''-respondi.

''Ah então vai se fuder! Mas depois não fica reclamando eu não te dou atenção.''

Pasaram-se seis minutos e só pensava em Peter, então decidi ir encontrá-lo. Peguei minhas coisas e fui encontrá-lo a professora Quimby alu que se eu saísse levaria uma advertência, ignorei-a e fui. Desci pelo elevador e saí da escola, no mesmo segundo vi o carro de Peter, a ferrari preta com a qual usava no dia em que nos conhecemos.

Quando cheguei lá, não acreditei quando vi, Peter estava aos beijos com Sophie, minha melhor amiga, que estava apenas apenas de calcinha e ele nu com a mão em seus seios.

-Oque está acontecendo?-gritei.

-Hum... trouxinha oque faz aqui?-falou Sophie beijando os dedos de Peter.

-Peter...-falei com os olhos lacrimejando.

-Você não quis vir se divertir então encontrei Sophie e...-disse Peter sendo interrompido por Sophie.

-Ele me deseja mais do que a ti trouxinha.

-Cale a boca sua prostituta. Sinceramente sempre te achei uma puta e muito falsa, mas sempre pensei que eu poderia te ajudar a ser alguém melhor. Mas você Peter, eu achei que me amava de verdade.

-Se toca trouxinha ele sempre te traiu, só começou a namorar contigo porque eu pedi.

-Isso é verdade?-respondi olhando para Peter decepcionada.

-É.-falou ele puxando Sophie para mais perto.

Então saí correndo da escola, não sei para aonde eu iria mas sei que em algum lugar eu iria parar, mas não agora. Corri até parar em um beco sem saída comecei a chorar e pensar em tudo oque havia acontecido.

-Burra! Idiota! Como você não percebeu? Merda! Porra! Caralho!

Vi uma faca no chão, a peguei e comecei a me cortar. Só pensava em Sophie e em Peter, peguei uma corda ou algo parecido e a apertei em meu pescoço. De repente tudo foi ficando escuro e...

Quando acordei, Vi uma garota batendo em meu rosto de leve. Tive dificuldade em falar e em respirar.

-Ai que bom que acordou. Quem você é? Quantos anos você tem? De onde você veio?

-Calma-falei com a voz falha-quantas peerguntas.

-Ok então... Qual o seu nome?-falou ela com os olhos castanhos arregalados.

-Ridley.-respondi.

-Quantos anos você tem?

-Dezesseis- falei tentando me sentar.

-Idade ótima. Foi quando trepei pela primeira vez...

-Quantos anos você tem?-perguntei rindo.

-Dezenove.-falou ela em orgulhosa.

-Qual seu nome?-falei me recuperando.

-Alice... Eei olha o teu pescoço vem comigo agora.-disse ela me puxando.

Ela me levou até seu apartamento e pegou umas pomadas, passou no meu pescoço que estava roxo e em meu pulso que estava sangrando lavou e depois passou a pomada.

-Ok, agora me explca oque aconteceu.-falou ela guardando o kit de emergencia.

Expliquei a ela exatamente oque havia acontecido e ela me falou:

-Sério? Voce quase se matou por algo ridículo e tão infantil?

Eu responderia ela mas... ela tinha razão. Eu fui infantil e ridícula, e me deixei sair do sério por algo vazio e sem sentido.

-Eu sei... mas na hora não pensei em nada só pensava no que havia acontecido.-respond de cabeça baixa.

-Mas não pensa mais nisso ok? Oque passou passou.-disse ela me abraçando.

-Oi.-disse uma garota entrando no apartamento. Ela era loira, com cabelos longos e olhos azuis. Sophie era o nome dela.

-Oi-respondi sorrindo.

Alice explicou tudo oque tinha acontecido e Sophie disse:

-Viu. Homem só faz cagada. Serve só pra trepar e as vezes nem é tão bom assim...

-Liga não é que ela não é bem comida.-falou Alice dando gargalhada.

Eu ri, Sophie riu e Alice riu. Foi assim por algum tempo.

-Olha, eu não quero te deixar mal não mas.... você não acha que tá precisando de uma pequena mudança?

-Como assim?-falei franzindo a testa.

-É sabe... sair do patricinha -rica-sou-inteira-cor-de-rosa para... gostosa-rica-super-sexy?

-Ah, sei lá, nunca pensei em mudar, eu gosto de me vestir assim...-respondi olhando para minha roupa.

-Eu sei, não tem nada de errado, mas você não acha que deve fazer todos que te magoaram babando de inveja e desejo?

-Olha... seria uma ótima ideia... que tal estilosa colorida?-falou Sophie me olhando.

-Não sei não... fashion nerd?-falou Alice. Nquele momeento eu e Sophie olhamos para ela comm os olhos arregalados e cara de reprovação.

