Trio J.

12 Capítulo 12 - Dia monótono e agradável (Será?)


Notas iniciais
Oooi minhas (meus) lindas (o), como é que vão?? Então de novo eu peço mil desculpas pela demora. Eu to entrando em desespero. Em menos de 4 horas eu vo te que acordar pra ir pra escola (tipo, primeiro dia), vocês tem noção disso? o Enfim, boa leitura e leiam as notas finais!
Apenas uma sobrevivente.

Jessica Pov:

Já era final da tarde e a esperança de ter um dia “agradável” em Londres já ia por ralo abaixo.

Os telhados cobertos por grossas camadas de neve eram só uma pequena demonstração de quanto animadora tem sido nossa chegada a Londres; sinceramente, acho que estou entrando em depressão. O tédio da tarde consumia a todas.

Deito-me no sofá onde todos estão amontoados. Klaiton assistindo algum canal de animais, Juliane no seu notebook e Joana com seu livro.

TOC TOC

Levanto para atender a porta, e um John sem folego atravessa por ela, sem ao menos dar oi; todos (exceto Joana) levantam a cabeça para ver o que estava acontecendo.

- Eu vou morrer, eu vou morrer, eu vou morrer...- John começa a dar voltas em torno de sim.

-Por quê?- peço me aproximando um pouco dele.

-Da pra parar de perseguir seu rabo e nos atormenta?- Pede Joana com um tom irritado. – Claro que ele vai morrer, e todos nós!- Termina se levantando.

-Por quê? – peço novamente, já ficando um pouco assustada.

-Porque todos morrem um dia! Dã!-Responde Joana, se achando a pessoa mais inteligente do mundo.

Depois dessa, todos a ignoram e se voltam a John.

-Ontem teve uma festa- começa John- e uma garota começo a vir pra cima de mim...

Joana corta John.

-Tá e agora ela esta gravida?- pede com sarcasmo.

John a observa furiosa, eu era capaz de sentir um pré-fuzilamento, vindo de seus olhos.

-Como eu estava dizendo- John tenta continuar sua explicação de por que iria morrer.- A garota é irmã do Alex, e namorada do Denis. Cara, eu estou fodido!

-Não!- nega Kleiton. – Não. Não. Não. Você não fez isso!-Kleiton se levanta e começa a se arrodear com John avia feito antes.

-Pois é cara! Eu não sabia que era ela. -John começa a esfregar a cara, pensando em uma solução longe de funcionar.

-Amigo – Kleiton põem sua mãe esquerda no ombro de John- Você vai morrer!

Joana começa a gargalhar. Model e eu a encaramos.

-Qual é o seu problema?- pede John furioso para Joana.

-Meu problema? Deixa eu pensar... – Fez cara de pensativa – Você. Se bem que agora que você vai morrer meu problema estará resolvido; e eu não serei acusada por homicídio.

Eles se encaram por uns segundos. Teria certeza que se John não fosse homem estaria agora esgoelando Joana.

-Que foi?- pede ela o encarando com intensidade.

-Enfim, enfim, chega de brigas meus amores!-Juliane levanta ponde seu notebook em cima da almofada. –John querido... tá, você vai morrer e então me diz... o que você ta fazendo aqui?

-Não sei, pensei que vocês poderiam me ajudar.- responde inocente.

-Sério? –pede Joana incrédula alterando a voz. – Você realmente acha que nós podemos te ajudar, sendo que provavelmente estão vindo dois brutamontes e suas máfias de seriais killers aqui em nosso apartamento!?

Todos a encaram (novamente), afinal, ela tinha razão.

TOC TOC

Todos estremecem imóveis.

TOC TOC

A respiração trava.

TOC TOC

-JÁ VAI! – Grita Joana. – Vocês, escondem essa ameba –Joana aponta para John- em algum lugar.

Todos já haviam desaparecido da sala e as incessantes batidas continuavam, cada vez mais forte.

-Que foi? Que foi?- Pede Joana abrindo a porta.

POV Apenas uma sobrevivente:

Ao abrir a porta Joana se depara com ao menos 15 homens. “Caralho, como eles fazem para manter esses músculos?” pensa Joana, enquanto todos a observavam, ela então volta a realidade.

- Ham ham – num pigarro Joana testa a voz, logo continuando: — posso ajudar?- pede fazendo uma cara de puro desinteresse.

-Cadê o John?- Pede um dos homens a frente.

-Que John amigo?- se faz de desentendida.

-Não me venha com essa garotinha – o ou, alguém chamou Alice de garotinha? No diminutivo? Acho que isso não vai acabar muito bem. – Sabemos que ele esta aqui!

Os homens atrás começam a concordar se movimentando do lugar, aos poucos iam chegando mais perto.

-Eu escutei bem? – pede cínica Joana sem medo algum. – Você me chamou de garotinha? No diminutivo? E ainda por cima parece querer invadir a MINHA casa, acusando de ter um tal de John nela?- Joana parentava estar indignada. Ela de fato era uma ótima atriz.

Ficam um minuto em silencio a encarando.

O carrancudo então se vira e cochicha alguma coisa para o homem de trás que concorda com um riso.

-Não queremos te machucar, garota.- avisa – mas não teremos outra escolha se você não nos deixar passar.

-A é? – pede indignada. – Então vem! – fala em tom astuto erguendo a cabeça ainda mais.

Era difícil olhar na cara de um homem de ao menos 1,85 metros de altura sendo que você tenha 1,56 metros, chegava a ser deprimente!

