Notas iniciais
Ultimo capitulo :(

— Então Abby. – Começou Gibbs. – Me conte exatamente o que aconteceu na garagem de provas antes de ser baleada?

Gibbs se sentou ao lado de Abby. Tony chegou bem na hora e se sentou depois de um olhar de Gibbs.

— Eu havia ido pegar uma arma para o teste de balística. Era tarde, mas era urgente então eu subi sozinha para lá. Aparentemente não teria ninguém lá àquela hora. Eu coloquei meu código e a porta se abriu. Eu fui até o cofre pegar a arma. Parecia tudo normal. Até que eu vi alguma coisa no chão. Um pedaço de fibra de estofado, o que seria impossível ela chegar até ali já que o taxi estava longe. Eu peguei a fibra com um pegador e coloquei num saco de evidências. – Abby parou por alguns segundos.

— Continue Abbs. – Disse Gibbs. – Estou aqui.

— Eu continuei andando até a saída e eu escutei uma respiração longe de mim. Eu me virei, mas não vi ninguém e achei que havia ficado maluca. Eu achei que tinha trancado o portão que dá acesso ao cofre e fui até o taxi ver e tentar achar uma explicação para aquela fibra. Quando eu me virei de volta eu vi uma arma apontada para mim. – Abby deixou escapar algumas lagrimas.

Gibbs a abraçou bem forte como se a quisesse sufocar de amor.

— Com calma Abby. – Disse Gibbs. – Com calma.

— Ele me fez andar para longe do táxi e me fez jogar a fibra dentro do carro. Eu obedeci a ele. Eu nunca senti tanto medo antes. Não sei o que me deu eu tentei bater nele, a arma caiu no chão. Dei um soco nele e ele caiu, pegou a arma e puxou o gatilho. Eu só me lembro da dor que eu senti quando a bala me acertou. Eu me lembro de cair no chão e deixar a arma cair. – As lagrimas de Abby saiam sem nenhum controle. Gibbs a abraçou forte. Ele não queria que Abby revivesse aquilo, mas era importante para descobrir o que realmente aconteceu com Abby.

— Você consegue se lembrar de alguma coisa sobre ele? – Perguntou Gibbs.

— O pouco que eu consegui ver eram os olhos frios dele. – Disse Abby.

— De que cor eles eram? – Perguntou Gibbs.

— Verdes. Ou azuis. – Disse Abby.

Gibbs fechou o caderninho onde estava anotando e mostrou uma foto para Abby.

— Você reconhece esse homem? – Gibbs mostrou a Abby a foto do homem do elevador.

— Os olhos gelados. – Falou Abby.

— Tony. – Chamou Gibbs. – Peça para McGee passar essa foto no reconhecimento facial. – Gibbs passou a foto para Tony. – E eu quero ele preso logo.

— E você chefe? — Perguntou Tony antes de sair.

— Eu vou ficar bem aqui com a minha arma caso esse porco resolva fazer outra visita. – Disse Gibbs colocando a arma em cima da mesa.

Tony saiu e Gibbs ficou com Abby. Jacob deu alta naquele mesmo dia. Abby estava pronta para voltar para casa, mas teria que esperar algum tempo até estar 100% pronta para voltar ao trabalho na agência.

Gibbs a levou para sua casa. Ele a acomodou no quarto de hospedes, mas se recusava em deixa-la sozinha. Gibbs pegou sua poltrona e se deitou como ode ao lado de Abby. A arma estava em seu lado. Gibbs já havia adormecido quando Tony tentava falar com seu chefe.

— Vamos logo chefe. – Disse Tony.

— Melhor a gente ir direto Tony. – Disse McGee.

— Ele vai matar Gibbs e Abby! – Gritou Tony. – Eles já estarão mortos quando chegarmos lá.

— Se a gente correr isso não vai acontecer. – Disse McGee. – Eu tento ligar do carro para Gibbs outra vez.

Tony e McGee saíram em disparada para a casa de Gibbs enquanto McGee rezava tanto para Gibbs atender o telefone quando para chegarem rápido.

Gibbs resolveu atender o telefone.

— Chefe. – Disse McGee. – Graças a deus. O bandido está indo para a sua casa.

— Como assim McGee? – Gibbs mal terminou a frase ouviu passos na escada. – Diga que são vocês subindo a escada.

— Não chefe. A gente vai demorar mais alguns minutos. – McGee se desesperou. – Leve a Abby para algum lugar seguro.

A ligação caiu no meio da conversa.

— Chefe? – Gritou McGee. – Acelera isso Tony.

— McGee? – Perguntou Gibbs peando a arma. – Bloqueador de sinal. – Disse Gibbs.

Gibbs checou Abby e fechou a porta do quarto com a chave fazendo mínimo de barulho possível.

Ele foi para trás de uma parede do andar de cima com a arma pronta para atirar em quem fosse que ousasse pensar em machucar Abby. Um homem subiu as escadas. Não era nenhum dos agentes que estava vindo.

Gibbs saiu de trás da parede surpreendendo o homem.

— Se se mover eu meto uma bala na sua testa. – Disse Gibbs. – Já tentou matá-la uma vez. Não pense que vai ter outra chance.

O homem peou sua arma para atirar em Gibbs, mas o agente deu um único tiro no meio da testa do homem.

— Eu avisei. – Disse Gibbs vendo Tony e McGee subindo as escadas.

— Perdemos a festa, McMusa. – Disse Tony irônico.

— E a Abby? – Perguntou McGee.

— No quarto descansando. – Disse Gibbs. – Em segurança.

Gibbs fez Abby vir morar com ele.

Abby voltou ao trabalho depois de uma semana. Ninguém deixava ela sozinha e McGee sempre ficava com ela no laboratório.

O suspeito que havia pedido outro teste de balística foi condenado

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