Troubles Gone
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Isabella sabia que a sua decisao seria arriscada para a sua saude mental. Mas tinha que saber respostas, saber o porque de ela ter passado por tudo aquilo, ela nao se lembrava de alguma vez ter feito algum mal para alguem para merecer um castigo como aquele, afinal era so uma criança que gostava de brincar como todas as outras.
Deitou-se a pensar se faria ou nao, se teria coragem e depois pensou na mae, pensou que se a mae descubrisse ficaria triste, a mae passara por um periodo de depressao apos o julgamento de James, isabella nao queria de forma alguma ver a mae outra vez naquele estado, entao seria fundamental que ela nao descubrisse.
Nao podia contar com ninguem ao lado dela, fizera algumas amizades na escola de forks mas nao eram suficiente solidas para isabella contar sobre o seu passado.
Com estes pensamentos adormeceu num sono profundo sem sonhos como sempre acontecia.
.....
No dia seguinte, levantou-se e pela primeira vez sentiu-se confiante, sabia que ao visitar james na cadeia iria obter as respostas que tanto queria.
– Bom dia filha, ja a pe? — rennee perguntou surpreendida por ver a sua filha ja acordada as 7 horas da manha.
– Bom dia, quero ir a Port Angels, abriu uma nova libraria — disse sem emoçao na voz.
– Tao longe? Porque nao espera pela semana que vem e assim vamos juntas?
– Porque eu tou sem livros para ler e na nova libraria tem muitos livros de ficcao cientifica.
– Tudo bem entao, leve o meu carro mas tenha cuidado! olhos sempre na estrada — a mae disse preocupada.
– tudo bem eu tenho cuidado — disse apenas.
Depois de ter tomado o pequeno almoço saiu de casa, só no carro é que voltou a pensar nas perguntas que iria fazer ao James, teria que fazer as perguntas certas, para levar as respontas que ela queria, nao podia se dar ao luxo de fazer com que as respostas dele lhe confundissem mais as ideias, ia la para ficar esclarecida nao mais confusa do que ja estava.
Chegou a cadeia de port angels e começou a da-lhe um friozinho na barriga, de repente toda a confiaça se fora!
Respirou fundo varias vezes e olhou em volta, havia varios policiais vigiando, conversando entre si, mas o mais importante havia muitos policias!
Olhou para um casal que estava a entrar abraçados na cadeia e reparou um rapaz alto que os seguia embora um pouco afastado do casal, nao lhe era estranha a cara dele, e de repente lembrou-se de onde se lembrava dele, ele era da mesmo escola que isabella chamava-se Edward Cullen e andava sempre sozinho com os fones nos ouvidos, ouvira uma vez jessica comentar que ele so ficar distante das outras pessoas porque o seu irmao fora acusado injustamente de matar uma rapariga, mas nao se lembrava de mais nada sobre ele.
Como se Isabella lhe tivesse chamado, edwad olhou para o carro dela, olhou bem nos olhos dela, mas so por um segundo pois depois voltou a andar e ainda mais depressa e entrou na cadeia.
Sabia que estava a empatar tempo, estava com medo, mas ja que chegara ate aqui, iria entrar e confrontar James.
Com a confiança outra vez restabelecida, ela saiu do carro e entrou na cadeia, nao viu o Edward Cullen, mesmo que ele tivesse à frente dela ela o veria, ja que estava nervosa.
Sentou-se numa cadeira onde tinha um vidro e outra cadeira do outro lado, o friozinho na barriga voltou com mais força ainda porque sabia que em breves momentos iria sentar-se ali o homem que lhe estragou a vida.
Como se tivessem posto em camara lenta, ela viu JAmes a entrar por uma porta com um policial atras, estava algemado nos pes e nas maos, isabella tambem sentia-se algemada a sua cadeira pois nao conseguia se mexer.
Quando se recuperou do choque de ver outra vez o seu ex heroi, ele ja estava sentado a sua frente a olhar para ela com um misto de espanto, surpresa, odio, rancor e mais uns sentimentos que isabella naquele momento nao soube decifrar.
Isabella estava com a mente a trabalhar depressa nao sabia qual pergunta fazeria primeiro e como num passe de magia tudo se tornou claro na mente de isabella, a pergunta era simples e direta e pedia todas as explicacoes que ela necessitava e entao ela pela primeira vez naquela tempo todo olhou com confiaça e conviccao e fez a pergunta em voz alta:
– Porque?
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