-Nossa gente calma tá eu gosto de nerd's...-falou ela com voz baixa. Rimos e voltamos ao assunto.

-Rockeira?-falei em voz baixa.

-Oque? Caralho pra quem se veste de patricinha desde que nasceu você tá...-falou Sophie rindo.

-Não exatamente rockeira mas... Preto tá ligada? Saia curta...

-Olha tem cara de santa mas é safadinha...-falou Alice.-As pessoas concerteza não são oque aparentam ser.

Quando vi meu celular, já eram 13:30.

-Tenho que ir!-falei pegando minhas coisas-Amanhã eu posso voltar?

-Lógico que sim!-falou Sophie- Mas terá que ir com Alice às compras.

-Ok.-respondi. Me despedi e fui embora para casa.

Elas são tão legais, vivem a vida como querem e embora não sejam constantemente agradáveis, são pessoas verdadeiras e boas. Mas principalmente. Felizes.

7:00 3 de dezembro terça-feira

Acordei com a mesma rotina. Café, roupa, carro, escola. Cheguei lá com roupas largas e calça jeans escura. Não porque queria mudar. Mas porque estava cansada de ser a mesma Rid patricinha e fútil de sempre, que se magoa por tudo.

-Oi trouxinha.-ouvi uma voz aguda e chata arás de mim. Eu sabia de quem era mas não queria acreditar em QUEM era.

-Oi vagabunda.-respondi sorrindo. O sorriso mais falso que já foi feito na história do mundo.

-Peter vem cá.-falou ela chamando-o como se ele fosse um cachorrinho.

-Você tá horrivel!-alou ele fazendo cara de nojo.

-Sim. Do mesmo jeito que você tem um pinto menor que que teu nariz.-falei olhando para ele (o pinto).

-Isso porque não o viu em ação...-respondeu ele sendo interrompido por mim.

-Ah a gente já namorou esqueceu? Eu vi sim. Mas não fiquei muito impressionada.-falei dando de ombros. Fui para a aula pois o sinal tocou. Eu teria aula de Português. Fiz a prova e o professor deu os resultados imediatamente. A única a tirar dez. Depois das aulas fui para a casa de Alice. Quando cheguei lá ouvi gritos e gemidos, logo pensei no que poderia estar acontecendo e como qualquer pessoa chata eu entrei para estragar o momento putaria. Quando entrei estava tudo bagunçado e roupas jogadas por todos os cantos, gritei sinalizando que havia chegado mas parecia que a putaria lá estava tão boa que nem me ouviam. Cheguei no quarto e ascendi as luzes e la estavam eles. Ela jogou um travesseiro em minha cara e resmungou algo que não entendi. Colocou suas roupas e mandou o cara embora.

-Qual o teu problema?-falou ela colocando suas roupas.

-Você me pediu para vir aqui hoje, eu vim.-falei segurando o riso.

-Mas que merda! Nós iríamos fazer a pose da iena agora!

-Que droga é essa?-respondi rindo.

-Não sei. Voce não me deixou nem começar.-disse ela bufando.

-Ok, ok. Agora que acabou... Vamos?-falei.

-Vamos-respondeu ela fazendo bico.

Quando chegamos na loja, fiquei um pouco enojanada. Aquilo era um brechó de quinta, mas até que tinham roupas bonitinhas, inclusive o vendedor, o qual Alice pegou o número. Essa não perde um ein... Compramos roupas lindas, e a maioria tinham peças ou partes pretas. Depois disso, voltamos para o apartamento de Alice. Esperamos Sophie chegar e pedimos uma pizza, mostrei minhas novas roupas a ela, e o entregador da pizza deu seu número para Sophie. Que rasgou o papel no mesmo minuto. Tomamos banho e fomos dormir. O sonho estava ótimo até de repente voltar a ouvir os gritos e gemidos que vinham do quarto de Alice. ótimo! Mais uma noite sem dormir.

Quando cheguei na porta do quarto de Alice, Sophie estava batendo na porta e xingando entre os risos que dava por causa da situaçao. Durou aproximadamente seis minutos a rapidinha. Quando a porta se abriu, e o cara saiu, vi que o homem era o vendedor da loja que saia apenas de cueca e blusa do quarto de Alice.

-O amor é lindo, mas transa na madrugada e uma bosta quando todos da casa irão acordar cedo pela manhã.-falou Sophie dando gargalhada.

-Minha mãe me ensinou que devemos demonstrar amor ao próximo.-falou ela abrindo a porta apenas de roupão.

-Precisa ser na nossa casa?-retrucou Sophie.

-Eu preciso dormir. Estou muito cansada.-falou ela apertando os olhos.

-Tá doendo o cú não?-falei rindo.

-Só um pouquinho... respondeu ela séria.

Depois, fomos para os nossos quartos e dormimos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.