Trigêmeos
24 Capítulo 24
Notas iniciais
IMPORTANTE:
Muitas pessoas reclamam que demoro a postar, inclusive ja recebi umas mensagens um tanto ofensivas.
Por isso, eu gostaria que vocês soubessem que eu estudo, faço 2 faculdades, uma de manhã e uma a noite, trabalho durante o dia e faço curso tecnico aos sabados (acabou semana passada, mas vou começar outro em março ou abril).
Eu normalmente escrevo e faço meus trabalhos no trajeto de casa para faculdade, da faculdade para o trabalho, do trabalho para faculdade, da faculdade para casa, de casa para o tecnico, do tecnico para casa e aos domingos.
Por isso peço que tenham paciencia, porque não é só escrever é preciso ter inspiração também.
Thais sentia um fôlego quente batendo contra seu rosto e abriu os olhos, sonolenta. Daniel tinha o rosto próximo do dela e dormia tranquilamente. Danilo tinha um braço jogado sobre ela e dormia de igual tranqüilo.
Afastou-se de ambos muito devagar para não desperta-los. Abriu o armário e tirou um sobretudo de lã. Caminhou para fora do quarto, no breu, vestindo o casaco. Foi descalça, com passos calmos, rumo ao laboratório. Sabia a senha e não se preocupou em avisar a Dante que estava entrando. Envolveu-se mais no casaco, diante do frio do local, mas continuou seguindo.
Dante ergueu o rosto para a direção dos sons e a viu, logo em seguida voltou ao que estava fazendo. Thais ignorou o descaso, já acostumada, e caminhou para o sofá que havia na sala onde ele estava trabalhando tão concentrado. Provavelmente estava revendo os dados de sua pesquisa. Não pode se impedir de suspirar tristemente. Deitou-se no sofá, encolhendo-se em seu casaco, apenas o observando.
Adormeceu e quando despertou notou que Dante a levava nos braços. Sorriu contra o peito dele, depositando um beijo molhado, fazendo-o se arrepiar. Ainda sonolenta, se aconchegou e se deixou ser carregada, sem saber pra onde.
Dante abriu a porta do quarto, onde estavam seus irmãos, para devolver Thais a eles. Não sabia, primeiramente, porque os tinha deixado. Ficara surpreso quando surgira em seu laboratório vestindo uma blusa de homem e um grande casaco de lã. Sabia que não usava nada abaixo da blusa porque sentia sua pele nua contra sua mão. Suspirou pondo-a na cama. Não queria que estivesse no laboratório, não só porque tinha estado encolhida como uma bola, por causa do frio, mas também porque estava fazendo testes com o material coletado de seu filho. Sentia-se mal tendo a ela perto, observando-o.
- Não. _ Thais choramingou sem soltá-lo. – Quero ficar com você.
Daniel e Danilo os olharam. Danilo encolheu de ombros, voltando ao seu sono e Daniel fez o mesmo, depois de sorri-lhe com aquele sorriso que tanto odiava. Tomou Thais mais uma vez em seus braços, e saiu do quarto. Ela não queria ficar com seus irmãos, queria estar com ele. A mulher era simplesmente indecifrável. Enlouquecia-o.
Retornou ao seu laboratório, com ela. Caminhou para o quarto que tinha montado lá. Recordava as muitas vezes em que tinha dormido mal, por está cansado demais para sair do laboratório. Por esse motivo, montara um quarto ali.
Depositou Thais em sua cama, fechando rapidamente a porta de vidro para que o ar condicionado não gelasse o cômodo separado, então voltou para ela e a cobriu. Beijou sua testa, aconchegando-a nos travesseiros e rumou para fora.
Thais o olhou partir através do vidro, era levemente escurecido, mas pode vê-lo voltar ao que estava fazendo. Afundou na cama, se envolvendo mais na grossa colcha. Não a queria perto dele, fizera-o ficar com ela, então se limitou a deixá-la em um canto de seu laboratório. Ao menos não sentia frio, pensou fechando os olhos.
