Trixa Mallarius Em Hogwarts.
1 Capítulo 1 - Desconhecido
Notas iniciais
Reli antigas histórias minhas, Trixa Mallarius foi uma delas. Escrevi a muito tempo, e resolvi reescrever e reestruturar. Espero que gostem.
Harry estava sentado ao lado de Rony e Hermione na biblioteca, discutindo sobre algo que Rony não entendia como havia errado no teste, quando levantou o olhar e a viu. Trixa Mallarius, a menina nova, entrou as pressas na biblioteca, não sem antes deixa-lo com a boca entre aberta e expressão atordoada. Sem nem pestanejar, ou gastar algum olhar com eles, seguiu para a área restrita.
Hermione franziu o senho. Precisamos fazer alguma coisa. Rony não entendeu muito bem por que precisariam fazer alguma coisa, ou o que precisariam fazer... Muito menos sobre o que precisariam fazer, então preferiu ficar calado. Harry não prestou atenção. Aliás, não vinha prestando atenção em nada ultimamente. Estava ocupado se preocupando em não se preocupar com Gina. — Meninos, ÁREA RESTRITA. Rony entendeu então, que Hermione estava falando sobre a menina que passara correndo por eles. — Qual o problema Hermione? Ela deve saber o que esta fazendo. A palavra restrita está bem clara na porta. — Diz ele, um tanto quanto exasperado. — Mallarius, não sei se já sabe, e se souber pode me ignorar, mas meus amigos estão em um dilema sobre isso. Área restrita é restrita para alunos. Acabará na sala de Dumbledore se te virem aí. — Harry falou, alto o suficiente para que eles o ouvissem também. Rony e Hermione se entre olharam intrigados, e surpresos. Foram até eles. — Obrigada Potter. Consegui permissão para entrar com supervisionamento, estou esperando professor Dumbledore. — Sorriu, deu as costas e continuou andando. Virou de volta - Ah, e a propósito, vocês parecem ser os únicos civilizados por aqui. Obrigada por isso também. Harry sabia que assim que estivessem os três a sós Hermione comentaria sobre aquilo. Era realmente estranho Dumbledore supervisionar uma pesquisa na área restrita da biblioteca. E como o previsto, Hermione se pôs a falar logo que voltaram a sentar. - Algo esta errado. Dumbledore supervisiona apenas aqueles em quem ele não confiaria o supervisionamento a ninguém, aqueles potencialmente perigosos. Snape, por exemplo, não tem total acesso a área restrita pelos motivos que nós já conhecemos, e quando precisa, é supervisionado pelo professor Dumbledore. Assim como os filhos de comensais ou filhos de ex comensais. Normalmente não significa boa coisa. - Hermione se sentiu meio decepcionada, havia gostado da menina. Ambos concordaram com Hermione, e sem muita delonga foram para seus dormitórios. Amanhã seria oficialmente o primeiro dia letivo, e precisariam descansar. Harry teria mais cedo ainda, pois se comprometeu em apresentar Quadribol à Trixa. Trixa havia sido apresentada a Hogwarts na noite anterior, no primeiro banquete. Não estava entrando no primeiro ano como acontecia rotineiramente. Era da classe deles. Um bruxo não muda sua escola de mágia e bruxaria frequentemente, é uma chance em milhares. Transferências assim são raras. Precisa-se de um bom motivo para isso, o que claro, nem Dumbledore, nem ninguém, explicou aos demais alunos. Trixa era baixa, bem pequena. Seus olhos tinham cor grafite, grafite azulado, mas grafite. Feições de fada, cabelos pretos lisos. Apesar de bastante magra, suas curvas eram marcantes. Era alguém pra quem não se conseguia olhar uma vez só, e sabia disso. Harry havia notado seu sorriso alinhado e as covinhas que se alojavam nas bochechas, Hermione havia notado a sobrancelha marcante e a cor definitivamente fora do normal de seus olhos. Rony notou que as mãos dela eram muito pequenas para o tamanho das unhas. É claro que nenhum deles sequer sabia que haviam notado essas coisas, pois é superficial demais para ser levado em conta. Os três sentiram o perigo que emanava dela, contradizendo as feições convidativas. - No dormitório masculino, Harry e Rony estavam deitados. Rony lia um livro sobre dragões e imaginava quando seu irmão Carlinhos daria um daqueles para ele. E Harry estava realmente preocupado com Gina. Ela não o beijava a quase dois dias, e não o olhava nos olhos. Ele pensava que ela poderia estar passando por um momento difícil, mas não entendia por que se afastar dele ao invés de contar com ele para esses momentos. Ele sonhara duas vezes com ela, tivera pesadelos, para ser mais exato. Em um deles Gina era esmagada por uma serpente. No outro, ela a acariciava e ria. Harry quis se desfazer destes pensamentos e tentar dormir. Olhou para Rony e abriu a boca para dar boa noite, quando Rony o atropelouO que acha da Trixa? — Perguntou ele, sério.Não acho nada, não sei nada sobre ela. É bonita — RespondeuEla me da arrepios cara, e ao mesmo tempo, Hermione que não me ouça, acho ela incrivelmente bonita. — Rony concluiu.Hermione que não te ouça mesmo - Harry riu.Tem sido raro ver você rir Harry, quer falar sobre alguma coisa? — Rony sabia que ele não falaria nada, e sabia o que estava acontecendo. Harry estava triste por causa de sua irmã, mas ele não sabia ao certo os motivos.