Os homens se encaram, alguns assustados pela coragem de Joana, outros a olhavam hilário, como se fosse um piada, mas o carrancudo com quem falava não tinha expressão alguma no rosto.

Ele simplesmente encurta o espaço entre ele e Joana, fazendo ela sentir sua respiração na testa.

“Cadê os meus ‘colegas de quartos’ agora?” pensava Joana.

O Homem então a centímetros de distancia, se abaixa, ficando mais o menos na mesma altura de Joana. Isso era um ofensa para ela. Mas antes de poder falar quaisquer coisa, ele a pega pela cintura e a joga em cima de seu ombro.

Joana começa a gritar, e socar com todas as suas forças as costas do homem, que adentrava o apartamento.

- O que é isso?- pede Model aparecendo pelo corredor com logo atrás Jess.

Kleiton aparece do outro lado do corredor, vindo da lavanderia.

“É só o que me faltava, terem posto John na maquina de lavar, tem minhas calcinhas lá!” reclama em pensamentos Joana ainda no ombro daquele horroroso homem. Ela continuava a socar suas costas e bater os pés, mas o homem não demonstrava dor, nem descômodo.

Sete homens são precisos para segurar Model e Jess, que não estavam deixando ele as pegarem assim tão fácil. Model chutara as partes intimas de um homem loiro que agora cairá no chão em relutância para não urrar de dor. Jess deu um soco épico, no rosto bonito de um homem um pouco menor que os outros mas assim mesmo enorme aos olhos de Joana.

Falando em Joana, ela continuava no ombro do “carrancudo”, nome que Joana o dera, e ele observava a luta dos seus sete capangas contra Jess e Model, e o inicio de uma briga feia entre Kleiton e os outros homens restantes.

Os homens encurralaram Kleiton contra a parede, ele pôs as mãos em frente, em posição de briga.

Um homem vai para cima de Kleiton, que faz um ótimo desvio para o lado esquerdo, épico para aqueles filmes de luta.

O homem que se dirigiu a Kleiton vai com tudo contra a parede e cai de bunda no chão esfregando a cara.

Os outros então tomam iniciativa. E em poucos minutos Kleiton já estava suspenso no ar, com sangue escorrendo pelo canto de seu lábio inferior.

Um homem estava desmaiado no chão, com estilhaços do abajur de vidro ao lado. “Pronto, foi-se meu abajur” pensava Model, enquanto via Kleiton o acertar com uma força extremamente violenta na cabeça do homem.

As garotas já estavam dominadas pelos homens, e Kleiton também. Joana continuava no ombro do “carrancudo” que observava alguns de seus homens se levantando do chão.

-Então...-começa “carrancudo”- Onde esta ele?

-Estou aqui...- John sai da sombra do corredor, assustando alguns, que abrem espaço para ele ir até o Carrancudo. – Solte ela!- Pede em tom mandante, indicando com a cabeça Joana que continuava no ombro do homem.

-O senhor Alex quer o ver John.

-Solte ela, Bernado!- agora ordena John.

-Ele pediu uma garantia, John, sinto muito. –Falando isso “carrancudo” com então nome de Bernado vira as costas e sai, com Joana em seus ombros. – Roda Gigante John, as nove horas da noite, sozinho e sem atraso. – e falando isso se esvai com Joana nas costas, o socando e gritando.

Os homens o seguem logo em seguida.

Todos ainda imóveis pelo acontecido olham para John e em seguida Kleiton.

Model vai até a cozinha pegar a caixa de primeiros socorros e gelo.

Voltando a sala, ainda nenhuma palavra tinha sido trocada entre eles.

Model pega uns comprimidos, e um copo de agua, os estende a Kleiton que logo toma, sendo atingido com violência pelo gelo no meio da cara.

-Alguém pode me dizer o que foi que acabou de acontecer?

-Sinto muito.- se lamenta John. – Sinto muito mesmo...

-Sentir agora não volta atrás John- fala Jess começando a juntar os cacos da briga que ocorrerá a minutos atrás.

John esfrega o rosto freneticamente, pensando no que acabou de acontecer e no que ainda iria acontecer.

-Não fica assim cara, nós vamos dar um jeito. – tenta consola-lo Kleiton.

***

John sai de seu apartamento com presa. Aperta o botão do elevador, mas John não aguentaria ficar esperando. De imediato começa a descer as escadas. Pulando em três ou quatro degraus só de uma vez.

Monta em sua Yamaha verde e da partida cantando pneu.

Estava ainda bem adiantado para as nove horas, então decide dar voltas ao redor do centro da cidade. Cansado da lentidão e do movimento que o centro lhe oferecia, vai até o posto de gasolina, abastecer e tomar alguma coisa. Sabia que precisava se estimular de algum jeito, e não resistindo compra uma vodca no posto.

Após metade da garrafa já tomada, decide olhar o relógio.

Sua respiração para, e o terror começa a percorrer seu corpo. Faltavam apenas cinco minutos para as novas. E a roda gigante ficava do lado oposto da cidade. Sem mais de longas, embarca e se esvai pelo horizonte.

Notas finais
E ai, o que acharam realmente? Tipo, eu to em carência de reviews entendem? E gostaria muito de saber o que vocês acham da historia. Gostaria que vocês me ajudassem a melhorar, então se tiver algo que você acha que a historia precise melhorar me avise, e se você gosta assim, do jeitinho que esta me avisem também!! (xD) Obrigada desde já. E ah, só lembrando, a fic se motivam com o reviews, e quem sabe se vocês derem um sinal de vida ela não comece a postar regularmente!?^^
Xoxo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.