Depois de guardar suas coisas, desligar os aparelhos e as luzes, Dante retornou ao quarto. Acendeu a luz do cômodo, visto que já não podia captar a luz de fora, pois a apagara. Fechou a porta devagar, sabia que Thais dormia, retirou o casaco e a blusa que vestia abaixo desse e subiu na cama.
Thais segurou a colcha com mais firmeza quando a sentiu deslizar para longe de seu corpo. Encolheu-se mais, se enroscando na coberta. Ouviu um indicio de risada acima de sua cabeça, mas não se virou para olhar. Uma mão a incitou a soltar a colcha, acariciando seu corpo provocativamente. Riu, se escondendo mais quando ouviu um resmungo.
Gritou quando uma mão gelada tocou sua pele e riu logo em seguida, ele tinha encontrado uma brecha. A mão subiu por sua pele nua rapidamente. Tocou-lhe as pernas, depois a barriga, e Thais ria se contorcendo abaixo da colcha.
Dante agarrou a mão dela, forçando-a a soltar o agarre que mantinha. Liberou a colcha, jogando-a ao lado da cama, no chão. Thais riu tentando se afastar, mas Dante a agarrou. Ficaram deitados, Thais presa nos braços dele, sorrindo. Dante beijou seu rosto, um sorriso feliz em seus lábios, combinando com a felicidade que emanava dela. Thais suspirou e se aconchegou nele.
- Terminou o que estava fazendo? _ Perguntou ocultando mal o ressentimento.
- Não terminei, não consigo pensar adequadamente quando sei que esta nua a poucos metros de mim. _ Diz divertido. – Sempre posso terminar depois.
- Não queria te atrapalhar. _ Diz sorrindo contra o peito dele. – Posso voltar para o quarto, se quiser.
- Não me atrapalhou. _ Deslizou a mão por seu ombro. – Estava fazendo testes no material genético do feto. _ Thais ficou tensa. – Esta tudo bem. _ A abraçou mais forte. – Não quero você perto de nada disso, já sofreu demais.
- Você vai retomar sua pesquisa? _ Perguntou em um sussurro. – Vai testar de novo?
- Não farei você passar por isso de novo.
- Outra pessoa, então? _ Choramingou.
- Não. _ Suspira. – O feto se desenvolveu o suficiente para as principais comprovações. Eu já consegui o que queria da minha pesquisa, não há necessidade de fazer mais testes em qualquer outra pessoa.
- Fico feliz. _ Deposita um beijo sobre a pele nua de seu dorso. – Sei que vão querer filhos ainda, mas talvez eu não seja a pessoa certa para isso.
- É a única para isso, Thais. _ Dante a faz olha-lo. – Ainda esta sentida com a perda, mas irá se recuperar. Aconteceu, não foi sua culpa, poderia acontecer com qualquer pessoa. Não significa que não será capaz de gerar outra de nossas crianças.
- Eu não sei... _ Foge do olhar dele. – Não quero passar por isso de novo, decepcionar vocês de novo.
- Falaremos disso no futuro. _ Beijou-lhe levemente os lábios. – Agora tenho outros planos para você. _ Sorri malicioso.
- Finalmente. _ Murmura quando Dante se põe de joelhos na cama e começa a tirar seu casaco. – Pensei que não aconteceria nunca mais.
- Estava se recuperando do parto. _ Se defende Dante, jogando o grande casaco no chão.
- Estou mais que recuperada ha semanas. _ Reclama erguendo os braços para que lhe retire a camisa.
Thais esteve nua e sem fala. Dante calou-a com um beijo, já colocando-a abaixo de seu corpo. Thais esforçou-se para alcançar o jeans que vestia e desabotoa-lo, mas Dante logo segurou suas mãos e as manteve longe de sua calça. Thais gemeu movendo seu corpo, querendo o máximo de contato com o corpo dele. Dante se arrastou para cima dela, seu corpo prendendo-a a cama, encaixando-se entre suas pernas. Deslizou uma mão calejada pela pele macia, sentindo-a se arrepiar. Sorriu contra a boca dela quando alcançou seus seios e Thais empurrou seu dorso conta a sua palma. Estava tão impaciente.