Não essa noite Ronald — Harry riu mais um vez. Em seguida, os dois caíram no sono. - Pela manhã Harry acordou bem disposto, tomou banho e se preparou para apresentar o quadribol à Trixa. Vestiu o suéter favorito e calças jeans pretas, estaria frio lá fora e ainda não era preciso vestir o uniforme. Foi com uma caneca cheia de chocolate quente para ele, e uma para Trixa, até a quadra onde iriam se encontrar. Trixa parecia animada de longe. Vestia calças pretas e uma blusa de linha verde musgo, Harry reparou em como ela era clara, em contraste com a cor da blusa e como a cor com que as unhas estavam pintadas era igual a dos olhos dela. Ela realmente não acreditava que tanta gente pudesse querer Harry morto, ela o olhava e via apenas um menino. Não achava certo. Poder emanava dele, é verdade, e tinha uma beleza excepcional. E foi a unica vez que conseguimos captar a mente dela. — Chocolate? — Harry sorriu enquanto entregava — Obrigada. — Trixa sorriu e aceitou. Tomaram seus respectivos chocolates e se dirigiram campo a dentro. Harry havia pego a mala com os balaços e o pombo de ouro. Estava curioso sobre qual posição a menina se mostraria com melhores habilidades. P/ sua surpresa, Trixa se mostrou uma excelente apanhadora. Queria ver a expressão de Draco quando soubesse que uma novata era a melhor apanhadora sonserina de Hogwarts. Sim, ele ou alguém da mesma casa que ela é quem deveria estar apresentando o campo à ela, mas como sonserina não é conhecida por ser a casa mais receptiva, ali estava Harry. Assim que terminaram, os dois estavam voltando juntos para os dormitórios. Harry notou que Trixa estava caminhando bem mais perto dele do que Rony andava perto dele, o que o levou a pensar em Gina. Nesse momento ele travou. Pensando nela, ali estava. Ali estava ela, com Malfoy. Sem varinhas, ou qualquer outro fator que demonstre atmosfera letal. Sem nada que o levasse a pensar que estivessem em uma discussão. Doeu em Harry.Gina? — Ela se virou e de imediato ficou em choque — Quer explicar?Eu explico Potter — Malfoy pegou na mão de Gina e a puxou — Vocês nunca foram nada, e não quero mais que dirija a palavra à ela.Pensei em chorar, em rir, pensei em mata-lo. Pensei em olhar p/ Gina afim de uma explicação, pensei na humilhação que aquilo era. Pus minha varinha a postos. Conseguia ver o horror no rosto da Gina ao ver o descontrole nos meus olhos. Eu estava furioso. Trixa salvou minha vida, no tempo que eu perdi olhando Gina, Malfoy teria me matado. Ela interferiu por mim, e o deixou sem varinha.Um feitiço imperdoável muito mau feito para um comensal. Ou projeto de comensal. — Trixa debochou — Tchau Draco.Cala a boca vagabunda. — Assim que Malfoy terminou de dizer isso, eu olhei pra Trixa e ela riu. Abertamente. Gargalhou. Foi uma total surpresa pra mim, ri junto com ela. Apesar de não ver graça, a cara que Malfoy fez quando ela gargalhou foi de completo pânico. Gina o pegou pelas mãos e o tirou de lá. Aquilo doeu também. Harry não entendia de onde Draco havia tirado o termo vagabunda para usar com Trixa, qualquer outro adjetivo combinaria mais com ela do que este. Ela era no mínimo, delicada demais. Harry não esqueceu da rapidez com que ela agiu, e a rapidez com que salvou sua vida. Seria uma coisa para se pensar mais tarde. Junto com "como ela sumiu?" perguntou Hermione.Sumiu. Eu ri com ela e quando sai dos meus próprios pensamentos ela não estava mais aqui. — Harry disse, espontâneo.Vamos Harry — Disse Hermione, e me antes que a gente se atrase p/ aula com o Snape.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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