Em instantes Dante tinha Thais se contorcendo, gemendo e reclamando de sua demora em toma-la. Tinha sido um longo tempo desde que tinha tido o corpo dela e pretendia aprecia-lo sem pressa. Desceu um dedo úmido para sua outra entrada, acariciando o enrugado buraco. Thais relaxou com o toque, gemendo mais quando forçou a entrada. Ela empurrou contra seu dedo, gemendo em sua boca, fazendo o comprido dedo deslizar para dentro dela rapidamente. Dante se afastou um pouco, surpreso pelo movimento. Encarou os olhos nublados de paixão, o rosto corado e arfante.
- O que foi? _ Perguntou ofegante quando Dante se afastou mais dela. – O que aconteceu? _ Dante se levantou da cama.
- Nada. _ caminhou até o armário e retirou uma caixa branca. – Deite-se sobre seu estomago. _ Abriu outra porta e retirou alguns travesseiros.
- O que vai fazer? _ Fez como lhe pediu, mas continuou olhando-o por sobre o ombro.
Dante não respondeu. Colocou dois travesseiros abaixo dela, apoiando-a sobre seus joelhos dobrados, afastando as pernas dela, deixando-a aberta para ele e fazendo com que seus quadris ficassem suspensos no ar. Abriu a caixa branca e retirou um preservativo e um vidrinho de lubrificante. Deixou a caixa ao pé da cama e os itens sobre a colcha ao lado de Thais. Desfez-se da calça jeans que usava e ajoelhou-se na cama, um joelho a cada lado de Thais.
Thais estremeceu quando Dante empurrou, novamente, um dedo contra ela, mas dessa vez foi junto a algo bastante gelado. O contraste do impulso gelado dentro de seu corpo quente a fez suspirar aprazível. O dedo deslizou com incrível facilidade e Thais se viu movendo-se contra, desejando mais. Dante atendeu seu mudo pedido adicionando mais um dedo ao desejoso buraco. Foi de igual fácil sua entrada e permanece movendo-se, querendo mais da erótica caricia.
Quando um terceiro dedo foi adicionado, Thais tencionou seu corpo. Um indicio de dor e um prazer diferente, mas fora a surpresa que a fez ofegar. Dante baixou o rosto, lambendo sua pele, descendo para seu sexo, querendo confirmar se permanecia úmida, se seu desejo ainda era o mesmo. Franziu o cenho quando tomou a prova de seu desejo na língua, mas Thais permaneceu tensa.
- Tem que relaxar. _ Deteve o movimento dos dedos.
- Oh, Deus, fará! _ Ofegou.
Dante sorriu diante do desejo em sua voz. Provocou-a, esfregando a ponta de sua língua em seu centro. Voltou a mover os dedos quando sentiu Thais relaxar. Permaneceu acariciando-a com a língua, sentindo sua umidade escorrer em gotas por seu queixo.
Thais se conteve, tentando não mover os quadris contra os dedos exploradores. Embora Dante tinha uma mão mantendo-a quieta, sentia vontade de se mover. Esforçou-se, mantendo seu corpo relaxado, enlouquecendo com a dupla caricia. Gemeu torturada, sentindo os dedos intrusos acima e abaixo, movendo-se em círculos, buscando algo dentro dela, mantendo-a a beira de um prazer desconhecido.
Thais gritou quando Dante, ao mesmo tempo em que chupava seu clitóris, roçou os dedos em algum ponto dentro dela. O orgasmo bateu e a arrastou, despedaçando sua consciência. Ouviu longinquamente Dante sussurrar que estava pronta, mas estava muito ocupada tentando respirar para se dar conta do que isso significava. Então algo bem mais grosso foi contra ela, penetrando-a, fazendo-a se sentir demasiado cheia.
- Oh! Oh! _ Gemeu alarmada, incapaz de articular algo coerente.
- Só relaxe. _ Murmurou com os dentes cerrados. – O desconforto vai passar, só deixe que seu corpo se acostume.
Dante debruçou-se sobre ela, mudando o ângulo da penetração. Segurou no quadril dela, ofegando contra suas costas, empurrando um pouco mais. Thais voltou a ofegar, mas manteve seu corpo relaxado para a sua invasão. Dante levou os dedos a boca, molhando-os com saliva, então desceu o braço, transpassando os travesseiros, e a penetrou com dois dedos. Moveu-os ternamente, mantendo-se mais um tempo parado para que ela se acostumasse antes de mover-se novamente.
- Só mais um pouco. _ Desceu beijos por suas costas. – Esta perfeita, respire. _ Diz ofegante.
Thais sentia um prazer completamente diferente, sentia-se deliciosamente cheia, sem o ardor e o estiramento da penetração. Dante mantinha os dedos dentro dela, movendo-a lentamente, apenas mantendo-a excitada. O desejo de mover-se começou na base de sua espinha, estremeceu com o súbito pensamento de tê-lo movendo-se contra ela com ardor. Dante ofegava contra suas costas, uma mão cerrada em um punho o apoiava na cama, enquanto a outra lhe tocava.
- Mova-se. _ Pediu em um gemido.
- Sente-se bem? _ Perguntou sorrindo. – Está muito apertada, não vou durar. _ Avisou. – Preciso... _ Fechou os olhos. – Controle...
Dante voltou a se mover, afastando-se dela muito lentamente e voltando no mesmo ritmo, suor escorrendo por ambos os corpos. Thais gemeu, erguendo o quadril para encontrar com ele, a ideia de que Dante estivesse tão necessitado de controle para se manter que nem conseguisse formular uma frase a excitava ainda mais. O lento movimento feito por ele atingiu todos os seus nervos e, juntamente com os dedos que brincavam na umidade de seu sexo, fazia com que se sentisse novamente na borda.
Dante retirou os dedos e apoiou a mão na cama, voltando a estar ereto. Observou seu membro entrar e sair, mantendo um ritmo lento com suas mãos puxando-a e afastando-a, embora seu desejo fosse empurrar contra ela com força. Mal era capaz de respirar, o suor escorria por seu rosto, seu corpo, enquanto tentava manter seu próprio orgasmo a raia. O corpo dela estava quente e o pressionava de todos os lados fazendo-o ofegar a cada empurrão que inconscientemente dava.
Thais gritou no primeiro impulso forte que Dante deu e então choramingou quando ele forçou um ritmo lento novamente.
- Não... _ Choramingou, realmente choramingou. – Forte, Dante. _ Sentia as lagrimas inundarem seus olhos. – Por favor...
- Sem dor. _ Dante forçou sua garganta a funcionar, sua voz rouca e cortada. – Nenhuma dor. _ Grunhiu entre dentes cerrados.
- Me dói agora. _ Diz em outro choramingo e então gritou.
- Vou me arrepender disso. _ Disse lançando mais um forte impulso contra ela e recebendo outro grito de resposta. – Não quero lhe feri. _ Grunhiu indo contra ela novamente.
- Bom... _ Chorou, movendo seu corpo contra ele, encontrando cada impulso e o intensificando para os dois. – Tão bom. _ Tencionou seu corpo, apertando-o mais em seu agarre.
- Merda! _ Voltou a debruçar sobre ela. – Não faça isso! _ Rosnou contra sua nuca.
Dante emitiu outro rosnado contra os risos de Thais quando essa voltou a aprisiona-lo fortemente. Procurou toca-la sem deixar de mover-se. A mistura de gemidos e risadas o provocava ainda mais. Thais tinha que esta com ele, pois se seguisse como estava perderia o controle no próximo minuto. Já se sentia pronto para explodir, os pelos de sua nuca eriçavam em aviso e puxaria Thais junto dele.
Procurou o ângulo certo, roçando o secreto feixe de nervos e fazendo Thais gritar a cada impulso. Sorria quando seu orgasmo se apoderou dele, sentindo Thais o apertar mais, quase dolorosamente, enquanto esta gritava e se contorcia abaixo dele, seu corpo mal suportando a descarga de prazer. Seu próprio prazer sendo vertido nela, uma vez após a outra, com fortes estremecimentos e ao fim uma grande moleza.
Ergueu-se sobre ela, ao invés de se deixar cair. Thais estava desabada, os travesseiros mantendo ainda seu quadril erguido. Parecia incrivelmente tentadora, erótica, bela. Sentiu a fisgada de desejo, sentiu seu membro despertar com a visão, sacudir com a ideia de toma-la mais uma vez, embora sentisse seus joelhos bambos e mal podia sustentar-se de pé.
Rapidamente livrou-se da camisinha, amarrando-a e jogando em um canto qualquer, preocupar-se-ia com ela depois. Puxou Thais para longe dos travesseiros, apoiando-a contra seu corpo, deixando-se descansar por alguns instantes. Relaxou seu corpo pesado no colchão, sentindo os tremores do corpo feminino em seus braços. Sua respiração estava tão difícil, talvez até mais, quanto a dele. Tinha o rosto contra seu ombro e Dante podia sentir a umidade escorrendo por seu peito. Esperava que fosse suor e não lagrimas. Embora ela não estivesse soluçando, estava tremendo e temia que o rechaçasse agora, quando se sentia tão vulnerável.
Tinha lhe dado tudo, quem e o que era, e ela podia bem não o querer. Tinha terminado, concluído a ultima ligação, finalizado o processo de união deles. Agora estava tudo nas mãos dela, tudo agora seria decisão dela. Casamento, família, todo o futuro deles. Dante se sentia estranhamente em paz, apesar de tudo. Sua vida estava nas mãos dela e devia estar desesperado. Sua alma devia estar fugindo de seu corpo de tanto medo, mas só conseguia sentir-se satisfeito. Satisfeito por tê-la ali onde estava, cômoda contra ele, exausta, amada.
Tinha tido todos os cuidados. Tinha a estirado adequadamente, tinha encontrado o local correto para fazê-la sentir prazer, tinha inclusive usado uma camisinha para facilitar a penetração e para não gozar dentro dela, pois poderia sentir-se incomoda com a sensação de estiramento da primeira vez. Tanto cuidado, tanto carinho quanto pode oferecer, mas não podia mudar quem era.
Dante afastou Thais cuidadosamente, mesmo com os baixos gemidos de protesto. Acomodou-a melhor na cama e se levantou. Caminhou para o banheiro anexado ao cômodo. Em um dos armários retirou uma toalha limpa e a molhou com agua morna do chuveiro. Voltou para o quarto, agarrando a caixinha branca, sentou-se a beira da cama. A toalha foi cuidadosamente posta entre as pernas de Thais enquanto Dante retirava algumas coisas de dentro da caixa. Deixando os dois vidros ao lado dela na cama, voltou a deixar a caixinha no chão.
Thais sentiu suas pernas serem afastadas e o pano molhado e morno deslizar acima e abaixo entre elas. Dedos quentes a tocaram e então um suspiro bastante aliviado veio de Dante. Thais forçou-se a abrir os olhos, estavam tão pesados, sentia-se tão cansada e ao mesmo tempo tão satisfeita. Dante tinha se afastado, ouviu uma sequencia de passos e procurou com os olhos. Encontrou-o guardando a caixinha.
- O que esta fazendo? _ Sua voz foi baixa, estranhamente sensual.
- Precisava saber o quanto estava ferida. _ Informou voltando-se para ela. – Se precisaria de algum cuidado especial. _ Ele sorriu, um sorriso satisfeito, orgulhoso, masculino. – Mas não será necessário. Ficará um pouco sensível, talvez um pouco dolorida, mas não esta ferida.
- Então... _ Morde o lábio inferior, mas mantem o olhar dele. – Podemos fazer de novo?
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